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com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A abordagem de Weber à estratificação social baseou-se na análise desenvolvida por Marx, modificando-a e buscando aperfeiçoá-la.
( ) Weber rejeita totalmente a ideia de conflito de classes.
( ) Em Weber, a honra social pode resultar diretamente de uma situação de classe sendo, na maioria das vezes, determinada pela média da situação de classe dos membros do estamento. Isto, porém, não ocorre necessariamente.
( ) Em Weber, o fato de se ter algum tipo de propriedade que tem valor (por exemplo, moeda, terra, máquinas, conhecimentos), constitui grupos positivamente privilegiados na situação de mercado, enquanto o fato de não se possuí-los constitui classes negativamente privilegiadas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia do Trabalho
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich Engels
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Analise as afirmativas sobre a relação indivíduo/sociedade nos três principais autores clássicos da sociologia, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Em termos teóricos e analíticos, em Marx tanto quanto em Durkheim o indivíduo age sob determinação de elementos estruturais externos a ele. Entretanto, nas entrelinhas, para o caso de Durkheim e, mais claramente, no caso de Marx, ambos projetam uma sociedade pós-condições por eles criticadas, em que os indivíduos serão dotados de maiores graus de liberdade em relação a essas mesmas condições.
( ) Weber, ao contrário de Marx e Durkheim, parte, em termos teóricos, de orientações individuais para tentar explicar a existência e permanência das condições estruturais e, nas entrelinhas, pensa o mesmo quanto ao futuro da humanidade.
( ) Weber, ao contrário de Marx e Durkheim, parte, em termos teóricos, de orientações individuais para tentar explicar a existência e permanência das condições estruturais, mas, nas entrelinhas, antevê um futuro de sérias determinações das condições estruturais sobre os indivíduos.
( ) Marx e Durkheim, cada um a seu modo e, ao contrário de Weber, subestimam, em termos teóricos, a ação dos indivíduos, em clara hipostasia das estruturas, mantendo tal atitude em relação aos desdobramentos futuros da modernidade.
Assinale a sequência CORRETA.
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- ConceitosClasses Sociais
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich Engels
Analise as seguintes afirmativas em relação à noção de classes sociais em Marx, e assinale com V as verdadeiras, e com F as falsas.
( ) Na medida em que milhões de famílias vivem em condições tais, que o seu modo de vida, os seus interesses e a sua cultura os distinguem das outras classes, colocando-os em relação a essas outras classes numa posição de hostilidade, constituem uma classe.
( ) É elemento primordial para a constituição de uma classe a mistura de grandezas homólogas, tal como as batatas misturadas numa saca constituem uma saca de batatas.
( ) Na medida em que existe, apenas, entre os camponeses que arrendam uma pequena propriedade, uma relação local, e que a identidade dos seus interesses não cria entre eles uma relação de comunidade, um laço nacional ou uma organização política não constituem uma classe.
( ) No capitalismo, as condições econômicas transformam a massa da população em trabalhadores, criando para eles uma situação comum. Isto já é suficiente para torná-la tanto uma classe em si, quanto uma classe para si.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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Leia este texto.
REDES SOCIAIS: PROVEITOS E RISCOS
Frei Betto
A 7 de setembro, data da independência do Brasil, ocorreu algo novo: as ruas foram ocupadas por mobilizações populares convocadas através da internet.
As pessoas saíram em passeatas para protestar contra a corrupção, o sucateamento da educação e por reforma agrária e auditoria da dívida pública, entre outros temas. E fizeram questão de imprimir às manifestações caráter apartidário. Quem se atrevesse a desfilar com sigla de partido político era imediatamente rechaçado. Ali, no 7 de setembro, uniram se o Grito dos Excluídos – uma tradicional manifestação de rua por reformas sociais e o grito dos indignados.
As ruas do Brasil, até então acostumadas a ver, nos últimos tempos, apenas manifestações de evangélicos, gays e defensores da liberação da maconha, voltaram a ser palco de pressão política e reivindicação popular.
O poder convocatório das redes sociais é inegável. Elas possuem uma capilaridade que supera qualquer outro meio de comunicação. E carecem de censura ou editoração falaciosa.
Há, contudo, duas limitações que podem afetar seriamente os efeitos da mobilização internáutica. A primeira, a falta de proposta. Não basta gritar contra a corrupção ou apoiar o movimento Ocupem Wall Street. É preciso propor alternativas ao capitalismo, delinear os “outros mundos possíveis”, organizar a esperança.
A segunda limitação é o caráter apartidário das manifestações. Em si, é positivo, pois impede que algo nascido da mobilização cidadã venha a se converter em palanque eleitoral deste ou daquele partido político.
Porém, na democracia não se inventou algo melhor para representar os anseios da população que partidos políticos. Eles fazem a mediação entre a sociedade e o Estado. O perigo é as manifestações não resultarem na eleição de candidatos eticamente confiáveis e ideologicamente comprometidos com as reformas de estruturas, como a política e a agrária. Ou desaguar no pior: o voto nulo.
Quem tem nojo de política é governado por quem não tem. E os maus políticos torcem para que tenhamos todos bastante nojo de política. Assim, eles ficam em paz, entretidos em embolsar o nosso dinheiro e ampliar suas mordomias e seus patrimônios.
As redes sociais são, hoje, o que a ágora era para os gregos antigos e a praça para os nossos avós – local de congraçamento, informação e mobilização. Foram elas que levaram tunisianos e egípcios às ruas para derrubar governos despóticos. São elas que divulgam, em tempo real, as atrocidades praticadas pelas tropas usamericanas no Iraque e no Afeganistão.
As redes sociais têm, entretanto, seu lado obscuro e perverso: a prostituição virtual de adolescentes que exibem sua nudez; o estímulo à pedofilia; a difusão de material pornográfico; o incitamento à violência; a propaganda de armas; o roubo virtual de senhas de cartões de crédito e contas bancárias.
Espero não tardar o dia em que as escolas introduzirão em seus currículos a disciplina Redes Sociais. Crianças e jovens serão educados no uso dessa importante ferramenta, aprimorando o olhar crítico, o senso ético e, em especial, a síntese cognitiva, de modo a extrair sentidos ou significações do incessante fluxo de informações e dados.
Graças à internet, qualquer usuário pode se arvorar, agora, em sujeito político e protagonista social, abandonando a passivo papel de mero espectador.
É preciso, entretanto, ter cuidado com as redes sociais. O Facebook, que congrega, hoje, meio bilhão de pessoas, é uma ferramenta espião. Nada garante a privacidade dos usuários. Mesmo após deletar a conta e abandonar o Facebook, os dados do ex usuário podem ser rastreados e registrados.
Como funciona? O Facebook instala cookies no seu computador. Eles armazenam informações de navegação e as transmitem para servidores remotos.(...)
Certas palavras mais digitadas engordam o lucro da empresa, como “sexo”, “amor” ou “Deus”, “Jesus” etc. O Google conseguiu transformar as palavras em mercadorias. E, se não tomarmos cuidado, no futuro ele condicionará nosso modo de expressão linguística, empobrecendo o idioma, anulando suas potencialidades e definhando o nosso espírito.
Frei Betto é escritor, autor do romance “Minas do Ouro” (Rocco), entre outros livros.
Leia o poema Eu, etiqueta e o relacione à imagem subsequente.
Em relação às marcas de produtos declaradas nos versos do poema e às logomarcas presentes na imagem, é CORRETO afirmar que
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