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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoIntrodução ao Processo de Organização
Uma organização do setor educacional está passando por uma reestruturação, com o objetivo de otimizar e melhorar o fluxo de suas atividades. Para isso, identificou-se a necessidade de adequar as tarefas, os poderes e as responsabilidades, definindo assim, uma estrutura organizacional que possibilitasse o agrupamento por atividades ou funções principais, como o departamento de marketing e o departamento financeiro. O tipo de estrutura definido foi:
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Sobre o tema liderança, identifique a alternativa correta:
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
Na Constituição de 1988, no que se refere às Finanças Públicas, o Plano Plurianual (PPA) abrange as esferas federal, estadual e municipal. Em relação ao PPA e a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO), assinale a alternativa incorreta:
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O Professor Paulo precisa digitar uma tabela com o resultado dos alunos na sua disciplina. A tabela em questão deverá ter o seguinte formato:
| Nome do Alunos | Nota | Situação |
| Fernando de Melo Henrique Cardoso | 6,0 7,5 | Aprovado Aprovado |
| Luis da Silva | 8,0 | Aprovado |
O Professor digitou a combinação de teclas CTRL+F12 no editor de texto OpenOffice Writer, obtendo a seguinte janela de diálogo:

Para construir a tabela no formato descrito, o Professor Paulo deverá escolher:
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Sobre a mensuração e avaliação de ativos é correto afirmar:
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Sobre as normas de cerimonial público, assinale a alternativa correta:
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
Acerca do Decreto 1.171/94, que aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, dentre vários outros, não se configura como direito do servidor:
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O que se revela quando se diz?
A língua, na maioria das vezes, oferece-nos várias possibilidades para dizer praticamente as mesmas coisas.b Escolher a forma mais adequada para cada situação, cotejar usos, comparar registros, sempre tendo em mente a riqueza dos processos de variação linguística, é (ou deveria ser) preocupação de todos os falantes, sob o risco de a intercompreensão e a eficiência de comunicação se perderem.
Por exemplo: quando, no começo dos anos 50, Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira compuseram um dos maiores sucessos da música popular brasileira de todos os tempos, o baião “Asa branca”, alguns puristas podem ter ficado incomodados com o final da quarta estrofe da canção:c “Espero a chuva cair de novo / Pra mim voltá pro meu sertão” [grifo nosso]. Afinal, o uso do pronome oblíquo “mim” na posição de sujeito vai de encontro às prescrições dos normativistas, que apregoam o emprego do pronome reto (eu) numa construção como essa. Manuel Bandeira chegou mesmo a dizer que não havia nada mais “gostoso” do que usar o mima como sujeito de verbo no infinito. A tese de Bandeira é plenamente adequada para explicar o uso dos pronomes em “Asa branca”. O narrador de “Asa branca” é um retirante que foge da seca. Assim, para aumentar o efeito de “verdade” do texto, optou-se por uma variedade linguística compatível com o universo social desse narrador.
Linguistas de todas as épocas reconhecem que, quando falamos ou escrevemos, dizemos mais do que imaginamos. Na verdade, revelamos de onde somos, em que época vivemos, qual o nosso universo social, como queremos nos relacionar com nossos interlocutores. Isso se dá porque a língua não é neutra; ela encerra valores, crenças, ideologiasd. É por esse motivo que uma simples escolha lexical pode ter mais peso do que supúnhamos.
(Eduardo Calbucci. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/files/mlp/texto_27.pdf. Acesso em: 30/04/2014)
Para ajudar o leitor a construir a coerência do texto, usamos palavras especializadas na retomada de informações já dadas. O trecho em que o termo destacado exemplifica essas palavras é
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O que se revela quando se diz?
A língua, na maioria das vezes, oferece-nos várias possibilidades para dizer praticamente as mesmas coisas. Escolher a forma mais adequada para cada situação, cotejar usos, comparar registros, sempre tendo em mente a riqueza dos processos de variação linguística, é (ou deveria ser) preocupação de todos os falantes, sob o risco de a intercompreensão e a eficiência de comunicação se perderem.
