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Foram encontradas 40 questões.

2465988 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Na realização de uma avaliação de imóveis urbanos deve ser analisado o mercado onde se situa o bem de forma que possibilite a indicação no laudo da liquidez deste bem. Analise as proposições abaixo.
I. Para identificação do valor de mercado, expresso no laudo de avaliação, será utilizado o método de identificação do custo do bem.
II. O resultado da avaliação de um imóvel pode ser arredondado, desde que esse ajuste final não varie mais de 1% do valor estimado.
III. A decrepitude de um bem se refere ao desgaste de suas partes constitutivas, em consequência de seu envelhecimento natural, em condições normais de utilização e manutenção.
IV. O laudo de avaliação de uso restrito obedece a condições específicas que são combinadas previamente entre as partes contratantes e não tem validade para outros usos não estabelecidos.
V. O laudo de avaliação não conterá, em nenhuma hipótese, as informações com a identificação da pessoa física ou jurídica e/ou seu representante legal que solicitou o trabalho, por questões de sigilo.
Estão CORRETAS apenas as proposições.
 

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2465913 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Leia o texto para responder a questão.
DINOS
Martha Medeiros
É um mundo estranho este. De repente, começaram a ser apresentados fósseis de animais pré-históricos descobertos recentemente no estado. Parece até coisa de novela. Primeiro foram as ossadas encontradas em São Gabriel, agora as de Dona Francisca. E eu que achava que os nossos mais antigos ancestrais eram os açorianos. Pois soube agora que tivemos Tiarajudens e Decuriasuchus residentes. Tivemos, e ainda temos.
Estou só esperando tocarem a campainha aqui de casa. Posso imaginar os paleontólogos entrando com suas escovinhas e pás, buscando embaixo do meu porcelanato algum resíduo de esqueleto. “Soubemos que dinossauros habitaram esse pedaço de chão milhões de anos atrás, exatamente aqui, onde a senhora vive.” E eu responderei muito circunspecta: “Habitaram, não. Habita ainda. Muito prazer”.
Sou uma dinossaura gaúcha.
Outro dia, num encontro entre amigas, me xingaram por não estar no Facebook. Em vez de uma liberdade de escolha, consideraram minha ausência uma afronta. Não estar no Facebook significa que você é uma esnobe com mania de ser diferente. Mas não é nada disso, tenho um bom argumento de defesa: é que me sinto obrigada a dar retorno a todos os contatos que recebo e, se entrar no Facebook, somando os e-mails que recebo (sim, e-mails – é condizente com minha espécie) não terei paz. Sou uma dinossaura. Relevem.
Eu ainda uso aparelho celular com teclas. Poderia ter um iPad, um tablet ou qualquer outro equipamento de última geração lançado dois minutos atrás, mas gosto do meu telefone simplificado, que só serve para fazer e receber chamadas e torpedos (eu ainda chamo de torpedo, e não de SMS). Não leio mensagens fora de casa. Dinossaura.
Lembram quando comentei outro dia sobre a entrevista que fiz com a Patrícia Pillar? A revista que me contratou me ofereceu um gravador. Aceitei. E pedi: não esqueçam de mandar as fitas! É um mistério terem mantido a missão que me confiaram. Gravador digital era coisa que eu ainda não tinha manuseado. Poderia ter gravado a conversa pelo celular também. Mas vocês sabem: não se extraem os resíduos paleolíticos do DNA assim no mais.
Outro dia contei pro escritor Fabrício Carpinejar que, quando estou no escuro do cinema, durante a projeção, costumo anotar nas folhas do talão de cheque as frases que me tocam durante o filme. Ele ficou bege. “Tu usa cheque???”.
E ainda acredito no amor. Podem me empalhar.
In: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. Porto Alegre, RS: LP & M, 2011. Adaptado.
Para dar mais coerência ao texto e ajudar a manter a sua unidade temática, a autora repete a palavra “ainda” nada menos do que seis vezes ao longo da crônica. Assim, fatos, ações, crenças ou comportamentos narrados ficam todos atrelados a uma circunstância de
 

