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Foram encontradas 45 questões.

528579 Ano: 2011
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UFRN
Orgão: IF-RN
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Antônia está pesquisando preço de liquidificador no mercado. Encontrou, em uma loja, um que custa R$160,00 à vista, podendo ser financiado em duas prestações iguais : a primeira paga no ato da compra, e a segunda, 30 dias após a compra. Se a loja opera com juros de 5% ao mês, e Antonia decide comprar a prazo, nessa loja, o valor total pago por Antônia pelo liquidificador será de
 

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528045 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: IF-RN
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Livros digitais mudarão nosso cérebro?
Desde o aparecimento da plataforma, especialistas discutem a capacidade de ela provocar mudanças na leitura, no aprendizado e na mecânica cerebral
Em 2009, quando a segunda geração do Kindle, o leitor de livros digitais da Amazon, chegou aos Estados Unidos, iniciou-se uma discussão sobre a capacidade de a nova plataforma provocar transformações nos processos de leitura, aprendizado e até mesmo na mecânica cerebral. O jornal americano The New York Times ouviu especialistas ligados à educação provenientes de diferentes áreas a respeito. Algumas ideias apresentadas pareceram pertinentes.
Para Alan Liu, pesquisador da Universidade da Califórnia, os e-books transformariam o ritual da leitura, solitário por excelência, em uma cerimônia coletiva, em que o principal agente transformador é o ambiente. As silenciosas bibliotecas, na visão dele, dariam lugar aos animados cafés, onde os jovens passariam a equilibrar a atenção focal e a periférica (na obra que leem e no ambiente ao redor), algo muito difícil até então.
“A distração é o principal obstáculo à leitura digital”, apontou Sandra Aamodt, ex-editora chefe da revista Nature Neuroscience. Ela questionou a eficiência dos e-readers e destacou: "A leitura em uma tela exige maior esforço por parte do usuário."
Gloria Mark, também da Universidade da Califórnia, foi menos cética. Ela defendeu que o hipertexto, presente nos livros digitais, enriquece o processo de aprendizado. Embora reconheça a vantagem de buscar, simultaneamente, informações adicionais na rede enquanto se entrega à leitura nos dispositivos eletrônicos, ela chamou a atenção para a falta de profundidade nesse processo. "Os jovens, quando conectados, alternam suas atividades a cada três minutos", alertou.
Maryanne Wolf, diretora do Centro de Pesquisa em Leitura e Linguagem da Universidade Tufts, fez uma defesa apaixonada da capacidade de adaptação dos jovens aos e-books. Ela explicou que o processo de leitura é baseado em uma arquitetura aberta e que essa característica torna mais flexível a absorção de conteúdo.
Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/
educacao/os-livros-digitais-mudarao-nosso-cerebro. Acesso em: 20 jul. 2011. [Adaptado]
Analise o período abaixo.
[...] “iniciou-se uma discussão sobre a capacidade de a nova plataforma provocar transformações nos processos de leitura, aprendizado e até mesmo na mecânica cerebral.”
Tem-se a mesma função sintática do termo destacado em
 

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503660 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: IF-RN
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A figura a seguir mostra a área de digitação de texto do MS Word com a seleção de uma zona retangular.
enunciado 503660-1
Uma das formas para realizar essa seleção e, depois, mudar a cor da fonte das letras dentro dessa zona é:
 

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503659 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: UFRN
Orgão: IF-RN
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Em uma escola, o acesso entre dois blocos de aula possui um desnível de 40 cm. Para garantir acessibilidade, o diretor vai construir uma rampa com uma inclinação de 7%. A expressão que calcula essa inclinação, em percentual, é dada por !$ i = { \large d x 100 \over C} !$, onde d é a altura do desnível e C é o comprimento da rampa. Com base nesses dados, a rampa constr uída deve ter comprimento de, aproximadamente,
 

