Foram encontradas 50 questões.
Considere as seguintes proposições:
I. 103 é um múltiplo de 3 ou 111 é um número primo.
II . Todo quadrado é um retângulo e 8 é um cubo perfeito.
II . Todo quadrado é um retângulo e 8 é um cubo perfeito.
Logo, os valores lógicos dessas proposições são,respectivamente:
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São considerados efeitos da calagem, EXCETO:
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“Para nós, em última instância, adaptar-se é morrer. Estar adaptado significa estar acomodado, circunscrito a uma determinada situação, recluso em uma posição específica; adaptar-se é, sobretudo, conformar-se (acatar a forma), ou seja, submeter- se (...)”.
CORTELLA, Mario Sergio. A Escola e o Conhecimento. Cortez Editora: São Paulo, 1998. p. 39.
Por partilhar determinadas características, tais como a ______________, o excerto assemelha-se ao gênero _________.
Assinale a alternativa que corretamente preenche as lacunas:
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Diversas técnicas e métodos podem auxiliar e maximizar a produção animal de forma geral, independentemente da espécie. As principais técnicas empregadas para auxiliar o melhoramento genético dos animais estão na seguinte sentença:
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Observe a imagem a seguir:

Disponível em: <http://mulhervintage.com/2015/12/07/ uma-virgula-muda-tudo/> Acesso em 27 mar. 2016. “Adaptado”
Na frase, o humor decorre de que deveria haver uma vírgula antes da palavra “gente”, pois:
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De acordo com o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais (Lei 8.112, de 11 de novembro, de 1990), considere as afirmativas:
I. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em lei;
II . A posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento;
III . No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública;
IV . Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo.
Estão corretas :
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Uma semeadora- adubadora tem 3 linhas e espaçamento de 0,8 m, com uma roda motriz de 1,3 m de perímetro. A recomendação do agrônomo é que você obtenha um stand de 60.000 plantas/ha caindo 500 kg/ha de fertilizante. Qual será a quantidade de sementes e adubo, respectivamente, em um teste dando 10 voltas da roda motriz, sabendo que a semente possui germinação de 95%, pureza de 98% e índice de sobrevivência de 90%?
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A planilha abaixo foi criada no aplicativo LibreOffifi ce Calc (BR).

Nela estão os consumos dos departamentos R, S e T para cada insumo num determinado período.
Na célula E3 foi inserida a função SOMA que calcula o somatório do insumo W consumido pelos três departamentos. Copiou-se essa expressão para as células E4, E5 e E6.
Nas células F3, F4, F5 e F6 foram feitos procedimentos semelhantes, porém utilizando-se a função MÉDIA.
A partir dessas informações a célula:
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Morar no campo e a
“qualidade de vida ”
Luis Gonzaga Fragoso
Moro numa chácara. Lugar com verde exuberante. Tucano, beija-flor, quero-quero, e mais uma infinidade de pássaros fazem o pano de fundo musical.
Para terem uma ideia do sossego, escrevo em pleno dia de Carnaval. O praticumbum- bungurundum do vizinho durou meia hora, se muito.
Volta e meia, um visitante solta o comentário: “Aqui, sim, vocês têm qualidade de vida!”.
Ao ouvir isso pela primeira vez – há seis anos –, pensei, todo pimpão: “É verdade!”.
Da segunda vez em diante, comecei a ficar encafifado. Cada vez mais, a frase me cheira a slogan publicitário. Lenga-lenga de anúncio de condomínio fechado.
Que diabos significa ter “qualidade de vida”? Respirar ar puro? Viver sem estresse? Poder desacelerar o ritmo de trabalho?
Em tese, isso tudo acontece. Mas… a decisão de deixar a metrópole para morar no campo fará de mim um cara zen, com uma rotina tambémzen? Ora, a própria natureza do meu trabalho pode me transformar, fácil, num “workaholic”.
A mera mudança de paisagem, estar rodeado de verde em vez de concreto, pode muito bem ser inócua. Exemplo disso: nosso ex-vizinho, da primeira chácara em que moramos, era a antítese da imagem que se faz do homem do campo. Estressado como só ele. E já morava ali há 15 anos!
Aliás, não é incomum que, engatado à frase que louva nossa “qualidade de vida”, apareça o comentário: “Bendita hora que vocês saíram daquele inferno que é São Paulo”.
Pigarro. Pigarro duplo. Pois o que me levou a deixar a metrópole nada tem a ver com estar farto dos problemas da cidade. Aconteceu de estarmos disponíveis para os movimentos do universo. Numa bela manhã, minha mulher e eu viemos visitar uma chácara, e nossa intuição sussurrou: “Este lugar é pra vocês, e este é o momento, venham pra cá!”. E m dois meses mudamos, de mala e cuia.
