Foram encontradas 640 questões.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando adequadamente os nomes das artistas
contemporâneas aos títulos de suas respectivas obras.
Coluna 1
1. Elida Tessler.
2. Vera Chaves Barcellos.
3. Marina Camargo. 4. Lia Menna Barreto.
Coluna 2
( ) “Continentes dobrados (América do Sul)”, 2019.
( ) Série “Testartes”, 1976.
( ) “Máquina de Bordar”, 1999.
( ) “Palavras-chaves”, 2002.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. Elida Tessler.
2. Vera Chaves Barcellos.
3. Marina Camargo. 4. Lia Menna Barreto.
Coluna 2
( ) “Continentes dobrados (América do Sul)”, 2019.
( ) Série “Testartes”, 1976.
( ) “Máquina de Bordar”, 1999.
( ) “Palavras-chaves”, 2002.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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De acordo com Derdyk (2010), acerca das possibilidades de pensar e fazer desenho,
analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O desenho como linguagem para a arte, a ciência e a técnica é um instrumento de conhecimento, tendo grande capacidade de abrangência como meio para se produzir cópia da realidade.
( ) O desenho também pode se manifestar através de sinais como um risco no muro ou uma impressão digital.
( ) A nervura das plantas, as rugas do rosto, as configurações das galáxias e a disposição das conchas na praia também podem ser formas de pensar o desenho.
( ) Os únicos materiais necessários para realizar um desenho são lápis e papel.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) O desenho como linguagem para a arte, a ciência e a técnica é um instrumento de conhecimento, tendo grande capacidade de abrangência como meio para se produzir cópia da realidade.
( ) O desenho também pode se manifestar através de sinais como um risco no muro ou uma impressão digital.
( ) A nervura das plantas, as rugas do rosto, as configurações das galáxias e a disposição das conchas na praia também podem ser formas de pensar o desenho.
( ) Os únicos materiais necessários para realizar um desenho são lápis e papel.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Em determinado exercício da linguagem teatral, o orientador propõe um problema a
ser solucionado pelo grupo. O importante nesse tipo de experimentação é que todos se sintam capazes
de criar, de inventar. O orientador pode começar com temas muito simples, dividindo os participantes
em dois ou três grupos e pedindo-lhes que criem uma cena (inicialmente pode ser sem palavras) que
expresse sentimentos como alegria, tristeza, raiva e medo. Cada grupo deve ter um tempo
determinado para discutir e inventar uma situação que possa transmitir esse sentimento. Para tanto,
deve ter a oportunidade de conversar, criar a sua história, preparar-se. É surpreendente como os
grupos se desinibem, conversam, riem juntos; de repente, todos querem dar a sua opinião. O
orientador não deve interferir diretamente no trabalho de cada grupo, mas pode passar de um em
um, se necessário. Não convém julgar ou dar as alternativas: é necessário deixar que cada grupo
encontre o seu caminho (Dória, 2012). Esse trecho se refere ao exercício de:
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Uma perspectiva atualizada sobre ensino de arte abarca, por exemplo, os estudos de
Richter (2003), que defende a importância da multiculturalidade e a estética do cotidiano na prática
de ensino em artes visuais. Acerca do estudo da autora sobre a interculturalidade em sala de aula,
analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A estética feminina do cotidiano pode ser uma proposta a ser desenvolvida nas aulas de artes visuais. Nesse processo, podem estar presentes os fazeres manuais desenvolvidos pelas mães dos alunos, como o tear, o origami, o crochê, o bordado, a pintura em tecido e as ervas medicinais. Tais práticas podem ser associadas com obras contemporâneas que apresentam aproximações estéticas.
( ) Não se pode associar as práticas manuais das mães dos alunos com obras de artistas, porque tais familiares, quando produzem uma imagem, não o fazem pensando em arte, mas como uma maneira de se expressar, de criar um objeto decorativo ou utilitário. Essa ação não configura seus produtos como arte, visto que, para ser profissional da área, é necessária uma trajetória que inclui formação, estudos, reflexões, desenvolvimento de uma poética da linguagem e estabelecimento de referências estéticas e conceituais.
( ) A ideia de trabalhar com a estética do cotidiano no ensino das artes visuais volta-se para o exercício de encontrar padrões de beleza no dia a dia, levando tais imagens para a sala de aula para fins de apreciação e cópia.
( ) Nas práticas manuais das mães dos alunos selecionadas para o estudo, existe um “fazer especial”, ou seja, uma atividade que expressa uma intenção estética e que busca embelezar a realidade, tornando-a especial. Nessa perspectiva, ao se levar bordados para a sala de aula, não se intenciona ensinar a técnica, mas incentivar o despertar para o sentido decorativo dos objetos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) A estética feminina do cotidiano pode ser uma proposta a ser desenvolvida nas aulas de artes visuais. Nesse processo, podem estar presentes os fazeres manuais desenvolvidos pelas mães dos alunos, como o tear, o origami, o crochê, o bordado, a pintura em tecido e as ervas medicinais. Tais práticas podem ser associadas com obras contemporâneas que apresentam aproximações estéticas.
