Foram encontradas 40 questões.
Lea el texto a continuación para contestar la pregunta.
Nada es gratis en la vida
Cuarteto de nos
Cuarteto de nos
Mamá compró y se le rompió
el forro del que nací yo,
la plata no juntar
y el embarazo cancelar.
Ella invirtió en mi educación
pero con una condición
porque que jurar
que de vieja no iba a internar
Difícil de creer,
difícil de explicar
difícil de explicar
un troyano ojo
con un griego que trae regalos.
con un griego que trae regalos.
Sea con dinero o no
siempre se paga un favor
y si veo que algo es fácil
yo dudo enseguida.
yo dudo enseguida.
Pague antes o después
la cuenta va a aparecer
y está claro de que
nada es gratis en la vida.
nada es gratis en la vida.
Papá pagó una mina en un bar
cuando me llevó a debutar
por curarme se endeudó
de la peste que me contagió
Sí, sí ya sé
esperma doné
pero pobrecito el destinatario
yo tengo alzheimer hereditario
y como el jefe comentó
después que mi sueldo aumentó
después que mi sueldo aumentó
si la limosna es de cuantía
hasta el santo desconfía
hasta el santo desconfía
Si será así que lo jodí
al diablo cuando vendí
mi alma que no vale un billete
se la canjeé por un clarete
Ni honorario ni voluntario
soy un sicario y cobro salario
y no pidan solidaridad
que yo no hago caridad
que yo no hago caridad
No es gratis mi salud,
ni gratis será mi ataúd
ni gratis será mi ataúd
si alguien no pide su tajada
es porque eso no vale nada
es porque eso no vale nada
(CUARTETO DE NOS.
Nada es gratis en la vida. Disponible en: <http://www.cuartetodenos.com.uy>. Accedido en: 16 nov. 2017.)
Los huecos de la canción se llenan correctamente con
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Lea el texto a continuación, para contestar la pregunta.
La pasión de decir/2
Ese hombre, o mujer, está embarazado de mucha gente. La gente se le sale por todos los poros. Así lo muestran, en figuras de barro, los indios de Nuevo México: el narrador, el que cuenta la memoria colectiva, está todo brotado de personitas.
(GALEANO, Eduardo. El libro de los abrazos. Barcelona: Siglo XXI, 1993. p.10.)
Sobre el texto arriba, considere las siguientes afirmaciones.
I. El texto valora el poder de la palabra y reafirma, a partir del ejemplo de los indígenas de Nuevo México, la importancia del sujeto que cuenta historias como representante de un pueblo.
II. El texto trata, a partir del discurso mítico, de la visión cosmogónica de los indios de Nuevo México y de la importancia de la oralidad para ellos.
III. El texto aborda metafóricamente la pluralidad de voces que constituye la identidad de un contador de historias que, al hablar, da voz a su pueblo.
Están correctas las afirmaciones
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Filipouski (2009) aborda os conceitos que estruturam a aprendizagem da literatura. Sobre isso, são feitas as seguintes afirmações:
I. Pensar em tradição e ruptura desenvolve habilidades para estabelecer relações, a partir do que as obras são capazes de dizer para um leitor atual, e também legitima leituras realizadas em outros tempos ou espaços.
II. A intertextualidade pressupõe um leitor que já possua competências superiores à compreensão linear do texto e lance mão de sua história pessoal de leitura para atribuir sentido à produção simbólica constituída pelo novo texto com o qual se depara.
III. A partir do estranhamento, a finalidade da literatura consiste em dar a conhecer o mundo real, concreto, como reconhecimento, já que predomina um processo de singularização e a tendência de valorizar a forma em detrimento da percepção e do conteúdo.
Estão corretas as afirmativas
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2549806
Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
IEMANJÁ DOS CINCO NOMES
Ninguém no cais tem um nome só. Todos têm também um apelido ou abreviam o nome, ou o aumentam, ou lhe acrescentam qualquer coisa que recorde uma história, uma luta, um amor.
