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Considere que a sentença “Se Aristóteles discursa, então os sofistas se calam” é falsa. A partir dessa
informação, podemos inferir que é verdadeira a sentença
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Observe estes trechos da obra Introdução à Lógica de Cezar A. Mortari, em que se explica detalhadamente
sobre a quantidade de formas válidas de silogismo:
“Se fizermos as contas, começando com AAA, AAE e indo até OOO, veremos que existem 64 modos de silogismo categórico. Combinando isso com as quatro figuras, temos como resultado 4 x 64 = 256 formas diferentes de silogismo. Nem todas, claro, são formas válidas”
(MORTARI, Cezar A. Introdução à Lógica. 2. ed.. São Paulo: Editora Unesp, 2016. p.495).
Continuando, Mortari relata que
“Aristóteles identificou 14 formas válidas de silogismo [...]. Com o passar do tempo, contudo, outras formas foram identificadas por lógicos posteriores [...] e chegou-se ao número de 24 formas válidas. Cada uma dessas formas foi recebendo um nome padrão no decorrer da história.”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 499).
Segue a lista das formas válidas de silogismo para os lógicos medievais, listadas pelos seus nomes-padrão: Formas de primeira figura: Bárbara, Celarent, Darii, Ferio, Barbari, Celaront. Formas de segunda figura: Cesare, Camestres, Festino, Baroco, Cesarop, Camestrop. Formas de terceira figura: Darapti, Felapton, Disamis, Datisi, Bocardo, Ferison. Formas de quarta figura: Bamalip, Calemes, Dimatis, Fesapo, Fresison, Calemop.
Fonte:(Cf. MORTARI, 2016. p. 500)
No entanto, de acordo com o autor, a introdução do método dos diagramas de Venn-Euler como forma de demonstrar a validade de silogismos revelou que algumas daquelas formas aceitas pelos medievais eram, na verdade, inválidas: “assim, teremos apenas 15 formas válidas, em vez das 24 tradicionais”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 520).
O especialista explica:
“O conflito entre a lista elaborada pelos medievais e o resultado dos diagramas de Venn-Euler [...] tem a ver com o fato de que, do ponto de vista contemporâneo, proposições universais não têm conteúdo existencial, ao contrário das particulares. Para a interpretação tradicional dos silogismos, contudo, proposições universais também tinham conteúdo existencial”
(MORTARI, 2016. p. 521).
Isto significa que, pela compreensão contemporânea,
“qualquer silogismo que tenha duas premissas universais e uma conclusão particular será inválido”
Fonte: (MORTARI, 2016. p. 520).
Tendo em vista estas informações, marque a opção que apresenta quatro formas de silogismos ainda válidas após a inclusão do método dos diagramas de Venn-Euler.
“Se fizermos as contas, começando com AAA, AAE e indo até OOO, veremos que existem 64 modos de silogismo categórico. Combinando isso com as quatro figuras, temos como resultado 4 x 64 = 256 formas diferentes de silogismo. Nem todas, claro, são formas válidas”
(MORTARI, Cezar A. Introdução à Lógica. 2. ed.. São Paulo: Editora Unesp, 2016. p.495).
Continuando, Mortari relata que
“Aristóteles identificou 14 formas válidas de silogismo [...]. Com o passar do tempo, contudo, outras formas foram identificadas por lógicos posteriores [...] e chegou-se ao número de 24 formas válidas. Cada uma dessas formas foi recebendo um nome padrão no decorrer da história.”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 499).
Segue a lista das formas válidas de silogismo para os lógicos medievais, listadas pelos seus nomes-padrão: Formas de primeira figura: Bárbara, Celarent, Darii, Ferio, Barbari, Celaront. Formas de segunda figura: Cesare, Camestres, Festino, Baroco, Cesarop, Camestrop. Formas de terceira figura: Darapti, Felapton, Disamis, Datisi, Bocardo, Ferison. Formas de quarta figura: Bamalip, Calemes, Dimatis, Fesapo, Fresison, Calemop.
Fonte:(Cf. MORTARI, 2016. p. 500)
No entanto, de acordo com o autor, a introdução do método dos diagramas de Venn-Euler como forma de demonstrar a validade de silogismos revelou que algumas daquelas formas aceitas pelos medievais eram, na verdade, inválidas: “assim, teremos apenas 15 formas válidas, em vez das 24 tradicionais”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 520).
O especialista explica:
“O conflito entre a lista elaborada pelos medievais e o resultado dos diagramas de Venn-Euler [...] tem a ver com o fato de que, do ponto de vista contemporâneo, proposições universais não têm conteúdo existencial, ao contrário das particulares. Para a interpretação tradicional dos silogismos, contudo, proposições universais também tinham conteúdo existencial”
(MORTARI, 2016. p. 521).
