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Foram encontradas 50 questões.

2192175 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Os defeitos apresentados nos cortes histológicos são denominados artefatos. As principais causas para o aparecimento desses artefatos são:
I. Navalhas desgastadas.
II. Bloco de parafina em temperatura ambiente (não refrigerado) no momento do corte.
III. Tecidos de diferentes consistências incluídos em um mesmo bloco de parafina.
IV. Tecidos não descalcificados.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

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2192159 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
A coloração com hematoxilina e eosina é a mais utilizada na rotina histológica. Quais as principais características dessa coloração?
 

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2192114 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
O microscópio óptico convencional, utilizado para análise de lâminas histológicas e citológicas, é dividido em duas partes: mecânica e óptica. A parte mecânica é simplesmente a estrutura do microscópio; a parte óptica é responsável por permitir a visualização da lâmina, sendo constituída por:
 

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2192096 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
As técnicas histológicas especiais são extremamente importantes para a análise de substâncias nos tecidos. Qual a técnica e a coloração utilizadas, respectivamente, para a análise de lipídios nos tecidos de animais?
 

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2192090 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Ao receber para análise material aspirado de linfonodo de um bovino suspeito de estar infectado por Mycobacterium bovis, o técnico da área de citopatologia foi orientado pelo médico veterinário citopatologista a realizar uma técnica de coloração que identifique a presença de bacilos álcool-ácido resistentes. Diante dessa informação, qual técnica será utilizada?
 

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2192089 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
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TEXTO III
A cada nova geração, renova-se a sensação de que nas passadas se lia mais e se fazia menos sexo. Duplo engano. A rapaziada, em todos os tempos, foi com igual ímpeto ao pote. A razão POR QUE a leitura parece estar em baixa é que estamos em plena era da internet. Só parece. Pois o que se vê é a multiplicação dos jovens que gostam de LER, reconhecendo que um bom texto ainda É, para a vida pessoal e profissional, um instrumento DECISIVO.
Revista Veja, 18 de maio de 2011.
Na passagem “A rapaziada, em todos os tempos, foi com igual ímpeto ao pote”, a seleção do vocabulário:
 

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2192087 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Amostras citológicas devem ser fixadas em lâminas para conservar as características morfológicas e químicas das células. A fixação da amostra poderá ser realizada:
 

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2192080 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Ao receber para processamento uma lâmina citológica fresca, não fixada, o técnico percebeu que ela estava com excesso de amostra (espessa). Qual procedimento o técnico deve realizar para obter uma lâmina citológica com possibilidade de ser analisada ao microscópio óptico?
 

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2192068 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Ao receber uma amostra líquida para processamento, quais os primeiros procedimentos a serem adotados pelo técnico?
 

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2192025 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
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TEXTO I
Concertos de leitura
Penso que, de tudo o que as escolas podem fazer com as crianças e os jovens, não há nada de importância maior que o ensino do prazer da leitura. Todos falam na importância de alfabetizar, saber transformar símbolos gráficos em palavras. Concordo. Mas isso não basta. É preciso que o ato de ler dê prazer. As escolas produzem, anualmente, milhares de pessoas com habilidade de ler mas que, vida afora, não vão ler um livro sequer. Acredito piamente no dito do evangelho: "No princípio está a Palavra…". É pela palavra que se entra no mundo humano. (...)
As razões por que as pessoas não gostam de ler, eu as descobri acidentalmente muitos anos atrás. Uma aluna foi à minha sala e me disse: "Encontrei um poema lindo!". Em seguida disse a primeira linha. Fiquei contente porque era um de meus favoritos. Aí ela resolveu lê-lo inteiro. Foi o horror. Foi nesse momento que compreendi. Imagine uma valsa de Chopin, por exemplo a vulgarmente chamada "do minuto". Peço que o pianista Alexander Brailowiski a execute. Os dedos correm rápidos sobre as teclas, deslizando, subindo, descendo. É uma brincadeira, um riso. Aí eu pego a mesma partitura e peço que um pianeiro a execute. As notas são as mesmas. Mas a valsa fica um horror: tropeções, notas erradas, arritmias, confusões. O que a gente deseja é que ele pare. Pois a leitura é igual à música. Para que a leitura dê prazer é preciso que quem lê domine a técnica de ler. A leitura não dá prazer quando o leitor é igual ao pianeiro: sabem juntar as letras, dizer o que significam — mas não têm o domínio da técnica. O pianista dominou a técnica do piano quando não precisa pensar nos dedos e nas notas: ele só pensa na música. O leitor dominou a técnica da leitura quando não precisa pensar em letras e palavras: só pensa nos mundos que saem delas; quando ler é o mesmo que viajar. E o feitiço da leitura continua me espantando. Faz uns anos um amigo rico me convidou para passar uns dias no apartamento dele em Cabo Frio. Aceitei alegre, mas ele logo me advertiu: "Vão também cinco adolescentes…". Senti um calafrio. E tratei de me precaver. Fui a uma casa de armas, isto é, uma livraria, escolhi uma arma adequada, uma versão simplificada da Odisséia, de Homero, comprei-a e viajei, pronto para o combate. Primeiro dia, praia, almoço, modorra, sesta. Depois da sesta, aquela situação de não saber o que fazer. Foi então que eu, valendo-me do fato de que eles não me conheciam, e falando com a autoridade de um sargento, disse: "Ei, vocês aí. Venham até a sala que eu quero lhes mostrar uma coisa!". Eles obedeceram sem protestar. Aí, comecei a leitura. Não demorou muito. Todos eles estavam em transe. Daí para a frente foi aquela delícia, eles atrás de mim pedindo que continuasse a leitura. Ensina-se, nas escolas, muita coisa que a gente nunca vai usar, depois, na vida inteira. Fui obrigado a aprender muita coisa que não era necessária, que eu poderia ter aprendido depois, quando e se a ocasião e sua necessidade o exigisse. É como ensinar a arte de velejar a quem mora no alto das montanhas…Nunca usei seno ou logaritmo, nunca tive oportunidade de usar meus conhecimentos sobre as causas da Guerra dos Cem Anos, nunca tive de empregar os saberes da genética para determinar a prole resultante do cruzamento de coelhos brancos com coelhos pretos, nunca houve ocasião que eu me valesse dos saberes sobre sulfetos. Mas aquela experiência infantil, a professora nos lendo literatura, isso mudou minha vida. Ao ler — acho que ela nem sabia disso — ela estava me dando a chave de abrir o mundo. Há concertos de música. Por que não concertos de leitura? Imagino uma situação impensável: o adolescente se prepara para sair com a namorada, e a mãe lhe pergunta: "Aonde é que você vai?". E ele responde: "Vou a um concerto de leitura. Hoje, no teatro, vai ser lido o conto A terceira margem do rio, de Guimarães Rosa. Por que é que você não vai também com o pai?". Aí, pai e mãe, envergonhados, desligam o Jornal Nacional e vão se aprontar…
(Adaptado de: ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. São Paulo: Editorial
Loyola, 1996.)
“Penso que, de tudo o que as escolas podem fazer com as crianças e os jovens, não há nada de importância maior que o ensino do prazer da leitura.” A articulação entre os dois trechos destacados evidencia uma relação de:
 

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