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Leia os excertos a seguir:
Excerto I
Uma das primeiras teorias sobre a tecnologia aborda enfaticamente seu caráter transformador da sociedade. Neder denominou essa corrente de pensamento instrumentalista; segundo ele, ― este seria como um suporte instrumental para realizar valores e desejos, sendo os meios tecnológicos neutros . Herdeira do otimismo com o progresso, desde a filosofia do iluminismo do século XVIII, a tecnologia materializa-se apenas em meios para atingir determinados fins.
Excerto II
Na concepção de Agazzi, até os anos cinquenta pode-se dizer que a ciência era considerada como o campo de investigação desinteressada, imparcial, e objetiva da verdade; como depósito do conhecimento infalível, descontaminada de pressões e influências externas. Bem estabelecida por cima de todo conflito ideológico e disposta de imediato a ajudar à humanidade a resolver qualquer tipo de problema graças à riqueza de seus instrumentos. O tom desse discurso se potencializou tanto por meio da autonomia da ciência em relação à sociedade quanto da sua neutralidade.
Excerto III
Dagnino descreve a respeito da concepção da neutralidade científica em sua obra. Para esse autor, enquanto o Iluminismo difundiu o ideal da neutralidade, o Positivismo, no século XIX, potencializou novos desdobramentos dessa percepção. Desvinculada do primado religioso, no positivismo, a razão subverteria a subjetividade para reproduzir a realidade fielmente, principalmente, ao reforçar o caráter de verdade do conhecimento científico. Assim, ainda segundo o autor, ―[...] a neutralidade da ciência parte de um juízo de que a ciência e a tecnologia não se relacionam com o contexto no qual são geradas. Assim, permanecer sempre isolada é um objetivo e uma regra da boa ciência.
SILVA, G.B; BOTELHO, M. I. V. Ciência, tecnologia e sociedade: apontamentos teóricos. Temporalidades – Revista Discente do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG. v. 8, n. 1 (jan./maio 2016) – Belo Horizonte: Departamento de História, FAFICH/UFMG, 2016. Disponível em:<www.fafich.ufmg.br/temporalidades> . Acesso em: 20 ago. 2016
Com base nos apontamentos teóricos expostos nos excertos, podemos argumentar que os textos demonstram:
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A integração com as áreas profissionais faz com que a Historiografia parta para as discussões temáticas. O estudante do Curso de Engenharia ou de um Técnico do Eixo Tecnológico de Infraestrutura deve conhecer as expressões construtivas ao longo dos tempos históricos. O papel do docente é justamente oportunizar este contato.
Sendo assim observe as imagens e assinale a alternativa que possui a correspondência correta:

Fonte:<http://www.estilosarquitetonicos.com.br> . Acesso em 20 ago. 2016.
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Surgida na França, durante a década de 1920, esta tendência historiográfica estabeleceu a relevância de aspectos da vida privada, da cultura e das mentalidades como temas dignos da pesquisa histórica. Ao admitirem a contribuição de outras ciências, terminaram por ampliar o conceito de tempo histórico e propuseram novos objetos e procedimentos metodológicos.
O trecho acima refere-se à/ao:
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O documento não é inócuo. É, antes de mais nada, o resultado de uma montagem, consciente ou inconsciente, da história, da época, da sociedade que o produziram, mas também das épocas sucessivas durante as quais continuou a viver, talvez esquecido, durante as quais continuou a ser manipulado, ainda que pelo silêncio. O documento é uma coisa que fica, que dura, e o testemunho, o ensinamento (para evocar a etimologia) que ele traz devem ser em primeiro lugar analisados, desmistificando-lhe o seu significado aparente. O documento é monumento. Resulta do esforço das sociedades históricas para impor ao futuro – voluntária ou involuntariamente – determinada imagem de si próprias. (2003, p.537-538).
LE GOFF, Jacques. Documento/monumento. In: FONSECA, Thaís N. L. (orgs.). História e Memória. 5ª ed. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2003, p. 525-541.
Sobre as considerações postas por Le Goff, é correto afirmar que a Documentação:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
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Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
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“Quando utilizamos o termo tecnologia educacional, os educadores consideram como um paradigma do futuro, mas a tecnologia educacional está relacionada aos antigos instrumentos utilizados no processo ensino-aprendizagem” (Tajra, 2012). São elementos instrumentais da tecnologia educacional:
I. O giz e a lousa;
II. O rádio, o aparelho de som e o gravador de fitas cassete e de vídeo;
III. O retroprojetor, o jornal impresso e a televisão;
IV. O livro;
V. O computador.
A alternativa que define todos os elementos instrumentais da tecnologia educacional citados anteriormente é:
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De acordo com Libâneo (2013), no que concerne à Didática no processo educacional, marque a alternativa incorreta:
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