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Fonte: https://musescore.com/user/23289181/scores/26941885. Acesso em: 23 de setembro de 2025.
OBS 1 : O símbolo (%) está representando “repetição do compasso anterior” OBS 2 : Maj7 (Cifra “americana”) = 7M (acorde maior com sétima maior) OBS 3 : m7(b5) (Cifra “americana”) = ⌀ (acorde meio diminuto)
É correto afirmar que a análise das funções harmônicas relativas aos compassos 17 a 24, utilizando-se como referência o centro tonal de SOL MAIOR, resultaria em:
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Fonte: https://musescore.com/user/23289181/scores/26941885. Acesso em: 23 de setembro de 2025.
As funções harmônicas dizem respeito ao papel que cada acorde desempenha em um determinado contexto tonal, como, por exemplo, a função de tônica, dominante ou subdominante. Já a modulação corresponde ao processo de mudança de tonalidade, podendo ocorrer tanto para regiões próximas quanto para regiões mais distantes, modificando a percepção estrutural da peça. Por fim, a tonicização refere-se ao estabelecimento temporário de uma nova tonalidade — o chamado “tom do momento” (ou tonalidade passageira ou, ainda, armadura imaginária) — que passa a ser percebida como centro tonal durante um trecho limitado, antes de retornar à tonalidade principal.
Esses conceitos, articulados entre si, permitem compreender de forma mais ampla como a harmonia se organiza e se movimenta, seja em repertórios da tradição erudita, seja nas práticas da música popular contemporânea.
OBS 1 : Considere as abreviações:
(M.) = “Modulação para” = muda de centro tonal e o reafirma. (T. ) = “Tonicização para” = muda de centro tonal sem reafirmar o novo centro.
OBS 2 : Maj7 (Cifra “americana”) = 7M (acorde maior com sétima maior) OBS 3 : m7(b5) (Cifra “americana”) = ⌀ (acorde meio diminuto)
Tomando as proposições dadas, podemos concluir que os momentos de 'Modulação' e 'Tonicização' da Harmonia da música 'Madalena' (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza), disposta na transcrição apresentada, em suas respectivas partes A-B-C-D & CODA, estariam nos respectivos centros tonais:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
Considere o texto a seguir.
“Aos 9 anos, o menino Moacir não perdia um ensaio sequer da Banda Municipal de Flores. Encantado pelos instrumentos que via e ouvia, estava sempre à espreita de uma oportunidade em que pudesse experimentá-los.
Com o tempo, passou a tomar conta dos instrumentos, aproveitando os momentos ociosos entre as atividades da banda para explorá-los e descobrir o som de cada um deles. A capacidade autodidata se manifestou mais uma vez, e aprendeu a tocar todos os instrumentos da banda: trombone, trompete, trompa, clarineta, saxofone, percussões, além do violão, do banjo e do bandolim.
Após acumular experiências diversas em suas andanças, “O Saxofonista Negro” migra para o Sudeste e incorpora o ambiente de produção efervescente da Rádio Nacional (RJ), envolvendo-se com as diferentes formações da emissora (orquestra de jazz, orquestra de tango, regionais de choro, orquestra de salão e orquestra sinfônica).
Em 1960, por sua relevante atuação como arranjador, instrumentista e compositor de trilhas sonoras, no auge da movimentação em torno da bossa-nova, Moacir Santos destacou-se como professor de inúmeros personagens como Nara Leão, Baden Powell, Sérgio Mendes, Carlos Lyra, Oscar Castro Neves, Roberto Menescal, Dori Caymmi, João Donato, entre outros.
Em 1968, acatando a sugestão do colega e ex-aluno Sérgio Mendes, mudou-se com a família para a Califórnia. Em um primeiro momento, fixaram residência em Hollywood, onde seus contatos e sua experiência no cinema brasileiro o levaram a integrar as equipes dos renomados compositores de trilhas sonoras Henry Mancini e Lalo Schiffrin, em 1968 e 1970, respectivamente.
Trabalhando como ghost-composer, colaborou na composição de trilhas famosas para Hollywood, como a do seriado Missão Impossível, de Schiffrin [...] e a amizade com Horace Silver proporcionou-lhe os contatos com a Blue Note, a conceituada gravadora norte-americana especializada em jazz.”
Fonte: DIAS, Andrea Ernest. Moacir Santos, ou os caminhos de um músico brasileiro. Recife. CEPE Editora, 2025.
O texto traça um breve panorama da trajetória artística do multi-instrumentista, compositor e arranjador Moacir Santos cujas composições mais importantes a serem destacadas são:
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“O serialismo não foi a única força propulsora da música pelo final dos anos 40 e início dos anos 50: o advento do gravador de fita finalmente tornara possível a música eletrônica. Os instrumentos musicais elétricos como as ondas martenot e o trautonium haviam permitido a produção de alguns novos timbres e as fitas davam ao compositor versatilidade e flexibilidade na gravação e estocagem de sons, permitindo-lhe manipular sua altura e ritmo pela alteração de velocidade de gravação, sobrepô-los uns aos outros e organizá-los na ordem desejada.
Proliferaram nesse período rapidamente os estúdios de música eletrônica, sobretudo em estações de rádio, onde já havia disponibilidade de equipamentos. Entre as primeiras a firmar autoridade no campo estiveram a Radiodiffusion Française em Paris e a Nordwestdeutscher Rundfunk em Colônia, cujos estúdios logo se tornariam centros de facções opostas de compositores eletrônicos. Em Paris impôs-se a musique concrète (Pierre Schaeffer, 1910 - 1995) e em Colônia a Música Eletrônica (Stockhausen, 1928 - 2007)”.
Fonte: GRIFFITHS, Paul. A Música Moderna: uma história concisa e ilustrada de Debussy a Boulez. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2011.
Não tardou para que essas técnicas composicionais de “música nova” chegassem (e permanecessem) ao Brasil. Aqui, alguns compositores as incorporaram tanto nos gêneros de “música de concerto”, como também nas músicas populares. Os autores brasileiros que confirmam esta afirmação são
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Considere a lista apresentada a seguir.

Fonte: FARIA, Nelson. Acordes Arpejos E Escalas: para violão e guitarra. (editado por Almir Chediak). Ed. FONTE: Lumiar/Irmãos Vitale, 1999.
A cifragem correta para um acorde cuja Fundamental seja a nota “sib” e as demais notas sejam, nesta mesma ordem, as notas “ré - fá - láb - dó# - sol” é:
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