Foram encontradas 50 questões.
A respeito de aplicativos e procedimentos de internet e intranet, julgue os itens a seguir com (V) VERDADEIRO ou (F) FALSO.
( ) O FTP é um protocolo utilizado para transferência de arquivos.
( ) Cookies são um tipo de ameaça para roubar informações pessoais armazenadas na memória volátil do computador.
( ) Download é o nome dado ao procedimento para cópia local de um arquivo localizado em um computador ou dispositivo remoto.
( ) Cookies são um tipo de ameaça para roubar informações pessoais armazenadas na memória volátil do computador.
( ) Download é o nome dado ao procedimento para cópia local de um arquivo localizado em um computador ou dispositivo remoto.
Assinale a seguir as alternativas que indicam, respectivamente, os itens julgados
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
O Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei n. 8.069/1990 – prevê em seu artigo 53 que todas as crianças e adolescentes têm direito à educação visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. Para isso são asseguradas algumas condições e direitos. Leia as afirmativas a seguir e verifique qual (is) é (são) verdadeira (s) e/ ou qual (is) é (são) falsa (s):
( ) Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
( ) Direito de ser respeitado por seus educadores.
( ) Acesso à escola pública ou privada de acordo com as orientações da Secretaria E stadual ou Municipal de E ducação. No caso do Distrito Federal da Secretaria de E ducação do DF.
( ) Direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores.
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COMO O MUNDO COMEÇOU
Dona Benta era uma senhora de muita leitura; além de ter uma biblioteca de várias centenas de volumes, ainda recebia, dum livreiro da capital, as novidades mais interessantes do mundo.
Uma tarde o correio trouxe-lhe a História do mundo para crianças, de V.M.Hillyer, diretor da Calvert School, de Baltimore.
Dona Benta leu o livro com cara de quem estava gostando; depois folheou e releu vários volumes da sua biblioteca que tratavam de assuntos semelhantes e disse consigo: “Bela ideia! A história do mundo é um verdadeiro romance que pode muito bem ser contado às crianças. Meninos assim da idade do Pedrinho e Narizinho estou certa de que hão de gostar e aproveitar bastante”.
E, voltando para a criançada:
Olhem, vamos ter novidades amanhã. U ma história nova que vou contar, muito comprida…
De urso que vira príncipe? - quis saber a Emilia.
Não. A história que vou contar é a história do mundo, ou universal.
Às sete horas em ponto, no dia seguinte, estavam todos reunidos na sala de jantar. Todos, menos três: Rabicó, que não queria aprender coisa nenhuma; o rinoceronte que era muito grande para caber lá dentro; e o Doutor Livingstone, que já estava outro (com esse sábio, tinha acontecido um fenômeno maravilhoso: começara a mudar de aspecto, a transformar-se em outra pessoa, até que um dia amanheceu de novo virado no velho Visconde de Sabugosa!). E foi diante do bandinho quase completo que Dona Benta começou.
Há muito, muito tempo – disse ela – há milhões e milhões de anos, não existia gente nesta Terra e, portanto não existiam casas, nem nenhuma das coisas que só existem onde há gente, como cidades, estradas de ferro, pontes, automóveis e tudo mais que se vê no mundo de hoje.
Que é que havia então? – perguntaram todos. – Animais selvagens. Ursos e lobos, pássaros e borboletas, rãs e cobras, tartarugas e peixes. Mas milhões de anos antes, nem isso havia no mundo. Apenas havia plantas.
E mais antes ainda não havia nem plantas, aposto! – gritou Pedrinho erguendo o dedo.
Isso mesmo – confirmou Dona Benta. M ais antes ainda, não havia no mundo nem gente, nem animais, nem plantas. Só havia rochas e águas. Pedra e água – só, só, só. O que não era água era pedra, e o que não era pedra era água.
E antes desse tempo, vovó?
Antes, muito antes desse tempo, não havia nada, porque não havia mundo – o nosso mundo. Havia, entretanto, estrelas no espaço, isto é, enormes massas de fogo – enormes bolas de metais derretidas, refervendo. O sol, este nosso sol de todos os dias, era uma das tais estrelas.
Mas naquele tempo o sol não se apresentava tão sossegado como o vemos hoje. Estava ainda num período de tremenda fervura, com explosões de tal violência que por várias vezes enormes espirros da sua massa de fogo se despregavam, eram arremessadas a grandes distâncias e ficavam no espaço, girando sozinhos, como se fossem outros tantos astros novos. [...]
(LOBATO, Monteiro. História do Mundo
Para as Crianças: fragmento de Como o nosso mundo começou. 6.ed. São Paulo: Brasiliense, 1994).
No terceiro parágrafo, em “Dona Benta leu o livro com cara de quem estava gostando”, pode-se dizer que:
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Em atenção ao que dispõe o Decreto n. 5.825, de 29 de junho de 2006, é possível afirmar que o Plano de Desenvolvimento dos Integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico- Administrativos em Educação será definido visando a garantir:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
O Código de Ética do Servidor Público (Decreto n. 1.171/94) estabelece, que a moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre:
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A partir de 2015, as contas de energia passaram a trazer uma novidade: o sistema de Bandeiras Tarifárias. O sistema possui três bandeiras: verde, amarela e vermelha - as mesmas cores dos semáforos – e indicam se a energia custa mais ou menos, em função das condições de geração de eletricidade: Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo; Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,015 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos; Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,030 para cada quilowatt-hora (kWh) consumido. Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,045 para cada quilowatt-hora (kWh) consumido.
