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Foram encontradas 40 questões.

2566191 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“Que o Movimento Indígena educou após ser educado parece ser uma verdade incontestável. Certamente é perceptível que muito do que acontece hoje dentro da sociedade brasileira – em termos educacionais, políticos e sociais – é, em parte, fruto da ação da sociedade civil organizada.”
MUNDURUKU, Daniel. Capítulo 3: O caráter educativo do movimento indígena brasileiro: considerações finais. IN: . O caráter educativo do movimento indígena brasileiro (1970-1990). São Paulo, SP: Paulinas, 2012.
Segundo o autor, a trajetória do movimento indígena no Brasil está marcada
I. pelo enfrentamento da política oficial vigente no período militar, que defendia a integração do indígena pela nação, de modo que o indígena deveria abrir mão de sua identidade étnica e ser apenas brasileiro.
II. pela atuação do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) que, através da organização de assembleias com a participação de lideranças indígenas, favorecia debates sobre problemas comuns dos povos indígenas.
III. pela autonomia da FUNAI, em relação às políticas de governo, de modo que se viabilizou a atuação de um órgão federal oficial em defesa dos povos indígenas com um caráter de política de Estado.
IV. por um movimento de mão dupla: os povos indígenas aprenderam através da relação política com os não índios; e esses aprenderam que os índios conseguiam absorver conceitos teóricos e usá-los autonomamente nas negociações com as autoridades.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2566190 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“(...) a ditadura no Brasil, até pelo longo período que durou, foi uma construção histórica. Impossível compreendê- la sem trazer à tona suas bases políticas e sociais – múltiplas e diferenciadas.”
REIS, Daniel Aarão. Ditadura e democracia no Brasil: Do golpe de 1964 à Constituição de 1988. Rio de Janeiro, RJ: Zahar, 2014.
Sobre as bases políticas e sociais supracitadas, considere as afirmações a seguir:
I. A Igreja Católica apoiou os governos militares até a reabertura política, materializada pela posse do maranhense peemedebista José Sarney.
II. Os grandes veículos de comunicação apoiaram o golpe civil militar, exceto o jornal A última hora, apoiador de Jango na ocasião.
III. As críticas e a oposição organizada ao regime militar aumentaram após o fim do milagre econômico promovido pelo economista Delfim Netto, entre 1968-73.
IV. A política de Boa Vizinhança, lançada pelo presidente Gerald Ford, garantiu apoio estadunidense à implantação dos governos militares através da operação Brother Sam.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2566189 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“Os comandos do Exército se colocaram ao lado de Lott, enquanto os ministros da Marinha e da Aeronáutica denunciavam a ação como ‘ilegal e subversiva’. As forças do Exército cercaram as bases navais e da Aeronáutica, impedindo um confronto das Forças Armadas. Deposto da Presidência, Carlos Luz refugiou-se no cruzador Tamandaré, acompanhado de seus ministros e outras figuras políticas, entre elas Carlos Lacerda, tentando inutilmente organizar resistência.”
FAUSTO, Boris. História Concisa do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2011.
O trecho acima, insere-se no contexto
 

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2566188 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Regina Claro discute como, historicamente, se constituíram os estudos sobre história da África e como essa produção é ensinada nas escolas.
De acordo com a autora, os estudos de história da África sofrem a influência dos seguintes processos:
I. A introdução dos estudos de História da África na academia e nas escolas brasileiras, impulsionada pela lei federal 10.639/03, deve ser vista como continuidade das lutas e das resistências dos povos africanos.
II. Em razão da amplitude cultural e histórica da África, a história africana a ser trabalhada na educação brasileira deve romper limites de abordagem, desvinculando-se de temas como o processo de hominização, a escravidão e a história do Brasil.
III. A partir de 1980, surgiu uma tendência historiográfica que, através de uma incontável diversidade de temáticas e perspectivas, procura superar a dicotomia entre inferioridade e superioridade africana que foi característica dos estudos dos períodos colonial e das independências, respectivamente.
IV. Composta por regiões histórico- geográficas caracterizadas por condições e situações semelhantes no decorrer do tempo, principalmente em relação à interação com o mundo ocidental, a história da África deve ser abordada como um todo singular.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2566187 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“A essa altura começa a discussão sobre a relação entre a cultura das classes subalternas e a das classes dominantes. Até que ponto a primeira está subordinada à segunda? Em que medida, ao contrário, exprime conteúdos ao menos em parte alternativos?”
GINZBURG, Carlo. Prefácio à edição italiana. IN: .
O queijo e os vermes: o cotidiano e as idéias de um moleiro perseguido pela inquisição. São Paulo, SP: Companhia de Bolso, 2006.
Na obra “O queijo e os vermes”, Carlo Ginzburg afirma, sobre a cultura, que
 