Isto significa que, pela compreensão contemporânea,
“qualquer silogismo que tenha duas premissas universais e uma conclusão particular será inválido”
Fonte: (MORTARI, 2016. p. 520).
Tendo em vista estas informações, marque a opção que apresenta quatro formas de silogismos ainda válidas após a inclusão do método dos diagramas de Venn-Euler.
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Podemos definir paradoxos como sentenças cujos valores de verdade são impossíveis de determinar, isto é,
sentenças que não podemos dizer que nem são verdadeiras, nem falsas.
Conversamente, definimos falsos paradoxos como sentenças que dão a impressão de serem paradoxos, e até mesmo historicamente já foram consideradas paradoxos, mas cujos valores de verdade são determináveis se analisadas da maneira correta.
Levando em consideração as definições acima, marque a opção que contém um falso paradoxo.
Conversamente, definimos falsos paradoxos como sentenças que dão a impressão de serem paradoxos, e até mesmo historicamente já foram consideradas paradoxos, mas cujos valores de verdade são determináveis se analisadas da maneira correta.
Levando em consideração as definições acima, marque a opção que contém um falso paradoxo.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
“O termo ‘revolução científica’ deve-se à profunda transformação ocorrida em relação ao pensamento da tradição antiga e medieval, uma autêntica reviravolta, principalmente nos campos da física e da astronomia. Mas é sobretudo enquanto fator determinante do surgimento do pensamento moderno, numa ruptura com o pensamento escolástico medieval e o pensamento antigo greco-romano, que a Revolução Científica passa a ter uma importância decisiva para além do campo estrito da ciência”
Fonte: (MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia e história das ciências: a revolução científica. Rio de Janeiro: Zahar, 2016. p. 9).
Dentre as diversas causas que podem ser apresentadas para a Revolução Científica, é possível enumerar:
“O termo ‘revolução científica’ deve-se à profunda transformação ocorrida em relação ao pensamento da tradição antiga e medieval, uma autêntica reviravolta, principalmente nos campos da física e da astronomia. Mas é sobretudo enquanto fator determinante do surgimento do pensamento moderno, numa ruptura com o pensamento escolástico medieval e o pensamento antigo greco-romano, que a Revolução Científica passa a ter uma importância decisiva para além do campo estrito da ciência”
Fonte: (MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia e história das ciências: a revolução científica. Rio de Janeiro: Zahar, 2016. p. 9).
Dentre as diversas causas que podem ser apresentadas para a Revolução Científica, é possível enumerar:
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O trecho citado a seguir mostra como, de acordo com Karl Popper, os positivistas lidavam com o chamado
“problema da demarcação”, a saber, a questão de conseguir delimitar a área do científico frente ao não
científico, isto é, separar a ciência de outras áreas e saberes, por exemplo, da metafísica. Como bem se sabe,
a filosofia da ciência popperiana dedica profundas críticas a essa e outras teses positivistas.
“Os velhos positivistas só desejavam admitir como científicos ou legítimos os conceitos (ou noções, ou idéias) que, como diziam, ‘derivassem da experiência’, ou seja, os conceitos que acreditavam ser logicamente reduzíveis a elementos da experiência sensorial [...]. Os positivistas modernos têm condição de ver mais claramente que a Ciência não é um sistema de conceitos, mas, antes, um sistema de enunciados. Nesses termos, desejam admitir como científicos, ou legítimos, tão-somente os enunciados reduzíveis a enunciados elementares (ou ‘atômicos’) da experiência – a ‘juízos de percepção’ [...]”
(POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 11. ed. São Paulo: Editora Cultrix, 2010. p.35-36).
Podemos afirmar que Popper rejeita a tese positivista da demarcação da ciência porque esta
“Os velhos positivistas só desejavam admitir como científicos ou legítimos os conceitos (ou noções, ou idéias) que, como diziam, ‘derivassem da experiência’, ou seja, os conceitos que acreditavam ser logicamente reduzíveis a elementos da experiência sensorial [...]. Os positivistas modernos têm condição de ver mais claramente que a Ciência não é um sistema de conceitos, mas, antes, um sistema de enunciados. Nesses termos, desejam admitir como científicos, ou legítimos, tão-somente os enunciados reduzíveis a enunciados elementares (ou ‘atômicos’) da experiência – a ‘juízos de percepção’ [...]”
(POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 11. ed. São Paulo: Editora Cultrix, 2010. p.35-36).
