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Nos anos em que a precipitação pluviométrica é baixa durante a safra da uva na Serra Gaúcha, ocorre a necessidade de diminuir o pH dos mostos para evitar uma contaminação microbiana. Qual o ácido mais utilizado para essa correção:
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Assinale a alternativa INCORRETA.
Para a prevenção de doenças relacionadas ao trabalho, podemos realizar a análise ergonômica do trabalho que, segundo a Norma Regulamentadora n. 17, deve prever a observação da organização do trabalho. Para tanto, a organização do trabalho deve levar em consideração, no mínimo, os seguintes aspectos da Norma Regulamentadora:
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Ao longo dos anos, as assessorias de imprensa sofreram reformulações que passaram a exigir de seus profissionais a capacidade de exercer tarefas diferentes e mais complexas. São exemplos de funções do assessor na comunicação externa:
I – Acompanhamento de entrevistas
II – Elaboração de artigos a serem publicados em veículos de comunicação
III – Criação e atualização de um “jornal mural” capaz de estimular a participação dos funcionários
IV – Desenvolvimento e distribuição de press-kit com informações a respeito de determinado assunto
V – Organização do Press Day, visita dirigida com a finalidade de estabelecer relação com jornalistas
As alternativas corretas são:
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Os primeiros bafômetros descartáveis consistiam em pequenos tubos contendo uma mistura sólida de sílica com solução aquosa de dicromato de potássio. A detecção da embriaguez por esse instrumento é visual, pois, da reação com o álcool, ocorre uma mudança de cor que pode ser interpretada pela equação a seguir.

Considerando as informações acima, julgue os itens abaixo, e assinale aquele que contém a alternativa CORRETA:
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A questão refere-se ao texto abaixo:
Nossa nova língua portuguesa
Logo que comecei a trabalhar como editora, reparei que a diferença entre a língua falada e a língua escrita é maior em português do que em inglês, meu idioma nativo. Um estrangeiro pode passar anos sem topar com uma ênclise. De repente, abre um livro e paft! As pessoas não se sentam; sentam-se. Uma porta não se fecha; fecha-se. O ex-presidente Jânio Quadros uma vez falou “fi-lo porque qui-lo”. Tradução: fiz porque quis – e foi por causa da ênclise falada que a frase entrou na história. Enquanto os vizinhos hispânicos!$ ^{(A)} !$ mantêm seus verbos reflexivos falados certinhos, os brasileiros ao falar deixam cair toda espécie de pronome. Escrever, porém!$ ^{(B)} !$, trata-se de outra história. É quase como se fosse um outro idioma.
O português é muito mais aberto do que línguas como o espanhol e o francês. Não existe aqui um forte sentimento nacional pela preservação linguística. Enquanto em espanhol se utiliza Sida, aqui se fala Aids, a sigla em inglês. Outro dia li “bêbado como um gambá” numa tradução e corri para ver como estava a frase no inglês original, pensando que o tradutor a tivesse erroneamente traduzido ao pé da letra, pois existe a expressão “drunk as a skunk”. Mas essa aliteração, que nada tem a ver com o comportamento do fedorento animal, não estava no texto original! Concluí que a expressão deve ser um empréstimo que veio há tempos de minha terra natal, talvez por meio de algum filme.
Neste momento histórico de globalização e acesso máximo à informação, as pessoas no mundo inteiro prezam acima de tudo a comunicação, de maneira eficiente. Daí surgem as abreviações-gíria como “vc” (você), “rs” (risos), “pq” (por que) e “tranks” (tranquilo). No meu trabalho, vejo o impacto da crescente massificação da comunicação escrita. Os livros que chegam aqui dos EUA estão escritos cada vez mais como se o autor estivesse falando em voz alta com seus leitores: “Tenho certeza de que a esta altura você está se perguntando...”, para ficar em apenas um exemplo. Até os franceses, tão mais formais no trato do que os brasileiros, estão mudando. No seu novo livro sobre as ligações entre a mitologia grega e o desenvolvimento pessoal, o filósofo Luc Ferry utiliza o “tu”, e não o “vous”, quando dirige a palavra àquele que vira as páginas.