Iemanjá, que é dona do cais, dos saveiros, da vida deles todos, tem cinco nomes, cinco nomes doces que todo o mudo sabe. Ela se chama Iemanjá, sempre foi chamada assim e esse é seu verdadeiro nome, de dona das águas, de senhora dos oceanos. No entanto os canoeiros amam chamá-la de dona Janaína, e os pretos, que são seus filhos mais diletos, que dançam para ela e mais que todos a temem, a chamam de Inaê, com devoção, ou fazem as suas súplicas à Princesa de Aiocá, rainha dessas terras misteriosas que se escondem na linha azul que as separa das outras terras. Porém, as mulheres do cais, que são simples e valentes, Rosa Palmeirão, as mulheres da vida, as mulheres casadas, as moças que esperam noivos, a tratam de dona Maria, que Maria é um nome bonito, é mesmo o mais bonito de todos, o mais venerado, e assim o dão a Iemanjá como um presente, como se lhe levassem uma caixa de sabonetes à sua pedra no Dique. Ela é sereia, é a mãe-d’água, a dona do mar, Iemanjá, dona Janaína, dona Maria, Inaê, Princesa de Aiocá. Ela domina esses mares, ela adora a lua, que vem ver as noites sem nuvens, ela ama as músicas dos negros.
Todo o ano se faz a festa de Iemanjá, no Dique e em Monte Serrat. Então a chamam por todos seus cinco nomes, dão-lhe todos os seus títulos, levam-lhe presentes, cantam para ela.
(AMADO, Jorge. Mar morto. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p.78-9)
Analisando a obra de Jorge Amado, Alfredo Bosi (2002) cita Mar Morto como exemplo de 24.um dos grandes momentos da literatura do autor baiano.
Esse momento caracteriza-se
Esse momento caracteriza-se
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2549805
Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir, para responder à questão
“Sua estreia coincide com o amadurecer de uma situação nova: a crise do Brasil puramente rural; o lento mas firme crescimento da cultura urbana, dos ideais democráticos e, portanto, o despontar de uma repulsa pela moral do senhor-e-servo, que poluía as fontes da vida familiar e social do Brasil- Império.”
(BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 2002.)
Que poeta brasileiro estreou no contexto sócio- político- cultural descrito no fragmento acima?
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2549803
Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia os textos abaixo, para responder à questão.
Texto 1
I
Aflição de ser terra
Em meio às águas
PÉRICLES E. DA SILVA RAMOS
Em meio às águas
PÉRICLES E. DA SILVA RAMOS
Aflição de ser eu e não ser outra.
Aflição de não ser, amor, aquela
Que muitas filhas te deu, casou donzela
E à noite se prepara e se adivinha
Aflição de não ser, amor, aquela
Que muitas filhas te deu, casou donzela
E à noite se prepara e se adivinha
Objeto de amor, atenta e bela,
Aflição de não ser a grande ilha
Que te retém e não te desespera
(A noite como fera se avizinha)
Aflição de não ser a grande ilha
Que te retém e não te desespera
(A noite como fera se avizinha)
Aflição de ser água em meio à terra
E ter a face conturbada e móvel.
E a um só tempo múltipla e imóvel
E ter a face conturbada e móvel.
E a um só tempo múltipla e imóvel
Não saber se se ausenta ou se te espera.
Aflição de te amar... se te comove.
E sendo água, amor, querer ser terra.
Aflição de te amar... se te comove.
E sendo água, amor, querer ser terra.
(HILST, Hilda. Roteiro do silêncio (1959) In: . Da poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. p.60.)
Texto 2
K.O.
Seu amor me pegou
Cê bateu tão forte com o teu amor
Nocauteou, me tonteou
Veio à tona, fui à lona, foi K.O.
Sempre fui guerreira, mas foi de primeira
Me vi indefesa, coração perdeu a luta, sim
Adeus bebedeira, vida de solteira, quero
[sexta-feira Estar contigo na minha cama, juntos,
[coladin
[sexta-feira Estar contigo na minha cama, juntos,
[coladin
Me beija a noite inteira, sexy na banheira
Vou te dar canseira, quero do início até o fim
E fixa o olhar, fico a te olhar Vou te falar, fui à lona com o seu
Seu amor me pegou
Cê bateu tão forte com o teu amor
Nocauteou, me tonteou
Veio à tona, fui à lona, foi K.O.
(GORKY, Rodrigo; MAFFALDA; BISPO, Pablo.
K.O. Intérprete: Pabllo Vittar.) Disponível em: <https://www.letras.mus.br/pabllo-vittar/ko/>. Acesso em: 14 nov. 2017.
Sobre as obras expostas acima, é INCORRETO afirmar:
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2549802
Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Analise os poemas 1 e 2, para responder à questão.
