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Foram encontradas 74 questões.

320635 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
De acordo com o estatuto do Instituto Federal de Brasília, compete ao Conselho Superior

 

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Assinale a alternativa que apresenta finalidade(s) do Instituto Federal de Brasília (IFB).

 

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320633 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
Tendo em vista o disposto na Lei n.º 11.892/2008, com relação ao cargo de reitor, assinale a alternativa correta.

 

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Conforme o disposto na Lei n.º 11.892/2008, é(são) objetivo(s) dos institutos federais .

 

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320630 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB
Conforme a Lei n.º 11.892/2008, os institutos federais têm por finalidades e características

 

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320619 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

A violência intrafamiliar e institucional sempre afetou a

saúde e a qualidade de vida de milhares de crianças e jovens

no Brasil. Em nosso país, formas agressivas e cruéis de se

relacionar são frequentemente usadas por pais, educadores

e responsáveis por abrigos ou internatos como estratégias

para educar e para corrigir erros de comportamento de

crianças e adolescentes. Mas está reconhecido

cientificamente que essa mentalidade e esse tipo de atuação,

além de serem contraproducentes, são nocivos. Bater, ferir,

violar, menosprezar, negligenciar e abusar são verbos que

não devem ser usados no trato da infância e da adolescência

por vários motivos:

• muitos estudos mostram que a violência, da qual a

pessoa é vítima nos primeiros anos de vida, deixa sequelas

por toda a existência;

• a criança e o jovem não são objeto ou propriedade dos

pais ou de qualquer adulto; e sim, sujeitos de direitos

especiais reconhecidos pela Constituição brasileira e pelo

Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA);

• essa violência que ocorre silenciosamente dentro das

famílias e na sociedade, como se fosse um fenômeno banal,

é potencializadora da violência social em geral;

• as pessoas vítimas de violência na infância podem

repeti-la quando se tornam adultas, especialmente com seus

próprios filhos ou com outras crianças e adolescentes com os

quais se relacionam socialmente.

Enfim, quando a violência é uma forma de relação que

se estabelece no interior das famílias ou na convivência

social, é preciso denunciá-la e “desnaturalizá-la”, tratando-a

como um problema a ser resolvido, buscando formas

“civilizadas” de trabalhar com os conflitos. Nunca é demais

lembrar que os conflitos são normais e até desejáveis na

sociedade, pois indicam a pluralidade de visões, de desejos e

projetos. O mal, portanto, não está em expressá-los, mas em

suprimir a oportunidade do debate, do diálogo e do exercício

da tolerância. No caso das crianças e dos adolescentes,

geralmente os pais, responsáveis e adultos tendem a acabar

com as divergências de ideias e de comportamentos e com o

conflito de gerações por meio da dominação adultocêntrica,

da imposição de sua vontade, ou por meio de gestos e ações

violentos.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Notificação de maus-tratos contra crianças e adolescentes pelos profissionais de saúde: um passo a mais na cidadania em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2002, p. 10-1 (com adaptações).

Com referência ao texto, assinale a alternativa correta.

 

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Quantas pessoas passam fome no mundo e onde a

maioria delas vive? Quais são os efeitos da desnutrição

sobre a mente e o corpo, e o que podemos fazer para ajudar

essas pessoas? O Programa Mundial de Alimentos

(PMA) preparou uma lista com fatos essenciais para

entender por que a fome é um grave problema que o mundo

enfrenta hoje.

1. Aproximadamente 925 milhões de pessoas no

mundo não comem o suficiente para serem consideradas

saudáveis. Isso significa que uma em cada sete pessoas no

planeta vai para a cama com fome todas as noites.

2. Bem mais que a metade dos famintos do

mundo — cerca de 578 milhões de pessoas — vivem na Ásia

e na região do Pacífico. A África responde por pouco mais de

um quarto da população com fome do mundo.

3. A fome é o número um na lista dos 10 maiores

riscos para a saúde, porque ela mata mais pessoas

anualmente do que AIDS, malária e tuberculose juntas.