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502362 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: IF-RN
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Quais são os impactos ambientais das sacolas plásticas?
por Diogo Silva
Os impactos ambientais de sacos e sacolas plásticas estão em todos os lugares, indo da poluição visual até a morte de animais. Se pensarmos que despejamos bilhões de sacolas plásticas no mundo, todos os anos, teremos uma noção do tamanho do problema.
Por serem leves, os sacos e sacolas plásticas voam com o vento, indo parar em árvores, arbustos, fios de alta tensão, gramados, beiras de estrada, rios, lagos, oceanos – ou seja, acabam poluindo as cidades e a natureza.
Muitas sacolas plásticas acabam em bueiros, nas cidades, agravando o problema das enchentes, pois impedem a drenagem das águas das chuvas. Sacos plásticos abandonados também são depósito de água das chuvas e podem ajudar na proliferação do mosquito da dengue.
Os sacos e sacolas que chegam até a natureza são confundidos com comida por animais, que os ingerem e morrem engasgados – tartarugas marinhas confundem as sacolas plásticas com águas-vivas. Outros animais menores morrem ao se enroscarem no plástico. Na Índia, centenas de vacas morrem por ano ao ingerirem sacos plásticos com restos de alimentos.
Estima-se que mais de cem mil mamíferos e pássaros morram por ano devido à ingestão de sacos plásticos – e sequer temos ideia de quantos peixes. O plástico leva centenas de anos para se degradar, então não é demais pensar que uma mesma sacolinha possa matar mais de um animal durante sua permanência na natureza.
De alguma forma, também a produção de sacolas plásticas dá a sua contribuição para o aquecimento global, porque os processos de refino do petróleo e a fabricação das sacolas consomem energia, água e liberam efluentes e emitem gases poluentes. 100 milhões de sacolas plásticas precisam de 1,5 milhão de litros de petróleo para serem produzidas e causam a 21 emissão de 4,2 mil toneladas de CO2.
Disponível em:<http://www.ressoar.org.br/dicas_reciclagem_sacolas_oxiobiodegradaveis_impactos.asp>. Acesso em: [Adaptado]
O sujeito dos verbos “consomem”, “liberam” e “emitem” é
 

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480010 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: IF-RN
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A situação a seguir servirá de base para responder à questão.
O professor de um curso superior de Informática preparou no MS Excel a seguinte planilha com as notas de seus alunos nos dois primeiros bimestres e seus respectivos pesos.
enunciado 480010-1
Ele deseja, então, calcular a média parcial dos alunos (uma média ponderada dos valores das notas nos dois bimestres do semestre letivo) e a média aritmética simples das notas dos alunos da turma em cada bimestre.
Para calcular a média parcial dos alunos, a fórmula que ele deve inserir na célula D4, de forma que possa copiá-la para as demais (D5, D6, D7 e D8), usando a combinação de teclas CTRL+C (com D4 selecionada) e CTRL+V (após selecionar D5 a D8), é
 

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452135 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: IF-RN
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Quais são os impactos ambientais das sacolas plásticas?
por Diogo Silva
Os impactos ambientais de sacos e sacolas plásticas estão em todos os lugares, indo da poluição visual até a morte de animais. Se pensarmos que despejamos bilhões de sacolas plásticas no mundo, todos os anos, teremos uma noção do tamanho do problema.
Por serem leves, os sacos e sacolas plásticas voam com o vento, indo parar em árvores, arbustos, fios de alta tensão, gramados, beiras de estrada, rios, lagos, oceanos – ou seja, acabam poluindo as cidades e a natureza.
Muitas sacolas plásticas acabam em bueiros, nas cidades, agravando o problema das enchentes, pois impedem a drenagem das águas das chuvas. Sacos plásticos abandonados também são depósito de água das chuvas e podem ajudar na proliferação do mosquito da dengue.
Os sacos e sacolas que chegam até a natureza são confundidos com comida por animais, que os ingerem e morrem engasgados – tartarugas marinhas confundem as sacolas plásticas com águas-vivas. Outros animais menores morrem ao se enroscarem no plástico. Na Índia, centenas de vacas morrem por ano ao ingerirem sacos plásticos com restos de alimentos.
Estima-se que mais de cem mil mamíferos e pássaros morram por ano devido à ingestão de sacos plásticos – e sequer temos ideia de quantos peixes. O plástico leva centenas de anos para se degradar, então não é demais pensar que uma mesma sacolinha possa matar mais de um animal durante sua permanência na natureza.
De alguma forma, também a produção de sacolas plásticas dá a sua contribuição para o aquecimento global, porque os processos de refino do petróleo e a fabricação das sacolas consomem energia, água e liberam efluentes e emitem gases poluentes. 100 milhões de sacolas plásticas precisam de 1,5 milhão de litros de petróleo para serem produzidas e causam a 21 emissão de 4,2 mil toneladas de CO2.
Disponível em:<http://www.ressoar.org.br/dicas_reciclagem_sacolas_oxiobiodegradaveis_impactos.asp>. Acesso em: [Adaptado]
No período “Se pensarmos que despejamos bilhões de sacolas plásticas no mundo, todos os anos, teremos uma noção do tamanho do problema.”, a segunda oração classifica-se como subordinada substantiva
 

