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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
Considere a Arquitetura do Conjunto de Instruções do MIPS para uma máquina de 64 bits, cujas operações possuem, geralmente, 3 operandos. Avalie o código a seguir e marque a alternativa que melhor descreve a expressão do valor armazenado no registrador $t7 ao final da execução.
| add $t1, $t2, $t3 |
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
Selecione o item que completa adequadamente as lacunas da afirmativa a seguir:
“A é uma técnica que usa a memória secundária para simular uma cache para armazenamento secundário. Existem, basicamente, duas técnicas de : a primeira chama-se , que quebra o tamanho do processo em páginas de tamanho fixo; a segunda chama-se , que quebra o processo em blocos de tamanhos variados. ”
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
Em diversas bibliografias, como o livro de Organização Estruturada de Computadores, de Andrew S. Tanenbaum, 2013, por exemplo, é possível encontrar uma representação da hierarquia de memórias como uma pirâmide. Nessa hierarquia as memórias mais próximas da base possuem menor custo e velocidade, enquanto as memórias mais próximas do topo possuem menor capacidade de armazenamento. Vamos considerar uma hierarquia com 4 níveis de memória. De acordo com essa hierarquia de memória, qual a ordem correta de representação crescente, da base para o topo, se quisermos organizar as memórias de acordo com sua velocidade?
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
Selecione o item que completa adequadamente a lacuna da afirmativa a seguir:
“ é uma técnica de implementação de hardware que permite a sobreposição temporal das diversas fases de execução das instruções no processador, aumenta o número de instruções executadas simultaneamente, reduzindo assim o tempo de execução global das tarefas. ”
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- Modelo OSIModelo OSI: Camada de Transporte
- TCP/IPTCP: Transmission Control Protocol
- TCP/IPUDP: User Datagram Protocol
O Modelo OSI (Open Systems Interconnection) foi criado em 1971 e lançado em 1984. Ele corresponde a um modelo de redes de computadores tido, até os dias de hoje, como referência e amplamente utilizado, principalmente, para o estudo didático de redes. O modelo OSI é composto por 7 camadas. Com relação ao modelo OSI, qual é a camada responsável por utilizar protocolos de transmissão fim-a-fim como TCP e UDP?
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Sobre fontes históricas, proceda à análise dos itens, julgue-os e assinale a alternativa correta:
I. Fonte histórica, documento, registro, vestígio são todos termos correlatos para definir tudo aquilo produzido pela humanidade no tempo e no espaço.
II. Fontes podem corresponder à herança material e imaterial deixada pelos antepassados que servem de base para a construção do conhecimento histórico.
III. O termo mais clássico para conceituar a fonte histórica é documento. Palavra, no entanto, que, devido às concepções da escola metódica, ou positivista, está atrelada a uma gama de ideias preconcebidas, significando não apenas o registro escrito, mas principalmente o registro oficial.
IV. Vestígio é a palavra atualmente preferida pelos historiadores que defendem que a fonte histórica é mais do que o documento oficial: que os mitos, a fala, o cinema, a literatura, tudo isso, como produtos humanos, torna-se fonte para o conhecimento da história.
V. No mundo ocidental, as primeiras ideias sistematizadas acerca da natureza das fontes históricas surgiram entre o século XVIII e o início do XIX, com os eruditos franceses que começaram a sistematizar a História escrita e, logo, a valorizar o documento.
PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005.
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Excerto I
[...] é importante destacar a proposta curricular que integra o ensino médio à formação técnica (entendendo-se essa integração em novos moldes). Essa proposta, além de estabelecer o diálogo entre os conhecimentos científicos, tecnológicos, sociais e humanísticos e conhecimentos e habilidades relacionadas ao trabalho, além de superar o conceito da escola dual e fragmentada, pode representar, em essência, a quebra da hierarquização de saberes e colaborar, de forma efetiva, para a educação brasileira como um todo, no desafio de construir uma nova identidade para essa última etapa da educação básica (PACHECO, 2010, p.22).
Excerto II
[...] a integração curricular é um conceito em disputa, cujas diretrizes, embora fornecidas por documentos institucionais, produziram interpretações que estão longe de serem unívocas.
Excerto III
[...] A ausência do livro didático aliada a reflexões que apontavam para as dimensões do trabalho, das técnicas, da tecnologia e da ciência ao longo das aulas de História provocaram a surpresa e a quebra de expectativas na futura docente.