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2465863 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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A Norma NBR 6118:2003, que trata de projeto de estrutura de concreto armado, dispõe de algumas orientações de efeito prático para execução das mesmas. Na execução de furos em vigas (para passagem de tubulações, por exemplo) alguns cuidados devem ser tomados.
Com relação a estes cuidados, podem ser dispensadas da verificação, pelo calculista, vigas, cujos furos a atravessam na direção da sua largura, que atendam simultaneamente as condições indicadas abaixo. Julgue as proposições abaixo:
I. Furos em zona de tração e a uma distância da face do apoio de no mínimo 2×h, onde h é a altura da viga.
II. Dimensão do furo de no máximo 20 cm e h/3.
III. Distância entre faces de furos, num mesmo tramo, de no mínimo 2×h.
IV. Cobrimentos suficientes e não seccionamento das armaduras.
V. A seção remanescente nessa região deve ser capaz de resistir aos esforços previstos no cálculo, além de permitir uma boa concretagem.
 

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2465340 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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O Decreto Nº 7. 581/11 regulamenta o Regime Diferenciado de Contratação Pública – RDC, instituído pela Lei Nº 12. 462/11.
É CORRETO afirmar que:
 

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2460423 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Leia o texto para responder a questão.
DINOS
Martha Medeiros
É um mundo estranho este. De repente, começaram a ser apresentados fósseis de animais pré-históricos descobertos recentemente no estado. Parece até coisa de novela. Primeiro foram as ossadas encontradas em São Gabriel, agora as de Dona Francisca. E eu que achava que os nossos mais antigos ancestrais eram os açorianos. Pois soube agora que tivemos Tiarajudens e Decuriasuchus residentes. Tivemos, e ainda temos.
Estou só esperando tocarem a campainha aqui de casa. Posso imaginar os paleontólogos entrando com suas escovinhas e pás, buscando embaixo do meu porcelanato algum resíduo de esqueleto. “Soubemos que dinossauros habitaram esse pedaço de chão milhões de anos atrás, exatamente aqui, onde a senhora vive.” E eu responderei muito circunspecta: “Habitaram, não. Habita ainda. Muito prazer”.
Sou uma dinossaura gaúcha.
Outro dia, num encontro entre amigas, me xingaram por não estar no Facebook. Em vez de uma liberdade de escolha, consideraram minha ausência uma afronta. Não estar no Facebook significa que você é uma esnobe com mania de ser diferente. Mas não é nada disso, tenho um bom argumento de defesa: é que me sinto obrigada a dar retorno a todos os contatos que recebo e, se entrar no Facebook, somando os e-mails que recebo (sim, e-mails – é condizente com minha espécie) não terei paz. Sou uma dinossaura. Relevem.
Eu ainda uso aparelho celular com teclas. Poderia ter um iPad, um tablet ou qualquer outro equipamento de última geração lançado dois minutos atrás, mas gosto do meu telefone simplificado, que só serve para fazer e receber chamadas e torpedos (eu ainda chamo de torpedo, e não de SMS). Não leio mensagens fora de casa. Dinossaura.
Lembram quando comentei outro dia sobre a entrevista que fiz com a Patrícia Pillar? A revista que me contratou me ofereceu um gravador. Aceitei. E pedi: não esqueçam de mandar as fitas! É um mistério terem mantido a missão que me confiaram. Gravador digital era coisa que eu ainda não tinha manuseado. Poderia ter gravado a conversa pelo celular também. Mas vocês sabem: não se extraem os resíduos paleolíticos do DNA assim no mais.
Outro dia contei pro escritor Fabrício Carpinejar que, quando estou no escuro do cinema, durante a projeção, costumo anotar nas folhas do talão de cheque as frases que me tocam durante o filme. Ele ficou bege. “Tu usa cheque???”.
E ainda acredito no amor. Podem me empalhar.
In: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. Porto Alegre, RS: LP & M, 2011. Adaptado.
Ao afirmar “Sou uma dinossaura gaúcha” (3º parágrafo), a autora usa a palavra “dinossaura” com sentido diferente daquele que lhe é próprio, por meio de uma
 

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2460321 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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A Norma NBR 6118:2003, que trata de projeto de estrutura de concreto armado, estabelece limites para a fissuração, pois destas decorrem a vida útil e a durabilidade das estruturas. As causas destas fissuras são numerosas e decorrem principalmente da ação direta das cargas, de deformações impostas, da retração do concreto e da corrosão da armadura. De acordo com o CEB,1985, identifique os principais tipos de fissuras, associando a sua origem:
Enunciado 2923683-1
 

