Foram encontradas 305 questões.
Dentre as máquinas nomeadas abaixo, qual delas NÃO é utilizada para tingimento de tecidos planos ou malhas?
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Guarda urdume é um dispositivo que integra um tear de tecidos planos. Leia as afirmações abaixo:
I. A função de um guarda urdume é parar a máquina de tecer no momento em que um fio de urdume se rompe para evitar um defeito no tecido.
II. O guarda urdume pode ser mecânico ou elétrico.
III. Quando há ruptura do fio, a lamela correspondente cai, acionando o sistema de parada do tear.
Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas CORRETAS:
I. A função de um guarda urdume é parar a máquina de tecer no momento em que um fio de urdume se rompe para evitar um defeito no tecido.
II. O guarda urdume pode ser mecânico ou elétrico.
III. Quando há ruptura do fio, a lamela correspondente cai, acionando o sistema de parada do tear.
Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas CORRETAS:
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Um tecelão de teares de malharia circular monofrontura deseja produzir um rolo de tecido meia malha com 25 kg. Sabendo que o tear possui 96 alimentadores, que o fio possui título Ne 24/1 (100% Algodão) e que o comprimento de fio por volta (LFA) deste tecido é de 7 metros, qual o número de voltas que esse tecelão deve programar no tear para alcançar o peso desejado? Assinale a alternativa CORRETA.
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Sobre o sistema de alimentação positiva em teares de malharia circular, assinale a alternativa INCORRETA:
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Leia o texto
Entendo que a poesia é negócio de grande responsabilidade e não considero honesto se rotular de poeta quem apenas verseje por dor de cotovelo, falta de dinheiro ou momentânea tomada de contato com a forças líricas do mundo, sem se entregar aos trabalhos cotidianos e secretos da técnica da leitura, da contemplação e mesmo da ação.
(Carlos Drummond de Andrade)
Assinale a alternativa CORRETA em relação ao texto.
Entendo que a poesia é negócio de grande responsabilidade e não considero honesto se rotular de poeta quem apenas verseje por dor de cotovelo, falta de dinheiro ou momentânea tomada de contato com a forças líricas do mundo, sem se entregar aos trabalhos cotidianos e secretos da técnica da leitura, da contemplação e mesmo da ação.
(Carlos Drummond de Andrade)
Assinale a alternativa CORRETA em relação ao texto.
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Assinale a alternativa CORRETA, considerando as frases a seguir.
I. Os pacientes que aguardavam por uma consulta desde as 7 horas foram atendidos.
II. Os alunos, que terminaram a prova antes do intervalo, foram dispensados das últimas aulas.
III. A moça perguntou à prima se ela havia sido convidada para o baile.
I. Os pacientes que aguardavam por uma consulta desde as 7 horas foram atendidos.
II. Os alunos, que terminaram a prova antes do intervalo, foram dispensados das últimas aulas.
III. A moça perguntou à prima se ela havia sido convidada para o baile.
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Considere a leitura do texto a seguir para responder à questão.
Língua em funcionamento
Uma das razões, entre tantas, que explicam os resultados pífios de doze anos de escola, especialmente em testes de leitura, é que muitas práticas escolares são irrelevantes ou banais. Estudos de livros didáticos mostram que ainda se discutem ou analisam frases como “O
menino leu o livro” ou que as atividades de leitura param nas perguntas e respostas óbvias:
“Era uma vez um rapaz que gostava de rock” etc. Responda: Do que gostava o rapaz?
Podem-se fazer coisas mais interessantes. A primeira é analisar textos que ofereçam
verdadeiros problemas, e não nenhum problema, como o exemplificado acima. Se, em vez de
ler “o pato nada na lagoa” (gerações fizeram isso…), os alunos lessem “o pato nada com duas
patas”, o trabalho poderia render um pouco mais, sem cansar ninguém. Ao contrário, até pode
divertir. Se os alunos não sacarem, explica-se que “duas patas” pode designar tanto os membros que o pato movimenta para ir em frente quanto duas fêmeas da mesma espécie que o
acompanham nessa atividade corriqueira. Mas que não se mande, logo em seguida, fazer uma
lista de femininos. Seria deprimente (na verdade, deveria escrever outra palavra).
