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Foram encontradas 40 questões.

1723018 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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Assinale a alternativa CORRETA, conforme a Lei nº4320/64, no art. 104, que corresponde à Demonstração das Variações Patrimoniais:
 

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1709856 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Texto 1
Vaidade é uma qualidade sim!
Vaidade, segundo o dicionário Aurélio, é a "qualidade do que é vão, ilusório. Desejo imoderado de atrair admiração" e há muito tempo deixou de ser um atributo exclusivo de mulheres. Hoje crianças e homens também se preocupam muito com sua aparência exterior. Sem falar em adolescentes e jovens que sonham com uma carreira promissora no mundo da moda, na qual a vaidade é essencial.
Querer se sentir bonita (o), vestir-se bem, cuidar do corpo, melhorar aqueles pontos nem tão positivos são desejos saudáveis de todo o ser humano, uns mais outros menos. Não ter vaidade nenhuma não é um bom sinal, pois a vaidade pode demonstrar o cuidado que temos conosco, nossa auto-estima.
O perigo acontece quando deixamos de investir em outros atributos e deixamos que o mundo exterior domine nossos padrões, estabeleça metas incompatíveis com nossa realidade ou inalcançáveis, nos tornando escravos de padrões externos, o que acaba por ocasionar diversas dificuldades ou mesmo patologias, tais como individualidade excessiva, narcisismo, competições desnecessárias, anorexia, bulimia, depressão, transtornos de ansiedade. O vaidoso excessivo não consegue lidar com uma aparência menos do que "perfeita". (...)
O segredo encontra-se no equilíbrio. Saber dosar o desejo de se cuidar com os exageros exigidos pela mídia, sociedade, enfim, o meio em que estamos inseridos; saber investir em outros pontos, como inteligência, personalidade, empatia, não deixando que o externo se torne mais importante que o nosso interior, para não se tornar alguém superficial, narcisista.
Sabe por quê? Porque tudo isso é muito vulnerável. As coisas que realmente ficam ao longo de nossa vida são nossa saúde física e emocional, nossos relacionamentos, nosso amor-próprio, o que só conseguimos ao buscar qualidade de vida. Isso é ser feliz!
Fonte: http://www.tvcv.com.br. Artigo escrito para Revista Mídia Regional. Acessado em 20 de maio de 2010.
Leia alguns fragmentos retirados da entrevista concedida por Ivo Pitanguy à Revista Istoé, para responder a questão.
Texto 3
“Nunca pensei em passar por uma plástica”
Aos 80 anos, um dos mais aclamados cirurgiões plásticos do mundo, Ivo Pitanguy fala a ISTOÉ.
ISTOÉ – O sr. já pensou em passar pelo bisturi?
Ivo Pitanguy – Nunca. O ser humano não tem obrigação de se operar. Quem convive bem com sua imagem, se tolera ou tem um ego condescendente não há por que fazer. Os menos satisfeitos são aqueles que se operaram por imposição de terceiros. Deve-se buscar o tratamento para o próprio bemestar, e este não é o meu caso. (...)
ISTOÉ – O sr. acha que existe um exagero na busca por cirurgias plásticas?
Pitanguy – Acho. Há uma procura muitas vezes desnecessária e cabe ao cirurgião sentir se a pessoa terá ou não benefício, em todas as classes sociais. Não há diferença entre as dondocas e as mulheres de baixa renda. Hoje está tudo muito democratizado, o que aumenta a importância de os cirurgiões serem bem treinados, capazes de julgar cada caso. Muitas vezes as pessoas esperam mais da cirurgia do que podemos dar. (...)
ISTOÉ – O sr. já disse a alguma paciente que ela não precisava de plástica?
Pitanguy – A toda hora. Às quartas-feiras recebo na Santa Casa doentes mais complexos, aqueles que estão bem e não se vêem bem. Isso se chama morfofobia, a fobia da própria forma. O plástico também tem de ser psicólogo. (...)
ISTOÉ – Os homens estão procurando mais a cirurgia plástica?
Pitanguy – A procura tem crescido bastante. Acho que, depois de a mulher ter entrado no mercado de trabalho, o homem passou a se permitir a própria fragilidade, a ter direito ao seu corpo. Agora a sociedade não condena mais que ele se cuide. (...)
ISTOÉ – Como o sr. chegou aos 80 anos com essa saúde, em plena atividade profissional?
Pitanguy – O que fiz a vida inteira foi dar a cada momento a sua importância total, vivê-lo com intensidade e procurar tirar dele o que podia ser mais construtivo. Um pouco de equilíbrio ajuda, assim como um pouco de loucura. O equilíbrio exagerado retira a percepção dos fatos e a vida é muito surrealista. (...)
Fonte: Revista IstoÉ, 19 de julho de 2006, pp. 7-9 [Fragmentos]. Texto adaptado.
Marque a opção que contém análise morfossintática CORRETA:
 

