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Foram encontradas 260 questões.

3681694 Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Agrícola
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-RS

Analise a Figura 1 abaixo, que apresenta a constituição do corpo de aiveca em um arado:

Enunciado 4435004-1

Os números de 1 a 5 representam, respectivamente:

 

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3681693 Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Agrícola
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-RS
A agricultura de precisão conta com um protocolo de comunicação internacional padronizado que permite a comunicação entre diferentes equipamentos agrícolas através de uma tecnologia comum. É um padrão aberto de interconexão de sistemas eletrônicos desenvolvido para atender o maquinário florestal e agrícola. Ele permite a comunicação entre sensores, atuadores e controladores de diferentes marcas. Essa tecnologia nasceu em meados dos anos 90 pela necessidade de padronizar e centralizar o controle e a interface homem-máquina em sistemas constituídos por um trator e equipamento de trabalho e permite ao operador ligar e controlar diferentes equipamentos usando um único terminal gráfico. O trecho refere-se a qual tecnologia?
 

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3681692 Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Agrícola
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-RS
Na maioria das semeadoras de precisão brasileiras, a dosagem de sementes é realizada por discos horizontais alveolados, que têm a função de capturar, individualizar, dosar e liberar as sementes. Em sua composição, uma peça muito importante é utilizada para compensar as diferenças de espessura entre os discos e permitir o adequado alojamento das sementes nos alvéolos. Essa peça é conhecida como:
 

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3681691 Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Agrícola
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-RS
Assinale a alternativa INCORRETA sobre a pulverização seletiva baseada em inteligência artificial.
 

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3681690 Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Agrícola
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-RS
A agricultura de precisão está em constante evolução e transformando a produção agrícola brasileira. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo:

I. Trabalhos recentes da UNESP e da Embrapa Soja utilizando redes neurais indicam que fatores como o uso de calcário e a altura das plantas ainda influenciam significativamente a produção, demonstrando a necessidade contínua de entendimento e integração desses dados para maximizar a eficiência.

II. Segundo a Associação Brasileira de Agricultura de Precisão e Digital (ASBRAAP), uma parcela significativa das áreas de soja, cana e algodão no Brasil já utiliza dados integrados e taxas variáveis para melhorar resultados.

III. Em metodologias remotas em equipamentos como o pulverizador Rogator 900, os braços mecânicos controlam a pulverização em segundos e o volume de litros de calda por planta, inclusive com a possibilidade de injeção direta de produto na planta problemática.

IV. A plantadeira Momentum, que tem a exclusiva tecnologia de DeltaForce, permite 200 leituras por segundo da pressão da linha de plantio no solo ao mesmo tempo que se autoajusta ao ambiente de plantio.


Quais estão INCORRETAS?
 

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3681689 Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Agrícola
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-RS
Possui um sistema com formato de paralelogramo, com duas barras verticais e duas horizontais articuladas que permitem uma melhor uniformidade na colocação de sementes no solo, pois acompanha as irregularidades do terreno. Com base nessa descrição, essa é a definição de uma semeadora com qual tipo de chassi?
 

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3681688 Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Agrícola
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-RS
O GPS, agregado a recursos que o tornam ainda mais preciso, como o GPS Diferencial (DGPS), tornou-se uma ferramenta eficaz e de baixo custo para inúmeras utilizações, vindo a combinar de forma perfeita várias ciências, tornando-se uma ferramenta essencial para aplicações que exigem alta precisão. É composto por três componentes principais: as estações de referência, os receptores DGPS e a comunicação entre eles. Sobre o DGPS, analise as assertivas abaixo:

I. Essa tecnologia baseia-se na utilização de estações de referência que estão localizadas em pontos conhecidos e fixos.
II. Suas principais vantagens incluem a melhoria significativa na precisão das medições de localização.
III. Pode ser aplicado na navegação marítima, onde é utilizado para garantir a segurança das embarcações.
IV. Na agricultura de precisão, ele otimiza o uso de insumos e, consequentemente, aumenta a produtividade.



Quais estão corretas?
 

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Cada parte do corpo humano vibra em uma frequência característica. Quando uma vibração proveniente do meio externo com uma frequência igual ou semelhante atinge essa determinada parte, ocorre o fenômeno da ressonância ou amplificação da vibração. Esse fenômeno pode vir a desencadear diversos tipos de doenças ao operador. Sobre os principais efeitos danosos à saúde relacionados à exposição à vibração, assinale V, se verdadeiros, ou F, se falsos.

