Foram encontradas 2.250 questões.
Na educação profissional técnica de nível médio, a educação financeira funciona como uma ferramenta social
que contribui para o desenvolvimento de competências dos estudantes. Durante sua implantação, essa
ferramenta
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A Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000) estabelece que o governo
não pode gastar mais do que arrecada e se aplica integralmente a órgãos da administração direta, autarquias e
fundações públicas. São exemplos de entidades sujeitas integralmente às regras da LRF:
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A Responsabilidade Social das Organizações (RSO) é encarada como um dos temas de investigação mais
relevantes do século vigente. Dentre suas principais características, tem-se
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No contexto corporativo, a educação financeira é considerada uma ferramenta estratégica que busca
desenvolver nos colaboradores competências para a gestão responsável e consciente de seus recursos. Sua
implementação
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São vários os métodos e técnicas utilizados para avaliar, comparar e selecionar projetos que maximizem o
retorno para o acionista e gestores em relação à escolha do projeto por uma empresa. Entre eles, encontra-se
o Valor Presente Líquido (VPL). Essa técnica é utilizada para determinar
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Considere que a sentença “Se Aristóteles discursa, então os sofistas se calam” é falsa. A partir dessa
informação, podemos inferir que é verdadeira a sentença
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Observe estes trechos da obra Introdução à Lógica de Cezar A. Mortari, em que se explica detalhadamente
sobre a quantidade de formas válidas de silogismo:
“Se fizermos as contas, começando com AAA, AAE e indo até OOO, veremos que existem 64 modos de silogismo categórico. Combinando isso com as quatro figuras, temos como resultado 4 x 64 = 256 formas diferentes de silogismo. Nem todas, claro, são formas válidas”
(MORTARI, Cezar A. Introdução à Lógica. 2. ed.. São Paulo: Editora Unesp, 2016. p.495).
Continuando, Mortari relata que
“Aristóteles identificou 14 formas válidas de silogismo [...]. Com o passar do tempo, contudo, outras formas foram identificadas por lógicos posteriores [...] e chegou-se ao número de 24 formas válidas. Cada uma dessas formas foi recebendo um nome padrão no decorrer da história.”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 499).
Segue a lista das formas válidas de silogismo para os lógicos medievais, listadas pelos seus nomes-padrão: Formas de primeira figura: Bárbara, Celarent, Darii, Ferio, Barbari, Celaront. Formas de segunda figura: Cesare, Camestres, Festino, Baroco, Cesarop, Camestrop. Formas de terceira figura: Darapti, Felapton, Disamis, Datisi, Bocardo, Ferison. Formas de quarta figura: Bamalip, Calemes, Dimatis, Fesapo, Fresison, Calemop.
Fonte:(Cf. MORTARI, 2016. p. 500)
No entanto, de acordo com o autor, a introdução do método dos diagramas de Venn-Euler como forma de demonstrar a validade de silogismos revelou que algumas daquelas formas aceitas pelos medievais eram, na verdade, inválidas: “assim, teremos apenas 15 formas válidas, em vez das 24 tradicionais”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 520).
O especialista explica:
“O conflito entre a lista elaborada pelos medievais e o resultado dos diagramas de Venn-Euler [...] tem a ver com o fato de que, do ponto de vista contemporâneo, proposições universais não têm conteúdo existencial, ao contrário das particulares. Para a interpretação tradicional dos silogismos, contudo, proposições universais também tinham conteúdo existencial”
(MORTARI, 2016. p. 521).
Isto significa que, pela compreensão contemporânea,
“qualquer silogismo que tenha duas premissas universais e uma conclusão particular será inválido”
Fonte: (MORTARI, 2016. p. 520).
Tendo em vista estas informações, marque a opção que apresenta quatro formas de silogismos ainda válidas após a inclusão do método dos diagramas de Venn-Euler.
“Se fizermos as contas, começando com AAA, AAE e indo até OOO, veremos que existem 64 modos de silogismo categórico. Combinando isso com as quatro figuras, temos como resultado 4 x 64 = 256 formas diferentes de silogismo. Nem todas, claro, são formas válidas”
(MORTARI, Cezar A. Introdução à Lógica. 2. ed.. São Paulo: Editora Unesp, 2016. p.495).
Continuando, Mortari relata que
“Aristóteles identificou 14 formas válidas de silogismo [...]. Com o passar do tempo, contudo, outras formas foram identificadas por lógicos posteriores [...] e chegou-se ao número de 24 formas válidas. Cada uma dessas formas foi recebendo um nome padrão no decorrer da história.”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 499).
Segue a lista das formas válidas de silogismo para os lógicos medievais, listadas pelos seus nomes-padrão: Formas de primeira figura: Bárbara, Celarent, Darii, Ferio, Barbari, Celaront. Formas de segunda figura: Cesare, Camestres, Festino, Baroco, Cesarop, Camestrop. Formas de terceira figura: Darapti, Felapton, Disamis, Datisi, Bocardo, Ferison. Formas de quarta figura: Bamalip, Calemes, Dimatis, Fesapo, Fresison, Calemop.
