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A entidade integrante da administração descentralizada, criada por lei, com personalidade de direito público, receita e patrimônio próprios, para executar serviços sem fins lucrativos, típicos da administração pública, é denominada
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O “Sistema Compensado” conjuga idênticos valores tanto a débito quanto a crédito e, de acordo com a Lei nº 4320/64, faz parte do balanço Geral da União no anexo do
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Será que o jeitinho brasileiro tem jeito?

O "jeito" ou "jeitinho" pode se referir a soluções que driblam normas, ou que criam artifícios de validade ética duvidável. O jeitinho pode ser também definido como "molejo, jogo de cintura, habilidade de se dar bem em uma situação complicada". Muitos consideram o jeitinho uma verdadeira qualidade do brasileiro, a qual demonstra criatividade e improvisação ao driblar normas e convenções sociais para encontrar alguma solução. Só que, ironicamente, ao resolver um problema, sempre cria outro.
Sob a impunidade do jeitinho, pequenos e grandes delitos se misturam numa linha tênue, como se pudessem ser justificados de alguma forma. Coisas que alguns pensam ser pequenas, como a não devolução do troco, a ocupação do lugar reservado para idosos e deficientes, o ato de furar fila, a famosa “taxinha de urgência”, "agrado por fora” ou "taxa de desembaraço", como já ouvi certa vez, até a compra do voto político, contribuem para a constante evolução da abominável corrupção. Então, será que o jeitinho brasileiro pode ser considerado como uma forma de corrupção? Muitas das vezes, nossa visão de corrupção está fundamentada exclusivamente nos políticos, e não em nosso cotidiano, onde perpassam nossas relações sociais. Dessa maneira, eu diria que o jeitinho se confunde com corrupção e é transgressão, porque ela desiguala o que deveria ser obrigatoriamente tratado com igualdade.
Vale ressaltar que hoje em dia o jeitinho não é mais um modo de agir exclusivo dos oprimidos, pois tem levado executivos estrangeiros que atuam em empresas no Brasil para as salas de treinamento. Não que eles queiram se adaptar a essa realidade. O que eles querem mesmo é entender e tentar driblar essa “malemolência” dos negócios no Brasil. Para esses profissionais, a melhor tradução para esse “jeitinho” é a falta de planejamento, o que significa conviver e trabalhar dentro da precariedade de muitos serviços públicos e sem uma infraestrutura condizente com o potencial do país. Empresários europeus, japoneses e norte-americanos relatam estupefatos que precisam, antes de fazer negócio, firmar laços de camaradagem, tornarem-se amigos do empresário brasileiro como condição sine qua non, para a realização do negócio, pois isso apressa as negociações.
Quer dizer, percebemos que o problema não está na pessoa, mas nos processos que a envolvem. Se o problema fosse com 1 ou 1 dúzia de indivíduos, poderíamos afirmar que seria um problema isolado, mas, quando um percentual alto é adepto do jeitinho, é sinal de que é preciso analisar o que permite esse desvio de comportamento. Só se dá um jeitinho quando existem brechas na lei ou falta de rigor na aplicação destas. Esse ato de se “ajeitar-às-coisas para-se-dar-bem" simplesmente passa por cima de outros indivíduos e traz prejuízos à coletividade. É claro que ninguém quer obter desvantagens, mas não podemos concordar que prevaleça a atuação do egoísmo e do individualismo. E o mais grave de tudo: justificar tudo como “criatividade brasileira” e ainda aplaudir como sendo a cultura do nosso país. Desde 35 quando malandragem é cultura?
As premissas que garantem a popularidade do jeitinho é que todos procuram levar vantagem em tudo o que fazem no seu dia-a-dia e que, portanto, para não ser trapaceado, deve-se fazer o mesmo. Pensemos nos efeitos que esse círculo vicioso tem sobre nós, nossas finanças e nossas vidas. A impressão que nos dá é a de que determinados modelos de transgressões são aceitáveis e tornaram-se normais. Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: "Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, certo?", dando origem à famosa Lei de Gérson. Assim, parece que jeitinho se tornou norma de convivência na sociedade. Em outras palavras, a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; isso não é motivo para orgulho, muito menos deve incorporar-se à nossa cultura.
E por fim, para não nos desanimarmos completamente, lembremos, então, de casos que demonstram que nem tudo está perdido. Destaco a história do funcionário da Infraero que devolveu uma maleta com alguns milhares de dólares para o seu dono. Esse fato mostra e comprova que há brasileiros honestos. Pena que a maioria destes “Homens” não estão no poder!
Então existe saída? Sim, existem saídas. Precisamos ser e ensinarmos nossos filhos a serem cidadãos honrados e respeitadores das leis. É preciso uma reflexão individual de como estamos construindo o que mais criticamos e acreditarmos na possibilidade de iniciarmos uma reconstrução da ética individual e nacional. Que tal começarmos a pensar nisso já para a próxima eleição? Não levemos para as urnas o “jeitinho brasileiro” e não votemos no “menos pior”. Não adianta continuar a levar a vida de sempre, fingir que está tudo bem e repetir para si que político é tudo igual e não tem como mudar. Conscientize-se de que o problema também é seu! E meu também! É nosso! Tudo ficará mais fácil, é claro, quando a habilidade de solucionar problemas do jeitinho brasileiro seja direcionada de forma positiva e seja verdadeiramente uma virtude.
Sine qua non: Expressão latina que indica uma cláusula ou condição sem a qual não se fará certa coisa.