Podemos afirmar que Popper rejeita a tese positivista da demarcação da ciência porque esta
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Hans Jonas trata da sempre crescente expansão da tecnologia como um trunfo que aumenta
exponencialmente o poder transformador da humanidade e, ao mesmo tempo, aprisiona o homem em uma
determinada mentalidade – uma certa visão da natureza e uma compreensão cada vez mais limitada de si
mesmo.
“O triunfo do homo faber sobre seu objeto externo significa, ao mesmo tempo, o seu triunfo na constituição interna do homo sapiens, do qual ele outrora costumava ser uma parte servil.” “[...] O próprio homem passou a figurar entre os objetos da técnica. O homo faber aplica sua arte sobre si mesmo e se habilita a refabricar inventivamente o inventor e confeccionador de todo o resto.”
Fonte: (JONAS, Hans. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006. p. 43 e p. 57, respectivamente).
De acordo com o autor d’O princípio responsabilidade, as consequências que já estariam delineadas no futuro próximo da humanidade, uma vez assumidos os triunfos da técnica e da compreensão da natureza humana como homo faber em vez de homo sapiens, são:
“O triunfo do homo faber sobre seu objeto externo significa, ao mesmo tempo, o seu triunfo na constituição interna do homo sapiens, do qual ele outrora costumava ser uma parte servil.” “[...] O próprio homem passou a figurar entre os objetos da técnica. O homo faber aplica sua arte sobre si mesmo e se habilita a refabricar inventivamente o inventor e confeccionador de todo o resto.”
Fonte: (JONAS, Hans. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006. p. 43 e p. 57, respectivamente).
De acordo com o autor d’O princípio responsabilidade, as consequências que já estariam delineadas no futuro próximo da humanidade, uma vez assumidos os triunfos da técnica e da compreensão da natureza humana como homo faber em vez de homo sapiens, são:
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Responda à questão com base na leitura do texto a seguir.
“Como a imaginação pode separar todas as idéias simples, e uni-las novamente da forma que bem lhe aprouver, nada seria mais inexplicável que as operações dessa faculdade, se ela não fosse guiada por alguns princípios universais, que a tornam, em certa medida, uniforme em todos os momentos e lugares. Fossem as idéias inteiramente soltas e desconexas, apenas o acaso as juntaria; e seria impossível que as mesmas idéias simples se reunissem de maneira regular em idéias complexas (como normalmente fazem) se não houvesse algum laço de união entre elas, alguma qualidade associativa, pela qual uma idéia naturalmente introduz outra [...]”.
Fonte:(HUME, David. Tratado da natureza humana. 2. ed. São Paulo: Editora UNESP, 2009. p. 34).
As maneiras pelas quais as ideias podem se associar na imaginação são denominadas por Hume como
“Como a imaginação pode separar todas as idéias simples, e uni-las novamente da forma que bem lhe aprouver, nada seria mais inexplicável que as operações dessa faculdade, se ela não fosse guiada por alguns princípios universais, que a tornam, em certa medida, uniforme em todos os momentos e lugares. Fossem as idéias inteiramente soltas e desconexas, apenas o acaso as juntaria; e seria impossível que as mesmas idéias simples se reunissem de maneira regular em idéias complexas (como normalmente fazem) se não houvesse algum laço de união entre elas, alguma qualidade associativa, pela qual uma idéia naturalmente introduz outra [...]”.
Fonte:(HUME, David. Tratado da natureza humana. 2. ed. São Paulo: Editora UNESP, 2009. p. 34).
As maneiras pelas quais as ideias podem se associar na imaginação são denominadas por Hume como
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No texto a seguir, Alan Chalmers explica uma das principais ideias da epistemologia falsificacionista:
“O falsificacionista vê a ciência como um conjunto de hipóteses que são experimentalmente propostas com a finalidade de descrever ou explicar acuradamente o comportamento de algum aspecto do mundo ou do universo. Todavia, nem toda hipótese fará isto. Há uma condição fundamental que toda hipótese ou sistema de hipóteses deve satisfazer para ter garantido o status de lei ou teoria científica. Para fazer parte da ciência, uma hipótese deve ser falsificável”
Fonte: (CHALMERS, Alan F. O que é a ciência, afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993. p. 64 - 65).
Marque a opção que lista hipóteses que podem ser consideradas científicas pelos critérios falsificacionistas de cientificidade.