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421986 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: IF-RN
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Quais são os impactos ambientais das sacolas plásticas?
por Diogo Silva
Os impactos ambientais de sacos e sacolas plásticas estão em todos os lugares, indo da poluição visual até a morte de animais. Se pensarmos que despejamos bilhões de sacolas plásticas no mundo, todos os anos, teremos uma noção do tamanho do problema.
Por serem leves, os sacos e sacolas plásticas voam com o vento, indo parar em árvores, arbustos, fios de alta tensão, gramados, beiras de estrada, rios, lagos, oceanos – ou seja, acabam poluindo as cidades e a natureza.
Muitas sacolas plásticas acabam em bueiros, nas cidades, agravando o problema das enchentes, pois impedem a drenagem das águas das chuvas. Sacos plásticos abandonados também são depósito de água das chuvas e podem ajudar na proliferação do mosquito da dengue.
Os sacos e sacolas que chegam até a natureza são confundidos com comida por animais, que os ingerem e morrem engasgados – tartarugas marinhas confundem as sacolas plásticas com águas-vivas. Outros animais menores morrem ao se enroscarem no plástico. Na Índia, centenas de vacas morrem por ano ao ingerirem sacos plásticos com restos de alimentos.
Estima-se que mais de cem mil mamíferos e pássaros morram por ano devido à ingestão de sacos plásticos – e sequer temos ideia de quantos peixes. O plástico leva centenas de anos para se degradar, então não é demais pensar que uma mesma sacolinha possa matar mais de um animal durante sua permanência na natureza.
De alguma forma, também a produção de sacolas plásticas dá a sua contribuição para o aquecimento global, porque os processos de refino do petróleo e a fabricação das sacolas consomem energia, água e liberam efluentes e emitem gases poluentes. 100 milhões de sacolas plásticas precisam de 1,5 milhão de litros de petróleo para serem produzidas e causam a 21 emissão de 4,2 mil toneladas de CO2.
Disponível em:<http://www.ressoar.org.br/dicas_reciclagem_sacolas_oxiobiodegradaveis_impactos.asp>. Acesso em: [Adaptado]
Acentuam-se as palavras “plásticas”, “mamíferos” e “pássaros” porque são
 

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414357 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: IF-RN
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Livros digitais mudarão nosso cérebro?
Desde o aparecimento da plataforma, especialistas discutem a capacidade de ela provocar mudanças na leitura, no aprendizado e na mecânica cerebral
Em 2009, quando a segunda geração do Kindle, o leitor de livros digitais da Amazon, chegou aos Estados Unidos, iniciou-se uma discussão sobre a capacidade de a nova plataforma provocar transformações nos processos de leitura, aprendizado e até mesmo na mecânica cerebral. O jornal americano The New York Times ouviu especialistas ligados à educação provenientes de diferentes áreas a respeito. Algumas ideias apresentadas pareceram pertinentes.
Para Alan Liu, pesquisador da Universidade da Califórnia, os e-books transformariam o ritual da leitura, solitário por excelência, em uma cerimônia coletiva, em que o principal agente transformador é o ambiente. As silenciosas bibliotecas, na visão dele, dariam lugar aos animados cafés, onde os jovens passariam a equilibrar a atenção focal e a periférica (na obra que leem e no ambiente ao redor), algo muito difícil até então.
“A distração é o principal obstáculo à leitura digital”, apontou Sandra Aamodt, ex-editora chefe da revista Nature Neuroscience. Ela questionou a eficiência dos e-readers e destacou: "A leitura em uma tela exige maior esforço por parte do usuário."
Gloria Mark, também da Universidade da Califórnia, foi menos cética. Ela defendeu que o hipertexto, presente nos livros digitais, enriquece o processo de aprendizado. Embora reconheça a vantagem de buscar, simultaneamente, informações adicionais na rede enquanto se entrega à leitura nos dispositivos eletrônicos, ela chamou a atenção para a falta de profundidade nesse processo. "Os jovens, quando conectados, alternam suas atividades a cada três minutos", alertou.
Maryanne Wolf, diretora do Centro de Pesquisa em Leitura e Linguagem da Universidade Tufts, fez uma defesa apaixonada da capacidade de adaptação dos jovens aos e-books. Ela explicou que o processo de leitura é baseado em uma arquitetura aberta e que essa característica torna mais flexível a absorção de conteúdo.
Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/
educacao/os-livros-digitais-mudarao-nosso-cerebro. Acesso em: 20 jul. 2011. [Adaptado]
Nas expressões “ligados à educação” e “entrega à leitura”, o uso do acento grave está correto porque os termos
 

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395901 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: IF-RN
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Fazem parte da interface gráfica original do MS Windows XP
 

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