ALVES, João Victor Caetano. O Ensino de História entre a Integração Curricular, a Cultura Escolar e a Tradição dos Livros Didáticos: Reflexões de uma Experiência do Projeto Pibid no IFSP – Campus Guarulhos Instituto Federal de São Paulo in ANPUH -BRASIL - 31º Simpósio Nacional de História Rio de Janeiro/RJ, 2021.
A partir destes excertos proceda a análise dos itens, julgue-os e assinale a alternativa correta:
I. A integração curricular proposta a partir do currículo integrado para ensino de História na Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica deve ser diferenciada da proposta pedagógica efetivada nas escolas regulares considerando-se o perfil profissional integrado à terminalidade da educação básica.
II. A escolha por abordar as temáticas históricas a partir das dimensões do trabalho, das técnicas, da tecnologia e da ciência ao longo das aulas de História correspondem a uma dentre outras possibilidades e estratégias que podem ser tomadas em se tratando do ensino de História para Cursos Técnicos.
III. O Ensino de História posto nos Institutos Federais deve ater-se a Base Nacional Comum Curricular sendo que as especificidades de cada curso no que concerne à abordagem histórica passa a ficar sob a função do professor específico da formação profissional.
IV. A integração curricular entre História e determinada formação profissional constitui, ao mesmo tempo, um desafio e uma possibilidade na medida em que na formação inicial dos profissionais da educação/historiadores, aparentemente, esta abordagem causa certo assombro e frustração.
V. A integração curricular proposta nos Institutos Federais conflita com as atribuições dos historiadores prevista na LEI Nº 14.038, DE 17 de agosto de 2020, que dispõe sobre a regulamentação da profissão de Historiador e dá outras providências, gerando interpretações paradoxais.
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Sobre teoria e prática no estudo de histórias regionais, com recorte da História do Tocantins, destaca-se os trabalhos publicados por Odair Giraldin. Considerando a perspectiva deste pesquisador proceda à análise dos itens abaixo, julgue e assinale a alternativa correta:
I. Conforme Odair Giraldin (2002), Porto Real teve sua fundação em princípio do século XVIII, dentro do processo de intensificação da mineração na região, Pontal, ao contrário, nasceu na decadência desta atividade, como uma forma de incentivar o comércio fluvial pelo Tocantins até Belém do Pará, tornando-se assim uma outra alternativa econômica para o norte de Goiás.
II. O Príncipe Regente, D. João, através da Carta Régia de 05 de agosto de 1811, ofereceu vantagens para quem quisesse estabelecer-se às margens do rio Tocantins, visando, com isso, favorecer o comércio com Belém do Pará. Entre as vantagens oferecidas, agraciava os moradores com os mesmos privilégios dados aos moradores da capitania de Minas Gerais, em relação ao Rio Doce.
III. Sobre a fundação de Porto Real destaca a organização de várias expedições para explorar o rio e criar as condições necessárias à navegação do Tocantins. Argui como principal obstáculo as populações indígenas que habitavam suas margens, as quais mantinham-se distantes das possibilidades de um convívio pacífico.
IV. Dentre as medidas tomadas pelo governador de Goiás, Tristão da Cunha Menezes, para criar melhores condições para os navegantes, estava a fundação, em 1791, de Porto Real, inicialmente apenas um destacamento militar localizado à margem do rio, de onde deveriam partir as embarcações em direção a Belém do Pará.
V. O destacamento de Porto Real objetivava servir também como uma forma de proteção contra os ataques indígenas, principalmente dos Xerente, e, ao mesmo tempo, funcionar como um posto de controle do comércio com Belém.
Fonte: Giraldin, O – “Pontal e Porto Real: dois arraiais do norte de Goiás e os conflitos com os Xerente nos séculos XVIII e XIX”. Revista Amazonense de História, v. 1. n.1 jan/dez/ 2002, pp. 131-146
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Os procedimentos enumerados a seguir podem constituir como estratégia didática e prática no ensino de história na Educação Básica Brasileira.
