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Foram encontradas 720 questões.

1884329 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Apesar de originada num movimento liberal de fim da dominação colonial, a Independência 25.brasileira foi marcada pelo conservadorismo porque
 

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1884328 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A instabilidade marcou o período regencial. Durante a primeira Regência Una, presidida por 24.Diogo Antônio Feijó, eclodiram dois graves conflitos nas extremidades fronteiriças do Brasil, a Cabanagem e a Revolução Farroupilha. A essas se seguiram outras revoltas, como a dos Malês e a Sabinada, que incluíram pautas relacionadas à escravidão.
As chamadas revoltas regenciais tinham em comum
 

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1884327 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o trecho a seguir.
“Nem toda fuga de escravos gerava a formação de quilombos. Fugir era sempre um ato de resistência, e os cativos evadiam-se com diferentes propósitos. [...] A fuga individual ou em grupo questionava os limites da dominação: o escravo que fugia afrontava o princípio da propriedade, ameaçava a ordem das coisas, impondo grave prejuízo ao seu senhor.”
(SCHWARCZ, Lília M; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 103)
A constituição de um aparato de vigilância e controle sobre a escravaria foi lento. Foram mecanismos importantes desse aparato
 

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1884326 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o trecho a seguir.
“Brasil e Argentina não se tinham dado conta das grandes mudanças ocorridas no Paraguai desde a subida de Solano López ao poder em 1862 sucedendo ao pai. Em busca de um papel maior na política regional, o novo presidente armou o país e se preparou para a guerra. Apesar de contar com uma população de pouco mais de um milhão de pessoas, chegou a mobilizar 100 mil homens. Em consequência, um conflito que os aliados julgavam poder ser decidido em poucos meses prolongou-se por cinco longos anos, semeando os campos de milhares de mortos.”
(SCHWARCZ, Lília M. (org.). História do Brasil Nação (1808-2010). Vol 2. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014. p. 106)
É correto apontar-se, como consequência da Guerra do Paraguai para o Brasil,
 

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1884325 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o trecho a seguir.
“Na década de 30 do século XVI, o incremento das escravizações indígenas forçadas para atender às necessidades da colonização mais sistemática iniciada com as capitanias hereditárias intensificou as guerras na costa brasileira. A violenta reação dos índios, responsável, em grande parte, pelo fracasso da maioria das capitanias, tornou-se uma ameaça ao projeto colonial.”
(ALMEIDA, Maria R. C. de. “Catequese, aldeamentos e missionação”. In: FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima (orgs.). O Brasil Colonial. 1º vol. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. p. 436)
A política indigenista da Coroa portuguesa em termos gerais, até a reforma pombalina, é definida como de
 

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1884324 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O golpe de 1964 e a ditadura que se seguiu a ele tiveram como justificativa ideológica a 20.
 

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1884322 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o trecho a seguir:
“Esse admirável diamante bruto, um crente na reforma e na coexistência pacífica, que aliás esvaziou os campos de concentração de Stálin, dominou o cenário internacional por poucos anos seguintes. Foi talvez o único camponês a governar um grande Estado.”
(HOBSBAWM, Eric.
Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991). 2ª Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 239-240.)
No trecho acima, Eric Hobsbawm está se referindo a
 

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1884321 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o trecho a seguir.
“Quando, por exemplo, ele reconheceu que, ao contrário do programa socialista, os camponeses queriam uma divisão da terra em fazendas familiares, não hesitou um instante em comprometer o partido com essa forma de individualismo econômico. Ao contrário, o Governo Provisório e seus seguidores não souberam reconhecer sua incapacidade de fazer a Rússia obedecer suas leis e decretos. Quando homens de negócios e administradores tentaram restabelecer a disciplina de trabalho, não fizeram mais que radicalizar os trabalhadores. Quando o Governo Provisório insistiu em lançar o exército na ofensiva militar em junho de 1917, o exército estava farto, e os soldados camponeses voltaram para suas aldeias a fim de tomar parte na divisão de terra com os parentes.”
(HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991). 2ª Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 68.)
O slogan “Pão, Paz, Terra” está relacionado à
 

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1884320 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia os dois trechos a seguir.