Poema 1
Improviso
Minha canção não foi bela:
minha canção foi só triste.
Mas eu sei que não existe
mais canção igual àquela.
minha canção foi só triste.
Mas eu sei que não existe
mais canção igual àquela.
Não há gemido nem grito
pungentes como a serena
expressão da doce pena.
pungentes como a serena
expressão da doce pena.
E por um tempo infinito
repetiria o meu canto
- saudosa de sofrer tanto.
repetiria o meu canto
- saudosa de sofrer tanto.
(MEIRELES, Cecília. Mar absoluto e outros poemas: Retrato natural. Rio de Janeiro: Frente Editora, 2008. p. 236)
Poema 2
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond. Alguma poesia. Rio de Janeiro: Record, 2005. p. 65)
Sobre os dois poemas, são feitas as seguintes afirmações:
I. Ambos os textos têm como tema o próprio fazer poético, abordando a dificuldade de seu processo de criação, a luta com as palavras.
II. O eu lírico do poema 1 exalta sua canção, que é o próprio poema. Segundo o eu lírico, os versos, tristes e sem beleza, superam qualquer grito ou gemido quanto à capacidade de expressar seu sofrimento.
III. O poema 2 parte da diferença entre poesia (beleza estética) e poema (texto em versos) para abordar o fazer poético, a dificuldade do eu lírico em expressar, nos versos do poema, a poesia que inunda sua vida.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Questão presente nas seguintes provas
2549801
Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Analise os poemas 1 e 2, para responder à questão.
Poema 1
Improviso
Minha canção não foi bela:
minha canção foi só triste.
Mas eu sei que não existe
mais canção igual àquela.
minha canção foi só triste.
Mas eu sei que não existe
mais canção igual àquela.
Não há gemido nem grito
pungentes como a serena
expressão da doce pena.
pungentes como a serena
expressão da doce pena.
E por um tempo infinito
repetiria o meu canto
- saudosa de sofrer tanto.
repetiria o meu canto
- saudosa de sofrer tanto.
(MEIRELES, Cecília. Mar absoluto e outros poemas: Retrato natural. Rio de Janeiro: Frente Editora, 2008. p. 236)
Poema 2
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
(ANDRADE, Carlos Drummond. Alguma poesia. Rio de Janeiro: Record, 2005. p. 65)
Com relação à questão estruturais que compõem o poema, encontra-se no poema 1:uma quadra e dois tercetos, com versos , escritos em ; por sua vez, o poema 2 possui oito versos com métrica irregular.
As classificações que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas do período acima são:
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Leia o excerto a seguir, para responder à questão.
Casuarino Malunga abriu os braços, com a imponência de um Cristo, e sua voz sobressaiu no ruidoso ambiente do aeroporto:
- Benjamin, my brother! Welcome to Mother Africa!
Antes de se recolher no abraço do moçambicano, Benjamin tombou inesperadamente de joelhos. O anfitrião correu a erguê-lo do chão. Teria sido um baque, o americano tombara sucumbido pela emoção? Com vigor, Casuarino puxou-o pelos sovacos enquanto balbuciava, atrapalhado:
- What is happening?
- Em português, por favor, eu falo português, avisou o recém chegado.
- O que se passa, mano, uma tontura?
- Eu só queria beijar a nossa mãe...
- Qual mãe?
- Queria beijar o chão de África...
- Ora o chão, pois o chão de África, mas veja, meu brada, o melhor chão para ser beijado é noutro local que lhe vou indicar, este chão, aqui, é melhor não...
Esfregou as mãos como se atiçasse uma fogueira: o que interessava era que os americanos tinham chegado e uma parceria inteligente os iria conduzir às suas ancestrais origens.
(COUTO, Mia. O outro pé da sereia. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. P. 138.)
A partir dos ensinamentos de Laranjeira (2007) e da leitura do excerto acima, analise as afirmativas a seguir:
I. O desejo de Benjamin de encontrar a África exótica, idealizada e mitificada é ironizado.
II. Mia Couto faz um retrato crítico da população local, que busca inventar uma África ao gosto dos visitantes americanos.
III. O outro pé da sereia faz uma crítica ao caráter artificial das convicções ocidentais em torno do passado colonial e de sua visão romântica da África.
Estão corretas as afirmativas
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2549799
Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Qual, das afirmações a seguir, corresponde, a uma característica da obra de Machado de Assis?
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