Procedimentos:
1. As mensagens transmitidas pelo (a) [...] e os pontos de vista expressados ao longo da sua narrativa.
2. Confira a posição relativa de localização em relação ao lugar onde você se encontra.
3. Confira se há personagens ou figuras escondidas ou encobertas.
4. Consulte o dicionário.
5. Estabeleça conexões entre o que está sendo representado e o tema do capítulo.
6. Faça uma lista de palavras que não entendeu.
7. Faça uma nova leitura completa e resolva as questões propostas.
8. Faça uma primeira leitura. 9. Identifique o assunto do (a) [...].
10. Identifique o momento histórico representado.
11. Identifique o que está no centro e à frente na [...]. Geralmente, é o que o autor do (a) [...] procurou destacar.
12. Identifique quais as partes do mundo retratadas.
13.Identifique todas as pessoas, animais, construções e demais [...] que compõem [...]
14. Informações sobre o autor: Quem é? Qual grupo social pertence?
15. Leia o título do(a) [...] Nele está contido o assunto representado.
16. Note se há espaços fechados e espaços abertos.
17. Note se há rios, mares, cidades dentre outros. 18. o momento em que foi produzido (a).
19. O momento histórico em que transcorre a trama do (a) [...].
20. O tema do (a) [...] e seus personagens principais.
21. Organize uma lista de palavras: conhecidas, desconhecidas e parcialmente conhecidas.
22. Seu diretor e país de origem, pois além de [...], as [...]também projetam características e pontos de vista do presente sobre o passado.
23. Veja as legendas.
24. Verifique ações que estão sendo retratadas. Qual a principal? Quais são as secundárias (se houver)?
25. Verifique os espaços laterais, aquilo que está mais longe do centro, ao fundo ou no alto.
Comando didático:
a. Como analisar um filme.
b. Como analisar uma imagem.
c. Como interpretar um texto.
d. Como analisar um mapa.
CAMPOS, Flávio de. Oficina de história: Volumes 1, 2 e 3/Flavio de Campos, Júlio Pimentel Pinto, Regina Claro. - 2. ed. -- São Paulo: Leya, 2016.
A relação entre o procedimento e o comando didático está equivalente em:
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Quanto às linguagens, narrativas históricas, produção e difusão do conhecimento histórico, realize a análise dos itens, julgue-os e assinale a alternativa correta.
I. Conforme Eni Orlandi, uma das principais estudiosas da Análise do Discurso no Brasil, o discurso é a prática da linguagem, isto é, uma narrativa construída a partir de condições históricas e sociais específicas. Para ela, todo discurso materializa determinada ideologia na fala a partir de um idioma específico. Desse modo, todo discurso possui uma ideologia, e é a língua que permite aos indivíduos compreenderem e assimilarem tal ideologia.
II. De acordo com Orlandi, um dos principais componentes do discurso como fala ou narrativa são os significados históricos presentes no imaginário de quem o elabora. Cada discurso é, assim, uma representação do imaginário no qual seu autor está inserido. Mas, embora todo discurso seja proferido por alguém – um indivíduo (ou vários) –, esse sujeito (que pode ser o autor de um texto, por exemplo) não é responsável pelos significados que existem em seu discurso, uma vez que nenhum discurso é de autoria exclusiva de seu autor, já que todos os indivíduos fazem parte da mesma memória coletiva.
III. Para a Análise do Discurso, o importante é saber o que um texto quer dizer, como ele diz o que diz, ou seja, como os elementos linguísticos, históricos e sociais que o compõem fazem sentido dissociadamente.
IV. Outros conceitos fundamentais para a compreensão do discurso são imaginário e memória. A memória coletiva guarda tudo o que já foi dito, tornando possível que possamos dizer tudo de novo, ou entender quando algo for dito por outros. Ou seja, como não somos responsáveis pelos sentidos do discurso, só o entendemos porque esses sentidos já existem antes de nós, em nossa sociedade, na memória coletiva e no imaginário.
V. A Análise do Discurso, em um sentido mais amplo, já é empregada por profissional de História, quando esse coloca a si as seguintes perguntas diante de um documento ou de uma obra histórica: Quem o produziu? Quando foi produzido? Por que foi produzido? Para quem foi produzido? Essas são perguntas simples, mas básicas para entendermos os sentidos que estão além do conteúdo do texto.
ORLANDI, Eni Pulcinelli. Terra à vista: discurso do confronto – Velho e Novo Mundo. São Paulo/Campinas: Cortez/Ed. Unicamp, 1990. ORLANDI, Eni Pulcinelli. Interpretação: autoria, leitura e efeitos do trabalho simbólico. Petrópolis: Vozes, 1996. ORLANDI, Eni Pulcinelli.. Análise de discurso: princípios e procedimentos. Campinas: Pontes, 1999
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