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Um recipiente cúbico pode conter, no máximo, 340 mL. O valor inteiro, em centímetros, mais próximo da medida da aresta desse cubo é:
 

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Ao participarem de uma pesquisa sobre desenvolvimento sustentável, 200 empresários responderam à seguinte pergunta: “Na sua empresa, qual é a principal barreira para ação na área de sustentabilidade?". Todos os empresários responderam escolhendo uma única barreira como principal, e as escolhas estão apresentadas no gráfico abaixo.
Enunciado 415857-1

Escolhendo-se, ao acaso, um dos empresários que participaram dessa pesquisa, a probabilidade de que ele tenha apontado como principal barreira “falta de mão de obra" ou “falta de infraestrutura" é de
 

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A vida de um homem normal

Uma noite, voltando de metrô para casa, como fazia cinco vezes por semana, onze meses por ano, ele ouviu uma voz. Estava exausto, com o nó da gravata frouxo no pescoço, o colarinho desabotoado, a cabeça jogada para trás, o walkman a todo o volume e os fones enterrados nos ouvidos. De repente, antes mesmo de poder perceber a interrupção, a música que vinha ouvindo cessou sem explicações e, ao cabo de um breve silêncio, no lugar dela surgiu uma voz que ele não sabia nem como, nem de quem, nem de onde. Ergueu a cabeça. Olhou para os lados, para os outros passageiros. Mas era só ele que a ouvia. Falava aos seus ouvidos. Recompôs-se. A voz lhe disse umas tantas coisas, que ele ouviu com atenção, que era justamente o que ela pedia. Poderia ter cutucado o vizinho de banco. Poderia ter saído do metrô e corrido até em casa para anunciar o fato extraordinário que acabara de acontecer. Poderia ter sido tomado por louco e internado num hospício. Poderia ter passado o resto da vida sob o efeito de tranquilizantes. Poderia ter perdido o emprego e os amigos. Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera. Poderia não ter tido os filhos e os netos que acabou tendo. Poderia ter fundado uma seita. Poderia ter feito uma guerra. Poderia ter arregimentado seus seguidores entre os mais simples, os mais fracos e os mais idiotas. Poderia ter sido perseguido. Poderia ter sido preso. Poderia ter sido assassinado, crucificado, martirizado. Poderia vir a ser lembrado séculos depois, como líder, profeta ou fanático. Tudo por causa da voz. Mas entre os mandamentos que ela lhe anunciou naquela primeira noite em que voltava de metrô para casa, e que lhe repetiu ao longo de mais cinquenta e tantos anos em que voltou de metrô para casa, o mais peculiar foi que não a mencionasse a ninguém, em hipótese alguma. E, como ele a ouvia com atenção, ao longo desses cinquenta e tantos anos nunca disse nada a ninguém, nem à própria mulher quando chegou em casa da primeira vez, muito menos aos filhos quando chegaram à idade de saber as verdades do mundo. Acatou o que lhe dizia a voz. Continuou a ouvi-la todos os dias, sempre com atenção, mas para os outros era como se nunca a tivesse ouvido, que era o que ela lhe pedia. Morreu cinquenta e tantos anos depois de tê-la ouvido pela primeira vez, sem que ninguém nunca tenha sabido que a ouvia, e foi enterrado pelos filhos e netos, que choraram em torno do túmulo a morte de um homem normal. CARVALHO, Bernardo. A vida de um homem normal. In: Boa companhia: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 11-12.
Considere o sentido da palavra em destaque no trecho abaixo, retirada do Texto I.

“Estava exausto, com o nó da gravata frouxo no pescoço, o colarinho desabotoado, a cabeça jogada para trás, o walkman a todo o volume e os fones enterrados nos ouvidos". (L.3-6).

