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Considerando as disposições legais acerca da relação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) com o Instituto Nacional de Pesos e Medidas (INPM) e o Fundo de Metrologia (FUMET), pode-se afirmar que:

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Leia o texto abaixo.

Enunciado 4526283-1

Fonte: www. cicero.art.br

Conjugando a segunda frase proferida pelo aluno no Pretérito Perfeito, tem-se:

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Leia o Texto abaixo.

Democratização da energia e industrialização: como driblar os percalços

É um caminho sem volta. Nas grandes capitais, já é possível ver centenas de casas com a laje tomada por placas fotovoltaicas. Ou, nas regiões Sul e Nordeste, avistar das rodovias um sem-fim de hélices gigantes. Tais imagens cada vez mais presentes na paisagem revelam um cenário irreversível e bem-vindo: a democratização da eletrificação e a abundante oferta de energia renovável.

Empreendimentos de energia solar e eólica fazem parte de um acelerado processo que, a partir da virada do milênio, reforçou a capacidade do Brasil de gerar energia limpa e renovável. Juntas, as fontes impulsionadas pela luz do sol e pela força dos ventos representam 21% da matriz elétrica brasileira, que, por sua vez, é formada por 84,3% de fontes renováveis – incluindo os derivados de cana-de-açúcar (biomassa e etanol) e a água (hidráulica).

Um cenário que revela impactos positivos da democratização de fontes e das formas de comercialização para a vida do empreendedor brasileiro. Dados de fevereiro da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) apontam que já são 16.791 as empresas que decidiram migrar para o mercado livre de energia elétrica – modalidade que permite a fornecedores e consumidores a negociação bilateral das condições do contrato: preços, prazo e fonte da energia, além de produtos e serviços.

Desse universo, 94% são firmas de menor porte, com contas de luz acima de R$ 10 mil e demanda abaixo de 500 kW. É um número bastante significativo e um reflexo direto de uma mudança regulatória eficiente, trazida pela portaria 50/2022, do MME (Ministério de Minas e Energia), e que concede, desde janeiro, o direito aos consumidores de média e alta-tensão de escolher o seu fornecedor de energia.

Antes, apenas quem tinha demanda superior a 500 kW podia migrar para o mercado livre. Ou seja: uma medida simples que beneficia quem mais precisa de um alívio nas contas, seja um microempreendedor que produz comida para entregas, seja um dono de padaria em uma rua popular.

Esse panorama positivo, porém, revela gargalos que colocam em risco a sustentabilidade de todas essas conquistas.

Uma projeção divulgada pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) mostra que, em 2028, o Brasil terá uma demanda de 110,98 GW (gigawatts) de energia, ante uma oferta que pode chegar a 281,56 GW ao final de 2027. A sobreoferta de energia renovável ainda não significa que o Brasil tenha como garantir o fornecimento em momentos de pico, uma vez que parte dessas fontes é intermitente ou sujeita a fatores climáticos, como El Niño, o que limita a segurança de abastecimento.

Mas, se por um lado há um risco de intermitência, por outro essa sobreoferta é uma grande oportunidade de industrialização para o Brasil. Podemos usar esse excedente para descarbonizar diversos produtos da nossa pauta de exportação, como celulose, etanol e metais, além de abrir a possibilidade de produção local de fertilizantes verdes e hidrogênio. Exatamente o que o mundo demanda para combater as mudanças climáticas.

A solução para tal quebra-cabeça não é simples, mas começa com melhorias no arcabouço regulatório e respeito aos contratos vigentes por parte do governo. O setor privado, por sua vez, tem capacidade e criatividade para encontrar alternativas à intermitência e, ao mesmo tempo, atrair capital para investimentos na indústria.

Esse círculo virtuoso poderá alavancar de forma certeira o aumento da oferta de energia renovável, favorecendo os esforços por uma economia de baixo carbono, inclusive na matriz de transportes, sem descuidar da segurança de abastecimento – lastro básico para o crescimento econômico e a geração de empregos.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/.

