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“Esse admirável diamante bruto, um crente na reforma e na coexistência pacífica, que aliás esvaziou os campos de concentração de Stálin, dominou o cenário internacional por poucos anos seguintes. Foi talvez o único camponês a governar um grande Estado.”
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Leia os dois trechos a seguir.
“Com o apoio das guarnições do Exército na capital da República, o general Lott sentiu-se fortalecido para insurgir-se contra Carlos Luz. No Ministério da Guerra, através do rádio, ele se comunicou com comandantes militares de vários estados. As tropas do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo imediatamente alinharam-se pela Legalidade. Mas o ministro da Guerra não queria uma solução estritamente militar para a crise. Por telefone, convocou o vice-presidente do Senado, Nereu Ramos, e o líder da maioria na Câmara, José Maria Alkmin. No Ministério da Guerra, os três, junto a outros generais, procuraram dar uma saída legal ao movimento, com a indicação de um outro civil à presidência. Lott insistiu que o único desejo do Exército era o de preservar a legalidade e o regime democrático.”
(FERREIRA, J. Crises da República: 1954,
1955 e 1961. In: In: FERREIRA, J. ; DELGADO, L. A. N. O Brasil Republicano. Vol. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. p. 323.)
“A rebelião militar alastrou-se pelo país. Inúmeros oficiais, em outros estados, acompanharam Machado Lopes em sua difícil decisão. Alguns declaravam obediência à Constituição, outros embarcavam para Porto Alegre e se apresentavam ao general. No dia 31, a possibilidade da guerra civil tornara-se algo assustador. No entanto, foram os sargentos, sobretudo os da FAB, aqueles que tomaram as atitudes mais incisivas para evitar a deflagração do conflito. Na base aérea de Canoas, no Rio Grande do Sul, o comandante permaneceu fiel aos ministros militares, junto dos oficiais- aviadores. Dispondo dos modernos jatos ingleses Gloster Meteor, de duas turbinas e alto poder de fogo, a ordem de Brasília era a de decolagem imediata para o bombardeio do Piratini. Os sargentos, insubordinados, deram-se as mãos em volta dos jatos para impedir a entrada dos pilotos. Mais decididos, esvaziaram os pneus e desarmaram os aviões. O comandante e os pilotos, embora contrariados, decolaram em um avião de passageiros para fora do estado.“
(FERREIRA, J. Crises da República: 1954,
1955 e 1961. In: In: FERREIRA, J. ; DELGADO, L. A. N. O Brasil Republicano. Vol. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. p. 331).
Os trechos acima referem-se, respectivamente,
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