Foram encontradas 654 questões.
Leia o fragmento da canção “Pedaço de mim” de Chico Buarque de Holanda, julgue as alternativas que seguem e marque a alternativa correta:
(...) Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
do filho que já morreu (...)
I – Em “A saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu”, o sujeito é “A saudade”, sendo que A é adjunto adnominal e Saudade o núcleo do sujeito simples.
II – Em “A saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu”, o É é um verbo intransitivo.
III – O Oh de “Oh, pedaço de mim” trata-se de uma interjeição.
IV – Em “A saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu” tem-se uma metáfora.
V – Em “Leva o vulto teu” o verbo levar, neste caso está no imperativo afirmativo.
VI – Em “Leva o vulto teu” o verbo levar, neste caso está no presente do indicativo na 3ª pessoa do singular.
Provas
Complete as frases a seguir com o presente do subjuntivo dos verbos indicados entre parênteses e assinale a alternativa que assim os apresenta corretamente:
Como a violência aumentou, é necessário que nós ________nossas escolhas para sobreviver. (Refaz).
É importante que nossa luta _______ o esforço (Valer).
Convém que ele ______ uma nova história. (Propor).
Para que resolvamos os exercícios é necessário que nós _________ o que as professoras pensam (Saber).
Espero que todos os subversivos _________ a culpa (Assumir).
Provas
Para responder a questão, tenha como base o texto que segue:
Inimigos
O apelido de Maria Teresa, para o Norberto, era “Quequinha”.
Depois do casamento sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava sua mão carinhosamente, e começava:
- Pois a Quequinha...
E a Quequinha, dengosa, protestava.
- Ora, Beto!
Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
- A mulher aqui...
Ou, às vezes:
- Esta mulherzinha...
Mas nunca mais Quequinha.
(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O tempo usa armas químicas).
Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.
- Ela odeia o Charles Bronson.
- Ah, não gosto mesmo.
Ah, não gosto mesmo.
- Essa aí...
E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.
(O tempo, o tempo. O tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois a outra...)
Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
- Aquilo...
Luís Fernando Veríssimo in "Novas Comédias da Vida Privada". Porto Alegre: L&PM, 1996.p 70).
Julgue as afirmações condizentes com o vocábulo “carinhosamente” e marque a alternativa correta:
I – Possui 14 letras e 13 fonemas.
II – Possui 14 letras e 12 fonemas.
III – É um advérbio de modo.
IV – É um adjetivo.
V – Separa-se silabicamente: ca-ri-nho-sa-men-te, e é uma proparoxítona.
Provas
Para responder a questão, tenha como base o texto que segue:
Inimigos
O apelido de Maria Teresa, para o Norberto, era “Quequinha”.
Depois do casamento sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava sua mão carinhosamente, e começava:
- Pois a Quequinha...
E a Quequinha, dengosa, protestava.
- Ora, Beto!
Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
- A mulher aqui...
Ou, às vezes:
- Esta mulherzinha...
Mas nunca mais Quequinha.
(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O tempo usa armas químicas).
Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.
- Ela odeia o Charles Bronson.
- Ah, não gosto mesmo.
Ah, não gosto mesmo.
- Essa aí...
E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.
(O tempo, o tempo. O tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois a outra...)
Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
- Aquilo...
Luís Fernando Veríssimo in "Novas Comédias da Vida Privada". Porto Alegre: L&PM, 1996.p 70).
Marque a alternativa incorreta correspondente ao vocábulo “mulher”.
Provas
Para responder a questão, tenha como base o texto que segue:
Inimigos
O apelido de Maria Teresa, para o Norberto, era “Quequinha”.
Depois do casamento sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava sua mão carinhosamente, e começava:
- Pois a Quequinha...
E a Quequinha, dengosa, protestava.
- Ora, Beto!
Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
- A mulher aqui...
Ou, às vezes:
- Esta mulherzinha...
Mas nunca mais Quequinha.
(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca em silêncio. O tempo usa armas químicas).
Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.
- Ela odeia o Charles Bronson.
- Ah, não gosto mesmo.
Ah, não gosto mesmo.
- Essa aí...
E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.
(O tempo, o tempo. O tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois a outra...)
Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
- Aquilo...
Luís Fernando Veríssimo in "Novas Comédias da Vida Privada". Porto Alegre: L&PM, 1996.p 70).
Marque a alternativa que corresponde ao uso dos pronomes utilizados no texto.
Provas
Para responder a questão, tenha como base o texto que segue:
Do fundo do meu baú empoeirado, ao lado dos livros de Kipling.
MEMÓRIA DE ELEFANTE
No seio misterioso da floresta indiana, vivia um caçador chamado Ky Shakhana. Um dia ele avistou um pobre paquiderme deitado ali no chão, ferido, enorme, inerme. Shakhana aproximou-se e, num sublime impulso, sentiulhe a febre ardente, então tomou-lhe o pulso. Foi quando viu o pé do agônico elefante a farpa que lhe causava a dor alucinante. Rapidamente Ky, num gesto habilidoso, logo extirpou-lhe o imenso espinho doloroso. Depois, com agilidade e competência inata, vinte quilos de sulfa aplicou-lhe na pata. Enrolou-lhe no artelho um band - aid gigante e por fim ministrou-lhe um galão laxante. Afastou-se o bichinho, feliz e curado, deixando do purgante o rastro almiscarado.