Os termos destacados em “Dados de fevereiro da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) apontam que(1) já são 16.791 as empresas que(2) decidiram migrar para o mercado livre de energia elétrica” classificam-se, respectivamente, como:

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Leia o Texto abaixo.

Democratização da energia e industrialização: como driblar os percalços

É um caminho sem volta. Nas grandes capitais, já é possível ver centenas de casas com a laje tomada por placas fotovoltaicas. Ou, nas regiões Sul e Nordeste, avistar das rodovias um sem-fim de hélices gigantes. Tais imagens cada vez mais presentes na paisagem revelam um cenário irreversível e bem-vindo: a democratização da eletrificação e a abundante oferta de energia renovável.

Empreendimentos de energia solar e eólica fazem parte de um acelerado processo que, a partir da virada do milênio, reforçou a capacidade do Brasil de gerar energia limpa e renovável. Juntas, as fontes impulsionadas pela luz do sol e pela força dos ventos representam 21% da matriz elétrica brasileira, que, por sua vez, é formada por 84,3% de fontes renováveis – incluindo os derivados de cana-de-açúcar (biomassa e etanol) e a água (hidráulica).

Um cenário que revela impactos positivos da democratização de fontes e das formas de comercialização para a vida do empreendedor brasileiro. Dados de fevereiro da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) apontam que já são 16.791 as empresas que decidiram migrar para o mercado livre de energia elétrica – modalidade que permite a fornecedores e consumidores a negociação bilateral das condições do contrato: preços, prazo e fonte da energia, além de produtos e serviços.

Desse universo, 94% são firmas de menor porte, com contas de luz acima de R$ 10 mil e demanda abaixo de 500 kW. É um número bastante significativo e um reflexo direto de uma mudança regulatória eficiente, trazida pela portaria 50/2022, do MME (Ministério de Minas e Energia), e que concede, desde janeiro, o direito aos consumidores de média e alta-tensão de escolher o seu fornecedor de energia.

Antes, apenas quem tinha demanda superior a 500 kW podia migrar para o mercado livre. Ou seja: uma medida simples que beneficia quem mais precisa de um alívio nas contas, seja um microempreendedor que produz comida para entregas, seja um dono de padaria em uma rua popular.

Esse panorama positivo, porém, revela gargalos que colocam em risco a sustentabilidade de todas essas conquistas.

Uma projeção divulgada pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) mostra que, em 2028, o Brasil terá uma demanda de 110,98 GW (gigawatts) de energia, ante uma oferta que pode chegar a 281,56 GW ao final de 2027. A sobreoferta de energia renovável ainda não significa que o Brasil tenha como garantir o fornecimento em momentos de pico, uma vez que parte dessas fontes é intermitente ou sujeita a fatores climáticos, como El Niño, o que limita a segurança de abastecimento.

Mas, se por um lado há um risco de intermitência, por outro essa sobreoferta é uma grande oportunidade de industrialização para o Brasil. Podemos usar esse excedente para descarbonizar diversos produtos da nossa pauta de exportação, como celulose, etanol e metais, além de abrir a possibilidade de produção local de fertilizantes verdes e hidrogênio. Exatamente o que o mundo demanda para combater as mudanças climáticas.

A solução para tal quebra-cabeça não é simples, mas começa com melhorias no arcabouço regulatório e respeito aos contratos vigentes por parte do governo. O setor privado, por sua vez, tem capacidade e criatividade para encontrar alternativas à intermitência e, ao mesmo tempo, atrair capital para investimentos na indústria.

Esse círculo virtuoso poderá alavancar de forma certeira o aumento da oferta de energia renovável, favorecendo os esforços por uma economia de baixo carbono, inclusive na matriz de transportes, sem descuidar da segurança de abastecimento – lastro básico para o crescimento econômico e a geração de empregos.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/.