Espero que ninguém diga que um texto como esse insinua algum tipo de imoralidade ou
que é uma defesa sub-reptícia da poligamia ou da infidelidade matrimonial…
Frases curtas são bons materiais para este tipo de análise [...], porque o controle do
texto pode ser facilitado. Atividades aparentemente banais como esta aguçam a mente dos alunos, e os deixam atentos para ver coisas similares nos textos que devem ler continuamente.
Autor defunto / defunto autor logo deixa de exigir longas explicações.
O poeta é um fingidor (finge dor?) /finge tão completamente (mente?) /que chega a fingir que é dor (fingidor, finge dor) etc. Pode não ser uma leitura a ser defendida em um congresso, mas não ver esses jogos no texto é muito pouco.
Piadinhas oferecem “detalhes” que desenvolvem o ouvido e o cérebro: – O que a célula
disse ao barbeiro? – Mitose. Diversas coisas são interessantes (mas não se trata de nada
transversal…). Mas olhe-se de perto “mitose”. Pode-se sacar a forma “me tose”, que não é
mais uma só palavra nem se escreve com “i”. Claro, pode-se ver também que, se “me tose”
gera uma piada, “tose-me” a impede… Lição de sintaxe do português vivo?
Uma charada como “adora regiões” (dica: estado brasileiro), cuja resposta é Amazonas
revela uma questão semelhante: como saber se “amazonas” é uma palavra ou se são duas?
Se estivermos lendo textos que tratam do Brasil, de seus estados etc., por mais que, ao ler
“amazonas”, o demônio do duplo sentido nos assalte, temos que reprimir esta tentação e ler
uma palavra só. Mas se estamos jogando e não descobrimos que “gosta de” é igual a “ama” e
“regiões” é igual a “zonas”, então estamos ficando com a cabeça seca…
A verdadeira língua não diz sempre “o gato mia” ou “Eva viu a uva” (essa até que é boa,
comparada com a outra), mas é (seria) muito melhor poder ler
- Ave, Eva!
- Ave, Adão”
dividindo as palavras de outra forma na resposta de Eva. No Éden se falava português? Pode
ser que não, mas no reino das piadas, pode ser que sim. E o casal parecia bem humorado, antes de a cobra se meter (epa!).
(POSSENTI, Sírio. Língua em funcionamento. Disponível em: <
http://terramagazine.terra.com.br/blogdosirio/blog/2011/10/20/lingua-em-funcionamento/>. Acesso em 14 fev. 2014).
Com base no texto, assinale V para as afirmações verdadeiras e F para as falsas. Língua em funcionamento
Uma das razões, entre tantas, que explicam os resultados pífios de doze anos de escola, especialmente em testes de leitura, é que muitas práticas escolares são irrelevantes ou banais. Estudos de livros didáticos mostram que ainda se discutem ou analisam frases como “O
menino leu o livro” ou que as atividades de leitura param nas perguntas e respostas óbvias:
“Era uma vez um rapaz que gostava de rock” etc. Responda: Do que gostava o rapaz?
Podem-se fazer coisas mais interessantes. A primeira é analisar textos que ofereçam
verdadeiros problemas, e não nenhum problema, como o exemplificado acima. Se, em vez de
ler “o pato nada na lagoa” (gerações fizeram isso…), os alunos lessem “o pato nada com duas
patas”, o trabalho poderia render um pouco mais, sem cansar ninguém. Ao contrário, até pode
divertir. Se os alunos não sacarem, explica-se que “duas patas” pode designar tanto os membros que o pato movimenta para ir em frente quanto duas fêmeas da mesma espécie que o
acompanham nessa atividade corriqueira. Mas que não se mande, logo em seguida, fazer uma
lista de femininos. Seria deprimente (na verdade, deveria escrever outra palavra).
Espero que ninguém diga que um texto como esse insinua algum tipo de imoralidade ou
que é uma defesa sub-reptícia da poligamia ou da infidelidade matrimonial…
Frases curtas são bons materiais para este tipo de análise [...], porque o controle do
texto pode ser facilitado. Atividades aparentemente banais como esta aguçam a mente dos alunos, e os deixam atentos para ver coisas similares nos textos que devem ler continuamente.