4. Um terço das mortes entre crianças menores de

cinco anos de idade nos países em desenvolvimento está

ligado à desnutrição.

5. Os primeiros 1.000 dias da vida de uma criança,

desde a gravidez até os dois anos de idade, são a janela

crítica para combater a desnutrição. Uma dieta adequada

nesse período pode protegê-las contra o nanismo mental e

físico, duas consequências da desnutrição.

6. Mães desnutridas muitas vezes dão à luz bebês

abaixo do peso. Essas crianças têm 20% mais probabilidade

de morrer antes dos cinco anos de idade. Cerca de

milhões de crianças nascem abaixo do peso a cada ano.

7. Em 2050, as alterações climáticas e os padrões

climáticos irregulares levarão mais de 24 milhões de crianças

à fome. Quase metade dessas crianças vive na África

Subsaariana.

A fome é um grande problema solucionável que o

mundo enfrenta hoje. Vejamos por quê:

1. Embora o número de pessoas com fome tenha

aumentado, na comparação com o percentual da população

mundial, a fome na verdade caiu de 37% da população

em 1969 para pouco mais de 16% da população em 2010.

2. Custa apenas 25 centavos de dólar por dia

alimentar uma criança com todas as vitaminas e os nutrientes

de que ela precisa para crescer saudável.

Internet: www.onu.org.br (com adaptações). Acesso em 4/1/20

Assinale a alternativa que interpreta adequadamente ideias do texto.

 

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320613 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

A Apple fatura vendendo iPhones, iPads e

computadores Macs. A Microsoft fatura vendendo licenças do

sistema Windows ou consoles do videogame XBox 360. O

Google ganha dinheiro com anúncios atrelados a seu serviço

de busca. E o Facebook ganha dinheiro apenas com suas

informações. É o que você posta, escreve, joga, compartilha,

lê, comenta, curte e cutuca que levou a empresa a lucrar

US$ 1 bilhão em 2011. Isso pode transformá-la, agora, na

sétima companhia de tecnologia mais valiosa do mundo.

Quem conseguiu transformar essas informações em

dinheiro foi o jovem americano Mark Zuckerberg, fundador e

principal executivo da empresa. Com apenas 27 anos, ele é

hoje um dos homens mais ricos e influentes do mundo. O

Facebook, criado em 2004 no alojamento de estudantes da

Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, inventou um

negócio com base na oferta de espaço digital (ilimitado e

gratuito) para que os consumidores se relacionem. Em troca,

os dados sobre tudo o que esses consumidores fazem —

tudo o que você faz! — são vendidos às empresas

interessadas em se relacionar com eles, na forma de

anúncios publicitários. Oitenta e cinco por cento do

faturamento de US$ 3,7 bilhões obtido pelo Facebook no ano

passado veio assim. Sistemas inteligentes analisam rios de

dados gerados pelas ações dos usuários e criam cestas de

perfis para quem quiser explorá-los. Como funciona? O

Facebook calcula, por exemplo, quantas mulheres

paulistanas entre 20 e 30 anos acabaram de mudar seu

status de relacionamento para noiva, oferece essa

informação a uma produtora de festas e cria um anúncio para

sair na coluna lateral do perfil das noivas. Da mesma forma,

se alguém curte uma página de comida saudável, pode ser o

cliente ideal para anúncios de vegetais orgânicos. Se posta

vídeos de futebol, se menciona livros de economia, se

comenta sobre mergulhos, se publica fotos das Ilhas Fiji —

as possibilidades de exploração comercial das informações

são infinitas, e todas elas são armazenadas nos bancos de

dados do Facebook. Com o passar do tempo, eles se tornam

verdadeiros oceanos de dados nos quais as empresas

podem pescar o que desejarem saber acerca dos

consumidores.

Até que ponto uma companhia de internet tem o

direito de acompanhar a vida pessoal dos usuários para

desenvolver estratégias de marketing com base nelas? O

Facebook já enfrentou críticas e foi levado aos tribunais pela

forma como atropela os direitos de seus usuários e faz uso

pouco transparente das informações que eles colocam no

site.

