Foram encontradas 45 questões.
Considere as seguintes afirmativas:
I O termo fck significa resistência do concreto à compressão.
II. O chapisco deve ser uma mistura homogênea de cimento, saibro e água.
III. Aviga Gerber constitui um tipo de viga isostática.
IV. O dispositivo hidráulico que permite o escoamento da água apenas em um sentido, denomina-se registro de gaveta.
Assinale, então, a alternativa cujas afirmações estão integralmente corretas.
Provas
Examine estes períodos.
I Mal sentiu rumores dentro de casa, ergueu-se. (Miguel Torga)
II. Fiz-lhe sinal que se calasse. (Machado de Assis)
III. Não, meu coração não é maior que o mundo. (Carlos Drummond de Andrade)
IV. Deu-me Deus o seu gládio, porque eu faça a sua santa guerra. (Fernando Pessoa)
Vocabulário:
gládio - espada.
Marque a afirmação totalmente correta.
Provas
De acordo com a lei 8666/93, em se tratando de obras e serviços de engenharia, o contratado fica obrigado a aceitar, nas mesmas condições contratuais, os acréscimos ou supressões que se fizerem necessários do valor inicial atualizado do contrato em até
Provas
De acordo com a NBR 6118, a retirada das formas das faces inferiores de uma estrutura de concreto de cimento Portland comum, deixando-se os pontaletes bem encunhados e convenientemente espaçados, não deve ocorrer antes do prazo mínimo de
Provas
Segundo a consistência, as argamassas são classificadas em
Provas
Em relação às instalações hidráulicas prediais, afirma-se que as tubulações derivadas do barrilete e destinadas a alimentar os ramais são denominadas
Provas
Leia o seguinte comentário:
As três famílias de orações subordinadas (substantivas, adjetivas e adverbiais) podem ser desenvolvidas, quando têm conectivo ou reduzidas, quando o verbo está numa das suas formas nominais.
(GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna, RJ: Fundação Getúlio Vargas, 1978.)
Com base nesse enunciado, assinale a única opção em que há oração subordinada reduzida.
Provas
RAÍZES DO BRASIL
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.
Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.
Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.
Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.
Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.
(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)
A leitura do último período do texto permite ao leitor perceber que
Provas
Um eixo não vazado de seção transversal circular encontra-se submetido a um momento de torção. Pode-se afirmar que a tensão de cisalhamento é
Provas
RAÍZES DO BRASIL
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.
Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.
Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.
Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.
Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.
(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)
Tirar o máximo proveito do insignificante é marca registrada de
Provas
Caderno Container