Autor defunto / defunto autor logo deixa de exigir longas explicações.
O poeta é um fingidor (finge dor?) /finge tão completamente (mente?) /que chega a fingir que é dor (fingidor, finge dor) etc. Pode não ser uma leitura a ser defendida em um congresso, mas não ver esses jogos no texto é muito pouco.
Piadinhas oferecem “detalhes” que desenvolvem o ouvido e o cérebro: – O que a célula
disse ao barbeiro? – Mitose. Diversas coisas são interessantes (mas não se trata de nada
transversal…). Mas olhe-se de perto “mitose”. Pode-se sacar a forma “me tose”, que não é
mais uma só palavra nem se escreve com “i”. Claro, pode-se ver também que, se “me tose”
gera uma piada, “tose-me” a impede… Lição de sintaxe do português vivo?
Uma charada como “adora regiões” (dica: estado brasileiro), cuja resposta é Amazonas
revela uma questão semelhante: como saber se “amazonas” é uma palavra ou se são duas?
Se estivermos lendo textos que tratam do Brasil, de seus estados etc., por mais que, ao ler
“amazonas”, o demônio do duplo sentido nos assalte, temos que reprimir esta tentação e ler
uma palavra só. Mas se estamos jogando e não descobrimos que “gosta de” é igual a “ama” e
“regiões” é igual a “zonas”, então estamos ficando com a cabeça seca…
A verdadeira língua não diz sempre “o gato mia” ou “Eva viu a uva” (essa até que é boa,
comparada com a outra), mas é (seria) muito melhor poder ler
- Ave, Eva!
- Ave, Adão”
dividindo as palavras de outra forma na resposta de Eva. No Éden se falava português? Pode
ser que não, mas no reino das piadas, pode ser que sim. E o casal parecia bem humorado, antes de a cobra se meter (epa!).
(POSSENTI, Sírio. Língua em funcionamento. Disponível em: <
http://terramagazine.terra.com.br/blogdosirio/blog/2011/10/20/lingua-em-funcionamento/>. Acesso em 14 fev. 2014).
( ) Sírio Possenti compreende a língua como se fosse um código, um conjunto de signos que se constituem a partir de determinadas regras e deve ser dominado pelos emissores e receptores, em diferentes situações e contextos, para que ocorra a comunicação.
( ) O linguista atenta para a importância de um ensino de língua voltado para seus usos e reflexões e critica atividades que têm aparecido por muito tempo em livros didáticos, que se restringiam à localização e/ou repetição de informações.
( ) Possenti procura chamar atenção para a relevância de determinados gêneros discursivos no ensino de Português e para as frases que, embora curtas, fortalecem a aprendizagem da nomenclatura e da colocação pronominal.
( ) O autor defende que o ensino de Português pode ser feito também com piadas, porque, além de oferecerem divertimento, desenvolvem a percepção e colaboram para um olhar polissêmico a respeito do léxico e da língua.
( ) O pesquisador, apesar de valorizar a gramática normativa, reforça o ensino de língua por meio de textos escritos, os quais são compreendidos como um processo, porque dependem da participação do leitor – aquele que, recriando, vai completar as lacunas.
Assinale a opção que contém a sequência CORRETA de cima para baixo.
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A norma NBR ISO/IEC 17025 é reconhecida como referência para a gestão da qualidade. A ISO/IEC 17025 foi produzida como resultado de ampla experiência na implementação da ISO Guia 25 e da EN 45001 que são canceladas e substituídas de modo a serem utilizados textos idênticos nos níveis internacional e regional.
Assinale a alternativa CORRETA, sobre os objetivos e as modificações introduzidas pela 17025.
Assinale a alternativa CORRETA, sobre os objetivos e as modificações introduzidas pela 17025.
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Com relação à Norma Regulamentadora Nº 05, CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, assinale a alternativa CORRETA.
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Conforme NR 07, que estabelece os parâmetros mínimos e diretrizes gerais a serem observados na execução do PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, este deve incluir, entre outros, a realização obrigatória de exames médicos.
As alternativas abaixo apresentam esses exames, EXCETO uma delas, assinale-a.
As alternativas abaixo apresentam esses exames, EXCETO uma delas, assinale-a.
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