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Conforme a obra “Compêndio de análise institucional e outras correntes: teoria e prática” (BAREMBLITT, 2002):
“(...) consiste em que as comunidades mesmas, como protagonistas de seus problemas, necessidades, interesses, desejos e demandas, possam enunciar, compreender, adquirir ou readquirir um pensamento e um vocabulário próprio que lhes permita saber acerca de sua vida, ou seja: não se trata de que alguém venha de fora ou de cima para dizer-lhes quem são, o que podem, o que sabem, o que devem pedir e o que podem ou não conseguir. Este processo (...) das comunidades é simultâneo ao processo de auto-organização, em que a comunidade se articula, se institucionaliza, se organiza para construir os dispositivos necessários para produzir, ela mesma, ou para conseguir os recursos de que precisa para a manutenção e o melhoramento de sua vida sobre a terra.” (p. 17).
O processo acima descrito pelo autor se refere à:
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De acordo com a Resolução nº 6/2019 do Conselho Federal de Psicologia, que institui regras para a elaboração de documentos escritos produzidos pela psicóloga no exercício profissional, o artigo 7 § 2º aponta que:
“Devem ser observados, ainda, os deveres da(o) psicóloga(o) no que diz respeito ao sigilo profissional em relação às equipes , às relações com a justiça e com as políticas públicas, e o alcance das informações na garantia dos , identificando riscos e compromissos do alcance do documento elaborado”. Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Em consonância com o artigo “O tripé: acesso, permanência e êxito na educação brasileira” (OLIVEIRA, 2021), existe uma importante lei sobre acesso ao ensino superior:
“A partir dessa lei, a questão do acesso em si deixa de ser a principal preocupação, pois grupos vulnerabilizados, como negros, pardos e indígenas, por exemplo, agora podem ingressar em todos os cursos de todas as universidades e institutos federais” (p. 03).
Qual a lei mencionada pelo autor?
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De acordo com as “Referências Técnicas para atuação de psicólogos junto aos povos indígenas” (CFP, 2O22), analise as assertivas a seguir:
I. Na educação tradicional indígena, a criança indígena aprende a se tornar gente, se criando e sendo criado, cria das relações de envolvimento com o todo. Ou seja, quando se embrenha na mata, manuseia o facão, identifica as plantas de cura e aprende os raizeiros contra o quebranto.
II. A educação escolar tomada como tradicional pela aparelhagem estatal é um mecanismo de emancipação das comunidades indígenas, posto que, não é dogmatizadora e catequética.
III. Os professores indígenas devem ter autonomia político-administrativo-pedagógica, desde a elaboração curricular, a organização da escola, a formação docente, até a participação efetiva da comunidade.
IV. A escola nos contextos dos povos indígenas deve se direcionar para a luta destes e vincular-se aos seus próprios modos de compreender, ser, fazer, crescer, desenvolver e viver. Contribuindo, assim, para a formação das/dos sujeitos indígenas contemporâneos, que hoje ocupam as universidades, fazendo delas territórios indígenas, na luta por seus direitos.
Quais estão INCORRETAS?
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Em consonância com o artigo “Medicalização da produção da diferença e racismos em algumas práticas educativas pacificadoras” (LEMOS; CRUZ; SOUZA, 2014) que aponta, a partir de uma perspectiva biopolítica, a objetivação da diferença pelos saberes médicos psicológicos, neuropedagógicos, estatísticos, jurídicos e da administração social que produzem uma racionalidade cristalizada a partir de uma lógica universal e normalizadora. Assim, os autores apontam que:
“Realizar a crítica da vida gerida pela economia política e instrumentalizada pelas técnicas psicológicas e educativas é importante, sobretudo, quando este processo se dá pelo reducionismo biológico e médico das práticas educativas de docentes e de gestores escolares. Também vale destacar como é relevante problematizar a gestão utilitarista dos corpos individuais e em grupo no presente, materializada de forma cada vez mais linear e determinista(...)” (p. 03).