Saí em paz com a metrópole, e nela voltaria a morar, caso necessário. Adoro o lufa-lufa de São Paulo. Mas também adoro as várias pausas que cultivo aqui. Movimento e repouso, essa dança me faz muito bem.
O problema básico na busca da “qualidade de vida” me parece ser a crença do indivíduo de que um fator externo – paisagem física, silêncio, distância distância considerável de vizinhos, etc – pode operar uma mágica em sua vida. Bobagem. E nessa crença está embutido um condicionamento nocivo: o hábito de culpar as circunstâncias externas e a paisagem física por suas frustrações. Com isso, evita-se assumir uma responsabilidade que demanda energia e empenho – mudar o que não lhe agrada e que o faz infeliz.
Mas, da próxima vez que me deparar com o louvor à tal “qualidade de vida”, posso poupar meu visitante deste discurso verborrágico que você, paciente leitor, acaba de aturar. A ideia é sair à francesa e colocar o CD Refavela de Gilberto Gil para tocar baixinho, na faixa Aqui Agora, cujo refrão sintetiza isso tudo: O melhor lugar do mundo é aqui e agora.
Disponível em: e-qualidade-de-vida/>. Acesso em: mar. 2016.
Identifique o item que melhor expressa a ideia central do texto de Luis Gonzaga Fragoso:
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Morar no campo e a
“qualidade de vida ”
Luis Gonzaga Fragoso
Moro numa chácara. Lugar com verde exuberante. Tucano, beija-flor, quero-quero, e mais uma infinidade de pássaros fazem o pano de fundo musical.
Para terem uma ideia do sossego, escrevo em pleno dia de Carnaval. O praticumbum- bungurundum do vizinho durou meia hora, se muito.
Volta e meia, um visitante solta o comentário: “Aqui, sim, vocês têm qualidade de vida!”.
Ao ouvir isso pela primeira vez – há seis anos –, pensei, todo pimpão: “É verdade!”.
Da segunda vez em diante, comecei a ficar encafifado. Cada vez mais, a frase me cheira a slogan publicitário. Lenga-lenga de anúncio de condomínio fechado.
Que diabos significa ter “qualidade de vida”? Respirar ar puro? Viver sem estresse? Poder desacelerar o ritmo de trabalho?
Em tese, isso tudo acontece. Mas… a decisão de deixar a metrópole para morar no campo fará de mim um cara zen, com uma rotina tambémzen? Ora, a própria natureza do meu trabalho pode me transformar, fácil, num “workaholic”.
A mera mudança de paisagem, estar rodeado de verde em vez de concreto, pode muito bem ser inócua. Exemplo disso: nosso ex-vizinho, da primeira chácara em que moramos, era a antítese da imagem que se faz do homem do campo. Estressado como só ele. E já morava ali há 15 anos!
Aliás, não é incomum que, engatado à frase que louva nossa “qualidade de vida”, apareça o comentário: “Bendita hora que vocês saíram daquele inferno que é São Paulo”.
Pigarro. Pigarro duplo. Pois o que me levou a deixar a metrópole nada tem a ver com estar farto dos problemas da cidade. Aconteceu de estarmos disponíveis para os movimentos do universo. Numa bela manhã, minha mulher e eu viemos visitar uma chácara, e nossa intuição sussurrou: “Este lugar é pra vocês, e este é o momento, venham pra cá!”. E m dois meses mudamos, de mala e cuia.
Saí em paz com a metrópole, e nela voltaria a morar, caso necessário. Adoro o lufa-lufa de São Paulo. Mas também adoro as várias pausas que cultivo aqui. Movimento e repouso, essa dança me faz muito bem.
O problema básico na busca da “qualidade de vida” me parece ser a crença do indivíduo de que um fator externo – paisagem física, silêncio, distância distância considerável de vizinhos, etc – pode operar uma mágica em sua vida. Bobagem. E nessa crença está embutido um condicionamento nocivo: o hábito de culpar as circunstâncias externas e a paisagem física por suas frustrações. Com isso, evita-se assumir uma responsabilidade que demanda energia e empenho – mudar o que não lhe agrada e que o faz infeliz.
Mas, da próxima vez que me deparar com o louvor à tal “qualidade de vida”, posso poupar meu visitante deste discurso verborrágico que você, paciente leitor, acaba de aturar. A ideia é sair à francesa e colocar o CD Refavela de Gilberto Gil para tocar baixinho, na faixa Aqui Agora, cujo refrão sintetiza isso tudo: O melhor lugar do mundo é aqui e agora.
Disponível em: e-qualidade-de-vida/>. Acesso em: mar. 2016.
Fragoso utiliza várias aspas ao longo do texto. Todos os itens a seguir apresentam regras para o uso desse sinal de pontuação, exceto:
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