A palavra destacada apresenta sentido
 

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A vida de um homem normal

Uma noite, voltando de metrô para casa, como fazia cinco vezes por semana, onze meses por ano, ele ouviu uma voz. Estava exausto, com o nó da gravata frouxo no pescoço, o colarinho desabotoado, a cabeça jogada para trás, o walkman a todo o volume e os fones enterrados nos ouvidos. De repente, antes mesmo de poder perceber a interrupção, a música que vinha ouvindo cessou sem explicações e, ao cabo de um breve silêncio, no lugar dela surgiu uma voz que ele não sabia nem como, nem de quem, nem de onde. Ergueu a cabeça. Olhou para os lados, para os outros passageiros. Mas era só ele que a ouvia. Falava aos seus ouvidos. Recompôs-se. A voz lhe disse umas tantas coisas, que ele ouviu com atenção, que era justamente o que ela pedia. Poderia ter cutucado o vizinho de banco. Poderia ter saído do metrô e corrido até em casa para anunciar o fato extraordinário que acabara de acontecer. Poderia ter sido tomado por louco e internado num hospício. Poderia ter passado o resto da vida sob o efeito de tranquilizantes. Poderia ter perdido o emprego e os amigos. Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera. Poderia não ter tido os filhos e os netos que acabou tendo. Poderia ter fundado uma seita. Poderia ter feito uma guerra. Poderia ter arregimentado seus seguidores entre os mais simples, os mais fracos e os mais idiotas. Poderia ter sido perseguido. Poderia ter sido preso. Poderia ter sido assassinado, crucificado, martirizado. Poderia vir a ser lembrado séculos depois, como líder, profeta ou fanático. Tudo por causa da voz. Mas entre os mandamentos que ela lhe anunciou naquela primeira noite em que voltava de metrô para casa, e que lhe repetiu ao longo de mais cinquenta e tantos anos em que voltou de metrô para casa, o mais peculiar foi que não a mencionasse a ninguém, em hipótese alguma. E, como ele a ouvia com atenção, ao longo desses cinquenta e tantos anos nunca disse nada a ninguém, nem à própria mulher quando chegou em casa da primeira vez, muito menos aos filhos quando chegaram à idade de saber as verdades do mundo. Acatou o que lhe dizia a voz. Continuou a ouvi-la todos os dias, sempre com atenção, mas para os outros era como se nunca a tivesse ouvido, que era o que ela lhe pedia. Morreu cinquenta e tantos anos depois de tê-la ouvido pela primeira vez, sem que ninguém nunca tenha sabido que a ouvia, e foi enterrado pelos filhos e netos, que choraram em torno do túmulo a morte de um homem normal. CARVALHO, Bernardo. A vida de um homem normal. In: Boa companhia: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 11-12.
É possível resumir o sentido global do Texto I com a seguinte frase: O homem seria outro se dissesse a todos o que ouviu.
De acordo com a norma-padrão, se a 1 a forma verbal destacada na frase fosse será, a 2a deveria ser
 