Disponível em: <elo.com.br/portal/colunistas/christianelima/ver/229708/sera-que-o-jeitinho-brasileiro-tem-jeito-.html> Acesso em: 10 mar. 2014.
A partir das informações contidas no texto, julgue as afirmativas a seguir em (C), para as corretas, e em (E), para as erradas.
( ) Não se pode asseverar, pela argumentação do texto, que os efeitos advindos da prática do jeitinho brasileiro atingem a toda a população brasileira.
( ) Comprova-se, pelo texto, que a não aplicabilidade das leis e as lacunas existentes nestas garantem a manutenção e a propagação do jeitinho brasileiro.
( ) Depreende-se que o autor vê o jeitinho brasileiro como algo já arraigado em nossa cultura e do qual a população não tem escapatória.
( ) Infere-se, pela argumentação do último parágrafo do texto, que uma alternativa viável para resolução do problema do jeitinho brasileiro é o povo não votar em políticos corruptos e desonestos.
( ) Constata-se que as informações apresentadas sobre a prática do jeitinho brasileiro são dadas por meio da visão de mundo do autor, o qual propõe uma conscientização política da população como a única maneira de resolver esse problema.
A ordem correta, de cima para baixo, é
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O balancete da Companhia Domínio S/A, extraído em 31/12/2012, apresentou os seguintes saldos:

Após a apuração do resultado, o contabilista levantou o balanço patrimonial e concluiu que o total do ativo foi de
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Correlacione a coluna da esquerda com a da direita:
1 Fato Modificativo Diminutivo
2 Fato Misto
3 Fato Modificativo Aumentativo
4 Fato Permutativo
( ) Recebimento de duplicatas com juros
( ) Compra de mercadorias à vista
( ) Pagamento de salários
( ) Pagamento de duplicatas com juros
( ) Recebimentos de receitas
( ) Compra de imobilizado a prazo
( ) Pagamento de despesas de aluguel
A sequência correta, de cima para baixo, é
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Considere os dados e as informações seguintes:
• Valor de aquisição de um veículo - R$ 36.000,00
• Tempo de vida útil do bem - 5 anos
• Taxa de depreciação - 20% ao ano
• Método - soma dos dígitos decrescente
• Tempo de vida útil do bem - 5 anos
• Taxa de depreciação - 20% ao ano
• Método - soma dos dígitos decrescente
Apurado o resultado, encontraremos, no terceiro ano, o valor dos encargos de depreciação acumulada de?
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De acordo com a Lei 4.320/1964, considere os dados relativos a um determinado exercício financeiro.
Os valores estão expressos em milhares de Reais
Balanço Orçamentário
| RECEITA | DESPESA | ||||||
| Título | Previsão | Execução | Diferença | Título | Fixação | Execução | Diferença |
| Receita corrente | 120.000 | 160.00 | (40.000) |
Despesa corrente |
100.000 | 80.000 | 20.000 |
| Receita de capital | 80.000 | 60.000 | 20.000 |
Despesa de capital |
100.000 | 100.000 | 0 |
| SOMA | 200.000 | 220.000 | (20.000) | SOMA | 200.000 | 180.000 | 20.000 |
| Déficit Corrente | _ | _ | _ | Superávit Corrente | 20.000 | 80.000 | (60.000) |
| Déficit de Capital | 20.000 | 40.000 | (20.000) | Superávit de Capital | _ | _ | _ |
| TOTAL | 220.000 | 260.000 |
260.000 (40.000) |
TOTAL | 220.000 | 260.000 | (40.000) |
Em relação ao plano de contas dos sistemas contábeis, Lei nº 4.320/1964, afirma-se que
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2485164
Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Associe os princípios orçamentários (coluna II) aos conceitos correspondentes (coluna I).
| COLUNA I | COLUNA II |
| (1) Todas as receitas e despesas devem constar na lei orçamentária. | ( ) Princípio da Exclusividade |
| (2) É vedada a vinculação da receita de impostos a órgão, fundo e despesa. | ( ) Princípio da Unidade |
| (3) A inclusão de todas as receitas e despesas num só documento. | ( ) Princípio da não afetação da receita |
| (4) A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. | ( ) Princípio da universalidade |
A sequência correta, de cima para baixo, é
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A Empresa Comercial Faz de Conta possui três empregados: Antônio, com salário bruto mensal de R$ 4.420,00; Joaquim, com salário bruto mensal de R$ 1.850,00 e Mariana, com salário bruto mensal de R$ 940,00.
Os encargos da folha de pagamento são os seguintes:
• INSS referente ao Antônio: 11%
• INSS referente ao Joaquim: 9%
• INSS referente a Mariana: 8%
• INSS Patronal: 20%
• FGTS dos empregados: 8% Adiantamento salarial concedido:
• R$ 1.326,00 para o Antônio
• INSS referente ao Joaquim: 9%
• INSS referente a Mariana: 8%
• INSS Patronal: 20%
• FGTS dos empregados: 8% Adiantamento salarial concedido:
• R$ 1.326,00 para o Antônio
Após a elaboração da folha de pagamento pelo setor pessoal, a empresa vai contabilizar despesas no valor total de
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A Empresa Dora descontou em um banco, no dia 1º/12/2013, duplicata no valor de R$ 4.000,00, cujo título venceria em 30/03/2014, pagando, antecipadamente, juros simples de 4,5% ao mês e 5% de despesas bancárias fixadas pela cobrança da duplicata.
Que alternativa apresenta informação correta com relação ao lançamento contábil efetuado pela empresa em 1º/12/2013
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