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2566186 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“‘Ciência dos homens’, dissemos. É ainda vago demais. É preciso acrescentar: dos ‘homens, no tempo’. O historiador não apenas pensa ‘humano’. A atmosfera em que seu pensamento respira naturalmente é a categoria da duração.”
BLOCH, Marc. Apologia da História ou o Ofício de Historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2001.
De acordo com Marc Bloch, o tempo histórico é ; e a observação histórica de todos os fatos humanos no passado, da maior parte deles no presente, deve ser .
As lacunas são completadas corretamente por:
 

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2566185 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.

“O movimento de oposição reuniu republicanos dissidentes e antigos federalistas, que formavam a Aliança Libertadora. A nível político, o processo revolucionário expressava duas formas diferentes de condução da máquina política estadual: uma, libertadora, pugnando pelo liberalismo e democracia; outra, dos ‘chimangos’ (partidários de Borges de Medeiros), defendendo formas centralizadoras e autoritárias de governo.”

PESAVENTO, Sandra Jatahy. História do Rio Grande do Sul. 7.ed. Porto Alegre, RS: Mercado Aberto, 1994.

No contexto do conflito retratado no excerto, verificaram-se os seguintes cenários e/ou acontecimentos, EXCETO:

 

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2566184 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“Um fato importante nos rumos da guerra foi a nomeação de Caxias para o comando das forças brasileiras, em outubro de 1866. Ela se deu por pressão do partido Conservador, a oposição que responsabilizava os liberais pelas incertezas do conflito. No início de 1868, Caxias também comandou as forças aliadas. Mitre fora obrigado a retornar a Buenos Aires para enfrentar problemas de política interna, dentre os quais se destacava a oposição das províncias ao envio de tropas ao Paraguai. Daí para frente o Brasil prosseguiu no conflito praticamente sozinho.”
FAUSTO, Boris. História Concisa do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2011.
A Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai (1864-70) foi um longo conflito travado na bacia Platina. A chegada de Luís Alves de Lima e Silva, como destacada acima, se deu logo após
 

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2566183 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.

“A proposta, que fora encaminhada por Alexandre de Gusmão, secretário do rei lusitano D. João V, argumentava que para Portugal mais valia a posse de um território contínuo, garantindo o comércio do gado (infraestrutura da mineração que estava no auge), do que continuar insistindo na manutenção de um posto de contrabando no Prata, onde os que mais lucravam eram os ingleses.”

PESAVENTO, Sandra Jatahy. História do Rio Grande do Sul. 7.ed. Porto Alegre, RS: Mercado Aberto, 1994.

A historiadora Sandra Pesavento faz referência

 

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2566182 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“O personagem central deste livro é o escravo. O enredo é sua resistência permanente a ser um mero objeto nas malhas do sistema. É a história de homens e mulheres vivendo os seus limites. (...) Os escravos não foram vítimas nem heróis o tempo todo, se situando na sua maioria e a maior parte do tempo numa zona de indefinição entre um e outro pólo. O escravo aparentemente acomodado e até submisso de um dia podia tornar-se o rebelde do dia seguinte, a depender da oportunidade e das circunstâncias.”
SILVA, Eduardo; REIS, João José. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
Conforme os autores, a resistência escrava era marcada pela atuação dos escravos como agentes históricos, capazes de traduzir os seus interesses
 

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