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Foram encontradas 50 questões.

738791 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SP
Orgão: IF-SP
Sobre placas cerâmicas para revestimento, analise as afirmações a seguir e indique a alternativa correta:
I – A absorção de água de uma peça cerâmica nada tem a ver com a resistência mecânica dela;
II – Quanto maior o valor do PEI , maior é a resistência ao desgaste superficial do esmalte da peça cerâmica;
III – Revestimentos de parede devem apresentar PEI elevado, enquanto os revestimentos de piso devem apresentar PEI baixo.
*(PEI = Porcelain Enamel Institute) é a sigla que representa
o nome do instituto que regulamentou as normas para a classificação da resistência à abrasão superficial.
 

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738659 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SP
Orgão: IF-SP
As siglas CP II –E, CP V –ARI e CP III correspondem aos seguintes nomes técnicos, respectivamente
 

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738525 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SP
Orgão: IF-SP
De acordo com a NR-18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, é obrigatório o fornecimento de água potável, filtrada e fresca para os trabalhadores por meio de bebedouros de jato inclinado ou equipamento similar, quando possível, que garanta as mesmas condições, na proporção de 1 (um) para cada grupo de:
 

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Ao remarcar os valores de sua mercadoria, um lojista concedeu um desconto de 20% em todos os itens da loja. Porém, percebeu que teria prejuízo em um determinado produto e resolveu que, para este, não haveria desconto. Então, para que este produto volte ao preço antigo, o que o lojista deve fazer?
 

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678337 Ano: 2015
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-SP
Orgão: IF-SP
O “Manual de Redação da Presidência da República” é uma obra destinada a uniformizar as normas de redação de atos e comunicações oficiais. Pode ser considerada como guia para a redação oficial e deve ser consultada toda vez que houver dúvidas sobre a redação de um documento oficial. Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com o que preconiza o Manual:
 

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678209 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SP
Orgão: IF-SP
Em relação a legislação específica sobre o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), são obrigações do empregador, EXCETO:
 

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Enunciado 2873788-1
BROWNE, DIK. HAGAR. Disponível em:
<http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/cartum/cartunsdiarios/#20/3/2016>. Acesso em: 22/03/2016.
A ironia mencionada no segundo quadrinho da tira acima reside na:
 

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Morar no campo e a
“qualidade de vida ”
Luis Gonzaga Fragoso
Moro numa chácara. Lugar com verde exuberante. Tucano, beija-flor, quero-quero, e mais uma infinidade de pássaros fazem o pano de fundo musical.
Para terem uma ideia do sossego, escrevo em pleno dia de Carnaval. O praticumbum- bungurundum do vizinho durou meia hora, se muito.
Volta e meia, um visitante solta o comentário: “Aqui, sim, vocês têm qualidade de vida!”.
Ao ouvir isso pela primeira vez – há seis anos –, pensei, todo pimpão: “É verdade!”.
Da segunda vez em diante, comecei a ficar encafifado. Cada vez mais, a frase me cheira a slogan publicitário. Lenga-lenga de anúncio de condomínio fechado.
Que diabos significa ter “qualidade de vida”? Respirar ar puro? Viver sem estresse? Poder desacelerar o ritmo de trabalho?
Em tese, isso tudo acontece. Mas… a decisão de deixar a metrópole para morar no campo fará de mim um cara zen, com uma rotina tambémzen? Ora, a própria natureza do meu trabalho pode me transformar, fácil, num “workaholic”.
A mera mudança de paisagem, estar rodeado de verde em vez de concreto, pode muito bem ser inócua. Exemplo disso: nosso ex-vizinho, da primeira chácara em que moramos, era a antítese da imagem que se faz do homem do campo. Estressado como só ele. E já morava ali há 15 anos!
Aliás, não é incomum que, engatado à frase que louva nossa “qualidade de vida”, apareça o comentário: “Bendita hora que vocês saíram daquele inferno que é São Paulo”.
Pigarro. Pigarro duplo. Pois o que me levou a deixar a metrópole nada tem a ver com estar farto dos problemas da cidade. Aconteceu de estarmos disponíveis para os movimentos do universo. Numa bela manhã, minha mulher e eu viemos visitar uma chácara, e nossa intuição sussurrou: “Este lugar é pra vocês, e este é o momento, venham pra cá!”. E m dois meses mudamos, de mala e cuia.
Saí em paz com a metrópole, e nela voltaria a morar, caso necessário. Adoro o lufa-lufa de São Paulo. Mas também adoro as várias pausas que cultivo aqui. Movimento e repouso, essa dança me faz muito bem.
O problema básico na busca da “qualidade de vida” me parece ser a crença do indivíduo de que um fator externo – paisagem física, silêncio, distância distância considerável de vizinhos, etc – pode operar uma mágica em sua vida. Bobagem. E nessa crença está embutido um condicionamento nocivo: o hábito de culpar as circunstâncias externas e a paisagem física por suas frustrações. Com isso, evita-se assumir uma responsabilidade que demanda energia e empenho – mudar o que não lhe agrada e que o faz infeliz.
Mas, da próxima vez que me deparar com o louvor à tal “qualidade de vida”, posso poupar meu visitante deste discurso verborrágico que você, paciente leitor, acaba de aturar. A ideia é sair à francesa e colocar o CD Refavela de Gilberto Gil para tocar baixinho, na faixa Aqui Agora, cujo refrão sintetiza isso tudo: O melhor lugar do mundo é aqui e agora.
Disponível em: e-qualidade-de-vida/>. Acesso em: mar. 2016.
Para persuadir o leitor a aceitar o que lhe foi comunicado no texto acima, o autor:
 

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Em relação ao alinhamento e estilo de fonte, qual alternativa apresenta a formatação utilizada no texto abaixo:
No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
 

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Enunciado 2834039-1
Disponível em: <www.amigosdemaua.net>.
No que se refere ao aviso acima, considerando a norma culta da língua portuguesa contemporânea, analise as seguintes afirmações:
I. Há um erro na frase porque antes da palavra “colocação” existe o determinante “a”, portanto, o particípio passado do verbo proibir deveria ser “proibida”;
II. A supressão do artigo “a” deixaria a frase de acordo com a norma culta da língua portuguesa contemporânea;
III. Não há erro, pois, o verbo proibir deve ficar no masculino mesmo quando após ele houver um artigo ou preposição;
IV. “Proibido colocar placas, faixas e cartazes na faixa de domínio” é uma opção de reescrita correta.
São CORRETAS as afirmações:
 

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