( ) Aumento considerável de complicações como labirintite.
( ) Diminuição da frequência do batimento cardíaco.
( ) Falta de concentração.
( ) Apresentação de distúrbios visuais como visão turva.
( ) Efeitos no sistema gastrointestinal como enjoos, gastrites e até ulcerações.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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3681686 Ano: 2025
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-RS
¿A dónde va el pantalón que tiramos a un contenedor de ropa usada?
Once meses de investigación y miles de kilómetros recorridos
Por Ana Carbajosa, Patricia R. Blanco y Beatriz Lecumberri




En las playas de Acra, la marea vomita ropa vieja. La arena en Akuma Village es hoy una

alfombra de zapatos y plásticos enmarañados en camisetas, cordones y pantalones. Es apenas

la punta de un iceberg que flota mar adentro. Pocos kilómetros más allá, ya en tierra firme,

asoma una hilera de colinas de mil colores. No es ningún paisaje idílico. Son gigantescas

montañas de ropa vieja, llegadas desde Europa, China y Estados Unidos. Algunas arden y

desprenden humo negro y tóxico de fibras sintéticas que espesa un aire que huele agrio.

Ghana es un caso extremo, pero no es único. Países del Sur Global como Pakistán, Kenia o

Marruecos son piezas fundamentales de un sistema de hiperproducción de ropa barata. Son los

lugares que hacen posible que compremos camisetas que no necesitamos y vestidos que nos

vamos a poner una vez, o ninguna. Son el basurero textil que sustenta un sistema de “moda

rápida”, la llamada fast fashion, que en países como Ghana ha provocado un desastre ambiental

y de salud pública [...]

Para saber cómo llega hasta allí y qué pasa después de depositar una prenda en un

contenedor de ropa usada con toda nuestra buena intención, en Planeta Futuro nos embarcamos

hace casi un año en un experimento que nos ha permitido comprobar el destino de 15 prendas

a las que hemos seguido el rastro gracias a la geolocalización. El resultado es muy revelador. La

mayoría sigue dando vueltas o están en naves y descampados. La mitad ha salido al extranjero

dejando a su paso una monumental huella de carbono, contaminando el sur global o alimentando

redes comerciales opacas. Es decir, la ropa no siempre acaba en el lugar que deseamos cuando

la desechamos y en los casos en los que llega, la huella ecológica del viaje es inmensa.

El problema de fondo, según los expertos, es la producción desbocada de ropa barata e

insisten en que, pese a las deficiencias del sistema, depositarla en los contenedores sigue siendo

la opción más sostenible. En España, las exportaciones de ropa usada se han disparado en los

últimos años, ante la incapacidad de absorber la cantidad de prendas que se compran y se

desechan [...].

Los resultados del experimento concuerdan con los del estudio europeo que indica que, a

pesar de que la ropa se done a una ONG, normalmente entra en un circuito comercial. El 40%

de las exportaciones a África acaba en vertederos, según estas mismas fuentes. El 89% de esas

prendas, además, contiene fibras sintéticas, que se descompondrán en microplásticos con

químicos tóxicos que contaminan el suelo, el agua y el aire provocando un serio problema de

salud pública [...].

La industria textil consume además 215 billones de litros de agua al año, el equivalente a

millones de piscinas olímpicas, y genera el 9% de los microplásticos que contaminan los

océanos.

Pensar que los países del Sur Global van a ser capaces de reciclar materiales que Europa

exporta ante su incapacidad de procesarlos de forma sostenible es poco realista. La baja calidad

de la ropa que llega a estos países impide además a menudo su segundo uso. Pero mientras las

leyes surten efecto y el sistema de producción corrige sus excesos, a las afueras de Acra,

montañas de ropa pestilentes siguen ardiendo sin control ni incineradora a la vista. Y las prendas

geolocalizadas por este diario siguen desvelando a su paso las lagunas de un sistema cada vez

más insostenible.





(Disponible en: www.elpais.com/planeta-futuro/2025-02-23/a-donde-va-el-pantalon-que-tiramos-a-uncontenedor-de-ropa-usada-once-meses-de-investigacion-y-miles-de-kilometros-recorridos.html – texto adaptado especialmente para ese examen).
En lo que se refiere al profesor en clase de lengua española en la Educación Básica, analice las siguientes afirmaciones relativas al texto:

I. Debe considerar aspectos de la sociolingüística y el contexto de los estudiantes.
II. Hay que tener en cuenta la articulación de los conocimientos, ampliando la comprensión de los estudiantes sobre la realidad.
III. Necesita conocer al grupo de alumnos para proponer actividades que despierten la atención y el interés.
IV. Debe revisar permanentemente el currículo con vistas a facilitar la formación integral de los estudiantes.


¿Cuáles están correctas?
 

