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Um grupo de cientistas desenvolveu novo teste para detectar se um indivíduo é, ou não, portador de nova variante de gripe. A tabela abaixo mostra os resultados obtidos na aplicação do teste em um grupo de controle composto por 240 indivíduos não portadores da doença e 150 indivíduos portadores. A primeira coluna da tabela indica se o indivíduo era ou não portador da doença, e as demais colunas indicam o resultado do teste, em porcentagem.
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portador da doença |
teste |
|
|
positivo |
negativo | |
|
sim |
90% | 10% |
| não | 25% | 75% |
Tendo como referência o texto e a tabela acima, e considerando que um resultado é dito falso se o teste não aponta a real situação do indivíduo, julgue o item seguinte.
Suponha que tenham sido selecionados 63 indivíduos do grupo de controle cujo resultado desse teste foi falso. Nesse caso, é correto afirmar que ao menos dois desses indivíduos são portadores da doença.
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Um grupo de cientistas desenvolveu novo teste para detectar se um indivíduo é, ou não, portador de nova variante de gripe. A tabela abaixo mostra os resultados obtidos na aplicação do teste em um grupo de controle composto por 240 indivíduos não portadores da doença e 150 indivíduos portadores. A primeira coluna da tabela indica se o indivíduo era ou não portador da doença, e as demais colunas indicam o resultado do teste, em porcentagem.
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portador da doença |
teste |
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positivo |
negativo | |
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sim |
90% | 10% |
| não | 25% | 75% |
Tendo como referência o texto e a tabela acima, e considerando que um resultado é dito falso se o teste não aponta a real situação do indivíduo, julgue o item seguinte.
O número de testes cujo resultado foi positivo é igual ao número de testes cujo resultado foi negativo.
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O principal agente 1 de transmissão das infecções hospitalares são os próprios profissionais de saúde. A maioria das contaminações ocorre pela falta de um hábito básico de higiene. “Por pressa ou até por falta de costume, alguns profissionais não lavam as mãos de forma adequada”, diz o infectologista Paulo Olzon, da Universidade Federal de São Paulo. A experiência do Hospital Albert Einstein mostra como o problema pode ser resolvido de maneira simples. Até 2004, apenas metade dos profissionais da instituição cumpria o ritual completo de higienização das mãos exigido no ambiente hospitalar — a lavagem antes e depois de tocar no paciente. Com a instalação de um porta-gel antisséptico ao lado de cada leito, 80% dos funcionários passaram a fazer a limpeza como convém.
Adriana Dias Lopes. In: Veja, 27/10/2010 (com adaptações).
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item seguinte.
No trecho ‘Por pressa ou até por falta de costume, alguns profissionais não lavam as mãos de forma adequada’ (R.4-5), estabelece-se uma relação de condição.
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O principal agente 1 de transmissão das infecções hospitalares são os próprios profissionais de saúde. A maioria das contaminações ocorre pela falta de um hábito básico de higiene. “Por pressa ou até por falta de costume, alguns profissionais não lavam as mãos de forma adequada”, diz o infectologista Paulo Olzon, da Universidade Federal de São Paulo. A experiência do Hospital Albert Einstein mostra como o problema pode ser resolvido de maneira simples. Até 2004, apenas metade dos profissionais da instituição cumpria o ritual completo de higienização das mãos exigido no ambiente hospitalar — a lavagem antes e depois de tocar no paciente. Com a instalação de um porta-gel antisséptico ao lado de cada leito, 80% dos funcionários passaram a fazer a limpeza como convém.
Adriana Dias Lopes. In: Veja, 27/10/2010 (com adaptações).
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item seguinte.
Infere-se, a partir da leitura do texto, que, até 2004, não havia porta-géis instalados ao lado de todos os leitos do Hospital Albert Einstein.
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O principal agente 1 de transmissão das infecções hospitalares são os próprios profissionais de saúde. A maioria das contaminações ocorre pela falta de um hábito básico de higiene. “Por pressa ou até por falta de costume, alguns profissionais não lavam as mãos de forma adequada”, diz o infectologista Paulo Olzon, da Universidade Federal de São Paulo. A experiência do Hospital Albert Einstein mostra como o problema pode ser resolvido de maneira simples. Até 2004, apenas metade dos profissionais da instituição cumpria o ritual completo de higienização das mãos exigido no ambiente hospitalar — a lavagem antes e depois de tocar no paciente. Com a instalação de um porta-gel antisséptico ao lado de cada leito, 80% dos funcionários passaram a fazer a limpeza como convém.
Adriana Dias Lopes. In: Veja, 27/10/2010 (com adaptações).
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item seguinte.
A expressão “o problema” refere-se ao fato de que, por pressa, ou até por falta de costume, alguns profissionais de saúde não lavam as mãos de forma adequada, o que provoca as contaminações.
