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Qual o montante (S) resultante de uma aplicação de R$ 40.000, pelo prazo de 272 dias, a uma taxa de 12% ao ano, capitalizada mensalmente?
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Uma noite, voltando de metrô para casa, como fazia cinco vezes por semana, onze meses por ano, ele ouviu uma voz. Estava exausto, com o nó da gravata frouxo no pescoço, o colarinho desabotoado, a cabeça jogada para trás, o walkman a todo o volume e os fones enterrados nos ouvidos. De repente, antes mesmo de poder perceber a interrupção, a música que vinha ouvindo cessou sem explicações e, ao cabo de um breve silêncio, no lugar dela surgiu uma voz que ele não sabia nem como, nem de quem, nem de onde. Ergueu a cabeça. Olhou para os lados, para os outros passageiros. Mas era só ele que a ouvia. Falava aos seus ouvidos. Recompôs-se. A voz lhe disse umas tantas coisas, que ele ouviu com atenção, que era justamente o que ela pedia. Poderia ter cutucado o vizinho de banco. Poderia ter saído do metrô e corrido até em casa para anunciar o fato extraordinário que acabara de acontecer. Poderia ter sido tomado por louco e internado num hospício. Poderia ter passado o resto da vida sob o efeito de tranquilizantes. Poderia ter perdido o emprego e os amigos. Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera. Poderia não ter tido os filhos e os netos que acabou tendo. Poderia ter fundado uma seita. Poderia ter feito uma guerra. Poderia ter arregimentado seus seguidores entre os mais simples, os mais fracos e os mais idiotas. Poderia ter sido perseguido. Poderia ter sido preso. Poderia ter sido assassinado, crucificado, martirizado. Poderia vir a ser lembrado séculos depois, como líder, profeta ou fanático. Tudo por causa da voz. Mas entre os mandamentos que ela lhe anunciou naquela primeira noite em que voltava de metrô para casa, e que lhe repetiu ao longo de mais cinquenta e tantos anos em que voltou de metrô para casa, o mais peculiar foi que não a mencionasse a ninguém, em hipótese alguma. E, como ele a ouvia com atenção, ao longo desses cinquenta e tantos anos nunca disse nada a ninguém, nem à própria mulher quando chegou em casa da primeira vez, muito menos aos filhos quando chegaram à idade de saber as verdades do mundo. Acatou o que lhe dizia a voz. Continuou a ouvi-la todos os dias, sempre com atenção, mas para os outros era como se nunca a tivesse ouvido, que era o que ela lhe pedia. Morreu cinquenta e tantos anos depois de tê-la ouvido pela primeira vez, sem que ninguém nunca tenha sabido que a ouvia, e foi enterrado pelos filhos e netos, que choraram em torno do túmulo a morte de um homem normal. CARVALHO, Bernardo. A vida de um homem normal. In: Boa companhia: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 11-12.
“Uma noite, voltando de metrô para casa, como fazia cinco vezes por semana, onze meses por ano, ele ouviu uma voz." (L.1-3). A partir da leitura do trecho anterior, depreende-se que o protagonista do texto
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Rola uma química
Laboratórios reproduzem substância natural que
renova células e criam nova geração de cosméticos
anti-idade
Quando uma pessoa tem um ferimento na pele,
como corte ou queimadura, uma substância chamada
fator de crescimento, produzida pelo próprio organis-
mo, entra em ação para cicatrizar o tecido e renovar
as células. Na década de 80, após anos de pesqui-
sas, cientistas conseguiram sintetizar os elementos
dessa substância em laboratório, na tentativa de
curar feridas graves. Mas se o tal fator de crescimen-
to tem o poder de regenerar a pele, não agiria, ainda,
contra o envelhecimento cutâneo? Foi a partir dessa
interrogação que outros estudos passaram a se voltar
para tratamentos de beleza, e de forma bem-sucedi-
da. Tanto que, hoje, fórmulas manipuladas de cos-
méticos, criadas a partir desse conceito, começam
a crescer e aparecer, já sendo receitadas por espe-
cialistas em consultórios dermatológicos. Elas atuam
no rosto e contra a queda de cabelo.
Foi em 2005 que os médicos especializados em
beleza passaram a prestar mais atenção na evolução
dessas pesquisas. Muito já se falava sobre o tema,
mas a segurança do uso da substância era questio-
nada. Naquele ano, porém, o dermatologista ameri-
cano Richard Fitzpratick, muito respeitado no meio,
apresentou resultados promissores. Agora, já se
sabe que, na pele, o fator estimula o aumento da es-
pessura e também a produção de colágeno, a velha e
boa fibra responsável pela firmeza da derme.
Cientistas também já conseguiram reproduzir
os fatores responsáveis pelo crescimento do cabelo.
Não significa que foi descoberta a solução final para
os calvos, mas essas substâncias ajudam a ativar a
circulação sanguínea no couro cabeludo (logo, os fios
recebem mais oxigênio e nutrientes para nascer) e
fazem com que as madeixas cresçam mais fortes.
CABAN, Isabela. Rola uma química. O Globo, Revista O Globo, 06 maio 2012, p. 70-71. Adaptado.
“Laboratórios reproduzem substância natural que renova células."
A oração tem a função de
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Em ambas as guias, existe a seguinte opção para seleção:
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Aplicando-se à célula selecionada na planilha da figura mostrada o botão
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- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
O funcionário encarregado de organizar esses documentos deve, de forma inequívoca, optar pelo método de arquivamento denominado
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Se ele utilizar o método alfabético e seguir as regras da alfabetação, a ordenação dos documentos deverá obedecer à seguinte ordem:
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