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SQL é uma linguagem de consulta estruturada, um padrão de gerenciamento de dados que interage com os principais bancos de dados baseados no modelo relacional. Em bancos de dados Cliente/Servidor, o recurso trigger permite executar tarefas relacionadas com validações, consistência de dados, restrições de acesso e rotinas de segurança, e que utiliza um bloco de códigos SQL.
Nesse caso, os comandos que disparam um trigger podem ser:
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A arquitetura ANSI/SPARC para bancos de dados é composta por três níveis independentes, cada um deles descrevendo o banco de dados em um nível diferente de abstração. Esse tipo de arquitetura permite três tipos de independência, caracterizadas a seguir.
- Alterações no nível interno não repercutem no nível conceitual.
- Alterações no esquema conceitual não têm, necessariamente, de alterar o esquema externo.
- Alterações que envolvam a estrutura dos dados ou a sua implementação física não obrigam a alterações no nível da aplicação.
Os tipos de independência em I, III e III são denominados, respectivamente:
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- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosDefinição Técnica: Orientação a Objetos
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Abstração
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Classes e Objetos
paradigma da orientação a objetos visualiza um sistema de software como uma coleção de agentes interconectados chamados objetos. Cada objeto é responsável por realizar tarefas específicas. E através da interação entre objetos que uma tarefa é realizada. Um dos princípios da POO é qualquer modelo que inclui os aspectos mais importantes, essenciais de alguma coisa, ao mesmo tempo que ignora os detalhes menos importantes. Esse princípio permite gerenciar a complexidade e concentrar a atenção nas características essenciais de um objeto. Finalizando, esse princípio é dependente da perspectiva: o que é importante em um contexto, pode não ser importante em outro.
Trata-se do princípio denominado:
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- Engenharia de SoftwareAnálise e Projeto de Software
- Engenharia de SoftwareEngenharia de Requisitos
- Engenharia de SoftwareUML: Unified Modeling Language
Um dos diagramas da UML representa graficamente por meio dos atores as funcionalidades externamente observáveis do sistema e dos elementos externos ao sistema que interagem com ele. E uma ferramenta que corresponde a uma visão externa do sistema e tem por objetivo ilustrar em um nível alto de abstração quais elementos externos interagem com que funcionalidades do sistema.
Essa ferramenta é conhecida como diagrama de:
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- Engenharia de SoftwareAnálise e Projeto de Software
- Engenharia de SoftwareUML: Unified Modeling Language
A UML é uma linguagem visual para modelar sistemas orientados a objetos, com o objetivo de representar os paradigmas da orientação orientada a objetos. Por meio dos elementos gráficos, pode-se construir diagramas que representam diversas perspectivas de um sistema, oferecendo visões que ressaltam aspectos diferentes do sistema. Entre essas visões,
I. uma enfatiza as características do sistema que dão suporte, tanto estrutural quanto comportamental, às funcionalidades externamente visíveis do sistema;
II. outra corresponde à distribuição física do sistema em seus subsistemas e à conexão entre essas partes.
As visões caracterizadas em I e II são denominadas, respectivamente, de:
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- Segurança de RedesFirewall
- Segurança de RedesIDS: Intrusion Detection System
- Segurança de RedesIPS: Intrusion Prevention System
No que diz respeito à gerência de redes, dois tipos de gerenciamento são caracterizados a seguir.
I. Envolve o controle do acesso a recursos disponíveis na rede, assim como detectar e prevenir ataques que possam comprometer estes recursos. Estes ataques podem causar um estado de negação de serviço, ou ainda permitir que um atacante tenha acesso a conteúdo sigiloso armazenado em um sistema da rede. Firewalls, sistemas de detecção de intrusão (IDSs), sistemas de prevenção de intrusão (IPSs) e sistemas de antivírus são ferramentas empregadas neste tipo de gerenciamento.
II. Envolve o monitoramento do hardware da rede e dos dispositivos que a compõe, de forma que os diversos elementos de hardware e software sejam rastreáveis e gerenciáveis. Em geral, esta tarefa resulta em um banco de dados que concentra a informação topológica de todos os sistemas da organização. Tal gerenciamento possibilita agilidade no caso de uma atualização de um ou mais componentes da rede, bem como em transições para novas aplicações e tecnologias.
Os tipos de gerenciamento em I e II são denominados, respectivamente, de:
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- Protocolos e ServiçosRedes, Roteamento e TransporteNAT: Network Address Translation
- TCP/IPConceitos e Especificações do IP
- TCP/IPSub-redes, Máscara e Endereçamento IP
- TCP/IPIPv4
NAT é uma sigla para um recurso que fornece a tradução de endereços privados para endereços públicos. Isso permite que um dispositivo com um endereço IPv4 privado acesse recursos fora de sua rede privada, como aqueles encontrados na internet. O NAT, combinado com endereços IPv4 privados, tem sido o principal método de preservação de endereços IPv4 públicos. Um único endereço IPv4 público pode ser compartilhado por centenas, até milhares de dispositivos, cada um configurado com um endereço IPv4 privado exclusivo. Os endereços privados da internet são definidos no RFC 1918 para as classes A, B e C, respectivamente, como:
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Com respeito à arquitetura TCP/IP, uma camada tem por função realizar o roteamento dos IP da origem ao destino, ou seja, é responsável pela permissão de envio de pacotes por hosts a qualquer rede e pela garantia de que esses dados cheguem ao seu destino final. Essa camada é denominada:
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Uma sub-rede de computadores foi configurada para acesso à internet, tendo sido atribuída a faixa de endereços IP de 183.204.75.128 até 183.204.75.191 e máscara 255.255.255.192. Nessas condições, a configuração dessa sub-rede em conformidade com a notação CIDR é:
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Quanto ao cabeamento estruturado empregado na implementação física de redes de computadores padrão Ethernet, é seguida a especificação EIA/TIA 568A que define um sistema de codificação com quatro cores básicas, em combinação com o branco, para os condutores UTP de 100 Ohms, assim como a ordem dos pares no conector RJ-45. Dessa forma, para o cabeamento UTP 100 ohms, de acordo com a norma EIA/TIA 568A, em correspondência aos pinos 1/2/3/4/5/6/7/8, é usada a seguinte sequência de cores:
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