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1674482 Ano: 2010
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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No Art. 2º da Lei Nº 10.180/01 sobre O Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal, assinale a opção INCORRETA quanto a sua finalidade :
 

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1673344 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Texto 1
Vaidade é uma qualidade sim!
Vaidade, segundo o dicionário Aurélio, é a "qualidade do que é vão, ilusório. Desejo imoderado de atrair admiração" e há muito tempo deixou de ser um atributo exclusivo de mulheres. Hoje crianças e homens também se preocupam muito com sua aparência exterior. Sem falar em adolescentes e jovens que sonham com uma carreira promissora no mundo da moda, na qual a vaidade é essencial.
Querer se sentir bonita (o), vestir-se bem, cuidar do corpo, melhorar aqueles pontos nem tão positivos são desejos saudáveis de todo o ser humano, uns mais outros menos. Não ter vaidade nenhuma não é um bom sinal, pois a vaidade pode demonstrar o cuidado que temos conosco, nossa auto-estima.
O perigo acontece quando deixamos de investir em outros atributos e deixamos que o mundo exterior domine nossos padrões, estabeleça metas incompatíveis com nossa realidade ou inalcançáveis, nos tornando escravos de padrões externos, o que acaba por ocasionar diversas dificuldades ou mesmo patologias, tais como individualidade excessiva, narcisismo, competições desnecessárias, anorexia, bulimia, depressão, transtornos de ansiedade. O vaidoso excessivo não consegue lidar com uma aparência menos do que "perfeita". (...)
O segredo encontra-se no equilíbrio. Saber dosar o desejo de se cuidar com os exageros exigidos pela mídia, sociedade, enfim, o meio em que estamos inseridos; saber investir em outros pontos, como inteligência, personalidade, empatia, não deixando que o externo se torne mais importante que o nosso interior, para não se tornar alguém superficial, narcisista.
Sabe por quê? Porque tudo isso é muito vulnerável. As coisas que realmente ficam ao longo de nossa vida são nossa saúde física e emocional, nossos relacionamentos, nosso amor-próprio, o que só conseguimos ao buscar qualidade de vida. Isso é ser feliz!
Fonte: http://www.tvcv.com.br. Artigo escrito para Revista Mídia Regional. Acessado em 20 de maio de 2010.
O fragmento a seguir, retirado do texto intitulado “A vaidade”, serve de base para responder a questão.
Texto 2
(...) Como diria Francis Bacon, os vaidosos são os joguetes desprezados dos homens sábios e discretos, o objeto de admiração dos tolos, os ídolos dos parasitas e os escravos de sua própria vaidade. A vaidade nada cria e, quanto mais se tem, tem-se a menos. Com a exposição indevida, comunicam-se os defeitos que o recato encobria e, se não há talento, o sentimento enfraquece a original essência. A literatura diz-nos que existiam tipos de mármores perfeitos, que não precisavam de uma camada de cera, aplicada aos defeituosos. Aqueles eram o que eram. Estes, ao contrário, eram eles e mais uma substância que os fazia parecer o que não eram. Falaz polimento, superficial sentimento! Deixo ao leitor a reflexão. O mundo anda mesmo pouco atraente. A pungente e cruel realidade da vaidade e da mediocridade... Tudo parece muito igual, com exceção dos que se põem a salvo pela poesia diária... Peço licença, então, para dizer-lhes: a moda, agora, é a dos sem-vaidade.
Fonte: MONTEIRO NETO, M. Y. A vaidade. Disponível em http://portalamazonia.globo.com/pscript/artigos . Acesso em 19 de maio de 2010.
Esse texto:
 