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2460156 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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A coberta de uma edificação é um dos componentes que garante a proteção contra as intempéries e decompõe-se em três partes: estrutura, cobertura e captação de águas pluviais.
Acerca das tecnologias e soluções desenvolvidas para execução de cobertas, julgue os itens a seguir.
I. A telha Termoacústica, composta por três camadas, telha-isopor-telha, é utilizada para coberturas onde se deseja conforto térmico e acústico. A telha metálica é incompatível com o isopor, razão pela qual só se usa a telha de fibrocimento para a confecção das telhas Termoacústicas.
II. Para a confecção de cobertas de vidro, muito utilizadas em shopping centers, deve-se especificar o vidro laminado temperado, pois ele é um vidro de segurança que, em casos de quebra, os cacos ficam presos à sua estrutura.
III. Uma maneira eficiente de eliminar as infiltrações em cobertas constituídas por telhas de encaixe é a instalação de mantas de subcobertura durante a montagem da estrutura dessas cobertas, o que também garante o conforto térmico.
IV. As calhas para captação de águas pluviais são comercializadas com uma única largura padrão, variando-se apenas o seu comprimento e formas de fixação de acordo com a solução de coberta adotada.
V. Telhas metálicas possuem diversas vantagens, dentre elas as de conferir uma cobertura leve e caimentos pequenos.
Estão CORRETAS apenas as proposições
 

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2459786 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
O texto serve de base para responder a questão.
Uma questão de bom senso
Ferreira Gullar
Falando francamente, o que você prefere, a segurança ou a insegurança, o previsível ou o imprevisível? Em suma, quer acordar de manhã certo de que as coisas vão caminhar normalmente ou prefere estremecer ao pensar no que fará, neste dia, o seu filho drogado?
Acho muito difícil que alguém prefira viver no desespero, temendo o que pode ocorrer nesse dia que começa. Estou certo de que todo mundo quer viver tranquilo, certo de que as coisas vão transcorrer dentro do previsível.
Mas quem se droga comporta-se, inevitavelmente, fora do previsível, ou não é? Já imaginou a apreensão em que vivem os pais de um filho drogado? Começa que ele já não vai à escola e, se vai, arma sempre alguma encrenca por lá. Se já trabalha, abandona o emprego e começa a roubar o dinheiro da família para comprar drogas.
Se isso se torna inviável, entra para o tráfico, passa a vender drogas ou torna-se assaltante, porque tem de conseguir dinheiro para comprá-las, seja de que modo for. Daí a pouco, não apenas assalta e rouba como também mata. Os pais já não reconhecem nele o filho que criaram com tanto carinho. Pelo contrário, o temem, porque, drogado, ele é capaz de tudo.
E mesmo assim há quem seja a favor da liberação das drogas. Conheço muito bem o argumento que usam para justificá-la: como a repressão não acabou com o tráfico e o consumo, a liberação pode ser a solução do problema. Um argumento simplista, que não se sustenta, pois é o mesmo que propor o fim da repressão à criminalidade em geral. O argumento seria o mesmo: por que insistir em combater o crime, se isso se faz há séculos e não se acabou com ele?
Fora isso, pergunto: se não é proibida a venda de cigarros e bebidas, por que há tráfico dessas mercadorias? E pedras preciosas, é proibido vendê-las? Não e, no entanto, existe tráfico de pedras preciosas. E ainda assim os defensores da liberação das drogas acham que com isso acabariam com o problema. Claro, Fernandinho Beira-Mar certamente passaria a pagar imposto de renda, ISS, ICMS e tudo o mais. Esse pessoal parece estar de gozação.
Todo mundo sabe que, dos que se viciam em drogas, poucos conseguem largar o vício. E, se largam, é por entender que estavam sendo destruídos por ele, uma vez que perdem toda e qualquer capacidade de refletir e escolher; são verdadeiros robôs que a droga monitora.
Qual a saída, então? No meu modo de ver, a saída é uma campanha educativa, em larga escala, em âmbito nacional e internacional, para mostrar às crianças e aos adolescentes que as drogas só destroem as pessoas.
E isso não é difícil de demonstrar porque os exemplos estão aí aos milhares e à vista de quem quiser ver. Os traficantes sabem muito bem disso, tanto que hoje têm agentes dentro das escolas para aliciar meninos de oito, dez anos de idade.
Confesso que tenho dificuldade de entender a tese da descriminalização das drogas. Todas as semanas, a polícia apreende, nas estradas, em casas de subúrbio, em armazéns clandestinos, toneladas de maconha e de cocaína. É preciso muitos drogados para consumir essa quantidade de drogas.
Junto às drogas, apreendem, muitas vezes, verdadeiros arsenais de armas modernas de grosso calibre. É preciso muito dinheiro e muita gente envolvida para que o tráfico tenha alcançado tal amplitude e tal nível de eficiência. Como acreditar que tudo isso desaparecerá, de repente, bastando tornar a venda de drogas comércio legal? Sem falar nos novos tipos sofisticados de cocaína e maconha, que estão diversificando o mercado.
A verdade é que o tráfico existe e cresce porque cresce o número de pessoas que consomem drogas. Como se sabe, não pode haver produção e venda de mercadoria que ninguém compra. Se se reduzir o número de consumidores, o tráfico se reduzirá inevitavelmente. E a maneira de fazer isso é esclarecer os jovens do desastre que elas significam.
O resultado maior não será junto aos viciados crônicos, que tampouco devem ser abandonados à sua má sorte. Virá certamente do esclarecimento dos mais jovens, dos que ainda não foram cooptados pelo vício. A eles deve ser mostrado que as drogas destroem inevitavelmente os que a elas se entregam.
Ferreira Gullar é cronista, crítico de arte e poeta. Escreve aos domingos na versão impressa de “Ilustrada”. FERREIRA GULLAR, J. Ribamar. Folha de S.Paulo.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2013/08/1321441-uma-questao-de-bom-senso.shtml. Acesso em 11/08/13. Adaptado.
Esse diálogo inicial com o leitor é construído, principalmente, por meio de
 