“O falsificacionista vê a ciência como um conjunto de hipóteses que são experimentalmente propostas com a finalidade de descrever ou explicar acuradamente o comportamento de algum aspecto do mundo ou do universo. Todavia, nem toda hipótese fará isto. Há uma condição fundamental que toda hipótese ou sistema de hipóteses deve satisfazer para ter garantido o status de lei ou teoria científica. Para fazer parte da ciência, uma hipótese deve ser falsificável”
Fonte: (CHALMERS, Alan F. O que é a ciência, afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993. p. 64 - 65).
Marque a opção que lista hipóteses que podem ser consideradas científicas pelos critérios falsificacionistas de cientificidade.
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Observe o comentário de Étienne Gilson sobre a ética de Tomás de Aquino:
“O objeto próprio da vontade é o bem enquanto tal; onde quer que ela suspeite de sua presença e em que o intelecto lhe apresente desta alguma imagem, ela tende espontaneamente a abraçá-lo. No fundo, o que a vontade procura para além de todos esses bens que persegue é o bem em si, do qual os bens particulares participam. Se o intelecto humano pudesse nos representar já aqui neste mundo o próprio Soberano Bem, perceberíamos imediata e imutavelmente o bem específico de nossa vontade e ela logo aderiria a ele e dele se apoderaria, por uma captura imutável que também seria a mais perfeita liberdade. Mas não vemos diretamente a perfeição suprema; somos, pois, reduzidos a procurar determinar, por um esforço incessantemente renovado do intelecto, entre os bens que se nos oferecem, os que se ligam ao Soberano Bem por uma conexão necessária”.
Fonte: (GILSON, Étienne. A filosofia na Idade Média. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. p. 669).
Tendo em vista a situação em que o ser humano se encontra, necessitando julgar, entre os vários bens terrenos, quais são os que mais propriamente se conectam ao Soberano Bem, Tomás de Aquino elucida que os bens que devem ser priorizados são:
“O objeto próprio da vontade é o bem enquanto tal; onde quer que ela suspeite de sua presença e em que o intelecto lhe apresente desta alguma imagem, ela tende espontaneamente a abraçá-lo. No fundo, o que a vontade procura para além de todos esses bens que persegue é o bem em si, do qual os bens particulares participam. Se o intelecto humano pudesse nos representar já aqui neste mundo o próprio Soberano Bem, perceberíamos imediata e imutavelmente o bem específico de nossa vontade e ela logo aderiria a ele e dele se apoderaria, por uma captura imutável que também seria a mais perfeita liberdade. Mas não vemos diretamente a perfeição suprema; somos, pois, reduzidos a procurar determinar, por um esforço incessantemente renovado do intelecto, entre os bens que se nos oferecem, os que se ligam ao Soberano Bem por uma conexão necessária”.
Fonte: (GILSON, Étienne. A filosofia na Idade Média. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. p. 669).
Tendo em vista a situação em que o ser humano se encontra, necessitando julgar, entre os vários bens terrenos, quais são os que mais propriamente se conectam ao Soberano Bem, Tomás de Aquino elucida que os bens que devem ser priorizados são:
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Leia o excerto a seguir para responder à questão.
“Quando Galileu fez rolar no plano inclinado as esferas, com uma aceleração que ele próprio escolhera, quando Torricelli fez suportar pelo ar um peso, que antecipadamente sabia idêntico ao peso conhecido de uma coluna de água, [...] foi uma iluminação para todos os físicos. Compreenderam que a razão só entende aquilo que produz segundo os seus próprios planos”.
Fonte: (KANT, I. Crítica da Razão Pura, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. 5. ed. Tradução de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. p. 18. Grifos acrescentados).
O projeto epistemológico de Immanuel Kant é marcado por uma forma específica de compreender a relação entre o sujeito e o objeto do conhecimento. Como é dito no texto, o sujeito, em certos casos, é capaz de antecipar os resultados de alguns experimentos mesmo antes da sua execução. Segundo Kant, isto é possível porque
“Quando Galileu fez rolar no plano inclinado as esferas, com uma aceleração que ele próprio escolhera, quando Torricelli fez suportar pelo ar um peso, que antecipadamente sabia idêntico ao peso conhecido de uma coluna de água, [...] foi uma iluminação para todos os físicos. Compreenderam que a razão só entende aquilo que produz segundo os seus próprios planos”.
Fonte: (KANT, I. Crítica da Razão Pura, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. 5. ed. Tradução de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. p. 18. Grifos acrescentados).
O projeto epistemológico de Immanuel Kant é marcado por uma forma específica de compreender a relação entre o sujeito e o objeto do conhecimento. Como é dito no texto, o sujeito, em certos casos, é capaz de antecipar os resultados de alguns experimentos mesmo antes da sua execução. Segundo Kant, isto é possível porque
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