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Foram encontradas 40 questões.

613231 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
A sinalização de segurança é obrigatória e sempre recomendada para prevenir acidentes do trabalho nos ambientes laborais. A cromologia empregada nas sinalizações de segurança facilita o entendimento dos riscos de acordo com a sua natureza. Para facilitar a percepção dos riscos, no ambiente laboral, relativos a uma ADVERTÊNCIA; IDENTIFICAÇÃO DA PRESENÇA DE ÁLCALIS e uma TUBULAÇÃO DE AR COMPRIMIDO, respectivamente e nesta ordem, devem ser empregadas as seguintes cores:
 

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613225 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Segundo a Norma Regulamentadora nº 10, os estabelecimentos devem constituir Prontuários de Instalações Elétricas se possuírem cargas instaladas iguais ou superiores a
 

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613219 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
TEXTO 07
“Dois homens morreram e outros três ficaram feridos após a explosão de uma das caldeiras da empresa X.”
(Adaptado de< http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/01>. Acesso em 28.01.2016).
Quando uma empresa possui caldeira(s) em suas instalações, ela deve cumprir o que determina a NR-13. Sobre essa determinação, é INCORRETO afirmar que
 

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613216 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
As operações de transporte de inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos, em quaisquer vasilhames e a granel, são consideradas em condições de periculosidade, excluindo o transporte em pequenas quantidades, a partir de
 

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613214 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE

Em relação às interações de efeitos entre os agentes químicos ocupacionais, enumere a segunda coluna de acordo com as informações contidas na primeira coluna.

1.Aditivo ( ) A(2) + B(3) = AB(20)

2. Sinérgico ( ) A(0) + B(2) = AB(10)

3. Potenciação ( ) A(4) + B(6) = AB(8)

4. Antagonismo ( ) A(2) + B(3) = AB(5)

A sequência CORRETA é


 

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613210 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
A Engenharia de Segurança do Trabalho se utiliza de várias técnicas de análise de riscos tanto no âmbito da prevenção, quanto no aspecto da análise de infortúnios consumados. Quanto às diversas metodologias, “o uso de palavras-guias no desenvolvimento” e “o registro apenas de fatos na estratificação temporal das informações” se referem, respectivamente, às técnicas
 

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613204 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
No que diz respeito à boa prática da prevenção de acidentes a ser aplicada nas empresas brasileiras, muitos são os treinamentos a serem ministrados para as equipes de trabalho, conforme atividades que desenvolvem e de acordo com a legislação de Segurança e Saúde do Trabalho em vigor. Entre estes treinamentos, encontramos o Curso para Formação de Cipeiros. Este curso deve
 

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613203 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
TEXTO 07
“Dois homens morreram e outros três ficaram feridos após a explosão de uma das caldeiras da empresa X.”
(Adaptado de< http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/01>. Acesso em 28.01.2016).
A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) é o documento que registra um acidente ou doença do trabalho junto à Previdência Social. Esse registro deve ser feito pela empresa em determinado prazo. De acordo com a Previdência Social, qual deve ser o prazo de emissão de CATs em casos de mortos e feridos, respectivamente?
 

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612614 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
O Taylorismo foi uma Teoria ou Escola da Administração que se desenvolveu, em sua época, gerando subsídios para se contrapor ao principal mote sustentável da Ergonomia nos dias atuais. Nessa seara dialética, pode-se afirmar que o viés filosófico do Taylorismo foi a
 

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TEXTO 02

A CRISE E SUAS INTERPRETAÇÕES


Quanto mal uma mídia partidarizada pode causar a um País? Que prejuízos a irresponsabilidade dos veículos de comunicação traz à sociedade?

No Brasil, essas não são perguntas acadêmicas. Ao contrário. Em nossa história, sobram exemplos de períodos em que a “grande imprensa”, movida por suas opções políticas, jogou contra os interesses da maioria da população. Apoiou ditaduras, avalizou políticas antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados.

O instituto Vox Populi acaba de realizar uma pesquisa nacional sobre sentimentos e expectativas a respeito da economia. O levantamento deixa claro o preço que pagamos por ter a mídia que temos.

A pesquisa tratou principalmente de inflação e desemprego e mostra que a opinião pública vive um pesadelo. Olha com desconfiança o futuro, teme a perda de renda e emprego, prefere não consumir e não tem disposição de investir. Está com medo da “crise”.

Todos sabem quão importante é o papel das expectativas na vida econômica. Quando a maioria das pessoas se convence de que as coisas não vão bem, seu comportamento tende a produzir aquilo que teme: a desaceleração da economia e a diminuição do investimento público. A “crise” é, em grande parte, provocada pelas expectativas.

Estampada em manchetes e com tratamento de luxo nos noticiários de tevê, a “crise econômica” estava na pauta dos meios de comunicação muito antes de se tornar uma preocupação real da sociedade. Há ao menos dois anos, é o principal assunto.

A nova pesquisa mostra que a quase totalidade dos brasileiros, depois de ser bombardeada durante tanto tempo com a noção de “crise”, perdeu a capacidade de enxergar com realismo a situação da economia.

A respeito da quantia imaginada para comprar, daqui a um mês, o que compram atualmente com 100 reais, apenas 2% dos entrevistados estimaram um valor próximo àquele. Os demais 98% desconfiam de que vão precisar de mais ou de muito mais. Desse total, 73% temem uma alta dos preços superior a 10%. Quase a metade, 47%, estima uma inflação acima de 20%. E não menos de 35% receiam que os preços subirão mais de 30% em um mês.

Os números são semelhantes nas análises do desemprego. Apenas 7% dos entrevistados sabem que hoje menos de dez indivíduos em cada cem estão desempregados. Cerca de um quarto acredita que o desemprego varie de 10% a 30% da força de trabalho e 38% imaginam que a proporção de brasileiros sem emprego ultrapassa os 40%.

Por esse raciocínio, o cenário até o fim do ano seria dantesco: quase 40% acreditam que o desemprego em dezembro punirá mais da metade da população ativa.

Para tanta desinformação e medo do futuro, muitos fatores contribuem. Nossa cultura explica parte desses temores. Os erros do governo, especialmente de comunicação, são responsáveis por outra. Mas a maior responsável é a mídia hegemônica.

Ninguém defende que a população seja mantida na ignorância em relação aos problemas reais enfrentados pela economia. Mas vemos outra coisa. A mídia deseduca ao deformar a realidade e por nada fazer para seus leitores e espectadores desenvolverem uma visão realista e informada do País. Fabrica assustados para produzir insatisfeitos.

Com isso, torna-se agente do agravamento de uma crise que estimulou e continua a estimular, apesar de seu custo para as famílias e para o Brasil.

(COIMBRA, Marcos. Revista Carta Capital. Disponível em:http://www.cartacapital.com.br/revista/852/a-crise-e-suas-interpretacoes-4986.html. Acesso em: 26/01/2016. Adaptado.)

De acordo com a Nova Ortografia da Língua Portuguesa, no trecho “Apoiou ditaduras, avalizou políticas antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados (...)” o termo destacado

I. deveria ter sido grafado com hífen, como em anti-higiênico e anti-inflacionário.

II. está adequadamente grafado, obedecendo à regra em que prefixo terminado em vogal se junta com a palavra iniciada por consoante.

III. está adequadamente grafado, assim como em antiaéreo e antiprofissional.

IV. tem como facultativo o emprego do hífen, visto que o Novo Acordo Ortográfico ainda é recente.

V. obedece à mesma regra que palavras formadas por prefixos como super-, ultra- e sub-.

Estão CORRETAS as proposições

 

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