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2459725 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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A máquina é todo o aparelho que pode produzir um movimento ou pôr em ação uma forma de energia. De acordo com o critério fonte de energia, as máquinas são classificadas em motrizes e operatrizes. Analise as proposições a seguir.
I. A motoniveladora é dotada de uma concha, provida de uma lâmina na parte inferior e montada na parte dianteira de um trator, geralmente de grande potência. São conhecidas também como “trator com lâmina” ou “topadoras“. A escavação é feita, em geral, em camadas finas, da ordem de 20cm.
II. A Perfuratriz de Coroa Diamantada serve para perfuração de concreto em lajes, vigas e paredes, para passagem de tubulações em geral. Normalmente utilizada com coroas de até 16 polegadas de diâmetro, podendo, contudo, chegar a diâmetros bem maiores.
III. O Martelo Hidráulico tem capacidade de cravação de estacas de concreto ou metálica com formatos em diversos tipos de seções. Possui uma torre guia que pode chegar aos 22 metros, o que possibilita a cravação de estacas de até 17 metros sem a necessidade de emendas.
IV. Os tratores produzem energia necessária para tracionar ou empurrar quase todas as máquinas motrizes. São montados sobre esteiras que são munidas de garras ou sobre rodas pneumáticas. Os tratores são responsáveis por executar todos os serviços de terraplanagem.
V. Nas Estacas-hélice, as estacas de concreto são montadas in loco executadas através da introdução de um trado helicoidal contínuo no solo, sendo que este trado possui um tubo interno pelo qual se realizará a concretagem simultaneamente a retirada do solo.
Estão CORRETAS apenas as proposições.
 

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Questão presente nas seguintes provas
2459273 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Com relação às fundações superficiais, analise as proposições abaixo, julgando as alternativas CORRETAS:
I. Fundações superficiais são aquelas que se encontram a, no máximo, 1,50m de profundidade da cota inicial do terreno.
II. Sapatas são elementos de fundação superficial em que os esforços de tração são resistidos pelas barras de aço e não pelo concreto.
III. Pode-se projetar e executar uma só sapata para fundação de dois ou mais pilares desde que seja levado em consideração os recalques diferenciais dos mesmos.
IV. Não é permitida a execução de fundações diretas assentes em cotas diferentes, pois as de cota superior acrescentam cargas às de cotas inferiores.
V. São exemplos de fundações diretas as sapatas isoladas, as sapatas corridas, as fundações em radier e as fundações em blocos.
 

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