Os termos destacados na sentença “Esse círculo virtuoso poderá alavancar de forma certeira o aumento da oferta(1) de energia(2) renovável.” desempenham, respectivamente, função sintática de:

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Democratização da energia e industrialização: como driblar os percalços

É um caminho sem volta. Nas grandes capitais, já é possível ver centenas de casas com a laje tomada por placas fotovoltaicas. Ou, nas regiões Sul e Nordeste, avistar das rodovias um sem-fim de hélices gigantes. Tais imagens cada vez mais presentes na paisagem revelam um cenário irreversível e bem-vindo: a democratização da eletrificação e a abundante oferta de energia renovável.

Empreendimentos de energia solar e eólica fazem parte de um acelerado processo que, a partir da virada do milênio, reforçou a capacidade do Brasil de gerar energia limpa e renovável. Juntas, as fontes impulsionadas pela luz do sol e pela força dos ventos representam 21% da matriz elétrica brasileira, que, por sua vez, é formada por 84,3% de fontes renováveis – incluindo os derivados de cana-de-açúcar (biomassa e etanol) e a água (hidráulica).

Um cenário que revela impactos positivos da democratização de fontes e das formas de comercialização para a vida do empreendedor brasileiro. Dados de fevereiro da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) apontam que já são 16.791 as empresas que decidiram migrar para o mercado livre de energia elétrica – modalidade que permite a fornecedores e consumidores a negociação bilateral das condições do contrato: preços, prazo e fonte da energia, além de produtos e serviços.

Desse universo, 94% são firmas de menor porte, com contas de luz acima de R$ 10 mil e demanda abaixo de 500 kW. É um número bastante significativo e um reflexo direto de uma mudança regulatória eficiente, trazida pela portaria 50/2022, do MME (Ministério de Minas e Energia), e que concede, desde janeiro, o direito aos consumidores de média e alta-tensão de escolher o seu fornecedor de energia.

Antes, apenas quem tinha demanda superior a 500 kW podia migrar para o mercado livre. Ou seja: uma medida simples que beneficia quem mais precisa de um alívio nas contas, seja um microempreendedor que produz comida para entregas, seja um dono de padaria em uma rua popular.

Esse panorama positivo, porém, revela gargalos que colocam em risco a sustentabilidade de todas essas conquistas.

Uma projeção divulgada pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) mostra que, em 2028, o Brasil terá uma demanda de 110,98 GW (gigawatts) de energia, ante uma oferta que pode chegar a 281,56 GW ao final de 2027. A sobreoferta de energia renovável ainda não significa que o Brasil tenha como garantir o fornecimento em momentos de pico, uma vez que parte dessas fontes é intermitente ou sujeita a fatores climáticos, como El Niño, o que limita a segurança de abastecimento.

Mas, se por um lado há um risco de intermitência, por outro essa sobreoferta é uma grande oportunidade de industrialização para o Brasil. Podemos usar esse excedente para descarbonizar diversos produtos da nossa pauta de exportação, como celulose, etanol e metais, além de abrir a possibilidade de produção local de fertilizantes verdes e hidrogênio. Exatamente o que o mundo demanda para combater as mudanças climáticas.

A solução para tal quebra-cabeça não é simples, mas começa com melhorias no arcabouço regulatório e respeito aos contratos vigentes por parte do governo. O setor privado, por sua vez, tem capacidade e criatividade para encontrar alternativas à intermitência e, ao mesmo tempo, atrair capital para investimentos na indústria.

Esse círculo virtuoso poderá alavancar de forma certeira o aumento da oferta de energia renovável, favorecendo os esforços por uma economia de baixo carbono, inclusive na matriz de transportes, sem descuidar da segurança de abastecimento – lastro básico para o crescimento econômico e a geração de empregos.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/.

Em relação ao trecho “Antes, apenas quem tinha demanda superior a 500 kW podia migrar para o mercado livre.”, é correto afirmar que

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Democratização da energia e industrialização: como driblar os percalços

É um caminho sem volta. Nas grandes capitais, já é possível ver centenas de casas com a laje tomada por placas fotovoltaicas. Ou, nas regiões Sul e Nordeste, avistar das rodovias um sem-fim de hélices gigantes. Tais imagens cada vez mais presentes na paisagem revelam um cenário irreversível e bem-vindo: a democratização da eletrificação e a abundante oferta de energia renovável.