Fonte:(Cf. MORTARI, 2016. p. 500)
No entanto, de acordo com o autor, a introdução do método dos diagramas de Venn-Euler como forma de demonstrar a validade de silogismos revelou que algumas daquelas formas aceitas pelos medievais eram, na verdade, inválidas: “assim, teremos apenas 15 formas válidas, em vez das 24 tradicionais”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 520).
O especialista explica:
“O conflito entre a lista elaborada pelos medievais e o resultado dos diagramas de Venn-Euler [...] tem a ver com o fato de que, do ponto de vista contemporâneo, proposições universais não têm conteúdo existencial, ao contrário das particulares. Para a interpretação tradicional dos silogismos, contudo, proposições universais também tinham conteúdo existencial”
(MORTARI, 2016. p. 521).
Isto significa que, pela compreensão contemporânea,
“qualquer silogismo que tenha duas premissas universais e uma conclusão particular será inválido”
Fonte: (MORTARI, 2016. p. 520).
Tendo em vista estas informações, marque a opção que apresenta quatro formas de silogismos ainda válidas após a inclusão do método dos diagramas de Venn-Euler.
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Podemos definir paradoxos como sentenças cujos valores de verdade são impossíveis de determinar, isto é,
sentenças que não podemos dizer que nem são verdadeiras, nem falsas.
Conversamente, definimos falsos paradoxos como sentenças que dão a impressão de serem paradoxos, e até mesmo historicamente já foram consideradas paradoxos, mas cujos valores de verdade são determináveis se analisadas da maneira correta.
Levando em consideração as definições acima, marque a opção que contém um falso paradoxo.
Conversamente, definimos falsos paradoxos como sentenças que dão a impressão de serem paradoxos, e até mesmo historicamente já foram consideradas paradoxos, mas cujos valores de verdade são determináveis se analisadas da maneira correta.
Levando em consideração as definições acima, marque a opção que contém um falso paradoxo.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
“O termo ‘revolução científica’ deve-se à profunda transformação ocorrida em relação ao pensamento da tradição antiga e medieval, uma autêntica reviravolta, principalmente nos campos da física e da astronomia. Mas é sobretudo enquanto fator determinante do surgimento do pensamento moderno, numa ruptura com o pensamento escolástico medieval e o pensamento antigo greco-romano, que a Revolução Científica passa a ter uma importância decisiva para além do campo estrito da ciência”
Fonte: (MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia e história das ciências: a revolução científica. Rio de Janeiro: Zahar, 2016. p. 9).
Dentre as diversas causas que podem ser apresentadas para a Revolução Científica, é possível enumerar:
“O termo ‘revolução científica’ deve-se à profunda transformação ocorrida em relação ao pensamento da tradição antiga e medieval, uma autêntica reviravolta, principalmente nos campos da física e da astronomia. Mas é sobretudo enquanto fator determinante do surgimento do pensamento moderno, numa ruptura com o pensamento escolástico medieval e o pensamento antigo greco-romano, que a Revolução Científica passa a ter uma importância decisiva para além do campo estrito da ciência”
Fonte: (MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia e história das ciências: a revolução científica. Rio de Janeiro: Zahar, 2016. p. 9).
Dentre as diversas causas que podem ser apresentadas para a Revolução Científica, é possível enumerar:
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O trecho citado a seguir mostra como, de acordo com Karl Popper, os positivistas lidavam com o chamado
“problema da demarcação”, a saber, a questão de conseguir delimitar a área do científico frente ao não
científico, isto é, separar a ciência de outras áreas e saberes, por exemplo, da metafísica. Como bem se sabe,
a filosofia da ciência popperiana dedica profundas críticas a essa e outras teses positivistas.
“Os velhos positivistas só desejavam admitir como científicos ou legítimos os conceitos (ou noções, ou idéias) que, como diziam, ‘derivassem da experiência’, ou seja, os conceitos que acreditavam ser logicamente reduzíveis a elementos da experiência sensorial [...]. Os positivistas modernos têm condição de ver mais claramente que a Ciência não é um sistema de conceitos, mas, antes, um sistema de enunciados. Nesses termos, desejam admitir como científicos, ou legítimos, tão-somente os enunciados reduzíveis a enunciados elementares (ou ‘atômicos’) da experiência – a ‘juízos de percepção’ [...]”
(POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 11. ed. São Paulo: Editora Cultrix, 2010. p.35-36).
Podemos afirmar que Popper rejeita a tese positivista da demarcação da ciência porque esta
“Os velhos positivistas só desejavam admitir como científicos ou legítimos os conceitos (ou noções, ou idéias) que, como diziam, ‘derivassem da experiência’, ou seja, os conceitos que acreditavam ser logicamente reduzíveis a elementos da experiência sensorial [...]. Os positivistas modernos têm condição de ver mais claramente que a Ciência não é um sistema de conceitos, mas, antes, um sistema de enunciados. Nesses termos, desejam admitir como científicos, ou legítimos, tão-somente os enunciados reduzíveis a enunciados elementares (ou ‘atômicos’) da experiência – a ‘juízos de percepção’ [...]”
(POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 11. ed. São Paulo: Editora Cultrix, 2010. p.35-36).
Podemos afirmar que Popper rejeita a tese positivista da demarcação da ciência porque esta
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