(fonte: Aneel -http://www.aneel.gov.br – consultado em março de 2016)
Se uma família consumiu 200 kWh em determinado mês, em que esteja vigente a bandeira amarela e sabendo que cada quilowatt-hora custa R$0,70, qual será o valor da conta de energia desta família neste mês?
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A Lei n. 8.112, de 11 de dezembro de 1990, no Capítulo II, das Vantagens, indica que além do vencimento, poderão ser pagas ao servidor as seguintes vantagens: Indenizações, Gratificações e Adicionais. Neves, que mora em Presidente Bernardes- SP, é servidor público efetivo ocupante do cargo de Professor em exercício no Instituto Federal de São Paulo, Câmpus Presidente Epitácio. Após 20 anos de excelentes serviços prestados, Neves foi nomeado por meio de portaria do magnífico Reitor para ocupar função de direção de Pró -Reitor de Ensino, a ser exercida na sede da Reitoria em São Paulo, onde Neves passará a morar.
Considerando a legislação citada e os dados informados, indique a alternativa que apresenta as vantagens que poderiam ser pagas a Neves em razão da sua nomeação para assumir o referido cargo.
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Marcela nunca sabe o que responder quando lhe perguntam o número de sua matrícula. Isso porque ela realiza o Ensino Médio durante o período matutino e o curso Técnico no período vespertino, muito embora apesar de tratar-se da mesma escola, possuir matrículas diferentes para cada curso.
Sendo assim e, considerando o que a LDB traz por modalidades de oferta para a Educação Profissional de Nível Médio pode-se dizer que Marcela está inscrita em curso:
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Indique qual alternativa apresenta os pares de palavras acentuados pelos mesmos motivos.
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COMO O MUNDO COMEÇOU
Dona Benta era uma senhora de muita leitura; além de ter uma biblioteca de várias centenas de volumes, ainda recebia, dum livreiro da capital, as novidades mais interessantes do mundo.
Uma tarde o correio trouxe-lhe a História do mundo para crianças, de V.M.Hillyer, diretor da Calvert School, de Baltimore.
Dona Benta leu o livro com cara de quem estava gostando; depois folheou e releu vários volumes da sua biblioteca que tratavam de assuntos semelhantes e disse consigo: “Bela ideia! A história do mundo é um verdadeiro romance que pode muito bem ser contado às crianças. Meninos assim da idade do Pedrinho e Narizinho estou certa de que hão de gostar e aproveitar bastante”.
E, voltando para a criançada:
Olhem, vamos ter novidades amanhã. Uma história nova que vou contar, muito comprida…
De urso que vira príncipe? - quis saber a Emilia.
Não. A história que vou contar é a história do mundo, ou universal.
Às sete horas em ponto, no dia seguinte, estavam todos reunidos na sala de jantar. Todos, menos três: Rabicó, que não queria aprender coisa nenhuma; o rinoceronte que era muito grande para caber lá dentro; e o Doutor Livingstone, que já estava outro (com esse sábio, tinha acontecido um fenômeno maravilhoso: começara a mudar de aspecto, a transformar-se em outra pessoa, até que um dia amanheceu de novo virado no velho Visconde de Sabugosa!). E foi diante do bandinho quase completo que Dona Benta começou.
Há muito, muito tempo – disse ela – há milhões e milhões de anos, não existia gente nesta Terra e, portanto não existiam casas, nem nenhuma das coisas que só existem onde há gente, como cidades, estradas de ferro, pontes, automóveis e tudo mais que se vê no mundo de hoje.
Que é que havia então? – perguntaram todos. – Animais selvagens. Ursos e lobos, pássaros e borboletas, rãs e cobras, tartarugas e peixes. Mas milhões de anos antes, nem isso havia no mundo. Apenas havia plantas.
E mais antes ainda não havia nem plantas, aposto! – gritou Pedrinho erguendo o dedo.
Isso mesmo – confirmou Dona Benta. M ais antes ainda, não havia no mundo nem gente, nem animais, nem plantas. Só havia rochas e águas. Pedra e água – só, só, só. O que não era água era pedra, e o que não era pedra era água.
E antes desse tempo, vovó?
Antes, muito antes desse tempo, não havia nada, porque não havia mundo – o nosso mundo. Havia, entretanto, estrelas no espaço, isto é, enormes massas de fogo – enormes bolas de metais derretidas, refervendo. O sol, este nosso sol de todos os dias, era uma das tais estrelas.
Mas naquele tempo o sol não se apresentava tão sossegado como o vemos hoje. Estava ainda num período de tremenda fervura, com explosões de tal violência que por várias vezes enormes espirros da sua massa de fogo se despregavam, eram arremessadas a grandes distâncias e ficavam no espaço, girando sozinhos, como se fossem outros tantos astros novos. [...]
(LOBATO, Monteiro. História do Mundo
Para as Crianças: fragmento de Como o nosso mundo começou. 6.ed. São Paulo: Brasiliense, 1994).
Monteiro Lobato, em Sítio do Pica-pau Amarelo, sua obra mais divulgada, narrava, na maior parte das vezes, as aventuras dos netos de Dona Benta: Pedrinho e Narizinho. Essas aventuras, ou eram vividas em um mundo fantástico criado pelas crianças, ou eram desencadeadas pelas histórias contadas por Dona Benta no começo da noite.
No texto, o trecho que melhor justifica a atitude de Dona Benta ao contar a história do mundo para os netos é:
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