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3681685 Ano: 2025
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-RS
¿A dónde va el pantalón que tiramos a un contenedor de ropa usada?
Once meses de investigación y miles de kilómetros recorridos
Por Ana Carbajosa, Patricia R. Blanco y Beatriz Lecumberri




En las playas de Acra, la marea vomita ropa vieja. La arena en Akuma Village es hoy una

alfombra de zapatos y plásticos enmarañados en camisetas, cordones y pantalones. Es apenas

la punta de un iceberg que flota mar adentro. Pocos kilómetros más allá, ya en tierra firme,

asoma una hilera de colinas de mil colores. No es ningún paisaje idílico. Son gigantescas

montañas de ropa vieja, llegadas desde Europa, China y Estados Unidos. Algunas arden y

desprenden humo negro y tóxico de fibras sintéticas que espesa un aire que huele agrio.

Ghana es un caso extremo, pero no es único. Países del Sur Global como Pakistán, Kenia o

Marruecos son piezas fundamentales de un sistema de hiperproducción de ropa barata. Son los

lugares que hacen posible que compremos camisetas que no necesitamos y vestidos que nos

vamos a poner una vez, o ninguna. Son el basurero textil que sustenta un sistema de “moda

rápida”, la llamada fast fashion, que en países como Ghana ha provocado un desastre ambiental

y de salud pública [...]

Para saber cómo llega hasta allí y qué pasa después de depositar una prenda en un

contenedor de ropa usada con toda nuestra buena intención, en Planeta Futuro nos embarcamos

hace casi un año en un experimento que nos ha permitido comprobar el destino de 15 prendas

a las que hemos seguido el rastro gracias a la geolocalización. El resultado es muy revelador. La

mayoría sigue dando vueltas o están en naves y descampados. La mitad ha salido al extranjero

dejando a su paso una monumental huella de carbono, contaminando el sur global o alimentando

redes comerciales opacas. Es decir, la ropa no siempre acaba en el lugar que deseamos cuando

la desechamos y en los casos en los que llega, la huella ecológica del viaje es inmensa.

El problema de fondo, según los expertos, es la producción desbocada de ropa barata e

insisten en que, pese a las deficiencias del sistema, depositarla en los contenedores sigue siendo

la opción más sostenible. En España, las exportaciones de ropa usada se han disparado en los

últimos años, ante la incapacidad de absorber la cantidad de prendas que se compran y se

desechan [...].

Los resultados del experimento concuerdan con los del estudio europeo que indica que, a

pesar de que la ropa se done a una ONG, normalmente entra en un circuito comercial. El 40%

de las exportaciones a África acaba en vertederos, según estas mismas fuentes. El 89% de esas

prendas, además, contiene fibras sintéticas, que se descompondrán en microplásticos con

químicos tóxicos que contaminan el suelo, el agua y el aire provocando un serio problema de

salud pública [...].

La industria textil consume además 215 billones de litros de agua al año, el equivalente a

millones de piscinas olímpicas, y genera el 9% de los microplásticos que contaminan los

océanos.

Pensar que los países del Sur Global van a ser capaces de reciclar materiales que Europa

exporta ante su incapacidad de procesarlos de forma sostenible es poco realista. La baja calidad

de la ropa que llega a estos países impide además a menudo su segundo uso. Pero mientras las

leyes surten efecto y el sistema de producción corrige sus excesos, a las afueras de Acra,

montañas de ropa pestilentes siguen ardiendo sin control ni incineradora a la vista. Y las prendas

geolocalizadas por este diario siguen desvelando a su paso las lagunas de un sistema cada vez

más insostenible.





(Disponible en: www.elpais.com/planeta-futuro/2025-02-23/a-donde-va-el-pantalon-que-tiramos-a-uncontenedor-de-ropa-usada-once-meses-de-investigacion-y-miles-de-kilometros-recorridos.html – texto adaptado especialmente para ese examen).
Considerando el aprendizaje, la enseñanza y la evaluación de la lengua española en la escuela de Educación Básica, analice las afirmaciones abajo:

I. El estudiante puede desarrollar competencias comunicativas empleando registros lingüísticos distintos a los utilizados por el docente, en función del entorno sociocomunicativo al que esté expuesto.

II. Los procesos evaluativos deben retroalimentar la práctica pedagógica, sirviendo como insumo para la toma de decisiones didácticas.

III. La repetición intensiva de patrones estructurales promueve el dominio automático y constituye el eje central de la progresión lingüística.

IV. La presencia del idioma materno en el aula está reservada a contextos con discentes en etapas iniciales del desarrollo cognitivo.


¿Cuáles están correctas?
 

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