Em português, esse tipo de abordagem soa muito crua. Fica difícil saber se é melhor escrever “como eu te disse há pouco”, “como eu lhe disse há pouco” ou “como eu disse há pouco”.
Alguns podem pensar que é o inglês que está influenciando as estruturas do português escrito!$ ^{(C)} !$, tornando-o!$ ^{(C)} !$ (ih!)!$ ^{(E)} !$ mais fácil para ler, mas eu discordo. Sim, foram meus compatriotas os pioneiros na democratização da linguagem, séculos atrás. Um dos fundadores do Estado americano, Benjamin Franklin, até escreveu um livro de ditados populares (foi ele quem observou que, no caso de peixes e hóspedes, ambos fedem em três dias). Mas a meu ver é a própria democratização brasileira que leva à abertura linguística. Ao passo que as pessoas sobem na pirâmide política, social e econômica do País, precisamos e procuramos maior acessibilidade ao mundo da palavra escrita.
Quem produz e vende livros quer comercializar o maior número possível deles, e não restringir a leitura aos poucos eruditos, que, como o Jânio, poderiam explicar seus hábitos assim: “Bebo porque é líquido. Se fosse sólido, comê-lo-ia”. Hoje o público tem mais a cara da minha podóloga, que acaba de comprar uma casa pela Caixa Econômica: “Quero ler um livro que minha filha está lendo; não consigo pronunciar direito o nome.!$ ^{(D)} !$ É algo assim: Cre-pús-cu-lo”.
(Júlia Michaels, editora, Revista Galileu, nº 217, ago/2009)
Assinale a alternativa incorreta:
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Analise o circuito abaixo configurado em emissor comum. Considere !$ \alpha= 0,89 !$, e !$ ICBO= 5μA !$, !$ IE= 20 \,mA !$, !$ VCE= 5V !$, !$ BBE= 0,3V !$ e !$ VCC= 15V !$.

Neste caso, o valor de !$ \beta !$ para o circuito equivale a aproximadamente:
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O ácido clorídrico concentrado comercial tem densidade de !$ 1,18g.cm^{-3} !$ e 38% em massa. Conside-rando que a massa molar do !$ HCl !$ é !$ 36,5 \,g.mol^{-1} !$, marque entre as opções a seguir, aquela que apresenta o volume de ácido clorídrico concentrado comercial que, se diluído para 1 L, produziria uma solução de ácido clorídrico com concentração mais próxima de !$ 0,1 \,mol.L^{-1} !$.
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Metamorfose amorosa
Uma vez, li num texto de Clarice Lispector esta frase: "Toda mãe de filha feia deveria prometer-lhe que ela seria bonita quando a sabedoria do amor esclarecesse um homem."
Sublinhei a frase instintivamente. Isto foi há muito tempo. Agora fui lá em A maçã no escuro procurar a frase, e lá estava ela, intacta e forte.
Recolho-a quando a questão da beleza, uma vez mais, vem habitar ostensivamente nosso verão. É que existem vários tipos de beleza. E a mais óbvia é a que todos vêem. Por exemplo, a beleza arrebatadora, avassaladora, que surge imperiosa e exige logo adoração.
É assim com certas mulheres e homens. Entram numa sala e passam a ser o centro de gravidade dos olhares. Aparecem nas telas e capas de revistas e nos hipnotizam. É assim também não apenas com pessoas, mas com certos objetos na vitrina e museus: ficamos medusados diante deles, em pura contemplação. É assim, ainda, com certas músicas que, ouvidas, passam a fazer parte de nosso repertório existencial e nos harmonizam nos desvãos do dia.