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1666183 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Texto 1
Vaidade é uma qualidade sim!
Vaidade, segundo o dicionário Aurélio, é a "qualidade do que é vão, ilusório. Desejo imoderado de atrair admiração" e há muito tempo deixou de ser um atributo exclusivo de mulheres. Hoje crianças e homens também se preocupam muito com sua aparência exterior. Sem falar em adolescentes e jovens que sonham com uma carreira promissora no mundo da moda, na qual a vaidade é essencial.
Querer se sentir bonita (o), vestir-se bem, cuidar do corpo, melhorar aqueles pontos nem tão positivos são desejos saudáveis de todo o ser humano, uns mais outros menos. Não ter vaidade nenhuma não é um bom sinal, pois a vaidade pode demonstrar o cuidado que temos conosco, nossa auto-estima.
O perigo acontece quando deixamos de investir em outros atributos e deixamos que o mundo exterior domine nossos padrões, estabeleça metas incompatíveis com nossa realidade ou inalcançáveis, nos tornando escravos de padrões externos, o que acaba por ocasionar diversas dificuldades ou mesmo patologias, tais como individualidade excessiva, narcisismo, competições desnecessárias, anorexia, bulimia, depressão, transtornos de ansiedade. O vaidoso excessivo não consegue lidar com uma aparência menos do que "perfeita". (...)
O segredo encontra-se no equilíbrio. Saber dosar o desejo de se cuidar com os exageros exigidos pela mídia, sociedade, enfim, o meio em que estamos inseridos; saber investir em outros pontos, como inteligência, personalidade, empatia, não deixando que o externo se torne mais importante que o nosso interior, para não se tornar alguém superficial, narcisista.
Sabe por quê? Porque tudo isso é muito vulnerável. As coisas que realmente ficam ao longo de nossa vida são nossa saúde física e emocional, nossos relacionamentos, nosso amor-próprio, o que só conseguimos ao buscar qualidade de vida. Isso é ser feliz!
Fonte: http://www.tvcv.com.br. Artigo escrito para Revista Mídia Regional. Acessado em 20 de maio de 2010.
Dificuldades e patologias como individualidade excessiva, narcisismo, competições desnecessárias, anorexia, bulimia, depressão, transtornos de ansiedade, dentre outros, têm como causa, EXCETO:
 

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1641523 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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No âmbito da atividade tributária, pode-se utilizar o momento do lançamento como referência para o reconhecimento da variação patrimonial aumentativa, pois nesse estágio da execução da receita orçamentária é que, EXCETO:
 

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1634694 Ano: 2010
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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São integrantes do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal, conforme o Art. 4º da Lei 10.180/01:
I- O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, como Órgão central; Órgãos Setoriais; Órgãos Especiais.
II- O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, como Órgão central; Órgãos Setoriais; Órgãos Eexclusivos.
III- O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, como Órgão central; Órgãos Setoriais; Órgãos Específicos.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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1628965 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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Assinale a alternativa CORRETA em que se verifica uma mutação patrimonial de uma Despesa Orçamentária.
 

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Assinale a alternativa CORRETA:

 

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1621452 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Texto 1
Vaidade é uma qualidade sim!
Vaidade, segundo o dicionário Aurélio, é a "qualidade do que é vão, ilusório. Desejo imoderado de atrair admiração" e há muito tempo deixou de ser um atributo exclusivo de mulheres. Hoje crianças e homens também se preocupam muito com sua aparência exterior. Sem falar em adolescentes e jovens que sonham com uma carreira promissora no mundo da moda, na qual a vaidade é essencial.
Querer se sentir bonita (o), vestir-se bem, cuidar do corpo, melhorar aqueles pontos nem tão positivos são desejos saudáveis de todo o ser humano, uns mais outros menos. Não ter vaidade nenhuma não é um bom sinal, pois a vaidade pode demonstrar o cuidado que temos conosco, nossa auto-estima.
O perigo acontece quando deixamos de investir em outros atributos e deixamos que o mundo exterior domine nossos padrões, estabeleça metas incompatíveis com nossa realidade ou inalcançáveis, nos tornando escravos de padrões externos, o que acaba por ocasionar diversas dificuldades ou mesmo patologias, tais como individualidade excessiva, narcisismo, competições desnecessárias, anorexia, bulimia, depressão, transtornos de ansiedade. O vaidoso excessivo não consegue lidar com uma aparência menos do que "perfeita". (...)
O segredo encontra-se no equilíbrio. Saber dosar o desejo de se cuidar com os exageros exigidos pela mídia, sociedade, enfim, o meio em que estamos inseridos; saber investir em outros pontos, como inteligência, personalidade, empatia, não deixando que o externo se torne mais importante que o nosso interior, para não se tornar alguém superficial, narcisista.
Sabe por quê? Porque tudo isso é muito vulnerável. As coisas que realmente ficam ao longo de nossa vida são nossa saúde física e emocional, nossos relacionamentos, nosso amor-próprio, o que só conseguimos ao buscar qualidade de vida. Isso é ser feliz!
Fonte: http://www.tvcv.com.br. Artigo escrito para Revista Mídia Regional. Acessado em 20 de maio de 2010.
Assinale a proposição em que haja ALTERAÇÃO de sentido ao se reescrever o fragmento a seguir:
“Querer se sentir bonita (o), vestir-se bem, cuidar do corpo, melhorar aqueles pontos nem tão positivos são desejos saudáveis de todo o ser humano, uns mais outros menos.”
 

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