( ) Não se pode associar as práticas manuais das mães dos alunos com obras de artistas, porque tais familiares, quando produzem uma imagem, não o fazem pensando em arte, mas como uma maneira de se expressar, de criar um objeto decorativo ou utilitário. Essa ação não configura seus produtos como arte, visto que, para ser profissional da área, é necessária uma trajetória que inclui formação, estudos, reflexões, desenvolvimento de uma poética da linguagem e estabelecimento de referências estéticas e conceituais.
( ) A ideia de trabalhar com a estética do cotidiano no ensino das artes visuais volta-se para o exercício de encontrar padrões de beleza no dia a dia, levando tais imagens para a sala de aula para fins de apreciação e cópia.
( ) Nas práticas manuais das mães dos alunos selecionadas para o estudo, existe um “fazer especial”, ou seja, uma atividade que expressa uma intenção estética e que busca embelezar a realidade, tornando-a especial. Nessa perspectiva, ao se levar bordados para a sala de aula, não se intenciona ensinar a técnica, mas incentivar o despertar para o sentido decorativo dos objetos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio, a Arte está presente
na área de Linguagens e suas Tecnologias. O documento aponta que tal componente contribui para o
desenvolvimento da autonomia criativa e expressiva dos estudantes, por meio da conexão entre:
I. Racionalidade.
II. Sensibilidade.
III. Intuição.
IV. Ludicidade.
Quais estão corretas?
I. Racionalidade.
II. Sensibilidade.
III. Intuição.
IV. Ludicidade.
Quais estão corretas?
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Observe a Figura 2, a seguir:

Figura 2 – “Adornos” (María Izquierdo, c. 1941).
Fonte: Ades (1997).
A artista que produziu essa obra está associada ao(à):
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Segundo Fonseca (2013), há um estilo de máscara teatral de fisionomia simples e
simétrica, sem conflitos, que propõe ao ator ampliar todos os seus sentidos. Não se trata de um
personagem, e sim de uma máscara apoiada na calma e na percepção. Por meio dela, o ator assimila
o equilíbrio fisionômico em seu corpo. Além disso, quando o jogo com ela está justo, é possível sentir
o corpo inteiro em ação, o que possibilita agir com profundidade, leveza, simplicidade e
espontaneidade. Esse trecho apresenta as características da:
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio insere a Arte na área de
Linguagens e suas Tecnologias, juntamente com outros componentes, observando a garantia dos
direitos linguísticos aos diferentes povos e grupos sociais brasileiros. O grupo de componentes é
composto por:
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A metodologia de ensino e aprendizagem de arte está relacionada às ações didáticas
baseadas em ideias e teorias sobre educação e arte, transformadas em opções e atos e concretizadas
em propostas e aulas (Ferraz; Fusari, 2009). A metodologia da educação escolar de arte envolve os
seguintes aspectos:
I. A metodologia educativa na área artística inclui escolhas pessoais e profissionais do professor, assim como os conteúdos de arte.
II. Os conteúdos de arte, quando inseridos na metodologia educativa, devem ser contextualizados e organizados para que o aluno possa fazer, sentir, apreciar e refletir sobre a arte.
III. A aprendizagem de conhecimentos na área de arte manifesta certa singularidade e depende de processos individuais e coletivos.
IV. As ações de organizar e coordenar o ambiente da sala de aula promovendo-o com diversos materiais para que surjam trabalhos espontâneos e livres é suficiente para a aprendizagem de arte.
Quais estão corretas?
I. A metodologia educativa na área artística inclui escolhas pessoais e profissionais do professor, assim como os conteúdos de arte.
II. Os conteúdos de arte, quando inseridos na metodologia educativa, devem ser contextualizados e organizados para que o aluno possa fazer, sentir, apreciar e refletir sobre a arte.
III. A aprendizagem de conhecimentos na área de arte manifesta certa singularidade e depende de processos individuais e coletivos.
IV. As ações de organizar e coordenar o ambiente da sala de aula promovendo-o com diversos materiais para que surjam trabalhos espontâneos e livres é suficiente para a aprendizagem de arte.
Quais estão corretas?
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R. Murray Schafer é autor da proposta denominada “limpeza de ouvidos”, que sugere
exercícios para melhorar a audição e a produção musical, os quais podem ser trabalhados no espaço
escolar. Os aspectos do som que Schafer (1992) indica no segundo capítulo da obra intitulada “O
ouvido pensante” são ruído, silêncio, som, timbre, amplitude, melodia, textura, ritmo e:
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