“Com o apoio das guarnições do Exército na capital da República, o general Lott sentiu-se fortalecido para insurgir-se contra Carlos Luz. No Ministério da Guerra, através do rádio, ele se comunicou com comandantes militares de vários estados. As tropas do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo imediatamente alinharam-se pela Legalidade. Mas o ministro da Guerra não queria uma solução estritamente militar para a crise. Por telefone, convocou o vice-presidente do Senado, Nereu Ramos, e o líder da maioria na Câmara, José Maria Alkmin. No Ministério da Guerra, os três, junto a outros generais, procuraram dar uma saída legal ao movimento, com a indicação de um outro civil à presidência. Lott insistiu que o único desejo do Exército era o de preservar a legalidade e o regime democrático.”

(FERREIRA, J. Crises da República: 1954,

1955 e 1961. In: In: FERREIRA, J. ; DELGADO, L. A. N. O Brasil Republicano. Vol. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. p. 323.)

“A rebelião militar alastrou-se pelo país. Inúmeros oficiais, em outros estados, acompanharam Machado Lopes em sua difícil decisão. Alguns declaravam obediência à Constituição, outros embarcavam para Porto Alegre e se apresentavam ao general. No dia 31, a possibilidade da guerra civil tornara-se algo assustador. No entanto, foram os sargentos, sobretudo os da FAB, aqueles que tomaram as atitudes mais incisivas para evitar a deflagração do conflito. Na base aérea de Canoas, no Rio Grande do Sul, o comandante permaneceu fiel aos ministros militares, junto dos oficiais- aviadores. Dispondo dos modernos jatos ingleses Gloster Meteor, de duas turbinas e alto poder de fogo, a ordem de Brasília era a de decolagem imediata para o bombardeio do Piratini. Os sargentos, insubordinados, deram-se as mãos em volta dos jatos para impedir a entrada dos pilotos. Mais decididos, esvaziaram os pneus e desarmaram os aviões. O comandante e os pilotos, embora contrariados, decolaram em um avião de passageiros para fora do estado.“

(FERREIRA, J. Crises da República: 1954,

1955 e 1961. In: In: FERREIRA, J. ; DELGADO, L. A. N. O Brasil Republicano. Vol. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. p. 331).

Os trechos acima referem-se, respectivamente,

 

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1884319 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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“Grupos de populares, indignados, passaram a percorrer as ruas do centro da cidade com paus e pedras. Dirigiam seu rancor particularmente contra todo e qualquer material de propaganda política da oposição. Os símbolos políticos mais visados, e destruídos com fúria, eram dos candidatos da UDN. Grupos percorreram as ruas do centro da cidade ateando fogo no material de propaganda política das oposições. Na avenida Almirante Barroso, o prédio de O Globo foi cercado por uma multidão que tentou invadir suas dependências, mesmo diante do policiamento ostensivo. Após apedrejarem a fachada, cercaram dois caminhões de distribuição do jornal e os incendiaram. Bombeiros, três choques da radiopatrulha e forças do Exército, ao chegarem, impediram a destruição, mas nada puderam fazer para evitar o incêndio dos veículos e nem a queima de milhares de exemplares do jornal. Outras centenas de pessoas foram para a Tribuna da Imprensa, mas novamente a invasão foi impedida, agora pela Polícia Especial. Mesmo assim, toda a edição do jornal foi queimada na rua em frente. Os jornais A Notícia e O Mundo também sofreram com as investidas da multidão. O único a escapar foi Última Hora, não casualmente. Sem condições de dispersar a multidão, os policiais passaram a utilizar bombas de efeito moral, gases lacrimogêneos e armas de fogo. Várias pessoas saíram feridas, sendo três delas à bala. Outros grupos, porém, ao se dirigirem ao Palácio do Catete, passaram em frente à Embaixada dos Estados Unidos. Após apedrejarem as vidraças da Standard Oil, começaram a vaiar e a jogar pedras e pedaços de pau na fachada da representação norte-americana.”
(FERREIRA, J. Crises da República: 1954, 1955 e 1961. In: In: FERREIRA, J. ; DELGADO, L. A. N. O Brasil Republicano. Vol. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. p. 310-311.)
O historiador Jorge Ferreira, no fragmento acima, se refere
 

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