Muitos anos passaram. Já velho, Shakhana retornava alquebrado à sua cabana. Mas eis que da floresta vem de supetão um elefante em fúria que o joga no chão. Levanta a pata enorme sobre o rosto arfante. Logo Ky reconhece: “É o mesmo elefante!” Pois vê nítido e claro, frente ao seu nariz, o band-aid em farrapos e a cicatriz. O elefante sorri e olha com amor bem no fundo dos olhos do seu salvador, como se lhe dissesse com a pata no ar. “Ah! Me lembro de ti! Como não recordar... Foi teu gesto gentil que salvou minha vida, aliviando-me a dor, limpando-me a ferida! Não existe elefante que disso se esqueça.” E depois, sutilmente, esmagou-lhe a cabeça.
MORAL: O elefante é como alguns políticos: tem muita memória, mas nenhum caráter. Jô Soares
A frase “Não existe elefante que disso se esqueça”, poderia sem alteração de sentido, ter sido assim redigida:
Provas
Para responder a questão, tenha como base o texto que segue:
Do fundo do meu baú empoeirado, ao lado dos livros de Kipling.
MEMÓRIA DE ELEFANTE
No seio misterioso da floresta indiana, vivia um caçador chamado Ky Shakhana. Um dia ele avistou um pobre paquiderme deitado ali no chão, ferido, enorme, inerme. Shakhana aproximou-se e, num sublime impulso, sentiulhe a febre ardente, então tomou-lhe o pulso. Foi quando viu o pé do agônico elefante a farpa que lhe causava a dor alucinante. Rapidamente Ky, num gesto habilidoso, logo extirpou-lhe o imenso espinho doloroso. Depois, com agilidade e competência inata, vinte quilos de sulfa aplicou-lhe na pata. Enrolou-lhe no artelho um band - aid gigante e por fim ministrou-lhe um galão laxante. Afastou-se o bichinho, feliz e curado, deixando do purgante o rastro almiscarado.
Muitos anos passaram. Já velho, Shakhana retornava alquebrado à sua cabana. Mas eis que da floresta vem de supetão um elefante em fúria que o joga no chão. Levanta a pata enorme sobre o rosto arfante. Logo Ky reconhece: “É o mesmo elefante!” Pois vê nítido e claro, frente ao seu nariz, o band-aid em farrapos e a cicatriz. O elefante sorri e olha com amor bem no fundo dos olhos do seu salvador, como se lhe dissesse com a pata no ar. “Ah! Me lembro de ti! Como não recordar... Foi teu gesto gentil que salvou minha vida, aliviando-me a dor, limpando-me a ferida! Não existe elefante que disso se esqueça.” E depois, sutilmente, esmagou-lhe a cabeça.
MORAL: O elefante é como alguns políticos: tem muita memória, mas nenhum caráter. Jô Soares
Julgue as afirmativas a seguir e marque a alternativa correta:
I – A palavra paquiderme significa animais de pele dura.
II – A palavra paquiderme é um substantivo, masculino, singular.
III – A palavra paquiderme é um substantivo coletivo.
IV – A palavra paquiderme significa animais de pele dura e dentes de marfim.
Provas
Para responder a questão, tenha como base o texto que segue:
Do fundo do meu baú empoeirado, ao lado dos livros de Kipling.
MEMÓRIA DE ELEFANTE
No seio misterioso da floresta indiana, vivia um caçador chamado Ky Shakhana. Um dia ele avistou um pobre paquiderme deitado ali no chão, ferido, enorme, inerme. Shakhana aproximou-se e, num sublime impulso, sentiulhe a febre ardente, então tomou-lhe o pulso. Foi quando viu o pé do agônico elefante a farpa que lhe causava a dor alucinante. Rapidamente Ky, num gesto habilidoso, logo extirpou-lhe o imenso espinho doloroso. Depois, com agilidade e competência inata, vinte quilos de sulfa aplicou-lhe na pata. Enrolou-lhe no artelho um band - aid gigante e por fim ministrou-lhe um galão laxante. Afastou-se o bichinho, feliz e curado, deixando do purgante o rastro almiscarado.
Muitos anos passaram. Já velho, Shakhana retornava alquebrado à sua cabana. Mas eis que da floresta vem de supetão um elefante em fúria que o joga no chão. Levanta a pata enorme sobre o rosto arfante. Logo Ky reconhece: “É o mesmo elefante!” Pois vê nítido e claro, frente ao seu nariz, o band-aid em farrapos e a cicatriz. O elefante sorri e olha com amor bem no fundo dos olhos do seu salvador, como se lhe dissesse com a pata no ar. “Ah! Me lembro de ti! Como não recordar... Foi teu gesto gentil que salvou minha vida, aliviando-me a dor, limpando-me a ferida! Não existe elefante que disso se esqueça.” E depois, sutilmente, esmagou-lhe a cabeça.
MORAL: O elefante é como alguns políticos: tem muita memória, mas nenhum caráter. Jô Soares
Quanto à colocação pronominal utilizada no texto de Jô Soares podemos dizer que se utiliza frequentemente de:
Provas
Assinale a alternativa em que não há uma locução adjetiva:
Provas
Na frase: “O correr faz parte de nossa vida atribulada”, a palavra sublinhada tem a função de:
Provas
Caderno Container