Foram encontradas 160 questões.
Você esta navegando pela Intranet da escola no endereço www.suaescola.edu.br afim de pegar os relatórios de grade horária. Quando você seleciona o curso e o período desejado, ao prosseguir na busca para exibir o relatório apenas uma mensagem aparece abaixo da barra de endereços do seu navegador Mozilla Firefox do sistema operacional Windows 7, sendo a mensagem exibida na figura abaixo. Como proceder para que sempre sejam exibidos os relatórios buscados na Intranet da escola, mas sem que outros endereços da Internet fiquem exibindo janelas extras durante a navegação?

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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
Á luz da lei 11.091/2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, a atitude da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas em indeferir o pedido de progressão por capacitação profissional e orientar a protocolar pedido de Incentivo à Qualificação está:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
Analise a seguinte situação:
Você têm todos os requisitos básicos para investidura em cargo público, ou seja, a nacionalidade brasileira, o gozo dos direitos políticos, a quitação com as obrigações militares e eleitorais, o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo, a idade mínima de 18 anos e aptidão física e mental. Sendo assim, foi nomeado para exercer cargo em comissão e, após sofrer avaliações periódicas onde sua aptidão e capacidade foram objetos de avaliação, observando os fatores de assiduidade, disciplina, capacidade de iniciativa, produtividade e responsabilidade, é aprovado no estágio probatório e consequentemente adquiriu estabilidade.
Perante as regras estabelecidas aos servidores públicos para aprovação em estágio probatório e consequente estabilidade no serviço público, a situação está:
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
Decreto 1.171/94
Visualize a seguinte situação:
Você, servidor lotado no Setor de Licitações e responsável pela realização dos certames licitatórios, está sofrendo pressão de sua chefia imediata por não querer aceitar proposta da empresa de seu cunhado. Por ter conhecimento do código de ética, regido pelo Decreto 1.171/94, você resiste a essas pressões da chefia imediata que está querendo obter vantagens indevidas e denuncia tal fato.
Segundo o que consta no Decreto 1.171/94, que aprovou o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, sua atitude foi:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
Foram nomeados, através de Portaria, 10 servidores para compor comissão para acompanhamento de obra no qual você é um dos integrantes. É sabido que essa comissão é a responsável pela medição da obra, para fins de pagamento a empresa contratada, acerca do percentual executado dentro de um determinado período de tempo. Em determinado mês, o integrante responsável pela medição mensal da obra omite informação a ser repassada ao Setor de Contratos, e você, juntamente com mais 2 integrantes da comissão, presencia essa omissão. Um desses 2 integrantes da comissão denuncia o fato ao chefe imediato que abre processo administrativo contra esse servidor e integrante da comissão. Você, por ter presenciado o ato de omissão é nomeado para compor a comissão do respectivo processo administrativo e consequentemente manifesta no próprio processo administrativo sua recusa por ser, de acordo com a Lei 9.784/99, impedido em participar dessa comissão.
À luz da lei 9.784/99 que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, sua recusa em participar foi:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
Lei 8.112/90
Visualize a seguinte situação:
Você, aprovado em concurso público, toma posse e entra em exercício dentro dos prazos legais e está no desempenho de suas funções no setor previamente estabelecido pela autoridade competente. Passados dois anos de efetivo exercício, você protocola pedido de licença para tratar de interesses particulares, com remuneração, pelo prazo de 18 meses. A autoridade competente do órgão no qual você está em pleno exercício defere o pedido.
O deferimento do pedido por parte da autoridade competente está:
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O que se revela quando se diz?
A língua, na maioria das vezes, oferece-nos várias possibilidades para dizer praticamente as mesmas coisas. Escolher a forma mais adequada para cada situação, cotejar usos, comparar registros, sempre tendo em mente a riqueza dos processos de variação linguística, é (ou deveria ser) preocupação de todos os falantes, sob o risco de a intercompreensão e a eficiência de comunicação se perderem.