Nos últimos anos, as políticas de privacidade e de

direitos dos usuários sofreram várias mudanças unilaterais

por parte do Facebook, sempre na mesma direção — a

publicação indiscriminada das informações que as pessoas

colocam em seus perfis e das mensagens que trocam com

seus amigos no interior do site, e mesmo fora dele.

O objetivo de Zuckerberg com essas constantes

reduções do espaço privado é manter os internautas mais

tempo em suas páginas, conversando e vasculhando os

perfis uns dos outros. Ele percebeu muito cedo, ainda na

universidade, que a maioria de nós temos uma curiosidade

ilimitada sobre os outros e um desejo irrefreável de conversar

e partilhar novidades sobre nós mesmos. Zuckerberg vem

ajudando a moldar uma geração inteira que ficou conhecida

como posto, logo existo — gente incapaz de usufruir um

momento privado sem a antecipação do prazer de partilhá-lo

on-line. É a geração que tem necessidade de colocar no ar,

pelo Facebook, tudo o que faz no dia a dia.

Internet: http://revistaepoca.globo.com (com adaptações). Acesso em 17/3/2012.

Assinale a alternativa que reescreve passagem do texto e preserva a correção gramatical e o sentido original.

 

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320612 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

A Apple fatura vendendo iPhones, iPads e

computadores Macs. A Microsoft fatura vendendo licenças do

sistema Windows ou consoles do videogame XBox 360. O

Google ganha dinheiro com anúncios atrelados a seu serviço

de busca. E o Facebook ganha dinheiro apenas com suas

informações. É o que você posta, escreve, joga, compartilha,

lê, comenta, curte e cutuca que levou a empresa a lucrar

US$ 1 bilhão em 2011. Isso pode transformá-la, agora, na

sétima companhia de tecnologia mais valiosa do mundo.

Quem conseguiu transformar essas informações em

dinheiro foi o jovem americano Mark Zuckerberg, fundador e

principal executivo da empresa. Com apenas 27 anos, ele é

hoje um dos homens mais ricos e influentes do mundo. O

Facebook, criado em 2004 no alojamento de estudantes da

Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, inventou um

negócio com base na oferta de espaço digital (ilimitado e

gratuito) para que os consumidores se relacionem. Em troca,

os dados sobre tudo o que esses consumidores fazem —

tudo o que você faz! — são vendidos às empresas

interessadas em se relacionar com eles, na forma de

anúncios publicitários. Oitenta e cinco por cento do

faturamento de US$ 3,7 bilhões obtido pelo Facebook no ano

passado veio assim. Sistemas inteligentes analisam rios de

dados gerados pelas ações dos usuários e criam cestas de

perfis para quem quiser explorá-los. Como funciona? O

Facebook calcula, por exemplo, quantas mulheres

paulistanas entre 20 e 30 anos acabaram de mudar seu

status de relacionamento para noiva, oferece essa

informação a uma produtora de festas e cria um anúncio para

sair na coluna lateral do perfil das noivas. Da mesma forma,

se alguém curte uma página de comida saudável, pode ser o

cliente ideal para anúncios de vegetais orgânicos. Se posta

vídeos de futebol, se menciona livros de economia, se

comenta sobre mergulhos, se publica fotos das Ilhas Fiji —

as possibilidades de exploração comercial das informações

são infinitas, e todas elas são armazenadas nos bancos de

dados do Facebook. Com o passar do tempo, eles se tornam

verdadeiros oceanos de dados nos quais as empresas

podem pescar o que desejarem saber acerca dos

consumidores.

Até que ponto uma companhia de internet tem o

direito de acompanhar a vida pessoal dos usuários para

desenvolver estratégias de marketing com base nelas? O

Facebook já enfrentou críticas e foi levado aos tribunais pela

forma como atropela os direitos de seus usuários e faz uso

pouco transparente das informações que eles colocam no

site.

Nos últimos anos, as políticas de privacidade e de

direitos dos usuários sofreram várias mudanças unilaterais

por parte do Facebook, sempre na mesma direção — a

publicação indiscriminada das informações que as pessoas

colocam em seus perfis e das mensagens que trocam com

seus amigos no interior do site, e mesmo fora dele.