Por exemplo: quando, no começo dos anos 50, Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira compuseram um dos maiores sucessos da música popular brasileira de todos os tempos, o baião “Asa branca”, alguns puristas podem ter ficado incomodados com o final da quarta estrofe da canção: “Espero a chuva cair de novo / Pra mim voltá pro meu sertão” [grifo nosso]. Afinal, o uso do pronome oblíquo “mim” na posição de sujeito vai de encontro às prescrições dos normativistas, que apregoam o emprego do pronome reto (eu) numa construção como essa. Manuel Bandeira chegou mesmo a dizer que não havia nada mais “gostoso” do que usar o mim como sujeito de verbo no infinito. A tese de Bandeira é plenamente adequada para explicar o uso dos pronomes em “Asa branca”. O narrador de “Asa branca” é um retirante que foge da seca. Assim, para aumentar o efeito de “verdade” do texto, optou-se por uma variedade linguística compatível com o universo social desse narrador.
Linguistas de todas as épocas reconhecem que, quando falamos ou escrevemos, dizemos mais do que imaginamos. Na verdade, revelamos de onde somos, em que época vivemos, qual o nosso universo social, como queremos nos relacionar com nossos interlocutores. Isso se dá porque a língua não é neutra; ela encerra valores, crenças, ideologias. É por esse motivo que uma simples escolha lexical pode ter mais peso do que supúnhamos.
(Eduardo Calbucci. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/files/mlp/texto_27.pdf. Acesso em: 30/04/2014)
Releia este trecho:
“O narrador de ‘Asa branca’ é um retirante que foge da seca. Assim, para aumentar o efeito de ‘verdade’ do texto, optou-se por uma variedade linguística compatível com o universo social desse narrador”.
Entre as frases articuladas pela palavra em destaque, estabelece-se a ideia de
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Água, uma tragédia anunciada
“Meio copo de água é mais caro que a garrafa de uísque escocês. É por isso que a água do aquífero guarani, a maior reserva subterrânea do planeta, já não cai na torneira dos brasileiros. É vendida pela Aquabrás a peso de ouro nas plantações de etanol e exportada para o mundo inteiro. Quanto mais diminui a calota polar, mais disparam as ações da Aquabrás. Enquanto isso, o pessoal lá embaixo está bebendo água do mar infectada com lixo industrial."
Esse é o depoimento do jornalista João Cândido na parte final do filme "Uma História de Amor e Fúria". Ele está no alto de um condomínio vertical no Rio de Janeiro em 2.096. O presidente da República, pastor Armando, acaba de declarar que só a fé do povo pode trazer chuva, enquanto um rali é realizado no deserto da Amazônia e um grupo de guerrilheiros explode o braço do Cristo Redentor, exigindo água para todos.
Ouvi algumas vezes que o roteiro do filme seria criativo. Discordo. Infelizmente, ele tem muito mais a ver com pesquisa e capacidade dedutiva do que com criatividade. Se estivéssemos um pouco mais atentos, minimamente de olhos abertos, deveríamos estar comprometidos até o último fio de cabelo com as campanhas de desmatamento zero e os projetos de recuperação de mata ciliar, áreas de nascentes e recursos hídricos.
Não vi os fazendeiros da soja, cana ou gado refletindo sobre esse problema, que vai arruinar o negócio deles quando o oceano de nuvens que desce da Amazônia parar de dar as caras. Tampouco vi manifestante empunhando cartaz sobre o tema.
Como é possível que a civilização engendrada pelo pensamento científico possa ter desaguado numa ignorância tão assombrosa? Não seria prudente para a sobrevivência da nossa espécie adotarmos imediatamente uma política de desmatamento zero? Ou vamos permitir que essa tragédia anunciada seja o futuro dos nossos filhos?
(Luiz Bolognesi. Folha de S. Paulo. 23 fev. 2014. Primeiro Caderno. A3)
No trecho “deveríamos estar comprometidos até o último fio de cabelo com as campanhas de desmatamento zero”, a expressão em destaque serve para
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