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Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 61 anos, do sexo masculino, procurou unidade de pronto atendimento com queixa de dor na região anterior do tórax de forte intensidade, iniciada abruptamente com três horas de evolução, do tipo facada/rasgão, irradiando-se para região interescapular e abdominal, sem fatores de piora ou alívio. Antecedente de hipertensão arterial e tabagismo. Ao exame físico: pressão arterial de 180x120 mmHg, frequência cardíaca de 90 batimentos por minuto, frequência respiratória de 20 incursões por minuto, ausculta pulmonar sem alterações, saturação periférica de oxigênio de 98%. Membro inferior esquerdo com pulso femoral diminuído, demais pulsos ausentes, porém com membro compensado e perfusão razoável. Eletrocardiograma de admissão evidenciando sinais de sobrecarga de ventrículo esquerdo. Radiografia de tórax com aparente alargamento do mediastino.
Diante do exposto, a principal hipótese diagnóstica e o exame complementar indicado são, respectivamente:
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Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 68 anos, do sexo feminino, admitido com quadro de dispneia de repouso iniciada subitamente há mais ou menos duas horas, acompanhado de dois episódios de hemoptise. Antecedente de hipertensão arterial e doença pulmonar, porém não soube relatar a etiologia. Teve fratura de colo de fêmur a direita há 20 dias após queda da própria altura, tendo sido submetido a procedimento cirúrgico para correção. Ao exame físico: alerta, obedecendo a comandos, fala entrecortada com sinais evidentes de desconforto respiratório, frequência respiratória de 32 incursões por minuto, saturação periférica de oxigênio de 85%, ausculta pulmonar sem ruídos adventícios, frequência cardíaca de 110 batimentos por minuto, pressão arterial de 160x100mmHg, tempo de enchimento capilar apropriado, sem assimetria de pulsos. Membro inferior direito com edema 2+/4+.
Tendo em vista sua principal hipótese diagnóstica e o contexto do paciente, qual seria o exame complementar indicado para confirmar o diagnóstico?
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Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 67 anos, do sexo feminino, com queixa de tosse produtiva diária com expectoração em pequena quantidade e coloração mucoide (“pigarro”) há quatro anos, acompanhado de dispneia progressiva aos esforços. Relata que, ultimamente, tem necessitado de ajuda para tomar banho e não consegue mais sair de casa. Fumante desde os 15 anos de idade com uma média de 30 cigarros por dia. Refere duas internações hospitalares no último ano por “pneumonia”, tendo recebido antibióticos para o tratamento. Ao exame físico: tórax com aumento do diâmetro antero posterior, expansibilidade diminuída, hipersonoridade à percussão e murmúrio vesicular globalmente diminuído, com alguns roncos bilaterais, frequência respiratória de 20 incursões por minuto. Resultado da espirometria evidenciado a seguir.
| Previsto |
Pré broncodilatador |
Pós broncodilatador |
|
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CVF (capacidade vital forçada) |
2,82L | 1,29L (45,8%) |
1,50L (53,3%) |
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VEF1 (volume expiratório forçado no primeiro segundo) |
2,42L | 0,80L (33,0%) |
0,95L (39,2%) |
|
VEF1/CVF |
83,9% | 62,0% |
63,3% |
Da análise do quadro apresentado, a classificação da doença pulmonar obstrutiva apresentada pela paciente é
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A asma é uma doença heterogênea, geralmente caracterizada por inflamação crônica das vias aéreas. De acordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, publicadas em 2020, para o manejo da asma
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A parada cardiorrespiratória (PCR) pode ser definida como a cessação súbita da função mecânica cardíaca com consequente colapso hemodinâmico. As chances de sobrevivência dependem do rápido reconhecimento e do início imediato de manobras adequadas de ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Os procedimentos de desfibrilação devem ser
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A injúria renal aguda (IRA) é uma síndrome frequente em pacientes admitidos no departamento de emergência, pacientes hospitalizados e em unidades críticas. Nesses casos,
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Taquicardia sinusal, baixa voltagem e alternância elétrica (variação do QRS batimento a batimento) são achados eletrocardiográficos sugestivos de qual entidade clínica?
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Caso Clínico I
Paciente de 25 anos, do sexo masculino, vítima de acidente automobilístico (carro x caminhão), trazido pela equipe de resgate em tábua rígida com imobilização da coluna cervical. Relato de dificuldade para retirar a vítima das ferragens. O paciente era o condutor do veículo. O passageiro que estava ao seu lado foi a óbito na cena do acidente. No local do acidente, queixava-se de dor torácica e dispneia. Houve piora significativa durante o trajeto para unidade hospitalar. Deu entrada com vias aéreas aparentemente pérveas, sem desvio de traqueia. FR 36 ipm. Metade inferior do hemitórax direito com murmúrio vesicular reduzido e macicez a percussão, SpO2 85%. FC 120 bpm, PA 80x40 mmHg, pele fria, pegajosa, com tempo de enchimento capilar lentificado. Glasgow (ocular 2, verbal 3, motor 5), pupilas isofotorreagentes, sem déficit motor evidente. Aparente fratura em antebraço esquerdo com imobilização externa por tala.
No momento da realização da intervenção terapêutica inicial, é indicado
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Caso Clínico I
Paciente de 25 anos, do sexo masculino, vítima de acidente automobilístico (carro x caminhão), trazido pela equipe de resgate em tábua rígida com imobilização da coluna cervical. Relato de dificuldade para retirar a vítima das ferragens. O paciente era o condutor do veículo. O passageiro que estava ao seu lado foi a óbito na cena do acidente. No local do acidente, queixava-se de dor torácica e dispneia. Houve piora significativa durante o trajeto para unidade hospitalar. Deu entrada com vias aéreas aparentemente pérveas, sem desvio de traqueia. FR 36 ipm. Metade inferior do hemitórax direito com murmúrio vesicular reduzido e macicez a percussão, SpO2 85%. FC 120 bpm, PA 80x40 mmHg, pele fria, pegajosa, com tempo de enchimento capilar lentificado. Glasgow (ocular 2, verbal 3, motor 5), pupilas isofotorreagentes, sem déficit motor evidente. Aparente fratura em antebraço esquerdo com imobilização externa por tala.
Depois de realizada uma gasometria arterial que evidenciou pH 7,37 pO2 60mmHg pCO2 18mmHg HCO3 10mEq/L e SpO2 86%, o que é possível observar, além da hipoxemia?
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Caso Clínico I
Paciente de 25 anos, do sexo masculino, vítima de acidente automobilístico (carro x caminhão), trazido pela equipe de resgate em tábua rígida com imobilização da coluna cervical. Relato de dificuldade para retirar a vítima das ferragens. O paciente era o condutor do veículo. O passageiro que estava ao seu lado foi a óbito na cena do acidente. No local do acidente, queixava-se de dor torácica e dispneia. Houve piora significativa durante o trajeto para unidade hospitalar. Deu entrada com vias aéreas aparentemente pérveas, sem desvio de traqueia. FR 36 ipm. Metade inferior do hemitórax direito com murmúrio vesicular reduzido e macicez a percussão, SpO2 85%. FC 120 bpm, PA 80x40 mmHg, pele fria, pegajosa, com tempo de enchimento capilar lentificado. Glasgow (ocular 2, verbal 3, motor 5), pupilas isofotorreagentes, sem déficit motor evidente. Aparente fratura em antebraço esquerdo com imobilização externa por tala.
Diante do exposto, qual seria a principal hipótese diagnóstica?
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