O objetivo de Zuckerberg com essas constantes

reduções do espaço privado é manter os internautas mais

tempo em suas páginas, conversando e vasculhando os

perfis uns dos outros. Ele percebeu muito cedo, ainda na

universidade, que a maioria de nós temos uma curiosidade

ilimitada sobre os outros e um desejo irrefreável de conversar

e partilhar novidades sobre nós mesmos. Zuckerberg vem

ajudando a moldar uma geração inteira que ficou conhecida

como posto, logo existo — gente incapaz de usufruir um

momento privado sem a antecipação do prazer de partilhá-lo

on-line. É a geração que tem necessidade de colocar no ar,

pelo Facebook, tudo o que faz no dia a dia.

Internet: http://revistaepoca.globo.com (com adaptações). Acesso em 17/3/2012.

Em cada uma das alternativas a seguir, há um fragmento do texto seguido de uma afirmação a ele relacionada a ser julgada. Assinale aquela em que a afirmação está correta.

 

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320611 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: IFB

Uma faísca safira, um frêmito de asas, e o minúsculo

pássaro — ou seria um inseto? — some como miragem

fugaz. Reaparece instantes depois, agora num ângulo

melhor. É pássaro mesmo, um dervixe do tamanho do meu

polegar com asas que batem 80 vertiginosas vezes por

segundo, produzindo um zumbido quase inaudível. As penas

da cauda, à guisa de leme, delicadamente orientam o voo em

três direções. Ele fita a trombeta de uma vistosa flor

alaranjada e do bico fino como agulha projeta uma língua

delgada feito linha. Um raio de sol ricocheteia de suas penas

iridescentes. A cor refletida deslumbra como uma pedra

preciosa contra uma janela ensolarada. Não admira que os

beija-flores sejam tão queridos e que tanta gente já tenha

tropeçado ao tentar descrevê-los. Nem mesmo circunspectos

cientistas resistem a termos como “belo”, “magnífico”,

“exótico”.

Surpresa maior é o fato de o aparentemente frágil

beija-flor ser uma das mais resistentes criaturas do reino

animal. Cerca de 330 espécies prosperam em ambientes

diversos, muitos deles brutais: do Alasca à Argentina, do

deserto do Arizona à costa de Nova Scotia, da Amazônia à

linha nevada acima dos 4,5 mil metros nos Andes

(misteriosamente, essas aves só são encontradas no Novo

Mundo).

“Eles vivem no limite do que é possível aos

vertebrados, e com maestria”, diz Karl Schuchmann,

ornitólogo do Instituto Zoológico Alexander Koenig e do

Fundo Brehm, na Alemanha. Schuchmann ouviu falar de um

beija-flor que viveu 17 anos em cativeiro. “Imagine a

resistência de um organismo de 5 ou 6 gramas para viver

tanto tempo!”, diz ele, espantado. Em média, o minúsculo

coração de um beija-flor bate cerca de 500 vezes por minuto

(em repouso!). Assim, o coração desse pequeno cativo teria

batido meio bilhão de vezes, quase o dobro do total de uma

pessoa de 70 anos.

O beija-flor tornou-se a obra-prima da

microengenharia da natureza. Aperfeiçoou sua habilidade de

parar no ar há dezenas de milhões de anos para competir por

parte das flores do Novo Mundo. “Eles são uma ponte entre o

mundo das aves e o dos insetos”, diz Doug Altshuler, da

Universidade da Califórnia em Riverside. Altshuler, que

estuda o voo dos beija-flores, examinou os movimentos das

asas do pássaro. Em virtude da necessidade de sugar néctar

de poucos em poucos minutos, os beija-flores competem

desafiando e ameaçando uns aos outros. Postam-se face a

face no ar, rodopiam, mergulham na direção da grama e

voam de ré, em danças de dominância que terminam tão

subitamente quanto começam.

Internet: http://viajeaqui.abril.com.br (com adaptações). Acesso em 2/12/2011.

Quanto ao texto, assinale a alternativa correta.

 

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