Empreendimentos de energia solar e eólica fazem parte de um acelerado processo que, a partir da virada do milênio, reforçou a capacidade do Brasil de gerar energia limpa e renovável. Juntas, as fontes impulsionadas pela luz do sol e pela força dos ventos representam 21% da matriz elétrica brasileira, que, por sua vez, é formada por 84,3% de fontes renováveis – incluindo os derivados de cana-de-açúcar (biomassa e etanol) e a água (hidráulica).

Um cenário que revela impactos positivos da democratização de fontes e das formas de comercialização para a vida do empreendedor brasileiro. Dados de fevereiro da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) apontam que já são 16.791 as empresas que decidiram migrar para o mercado livre de energia elétrica – modalidade que permite a fornecedores e consumidores a negociação bilateral das condições do contrato: preços, prazo e fonte da energia, além de produtos e serviços.

Desse universo, 94% são firmas de menor porte, com contas de luz acima de R$ 10 mil e demanda abaixo de 500 kW. É um número bastante significativo e um reflexo direto de uma mudança regulatória eficiente, trazida pela portaria 50/2022, do MME (Ministério de Minas e Energia), e que concede, desde janeiro, o direito aos consumidores de média e alta-tensão de escolher o seu fornecedor de energia.

Antes, apenas quem tinha demanda superior a 500 kW podia migrar para o mercado livre. Ou seja: uma medida simples que beneficia quem mais precisa de um alívio nas contas, seja um microempreendedor que produz comida para entregas, seja um dono de padaria em uma rua popular.

Esse panorama positivo, porém, revela gargalos que colocam em risco a sustentabilidade de todas essas conquistas.

Uma projeção divulgada pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) mostra que, em 2028, o Brasil terá uma demanda de 110,98 GW (gigawatts) de energia, ante uma oferta que pode chegar a 281,56 GW ao final de 2027. A sobreoferta de energia renovável ainda não significa que o Brasil tenha como garantir o fornecimento em momentos de pico, uma vez que parte dessas fontes é intermitente ou sujeita a fatores climáticos, como El Niño, o que limita a segurança de abastecimento.

Mas, se por um lado há um risco de intermitência, por outro essa sobreoferta é uma grande oportunidade de industrialização para o Brasil. Podemos usar esse excedente para descarbonizar diversos produtos da nossa pauta de exportação, como celulose, etanol e metais, além de abrir a possibilidade de produção local de fertilizantes verdes e hidrogênio. Exatamente o que o mundo demanda para combater as mudanças climáticas.

A solução para tal quebra-cabeça não é simples, mas começa com melhorias no arcabouço regulatório e respeito aos contratos vigentes por parte do governo. O setor privado, por sua vez, tem capacidade e criatividade para encontrar alternativas à intermitência e, ao mesmo tempo, atrair capital para investimentos na indústria.

Esse círculo virtuoso poderá alavancar de forma certeira o aumento da oferta de energia renovável, favorecendo os esforços por uma economia de baixo carbono, inclusive na matriz de transportes, sem descuidar da segurança de abastecimento – lastro básico para o crescimento econômico e a geração de empregos.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/.

A classificação gramatical e o papel desempenhado pela palavra destacada no período “A solução para tal quebra-cabeça não é simples, mas começa com melhorias no arcabouço regulatório e respeito aos contratos vigentes por parte do governo.” são, respectivamente:

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Enunciado 4526168-1

(Rose Araújo. Iscola... o crime.)

No último quadrinho, o emprego da vírgula se justifica por

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Leia o Texto abaixo para responder a questão abaixo.

Enunciado 4526166-1

(Rose Araújo. Iscola... o crime.)

A transposição do verbo do primeiro quadrinho para a 2ª pessoa do plural resulta em:

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Leia o texto para responder a questão abaixo.