Por exemplo: quando, no começo dos anos 50, Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira compuseram um dos maiores sucessos da música popular brasileira de todos os tempos, o baião “Asa branca”, alguns puristas podem ter ficado incomodados com o final da quarta estrofe da canção: “Espero a chuva cair de novo / Pra mim voltá pro meu sertão” [grifo nosso]. Afinal, o uso do pronome oblíquo “mim” na posição de sujeito vai de encontro às prescrições dos normativistas, que apregoam o emprego do pronome reto (eu) numa construção como essa. Manuel Bandeira chegou mesmo a dizer que não havia nada mais “gostoso” do que usar o mim como sujeito de verbo no infinito. A tese de Bandeira é plenamente adequada para explicar o uso dos pronomes em “Asa branca”. O narrador de “Asa branca” é um retirante que foge da seca. Assim, para aumentar o efeito de “verdade” do texto, optou-se por uma variedade linguística compatível com o universo social desse narrador.
Linguistas de todas as épocas reconhecem que, quando falamos ou escrevemos, dizemos mais do que imaginamos. Na verdade, revelamos de onde somos, em que época vivemos, qual o nosso universo social, como queremos nos relacionar com nossos interlocutores. Isso se dá porque a língua não é neutra; ela encerra valores, crenças, ideologias. É por esse motivo que uma simples escolha lexical pode ter mais peso do que supúnhamos.
(Eduardo Calbucci. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/files/mlp/texto_27.pdf. Acesso em: 30/04/2014)
O autor utiliza a canção “Asa Branca” como argumento para
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O que se revela quando se diz?
A língua, na maioria das vezes, oferece-nos várias possibilidades para dizer praticamente as mesmas coisas. Escolher a forma mais adequada para cada situação, cotejar usos, comparar registros, sempre tendo em mente a riqueza dos processos de variação linguística, é (ou deveria ser) preocupação de todos os falantes, sob o risco de a intercompreensão e a eficiência de comunicação se perderem.
Por exemplo: quando, no começo dos anos 50, Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira compuseram um dos maiores sucessos da música popular brasileira de todos os tempos, o baião “Asa branca”, alguns puristas podem ter ficado incomodados com o final da quarta estrofe da canção: “Espero a chuva cair de novo / Pra mim voltá pro meu sertão” [grifo nosso]. Afinal, o uso do pronome oblíquo “mim” na posição de sujeito vai de encontro às prescrições dos normativistas, que apregoam o emprego do pronome reto (eu) numa construção como essa. Manuel Bandeira chegou mesmo a dizer que não havia nada mais “gostoso” do que usar o mim como sujeito de verbo no infinito. A tese de Bandeira é plenamente adequada para explicar o uso dos pronomes em “Asa branca”. O narrador de “Asa branca” é um retirante que foge da seca. Assim, para aumentar o efeito de “verdade” do texto, optou-se por uma variedade linguística compatível com o universo social desse narrador.
Linguistas de todas as épocas reconhecem que, quando falamos ou escrevemos, dizemos mais do que imaginamos. Na verdade, revelamos de onde somos, em que época vivemos, qual o nosso universo social, como queremos nos relacionar com nossos interlocutores. Isso se dá porque a língua não é neutra; ela encerra valores, crenças, ideologias. É por esse motivo que uma simples escolha lexical pode ter mais peso do que supúnhamos.
(Eduardo Calbucci. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/files/mlp/texto_27.pdf. Acesso em: 30/04/2014)
No texto, o autor evidencia a noção de língua que adota. Para ele, a língua deve ser entendida como
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O que se revela quando se diz?
A língua, na maioria das vezes, oferece-nos várias possibilidades para dizer praticamente as mesmas coisas. Escolher a forma mais adequada para cada situação, cotejar usos, comparar registros, sempre tendo em mente a riqueza dos processos de variação linguística, é (ou deveria ser) preocupação de todos os falantes, sob o risco de a intercompreensão e a eficiência de comunicação se perderem.
