Magna Concursos

Foram encontradas 2.250 questões.

3855102 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
O regionalismo, na literatura brasileira contemporânea, transcende tanto a descrição paisagística quanto a representação pitoresca local e traça uma teia narrativa de tradição oral, memória e identidades. Sendo assim, as obras que englobam essas características são:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3855101 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
Conforme Antonio Candido (1989), o romance de Clarice Lispector desloca a estrutura narrativa tradicional para a exploração da linguagem como densidade subjetiva. Sobre a produção romanesca de Clarice Lispector, é correto afirmar que, em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3855100 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
Paulo Bruscky é um artista contemporâneo associado ao movimento da arte postal. Essa expressão artística é conhecida como um dos desdobramentos das propostas formais do poema/processo. Esses e outros movimentos de vanguarda agitaram a produção artística e literária brasileira nos anos 60 e nos anos 70 do século passado. São características comuns ao poema/processo e à arte postal:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3855099 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
Na produção poética de Carlos Drummond de Andrade, a obra
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3855098 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
Poesia urbana, poesia marginal, poesia de rua são expressões usadas para definir a poética de Miró da Muribeca. Na produção literária desse autor, predominam características como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3855097 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE

Analise o poema reproduzido a seguir.

Rondó dos cavalinhos 


(Manuel Bandeira)

Os cavalinhos correndo,

E nós, cavalões, comendo...

Tua beleza, Esmeralda,

Acabou me enlouquecendo.


Os cavalinhos correndo,

E nós, cavalões, comendo...

O sol tão claro lá fora,

E em minh’alma - anoitecendo!


Os cavalinhos correndo,

E nós, cavalões, comendo...

Alfonso Reyes partindo,

E tanta gente ficando...


Os cavalinhos correndo,

E nós, cavalões, comendo...

A Itália falando grosso,

A Europa se avacalhando...


Os cavalinhos correndo,

E nós, cavalões, comendo...

O Brasil politicando,

Nossa! A poesia morrendo...

O sol tão claro lá fora,

O sol tão claro, Esmeralda,

E em minh’alma - anoitecendo!

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Record, s. d. (Mestres da literatura brasileira e portuguesa). (p. 161-162).

O poema “Rondó dos cavalinhos” faz parte da obra Estrela da manhã, publicada por Manuel Bandeira, em 1936. Nesse poema, observa-se
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3855096 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
O poeta Paulo Leminski, habitualmente, é visualizado como um representante da tendência contemporânea da poesia marginal. No entanto, além de se filiar a essa estética, Leminski transitou por outros movimentos como a poesia concreta e o tropicalismo. Esse último movimento firmou uma forte relação do artista curitibano com a música popular brasileira. Em decorrência disso, Leminski compôs diversas canções que hoje fazem parte do repertório de artistas conhecidos da MPB. Na música, um dos principais parceiros de Leminski foi o compositor Moraes Moreira. Juntos, eles compuseram a canção Pernambuco “meu”, lançada no álbum de Moraes Moreira Coisa acesa, de 1982, e reproduzida a seguir. 
Pernambuco “meu” 
(Paulo Leminski)
Um frevo em ré
Pra deixar você fora de si
Não tem
Frevo de fé
Como lá, feito lá em Recife
Ninguém
Cidade velha e bonita
Assim já nem há
Já tá pra lá
Bem pra lá de maduro
O araçá
O que é que há meu bem
O que haverá não sei
Essa é a lei
Virá, virá 
Repouso em ré
Nessa pauta e por falta
De assunto escrevo 
Oh, minha Dora me adora
Dorinha, rainha do frevo
Um frevo em fá 
Bem falado pra ser
Chamuscado ao Sol
Não tenha dó 
Natural sustenido ou bemol
Não tenha dó de mim 
Vai ser pior assim
Não tenha dó de mim 
Vai ser pior assim
Não tenha dó
Vai ser pior
Pernambuco, eu te quero
Não me deixe maluco
Pernambuco, eu espero 
Que eu nunca fique caduco
     Disponível em: https://open.spotify.com/intlpt/track/6704THmXZvRbxVI8u3K1o1?si=c417125d8e0a430a. Acesso em: 20 ago. 2025.  
Na letra da canção Pernambuco “meu”, observa-se que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3855095 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
Do ponto de vista estilístico, as produções literárias de Graciliano Ramos e de Guimarães Rosa são relacionadas, respectivamente, ao trabalho estético de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3855094 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
Em sua obra Formação da literatura brasileira: momentos decisivos (1959), Antonio Candido utiliza um método histórico/sociológico para compreender a relação entre obras, autores e público a fim de constituir a ideia de um sistema literário no Brasil. Considerando essa perspectiva, é correto afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3855093 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE

Considere o poema reproduzido a seguir.

DESCREVE O QUE ERA REALMENTE NAQUELLE TEMPO A CIDADE DA BAHIA DE MAIS ENREDADA POR MENOS CONFUSA. 



(Gregório de Matos)



A cada canto um grande conselheiro,

Que nos quer governar a cabana, e vinha,

Não sabem governar sua cozinha,

E podem governar o mundo inteiro.


Em cada porta um frequentado olheiro,

Que a vida do vizinho, e da vizinha

Pesquisa, escuta, espreita, e esquadrinha,

Para a levar à Praça, e ao Terreiro.


Muitos Mulatos desavergonhados,

Trazidos pelos pés os homens nobres,

Posta nas palmas toda a picardia.


Estupendas usuras nos mercados,

Todos, os que não furtam, muito pobres,

E eis aqui a cidade da Bahia.



MATOS, Gregório de. Crônica do viver baiano seiscentistaobra poética completa (volume 1). Organização: James Amado. 4. ed.,

Rio de Janeiro: Record, 1999. (p. 33).

Nesse poema, entre os aspectos da sociedade baiana do século XVII satirizados por Gregório de Matos,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas