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Foram encontradas 50 questões.

3366837 Ano: 2024
Disciplina: Design Gráfico
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-SC

Sobre determinado elemento do desenho, analise as características abaixo:

  1. É a unidade de comunicação visual mais simples e irredutivelmente mínima.
  2. Como elemento conceitual, indica posição.
  3. É considerado um elemento de origem.
  4. Pode representar o início e o fim de uma linha e está onde duas linhas se cruzam.

As características acima definem o(a):

 

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Beatriz é servidora pública de uma autarquia federal há seis meses, estando ainda em estágio probatório. Ocorre que, em razão de seu bom desempenho, ela foi chamada por seu superior para exercer a função de chefia em um setor da autarquia. Nos termos da Lei nº 8.112/1990, assinale a alternativa correta sobre o caso.

 

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3366735 Ano: 2024
Disciplina: Organização de Eventos
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-SC

Martins (2011), ao abordar a mediação cultural, trata de alguns conceitos básicos de uma ação mediadora. São eles:

I. Nutrição estética.

II. Curadoria educativa.

III. Ação propositora.

IV. Racionalidade criativa.

Quais estão corretos?

 

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3366734 Ano: 2024
Disciplina: Organização de Eventos
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-SC

Sobre a a/r/tografia, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Foi iniciada na Universidade de British Columbia e entende a docência das artes e da cultura visual como um processo de pesquisa.

( ) É um exemplo de pesquisa que se torna suficiente para a perspectiva da Pesquisa Educacional Baseada em Arte (PEBA) quando insere a imagem como uma ilustração do elemento textual.

( ) É uma nova forma de pesquisa que considera o papel de artistas, professores e pesquisadores.

( ) Não realiza produção artística durante o percurso da investigação, pois a arte é utilizada apenas como dados para análise.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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A vida nas primeiras cidades áridas do Brasil

Por Juliana Faddul

  1. João Eulalio, 82 anos, obedece a uma rotina rigorosa. Desde a juventude, levanta todos os
  2. dias ___ 4h30, sem recorrer a galo ou despertador, e começa a trabalhar sua roça. “Consigo
  3. contar nos dedos as vezes em que não levantei a essa hora”, diz. Eulalio planta feijão, cebola,
  4. amendoim, mandioca e pastoreia caprinos. Na Comunidade Quilombola Curral da Pedra, em
  5. Abaré (BA), comenta-se que ele é “tão trabalhador que nem se casou”. Mora até hoje com a
  6. irmã, de 74 anos, na casa de taipa onde passaram a infância e onde o pai também foi criado.
  7. “Antes a terra aqui era muito boa. Tudo que plantava, brotava. Eu sigo fazendo como meus
  8. pais me ensinaram, mas agora a terra está estranha, não brota como antes”, diz Eulalio,
  9. enquanto manuseia uma enxada. “A qualidade do que plantamos, e que se torna comida nos
  10. nossos pratos, está pior. A quantidade de colheita está menor. Eu não sei o que está
  11. acontecendo”.
  12. Eulalio pode não saber, mas o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Centro
  13. Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) sabem. Em novembro
  14. de 2023, os dois institutos detectaram pela primeira vez a existência de clima árido no
  15. Brasil. A área afetada por esse fenômeno inédito é concentrada principalmente no sertão baiano
  16. e perpassa, de forma integral ou parcial, o território de doze cidades.
  17. A aridez detectada pelos pesquisadores se espalha por uma área de 5.592,6 km² –
  18. aproximadamente quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Abaré, onde João Eulalio
  19. vive, já tem 34% de seu território degradado de forma crítica pela desertificação. É o maior
  20. percentual dentre os municípios atingidos. A lista é seguida por Chorrochó (23,6%), Macururé
  21. (14,5%), Juazeiro (10,9%), Sobradinho (10,89%) e Rodelas (10,67%).
  22. Para que os pesquisadores não sejam induzidos ___ falsas conclusões – como, por exemplo,
  23. confundir o processo de desertificação com uma seca excepcionalmente forte –, esse
  24. levantamento compara imagens de satélites produzidas em intervalos de trinta anos, sendo
  25. possível diferenciar as mudanças consistentes ao longo do tempo e as episódicas. Essa
  26. metodologia começou a ser aplicada nos anos 1960. Desde 2005, contudo, o governo federal
  27. não produzia um estudo com base nelas. Foi para superar essa defasagem que o Ministério do
  28. Meio Ambiente encomendou a nova análise.
  29. A paisagem dos municípios desertificados não é como alguns podem imaginar: um
  30. mundaréu de areia, com alguns poucos coqueiros e, aqui e ali, um oásis. São, em vez disso,
  31. pequenas cidades interioranas onde a vida segue de forma mais ou menos normal. Ainda ___
  32. vegetação, mamíferos pastando e hortas com vegetais. Pessoas mais sensíveis sentem
  33. ressecamento nos lábios e nas mãos, como em Brasília, nos momentos mais duros da seca anual.

(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/cidades-aridas-brasil-desertificacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “Eu sigo fazendo como meus pais me ensinaram, mas agora a terra está estranha, não brota como antes”, retirado do texto, se o pronome pessoal sublinhado fosse substituído por sua forma plural, quantas outras alterações seriam necessárias no trecho para manter a correta concordância?

 

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A vida nas primeiras cidades áridas do Brasil

Por Juliana Faddul

  1. João Eulalio, 82 anos, obedece a uma rotina rigorosa. Desde a juventude, levanta todos os
  2. dias ___ 4h30, sem recorrer a galo ou despertador, e começa a trabalhar sua roça. “Consigo
  3. contar nos dedos as vezes em que não levantei a essa hora”, diz. Eulalio planta feijão, cebola,
  4. amendoim, mandioca e pastoreia caprinos. Na Comunidade Quilombola Curral da Pedra, em
  5. Abaré (BA), comenta-se que ele é “tão trabalhador que nem se casou”. Mora até hoje com a
  6. irmã, de 74 anos, na casa de taipa onde passaram a infância e onde o pai também foi criado.
  7. “Antes a terra aqui era muito boa. Tudo que plantava, brotava. Eu sigo fazendo como meus
  8. pais me ensinaram, mas agora a terra está estranha, não brota como antes”, diz Eulalio,
  9. enquanto manuseia uma enxada. “A qualidade do que plantamos, e que se torna comida nos
  10. nossos pratos, está pior. A quantidade de colheita está menor. Eu não sei o que está
  11. acontecendo”.
  12. Eulalio pode não saber, mas o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Centro
  13. Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) sabem. Em novembro
  14. de 2023, os dois institutos detectaram pela primeira vez a existência de clima árido no
  15. Brasil. A área afetada por esse fenômeno inédito é concentrada principalmente no sertão baiano
  16. e perpassa, de forma integral ou parcial, o território de doze cidades.
  17. A aridez detectada pelos pesquisadores se espalha por uma área de 5.592,6 km² –
  18. aproximadamente quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Abaré, onde João Eulalio
  19. vive, já tem 34% de seu território degradado de forma crítica pela desertificação. É o maior
  20. percentual dentre os municípios atingidos. A lista é seguida por Chorrochó (23,6%), Macururé
  21. (14,5%), Juazeiro (10,9%), Sobradinho (10,89%) e Rodelas (10,67%).
  22. Para que os pesquisadores não sejam induzidos ___ falsas conclusões – como, por exemplo,
  23. confundir o processo de desertificação com uma seca excepcionalmente forte –, esse
  24. levantamento compara imagens de satélites produzidas em intervalos de trinta anos, sendo
  25. possível diferenciar as mudanças consistentes ao longo do tempo e as episódicas. Essa
  26. metodologia começou a ser aplicada nos anos 1960. Desde 2005, contudo, o governo federal
  27. não produzia um estudo com base nelas. Foi para superar essa defasagem que o Ministério do
  28. Meio Ambiente encomendou a nova análise.
  29. A paisagem dos municípios desertificados não é como alguns podem imaginar: um
  30. mundaréu de areia, com alguns poucos coqueiros e, aqui e ali, um oásis. São, em vez disso,
  31. pequenas cidades interioranas onde a vida segue de forma mais ou menos normal. Ainda ___
  32. vegetação, mamíferos pastando e hortas com vegetais. Pessoas mais sensíveis sentem
  33. ressecamento nos lábios e nas mãos, como em Brasília, nos momentos mais duros da seca anual.

(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/cidades-aridas-brasil-desertificacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a regência verbal e o acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 02, 22 e 31.

 

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A vida nas primeiras cidades áridas do Brasil

Por Juliana Faddul

  1. João Eulalio, 82 anos, obedece a uma rotina rigorosa. Desde a juventude, levanta todos os
  2. dias ___ 4h30, sem recorrer a galo ou despertador, e começa a trabalhar sua roça. “Consigo
  3. contar nos dedos as vezes em que não levantei a essa hora”, diz. Eulalio planta feijão, cebola,
  4. amendoim, mandioca e pastoreia caprinos. Na Comunidade Quilombola Curral da Pedra, em
  5. Abaré (BA), comenta-se que ele é “tão trabalhador que nem se casou”. Mora até hoje com a
  6. irmã, de 74 anos, na casa de taipa onde passaram a infância e onde o pai também foi criado.
  7. “Antes a terra aqui era muito boa. Tudo que plantava, brotava. Eu sigo fazendo como meus
  8. pais me ensinaram, mas agora a terra está estranha, não brota como antes”, diz Eulalio,
  9. enquanto manuseia uma enxada. “A qualidade do que plantamos, e que se torna comida nos
  10. nossos pratos, está pior. A quantidade de colheita está menor. Eu não sei o que está
  11. acontecendo”.
  12. Eulalio pode não saber, mas o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Centro
  13. Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) sabem. Em novembro
  14. de 2023, os dois institutos detectaram pela primeira vez a existência de clima árido no
  15. Brasil. A área afetada por esse fenômeno inédito é concentrada principalmente no sertão baiano
  16. e perpassa, de forma integral ou parcial, o território de doze cidades.
  17. A aridez detectada pelos pesquisadores se espalha por uma área de 5.592,6 km² –
  18. aproximadamente quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Abaré, onde João Eulalio
  19. vive, já tem 34% de seu território degradado de forma crítica pela desertificação. É o maior
  20. percentual dentre os municípios atingidos. A lista é seguida por Chorrochó (23,6%), Macururé
  21. (14,5%), Juazeiro (10,9%), Sobradinho (10,89%) e Rodelas (10,67%).
  22. Para que os pesquisadores não sejam induzidos ___ falsas conclusões – como, por exemplo,
  23. confundir o processo de desertificação com uma seca excepcionalmente forte –, esse
  24. levantamento compara imagens de satélites produzidas em intervalos de trinta anos, sendo
  25. possível diferenciar as mudanças consistentes ao longo do tempo e as episódicas. Essa
  26. metodologia começou a ser aplicada nos anos 1960. Desde 2005, contudo, o governo federal
  27. não produzia um estudo com base nelas. Foi para superar essa defasagem que o Ministério do
  28. Meio Ambiente encomendou a nova análise.
  29. A paisagem dos municípios desertificados não é como alguns podem imaginar: um
  30. mundaréu de areia, com alguns poucos coqueiros e, aqui e ali, um oásis. São, em vez disso,
  31. pequenas cidades interioranas onde a vida segue de forma mais ou menos normal. Ainda ___
  32. vegetação, mamíferos pastando e hortas com vegetais. Pessoas mais sensíveis sentem
  33. ressecamento nos lábios e nas mãos, como em Brasília, nos momentos mais duros da seca anual.

(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/cidades-aridas-brasil-desertificacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação aos efeitos de sentido presentes no trecho “A paisagem dos municípios desertificados não é como alguns podem imaginar: um mundaréu de areia, com alguns poucos coqueiros e, aqui e ali, um oásis. São, em vez disso, pequenas cidades interioranas onde a vida segue de forma mais ou menos normal.”, assinale a alternativa correta.

 

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A vida nas primeiras cidades áridas do Brasil

Por Juliana Faddul

  1. João Eulalio, 82 anos, obedece a uma rotina rigorosa. Desde a juventude, levanta todos os
  2. dias ___ 4h30, sem recorrer a galo ou despertador, e começa a trabalhar sua roça. “Consigo
  3. contar nos dedos as vezes em que não levantei a essa hora”, diz. Eulalio planta feijão, cebola,
  4. amendoim, mandioca e pastoreia caprinos. Na Comunidade Quilombola Curral da Pedra, em
  5. Abaré (BA), comenta-se que ele é “tão trabalhador que nem se casou”. Mora até hoje com a
  6. irmã, de 74 anos, na casa de taipa onde passaram a infância e onde o pai também foi criado.
  7. “Antes a terra aqui era muito boa. Tudo que plantava, brotava. Eu sigo fazendo como meus
  8. pais me ensinaram, mas agora a terra está estranha, não brota como antes”, diz Eulalio,
  9. enquanto manuseia uma enxada. “A qualidade do que plantamos, e que se torna comida nos
  10. nossos pratos, está pior. A quantidade de colheita está menor. Eu não sei o que está
  11. acontecendo”.
  12. Eulalio pode não saber, mas o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Centro
  13. Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) sabem. Em novembro
  14. de 2023, os dois institutos detectaram pela primeira vez a existência de clima árido no
  15. Brasil. A área afetada por esse fenômeno inédito é concentrada principalmente no sertão baiano
  16. e perpassa, de forma integral ou parcial, o território de doze cidades.
  17. A aridez detectada pelos pesquisadores se espalha por uma área de 5.592,6 km² –
  18. aproximadamente quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Abaré, onde João Eulalio
  19. vive, já tem 34% de seu território degradado de forma crítica pela desertificação. É o maior
  20. percentual dentre os municípios atingidos. A lista é seguida por Chorrochó (23,6%), Macururé
  21. (14,5%), Juazeiro (10,9%), Sobradinho (10,89%) e Rodelas (10,67%).
  22. Para que os pesquisadores não sejam induzidos ___ falsas conclusões – como, por exemplo,
  23. confundir o processo de desertificação com uma seca excepcionalmente forte –, esse
  24. levantamento compara imagens de satélites produzidas em intervalos de trinta anos, sendo
  25. possível diferenciar as mudanças consistentes ao longo do tempo e as episódicas. Essa
  26. metodologia começou a ser aplicada nos anos 1960. Desde 2005, contudo, o governo federal
  27. não produzia um estudo com base nelas. Foi para superar essa defasagem que o Ministério do
  28. Meio Ambiente encomendou a nova análise.
  29. A paisagem dos municípios desertificados não é como alguns podem imaginar: um
  30. mundaréu de areia, com alguns poucos coqueiros e, aqui e ali, um oásis. São, em vez disso,
  31. pequenas cidades interioranas onde a vida segue de forma mais ou menos normal. Ainda ___
  32. vegetação, mamíferos pastando e hortas com vegetais. Pessoas mais sensíveis sentem
  33. ressecamento nos lábios e nas mãos, como em Brasília, nos momentos mais duros da seca anual.