Por exemplo: quando, no começo dos anos 50, Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira compuseram um dos maiores sucessos da música popular brasileira de todos os tempos, o baião “Asa branca”, alguns puristas podem ter ficado incomodados com o final da quarta estrofe da canção: “Espero a chuva cair de novo / Pra mim voltá pro meu sertão” [grifo nosso]. Afinal, o uso do pronome oblíquo “mim” na posição de sujeito vai de encontro às prescrições dos normativistas, que apregoam o emprego do pronome reto (eu) numa construção como essa. Manuel Bandeira chegou mesmo a dizer que não havia nada mais “gostoso” do que usar o mim como sujeito de verbo no infinito. A tese de Bandeira é plenamente adequada para explicar o uso dos pronomes em “Asa branca”. O narrador de “Asa branca” é um retirante que foge da seca. Assim, para aumentar o efeito de “verdade” do texto, optou-se por uma variedade linguística compatível com o universo social desse narrador.
Linguistas de todas as épocas reconhecem que, quando falamos ou escrevemos, dizemos mais do que imaginamos. Na verdade, revelamos de onde somos, em que época vivemos, qual o nosso universo social, como queremos nos relacionar com nossos interlocutores. Isso se dá porque a língua não é neutra; ela encerra valores, crenças, ideologias. É por esse motivo que uma simples escolha lexical pode ter mais peso do que supúnhamos.
(Eduardo Calbucci. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/files/mlp/texto_27.pdf. Acesso em: 30/04/2014)
Com base no texto, a resposta à pergunta feita no título, “O que se revela quando se diz?”, é
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Água, uma tragédia anunciada
“Meio copo de água é mais caro que a garrafa de uísque escocês. É por isso que a água do aquífero guarani, a maior reserva subterrânea do planeta, já não cai na torneira dos brasileiros. É vendida pela Aquabrás a peso de ouro nas plantações de etanol e exportada para o mundo inteiro. Quanto mais diminui a calota polar, mais disparam as ações da Aquabrás. Enquanto isso, o pessoal lá embaixo está bebendo água do mar infectada com lixo industrial."
Esse é o depoimento do jornalista João Cândido na parte final do filme "Uma História de Amor e Fúria". Ele está no alto de um condomínio vertical no Rio de Janeiro em 2.096. O presidente da República, pastor Armando, acaba de declarar que só a fé do povo pode trazer chuva, enquanto um rali é realizado no deserto da Amazônia e um grupo de guerrilheiros explode o braço do Cristo Redentor, exigindo água para todos.
Ouvi algumas vezes que o roteiro do filme seria criativo. Discordo. Infelizmente, ele tem muito mais a ver com pesquisa e capacidade dedutiva do que com criatividade. Se estivéssemos um pouco mais atentos, minimamente de olhos abertos, deveríamos estar comprometidos até o último fio de cabelo com as campanhas de desmatamento zero e os projetos de recuperação de mata ciliar, áreas de nascentes e recursos hídricos.
Não vi os fazendeiros da soja, cana ou gado refletindo sobre esse problema, que vai arruinar o negócio deles quando o oceano de nuvens que desce da Amazônia parar de dar as caras. Tampouco vi manifestante empunhando cartaz sobre o tema.
Como é possível que a civilização engendrada pelo pensamento científico possa ter desaguado numa ignorância tão assombrosa? Não seria prudente para a sobrevivência da nossa espécie adotarmos imediatamente uma política de desmatamento zero? Ou vamos permitir que essa tragédia anunciada seja o futuro dos nossos filhos?
(Luiz Bolognesi. Folha de S. Paulo. 23 fev. 2014. Primeiro Caderno. A3)
Na parte final do texto, o autor usa a expressão “essa tragédia anunciada” para se referir à
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