Pesquisadores identificam tartaruga gigante que viveu na Amazônia

Os primeiros seres humanos que chegaram à Amazônia podem ter encontrado um habitante portentoso nos grandes rios da região: uma tartaruga cuja carapaça media cerca de 1,80 m. Tudo indica que a Peltocephalus maturin, cuja descoberta acaba de ser anunciada nesta quarta-feira por uma equipe internacional de cientistas, foi a última dos cágados gigantes amazônicos, tendo desaparecido no final do Pleistoceno (a Era do Gelo).

A possibilidade de convivência do animal com o Homo sapiens ainda é objeto de discussão. O que se pode afirmar com razoável grau de certeza é que o supercágado viveu há menos de 40 mil anos, levando em conta a idade dos sedimentos de onde vem o fóssil, numa área de garimpo de ouro no rio Madeira, em Rondônia.

Como os restos do animal (por enquanto, apenas um dentário, ou pedaço da mandíbula) foram encontrados pelos próprios garimpeiros, não há certeza sobre onde eles estavam nas camadas de sedimentos e, portanto, sobre sua idade. Restos de madeira carbonizada na parte mais baixa das camadas do garimpo têm uma datação entre 46 mil e 21 mil anos antes do presente. Já uma datação feita a partir do próprio osso produziu idades entre 14 mil e 9 mil anos atrás. Essa segunda faixa de idades bateria com a chegada de ancestrais dos atuais povos indígenas ao território amazônico, mas o estado de preservação do fóssil e as condições ambientais do entorno poderiam estar influenciando o resultado, “rejuvenescendo” a amostra de modo enganoso.

Seja como for, a espécie apresentada em artigo no periódico especializado Biology Letters é um acréscimo impressionante à fauna brasileira da Era do Gelo. O tamanho do animal foi estimado com base no dentário, que por si só já mede quase 30 cm. Detalhes anatômicos da estrutura óssea permitem classificar o animal como membro do gênero Peltocephalus, o mesmo de uma espécie que existe até hoje nos rios da região Norte. Trata-se da tartaruga-de-cabeça-grande-do-amazonas, também conhecida popularmente como “cabeçudo”.

A equipe da pesquisa, que tem como primeiro autor Gabriel Ferreira, da Universidade de Tübingen, e inclui ainda Max Langer, da USP de Ribeirão Preto, Mario Cozzuol, da UFMG, e outros cientistas, resolveu homenagear personagens de ficção ao batizar o animal. Maturin é o nome de uma tartaruga cósmica da obra do escritor americano Stephen King e, por sua vez, deve seu nome ao personagem Stephen Maturin, médico e naturalista que conhece as tartarugas-gigantes das ilhas Galápagos nos romances de aventura naval do escritor britânico Patrick O’Brian.

Na atual bacia do Amazonas, a recordista de tamanho é a Podocnemis expansa, ou tartaruga-da-amazônia, cujo casco não ultrapassa 1,1 m de comprimento. A P. maturin, que chegava perto dos 2 m, tem um dentário que sugere uma alimentação onívora, diferentemente de suas primas atuais na região amazônica, que são predominantemente herbívoras.

Em épocas mais remotas, o grupo das tartarugas chegou a ter representantes ainda maiores na área. O mais estupendo, como o próprio nome científico sugere, foi a Stupendemys geographica, presente no Acre, na Venezuela e na Colômbia, cuja carapaça se aproximava dos 3 m de comprimento e desapareceu por volta de 5 milhões de anos atrás.

No estudo, os pesquisadores especulam sobre uma possível relação entre o fim da P. maturin e a chegada dos seres humanos à Amazônia. Isso porque extinções de tartarugas de grande porte aconteceram diversas vezes durante os milênios de expansão da nossa espécie pelo planeta. Por ora, entretanto, não há nenhuma evidência direta de que ancestrais dos indígenas e o supercágado tenham convivido, ou que pessoas tenham devorado o animal em algum momento.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/. (adaptado).

A termo destacado no excerto “O que se pode afirmar com razoável grau de certeza” é categorizado como um(a)

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Leia o texto para responder a questão abaixo.

