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A filosofia moderna, segundo Chaui (2012), tem por característica, exceto:
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Marilena Chaui (2012) traça os principais períodos da história da filosofia, segundo sua nomenclatura, são filósofos modernos do Grande Racionalismo Clássico, exceto:
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Claude Lévi-Strauss (2008) em As estruturas elementares do parentesco escreve o seguinte: “A proibição do incesto não é nem puramente de origem cultural nem puramente de origem natural, e também não é uma dosagem de elementos variados tomados de empréstimo parcialmente à natureza e parcialmente à cultura. Constitui o passo fundamental graças ao qual, pelo qual, mas sobretudo no qual se realiza a passagem da natureza à cultura”. Vê-se que a temática com a cultura traz nesse embate enfoques disciplinares diferentes entre antropólogos, historiadores, sociólogos, psicólogos e filósofos. Nesse contexto, escolha o item correto sobre cultura, verificando (na afirmativa do item) tal noção entre as visões das disciplinas, assim como correspondem, ou não.
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Sobre a o Existencialismo, como corrente contemporânea de pensamento, o ensaísta Albert Camus (2012), quando analisa sobre o suicídio, cita nesta obra O Mito de Sísifo: “Morrer por vontade própria supõe que se reconheceu, mesmo instintivamente, o caráter ridículo desse costume, a ausência de qualquer motivo profundo para viver, o caráter insensato da agitação cotidiana e a inutilidade do sofrimento”. No mesmo sentido, Danilo Marcondes (2007) afirma: “Essa filosofia tem origem na própria análise fenomenológica da consciência intencional” e completa que tem por motivo a reflexão “da experiência humana concreta”. Sobre o Existencialismo, é incorreto afirmar:
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CHAUI (2012) avalia As concepções da verdade. Para a autora, a verdade foi construída com base em três concepções diferentes e soam como alétheia, veritas e emunah. Considerando o contexto etimológico da palavra “verdade” exposto por Chaui, leia os itens e opte pela sentença correta.
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As Orientações Curriculares para o Ensino Médio, ciências humanas e suas tecnologias (MEC/SEB, 2006), têm descrito os conhecimentos de filosofia, dentre outras publicações institucionais que legitimam sua aplicação. Sobre isso, qual afirmativa é incorreta?
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O sociólogo Alain Touraine faz importante análise/entrevista em Protestos despertam Brasil para a realidade (http://www.bbc.co.uk). Touraine cita que: “O balanço da situação brasileira é bom. Mas o país sofre desigualdades e benefícios do desenvolvimento [que] são muito mal distribuídos”. O sociólogo francês foi professor do ex presidente FHC, e definiu os movimentos de protestos como “quebra da esperança”, um sentimento de “decepção, que cria uma situação favorável ao descontentamento”, todavia, “não acredito que os protestos representem uma ameaça política contra o governo atual. Mas é possível que a situação evolua”. Em contraste, Foucault (1987), Vigiar e Punir, com suas analíticas em torno da microfísica do poder, se deparara com o tipo de sociedade moderna a delatar, inclusive, os interesses da burguesia; nesse caso, cita Foucault: “Pode-se dizer que a delinqüência (sic), solidificada por um sistema penal centrado sobre a prisão, representa um desvio da ilegalidade para os circuitos de lucro e poder ilícitos da classe dominante”. Baseado na análise de Touraine sobre movimentos sociais e, no pensamento foucaultiano sobre a microfísica do poder, é incorreto afirmar:
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“Na obra aristotélica, a ‘política’ é parte da filosofia prática. Sua tradição se estende ainda sobre o limiar do século XIX; somente com o historicismo ela foi rompida de maneira definitiva. Sua fonte seca quanto mais a corrente filosófica vital é desviada para os canais das ciências particulares. Desde o final do século XVIII, as novas ciências sociais em formação, de um lado, e as disciplinas do direito público, de outro, dividem assim as águas da política clássica” (HABERMAS, 2013). Neste texto, a discussão habermasiana sobre a política remete ao pensamento aristotélico da política e sua relação com a polis, logo, a representação política aristotélica e dos clássicos (Sócrates, Platão) – a partir da experiência ática - ainda tem sido uma plataforma importante de discussão em relação às condições dos estudos políticos contemporâneos. Mas Habermas descreve como a política clássica é-nos atualmente estranha. Nesse sentido de fundo da questão política a que nos gera tal estranhamento, conforme Habermas pensa, escolha a afirmativa errada nos estudos políticos baseados dos/nos clássicos.
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Nietzsche (2007, p.29) em O Nascimento da Tragédia discute a origem, composição e finalidade da arte trágica grega. O filósofo cita: “Depois dessas pressuposições e contraposições gerais, aproximemo-nos agora dos gregos, a fim de reconhecer em que grau e até que ponto estavam neles desenvolvidos esses impulsos artísticos da natureza: o que nos colocará em condições de compreender e apreciar mais profundamente a relação do artista helênico com os seus arquétipos ou, segundo a expressão aristotélica, “a imitação da natureza”. A relação da estética e a arte nietzschiana de fundo neste livro e nesta discussão do drama grego, enfim, permite-nos afirmar cada item a seguir, exceto:
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MORAES (2010), no texto em que discute Visões da Modernidade cita: “O Objetivo central da obra de Habermas consiste na caracterização das sociedades contemporâneas como sociedades racionalizadas. Ao falar em sociedades racionalizadas, Habermas não tem em mente o conceito de razão da tradição filosófica, mas uma forma específica de racionalidade.” Considerando o contexto da modernidade crítica, o uso desta racionalidade habermasiana, e a própria condição contemporânea da sociedade criticada pelo filósofo alemão, assim como implicitamente está exposta no texto de Moraes, opte pelo item que não corresponda à teoria de Habermas.
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