(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/cidades-aridas-brasil-desertificacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “A aridez detectada pelos pesquisadores se espalha por uma área de 5.592,6 km²”, a expressão sublinhada exerce a função sintática de:

 

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A vida nas primeiras cidades áridas do Brasil

Por Juliana Faddul

  1. João Eulalio, 82 anos, obedece a uma rotina rigorosa. Desde a juventude, levanta todos os
  2. dias ___ 4h30, sem recorrer a galo ou despertador, e começa a trabalhar sua roça. “Consigo
  3. contar nos dedos as vezes em que não levantei a essa hora”, diz. Eulalio planta feijão, cebola,
  4. amendoim, mandioca e pastoreia caprinos. Na Comunidade Quilombola Curral da Pedra, em
  5. Abaré (BA), comenta-se que ele é “tão trabalhador que nem se casou”. Mora até hoje com a
  6. irmã, de 74 anos, na casa de taipa onde passaram a infância e onde o pai também foi criado.
  7. “Antes a terra aqui era muito boa. Tudo que plantava, brotava. Eu sigo fazendo como meus
  8. pais me ensinaram, mas agora a terra está estranha, não brota como antes”, diz Eulalio,
  9. enquanto manuseia uma enxada. “A qualidade do que plantamos, e que se torna comida nos
  10. nossos pratos, está pior. A quantidade de colheita está menor. Eu não sei o que está
  11. acontecendo”.
  12. Eulalio pode não saber, mas o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Centro
  13. Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) sabem. Em novembro
  14. de 2023, os dois institutos detectaram pela primeira vez a existência de clima árido no
  15. Brasil. A área afetada por esse fenômeno inédito é concentrada principalmente no sertão baiano
  16. e perpassa, de forma integral ou parcial, o território de doze cidades.
  17. A aridez detectada pelos pesquisadores se espalha por uma área de 5.592,6 km² –
  18. aproximadamente quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Abaré, onde João Eulalio
  19. vive, já tem 34% de seu território degradado de forma crítica pela desertificação. É o maior
  20. percentual dentre os municípios atingidos. A lista é seguida por Chorrochó (23,6%), Macururé
  21. (14,5%), Juazeiro (10,9%), Sobradinho (10,89%) e Rodelas (10,67%).
  22. Para que os pesquisadores não sejam induzidos ___ falsas conclusões – como, por exemplo,
  23. confundir o processo de desertificação com uma seca excepcionalmente forte –, esse
  24. levantamento compara imagens de satélites produzidas em intervalos de trinta anos, sendo
  25. possível diferenciar as mudanças consistentes ao longo do tempo e as episódicas. Essa
  26. metodologia começou a ser aplicada nos anos 1960. Desde 2005, contudo, o governo federal
  27. não produzia um estudo com base nelas. Foi para superar essa defasagem que o Ministério do
  28. Meio Ambiente encomendou a nova análise.
  29. A paisagem dos municípios desertificados não é como alguns podem imaginar: um
  30. mundaréu de areia, com alguns poucos coqueiros e, aqui e ali, um oásis. São, em vez disso,
  31. pequenas cidades interioranas onde a vida segue de forma mais ou menos normal. Ainda ___
  32. vegetação, mamíferos pastando e hortas com vegetais. Pessoas mais sensíveis sentem
  33. ressecamento nos lábios e nas mãos, como em Brasília, nos momentos mais duros da seca anual.

(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/cidades-aridas-brasil-desertificacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base na leitura do texto, qual é a principal evidência apontada por João Eulálio para justificar a mudança na qualidade de vida em sua comunidade?

 

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São modalidades de cursos abrangidas pela educação profissional e tecnológica:

I. Formação inicial e continuada ou qualificação profissional.

II. Educação profissional técnica de nível médio.

III. Formação técnica industrial.

IV. Educação profissional tecnológica de graduação e pós-graduação.

V. Extensão educacional.

Quais estão corretas?

Questão Anulada

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