Pesquisadores identificam tartaruga gigante que viveu na Amazônia

Os primeiros seres humanos que chegaram à Amazônia podem ter encontrado um habitante portentoso nos grandes rios da região: uma tartaruga cuja carapaça media cerca de 1,80 m. Tudo indica que a Peltocephalus maturin, cuja descoberta acaba de ser anunciada nesta quarta-feira por uma equipe internacional de cientistas, foi a última dos cágados gigantes amazônicos, tendo desaparecido no final do Pleistoceno (a Era do Gelo).

A possibilidade de convivência do animal com o Homo sapiens ainda é objeto de discussão. O que se pode afirmar com razoável grau de certeza é que o supercágado viveu há menos de 40 mil anos, levando em conta a idade dos sedimentos de onde vem o fóssil, numa área de garimpo de ouro no rio Madeira, em Rondônia.

Como os restos do animal (por enquanto, apenas um dentário, ou pedaço da mandíbula) foram encontrados pelos próprios garimpeiros, não há certeza sobre onde eles estavam nas camadas de sedimentos e, portanto, sobre sua idade. Restos de madeira carbonizada na parte mais baixa das camadas do garimpo têm uma datação entre 46 mil e 21 mil anos antes do presente. Já uma datação feita a partir do próprio osso produziu idades entre 14 mil e 9 mil anos atrás. Essa segunda faixa de idades bateria com a chegada de ancestrais dos atuais povos indígenas ao território amazônico, mas o estado de preservação do fóssil e as condições ambientais do entorno poderiam estar influenciando o resultado, “rejuvenescendo” a amostra de modo enganoso.

Seja como for, a espécie apresentada em artigo no periódico especializado Biology Letters é um acréscimo impressionante à fauna brasileira da Era do Gelo. O tamanho do animal foi estimado com base no dentário, que por si só já mede quase 30 cm. Detalhes anatômicos da estrutura óssea permitem classificar o animal como membro do gênero Peltocephalus, o mesmo de uma espécie que existe até hoje nos rios da região Norte. Trata-se da tartaruga-de-cabeça-grande-do-amazonas, também conhecida popularmente como “cabeçudo”.

A equipe da pesquisa, que tem como primeiro autor Gabriel Ferreira, da Universidade de Tübingen, e inclui ainda Max Langer, da USP de Ribeirão Preto, Mario Cozzuol, da UFMG, e outros cientistas, resolveu homenagear personagens de ficção ao batizar o animal. Maturin é o nome de uma tartaruga cósmica da obra do escritor americano Stephen King e, por sua vez, deve seu nome ao personagem Stephen Maturin, médico e naturalista que conhece as tartarugas-gigantes das ilhas Galápagos nos romances de aventura naval do escritor britânico Patrick O’Brian.

Na atual bacia do Amazonas, a recordista de tamanho é a Podocnemis expansa, ou tartaruga-da-amazônia, cujo casco não ultrapassa 1,1 m de comprimento. A P. maturin, que chegava perto dos 2 m, tem um dentário que sugere uma alimentação onívora, diferentemente de suas primas atuais na região amazônica, que são predominantemente herbívoras.

Em épocas mais remotas, o grupo das tartarugas chegou a ter representantes ainda maiores na área. O mais estupendo, como o próprio nome científico sugere, foi a Stupendemys geographica, presente no Acre, na Venezuela e na Colômbia, cuja carapaça se aproximava dos 3 m de comprimento e desapareceu por volta de 5 milhões de anos atrás.

No estudo, os pesquisadores especulam sobre uma possível relação entre o fim da P. maturin e a chegada dos seres humanos à Amazônia. Isso porque extinções de tartarugas de grande porte aconteceram diversas vezes durante os milênios de expansão da nossa espécie pelo planeta. Por ora, entretanto, não há nenhuma evidência direta de que ancestrais dos indígenas e o supercágado tenham convivido, ou que pessoas tenham devorado o animal em algum momento.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/. (adaptado).

As funções sintáticas desempenhadas pelos termos destacados na sentença “A possibilidade de convivência(1) do animal(2) com o Homo sapiens(3) ainda é objeto de discussão”, classificam-se, respectivamente, como:

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