Nesse caso, os autores estão se referindo à medicalização:
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Conforme o artigo “Medicalização e patologização da educação: desafios à psicologia escolar e educacional” (SCARIN; Souza, 2020), analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Em relação ao termo nominal “estatístico” do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), as autoras pontuam que não há apresentação ou discussão sobre os aspectos estatísticos apresentados ou prospectados, apenas as apresentações à indicação dos dados, considerados somente do ponto de vista numerário e classificatório que são pautados por um olhar clínico dos comportamentos humanos.
( ) As autoras também pontuam que a origem das psicopatologias é considerada nos psicodiagnósticos que se valem do DSM, permitindo, assim, que se faça uma reflexão e crítica sobre a lógica do sofrimento mental, sem que seja uma mera proposta classificatória. Ou seja, na maioria dos psicodiagnósticos orientados pelo DSM, interessa mais o contexto socialhistórico-cultural do que a localização nominal da patologia em questão.
( ) Conforme a pesquisa realizada pelas autoras, as publicações favoráveis aos textos utilizados no DSM contemplam uma abordagem biologicista do comportamento e afeto humanos, sendo a questão neurológica apontada como a causa do comportamento humano e fundante do afeto.
( ) A escola, de acordo com o estudo mencionado, tem apresentado maior suscetibilidade a esses aspectos diagnósticos. De maneira que os estudantes “que não aprendem” são encaminhados para profissionais como médicos, psiquiatras ou psicólogos para a realização de exames e avaliações neurológicas e neuropsicológicas. O que implica, em muitos casos, em uma intensa medicalização desta população.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Conforme o artigo “Políticas inclusivas para pessoas com deficiência no Brasil” (SEHNEM; PAVÃO, 2019), existem recursos direcionados para as pessoas com deficiência com respeito às suas especificidades, e que se associam à acessibilidade no alcance da maior autonomia e independência possíveis:
“(...) as bengalas-guia, as cadeiras de rodas, os softwares leitores de tela, os aparelhos auditivos, os softwares acionáveis por movimentos do rosto, os cães-guia, as impressoras braile e tantos outros”. (p. 04).
Como se denominam esses recursos?
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De acordo com o artigo “Psicologia Escolar e Relação Família-Escola: Um Levantamento da Literatura” (ALBUQUERQUE; AQUINO, 2018), analise as assertivas abaixo:
I. Destaca-se a relevância de explorar o trabalho do profissional de psicologia como mediador da relação família-escola, favorecendo o desenvolvimento de ações que fortaleçam essa relação.
II. As ações dos profissionais de psicologia devem produzir a conscientização dos agentes escolares e, também, produzir um melhor entendimento das famílias sobre o seu papel no processo de escolarização dos filhos.
III. Para a atuação de profissionais de psicologia no âmbito escolar, não se faz necessária uma formação básica, nem que seja possível a apreensão de pressupostos teóricos-metodológicos.
IV. As especificidades do trabalho do psicólogo escolar devem fortalecer, de forma dialética, a relação entre teoria e prática profissional, de forma a utilizar e produzir teorias que se relacionem com a materialidade do cotidiano de trabalho.
Quais estão INCORRETAS?
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Em consonância com o artigo “A relação família-escola: intersecções e desafios” (OLIVEIRA; MARINHO-ARAÚJO, 2010), assinale a alternativa correta.
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Conforme o artigo “A Dimensão da Afetividade na Relação Professor/Aluno” (SILVA, 2019), analise as assertivas abaixo.
I. A relação entre professor e aluno se constrói, especificamente, a partir do ambiente que vai ser estabelecido pelo professor e da relação de aceitação/empatia com seus alunos, ou seja, de sua capacidade de ouvir, interagir e discutir.
II. O professor não deve estar aberto para as mudanças diante das transformações sociais, econômicas, culturais e educacionais, educando de forma tutelar e enfocando em práticas verticalizadas e punitivistas.
III. Na relação ensino-aprendizagem, a afetividade não é um fator relevante para a interação do docente na dimensão pessoal e profissional com a pessoa do aluno, de modo que é a homogeneidade do grupo que deve orientar as práticas docentes.
IV. Aspirar por uma resposta pronta para a afetividade no relacionamento entre professor e aluno(a) seria ilusório e inútil, posto que as situações de sala de aula reúnem especificidades como ensino-aprendizagem e relações interpessoais que se desdobram em um interjogo de afetividade, valores e diferenças.
Quais estão corretas?
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