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Viver em ambiente sem gravidade faz coisas curiosas com o corpo — afinal, toda a fisiologia evoluiu na presença de gravidade. Nos primeiros dias no espaço, astronautas sentem enjoo, uma condição tratada no jargão da NASA como “consciência do estômago”. Fluidos corporais que, na Terra, ficam assentados, sobem para a cabeça, deixando os astronautas com as pernas finas e os rostos inchados, eliminando rugas e fazendo as tripulações parecerem anos mais jovens, ainda que temporariamente.
Por outro lado, muitos astronautas se sentem congestionados no espaço e perdem parte dos sentidos do olfato e do paladar. Além disso, sem a gravidade, ossos e músculos também começam a se desgastar. Para cada mês no espaço, os astronautas perdem em torno de 2% da massa óssea e, por isso, a tripulação costuma passar pelo menos duas horas do dia se exercitando.
The Guardian. In: O Estado de S.Paulo, 31/10/2010 (com adaptações).
Acerca dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
A relação entre o termo “Fluidos corporais e a oração “que, na Terra, ficam assentados” é de explicação.
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Viver em ambiente sem gravidade faz coisas curiosas com o corpo — afinal, toda a fisiologia evoluiu na presença de gravidade. Nos primeiros dias no espaço, astronautas sentem enjoo, uma condição tratada no jargão da NASA como “consciência do estômago”. Fluidos corporais que, na Terra, ficam assentados, sobem para a cabeça, deixando os astronautas com as pernas finas e os rostos inchados, eliminando rugas e fazendo as tripulações parecerem anos mais jovens, ainda que temporariamente.
Por outro lado, muitos astronautas se sentem congestionados no espaço e perdem parte dos sentidos do olfato e do paladar. Além disso, sem a gravidade, ossos e músculos também começam a se desgastar. Para cada mês no espaço, os astronautas perdem em torno de 2% da massa óssea e, por isso, a tripulação costuma passar pelo menos duas horas do dia se exercitando.
The Guardian. In: O Estado de S.Paulo, 31/10/2010 (com adaptações).
Acerca dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
Considerando-se apenas o trecho “Viver em ambiente sem gravidade faz coisas curiosas com o corpo”, não se pode determinar, do ponto de vista sintático, o sujeito da forma verbal “faz”.
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Viver em ambiente sem gravidade faz coisas curiosas com o corpo — afinal, toda a fisiologia evoluiu na presença de gravidade. Nos primeiros dias no espaço, astronautas sentem enjoo, uma condição tratada no jargão da NASA como “consciência do estômago”. Fluidos corporais que, na Terra, ficam assentados, sobem para a cabeça, deixando os astronautas com as pernas finas e os rostos inchados, eliminando rugas e fazendo as tripulações parecerem anos mais jovens, ainda que temporariamente.
Por outro lado, muitos astronautas se sentem congestionados no espaço e perdem parte dos sentidos do olfato e do paladar. Além disso, sem a gravidade, ossos e músculos também começam a se desgastar. Para cada mês no espaço, os astronautas perdem em torno de 2% da massa óssea e, por isso, a tripulação costuma passar pelo menos duas horas do dia se exercitando.
The Guardian. In: O Estado de S.Paulo, 31/10/2010 (com adaptações).
Acerca dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
O principal objetivo do texto é enumerar os efeitos causados no organismo humano pela falta de gravidade.
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Viver em ambiente sem gravidade faz coisas curiosas com o corpo — afinal, toda a fisiologia evoluiu na presença de gravidade. Nos primeiros dias no espaço, astronautas sentem enjoo, uma condição tratada no jargão da NASA como “consciência do estômago”. Fluidos corporais que, na Terra, ficam assentados, sobem para a cabeça, deixando os astronautas com as pernas finas e os rostos inchados, eliminando rugas e fazendo as tripulações parecerem anos mais jovens, ainda que temporariamente.
Por outro lado, muitos astronautas se sentem congestionados no espaço e perdem parte dos sentidos do olfato e do paladar. Além disso, sem a gravidade, ossos e músculos também começam a se desgastar. Para cada mês no espaço, os astronautas perdem em torno de 2% da massa óssea e, por isso, a tripulação costuma passar pelo menos duas horas do dia se exercitando.
The Guardian. In: O Estado de S.Paulo, 31/10/2010 (com adaptações).
Acerca dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
A substituição da forma verbal “parecerem” por parecer acarretaria prejuízo para a correção gramatical do texto.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFB
Com relação ao estatuto do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB), julgue o item seguinte.
O currículo no IFB está fundamentado em bases filosóficas, epistemológicas, metodológicas, socioculturais e legais, expressas no seu Plano de Desenvolvimento Institucional e no seu Projeto Pedagógico Institucional.
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