Mas a esse tipo de beleza se opõe um outro. O da beleza que se esvazia, que vai se esmaecendo e se distanciando de si mesma até ficar feia. É como se ocorresse uma metamorfose qualquer. E não estou falando de velhice e desgaste físico, mas da beleza que se esgota e se exaure. Pessoas que perdem o brilho sem que se saiba por que e em que instante exato.
O fato é que a gente olha, de repente, uma pessoa e repara que ela não apenas não está bela, mas já não é mais bela. É como se a harmonia se interrompesse inesperadamente. Um modo de olhar, a curva do nariz, uma expressão de mau gosto e a beleza se esvai. Se esvai onde? Nela? Em nós? Sabe-se apenas que o que era vidro se quebrou e o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou...
Diferente desses tipos um outro aparece e me intriga: o da beleza envergonhada. A beleza acabrunhada de ser bela.
Existe? Existe.
Exemplo? Ei-lo.
Ela me confessou: quando menina era tão bonita que já não suportava mais. A todo lugar que ia repetiam-se as louvações carinhosas. Todos que vinham visitar a família desfilavam incontidos elogios. Ao ser apresentada, lá vinha o galanteio. Saindo com amigas, logo se diferenciava. No baile, a mais solicitada. Enfim, dizia ela, um porre! um saco! Parecia que as pessoas queriam tirar pedaço de mim. Outros elogiavam de uma maneira tal como se eu tivesse que fazer alguma coisa para merecer ser bela.
Nesse caso, a beleza passou a ser um ônus, uma cobrança, uma chateação. Daí que ela começou a enfear sua beleza para ser comum como os outros. A tal ponto que hoje o marido de vez em quando lhe diz: – Vê se te arruma um pouco, mulher...
Há, no entanto, uma beleza que não entra com clarins em nossa vida, nem se estampa em silhuetas perfeitas nas páginas do dia. Não é a obra sedutora, arrebatadora, exigindo imediatos adoradores.
Ela é percebida aos poucos. Não se constrói linearmente. Um dia você observa que o olhar dela não é tão banal. Que o sorriso irradiou uma mensagem qualquer. Está pronto para descobrir que a pele tem a temperatura do seu desejo. Um corpo que parecia tão igual-a-qualquer-um, súbito, ganha uma delicada aura. A voz, que antes não tinha qualquer traço especial, agora fica registrada na memória através de expressões banais, mas gostosas de serem lembradas.
Você está começando a olhá-la e a pensar: se ela não é tão deslumbrante como as outras, por que telefono, por que facilito encontros e por que seu corpo extrai do meu surpresas e maravilhas?
Como quem concede ou entrega um prêmio, como quem deposita a alma no destino do outro, você está pronto a se dizer: é bela, em mim, por mim, para mim. E isto basta. Eu te inventei na tua beleza, que construímos.
Sim, a beleza (descobre-se) também se constrói. Não exatamente (ou apenas) nas mesas de cirurgia plástica. Como as casas se constroem, como as flores, que passam a existir, se olhadas, a beleza se constrói. De nossas carências, de nossas premências ela se constrói, e é um imponderável arco sobre a íris de quem ama.
É assim, meu amigo. E se isto está acontecendo com você, você há muito começou a amá-la. E entre vocês dois está se operando mais que uma profecia de mãe, uma metamorfose rara, que você deve curtir e prolongar.
Affonso Romano de Sant'Anna
Texto disponível em: <http://www.riototal.com.br/coojornal/affonso016.htm>.
A alternativa na qual as palavras NÃO são acentuadas pelo mesmo motivo:
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Sobre o uso de placas de aquecedores solares em edificações é errado afirmar:
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Na reação entre o metanol e o ácido propanóico:
!$ CH_3OH_{(I)}+ CH_3CH_2COOH_{(I)} \rightarrow X + H_2O_{(I)} !$
O produto !$ X !$ é:
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