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A vida de um homem normal

Uma noite, voltando de metrô para casa, como fazia cinco vezes por semana, onze meses por ano, ele ouviu uma voz. Estava exausto, com o nó da gravata frouxo no pescoço, o colarinho desabotoado, a cabeça jogada para trás, o walkman a todo o volume e os fones enterrados nos ouvidos. De repente, antes mesmo de poder perceber a interrupção, a música que vinha ouvindo cessou sem explicações e, ao cabo de um breve silêncio, no lugar dela surgiu uma voz que ele não sabia nem como, nem de quem, nem de onde. Ergueu a cabeça. Olhou para os lados, para os outros passageiros. Mas era só ele que a ouvia. Falava aos seus ouvidos. Recompôs-se. A voz lhe disse umas tantas coisas, que ele ouviu com atenção, que era justamente o que ela pedia. Poderia ter cutucado o vizinho de banco. Poderia ter saído do metrô e corrido até em casa para anunciar o fato extraordinário que acabara de acontecer. Poderia ter sido tomado por louco e internado num hospício. Poderia ter passado o resto da vida sob o efeito de tranquilizantes. Poderia ter perdido o emprego e os amigos. Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera. Poderia não ter tido os filhos e os netos que acabou tendo. Poderia ter fundado uma seita. Poderia ter feito uma guerra. Poderia ter arregimentado seus seguidores entre os mais simples, os mais fracos e os mais idiotas. Poderia ter sido perseguido. Poderia ter sido preso. Poderia ter sido assassinado, crucificado, martirizado. Poderia vir a ser lembrado séculos depois, como líder, profeta ou fanático. Tudo por causa da voz. Mas entre os mandamentos que ela lhe anunciou naquela primeira noite em que voltava de metrô para casa, e que lhe repetiu ao longo de mais cinquenta e tantos anos em que voltou de metrô para casa, o mais peculiar foi que não a mencionasse a ninguém, em hipótese alguma. E, como ele a ouvia com atenção, ao longo desses cinquenta e tantos anos nunca disse nada a ninguém, nem à própria mulher quando chegou em casa da primeira vez, muito menos aos filhos quando chegaram à idade de saber as verdades do mundo. Acatou o que lhe dizia a voz. Continuou a ouvi-la todos os dias, sempre com atenção, mas para os outros era como se nunca a tivesse ouvido, que era o que ela lhe pedia. Morreu cinquenta e tantos anos depois de tê-la ouvido pela primeira vez, sem que ninguém nunca tenha sabido que a ouvia, e foi enterrado pelos filhos e netos, que choraram em torno do túmulo a morte de um homem normal. CARVALHO, Bernardo. A vida de um homem normal. In: Boa companhia: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 11-12.
O emprego do pronome lhe respeita algumas regras sintáticas, conforme ocorreu no trecho abaixo, retirado do Texto I. “Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera." (L. 22-24)
O pronome lhe está também empregado de acordo com a norma-padrão no seguinte período:
 

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Texto II

Rola uma química

Laboratórios reproduzem substância natural que

renova células e criam nova geração de cosméticos

anti-idade

Quando uma pessoa tem um ferimento na pele,

como corte ou queimadura, uma substância chamada

fator de crescimento, produzida pelo próprio organis-

mo, entra em ação para cicatrizar o tecido e renovar

as células. Na década de 80, após anos de pesqui-

sas, cientistas conseguiram sintetizar os elementos

dessa substância em laboratório, na tentativa de

curar feridas graves. Mas se o tal fator de crescimen-

to tem o poder de regenerar a pele, não agiria, ainda,

contra o envelhecimento cutâneo? Foi a partir dessa

interrogação que outros estudos passaram a se voltar

para tratamentos de beleza, e de forma bem-sucedi-

da. Tanto que, hoje, fórmulas manipuladas de cos-

méticos, criadas a partir desse conceito, começam

a crescer e aparecer, já sendo receitadas por espe-

cialistas em consultórios dermatológicos. Elas atuam

no rosto e contra a queda de cabelo.

Foi em 2005 que os médicos especializados em

beleza passaram a prestar mais atenção na evolução

dessas pesquisas. Muito já se falava sobre o tema,

mas a segurança do uso da substância era questio-

nada. Naquele ano, porém, o dermatologista ameri-

cano Richard Fitzpratick, muito respeitado no meio,

apresentou resultados promissores. Agora, já se

sabe que, na pele, o fator estimula o aumento da es-

pessura e também a produção de colágeno, a velha e

boa fibra responsável pela firmeza da derme.

Cientistas também já conseguiram reproduzir

os fatores responsáveis pelo crescimento do cabelo.

Não significa que foi descoberta a solução final para

os calvos, mas essas substâncias ajudam a ativar a

circulação sanguínea no couro cabeludo (logo, os fios

recebem mais oxigênio e nutrientes para nascer) e

fazem com que as madeixas cresçam mais fortes.

CABAN, Isabela. Rola uma química. O Globo, Revista O Globo, 06 maio 2012, p. 70-71. Adaptado.

Uma importante função do pronome é promover a coesão textual, como se verifica no trecho abaixo retirado do Texto II. A esse respeito, considere o emprego do pronome destacado em: “Elas atuam no rosto e contra a queda de cabelo." (L.19-20).

O referente do pronome destacado, nesse contexto, é
 

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Texto II

Rola uma química

Laboratórios reproduzem substância natural que

renova células e criam nova geração de cosméticos

anti-idade

Quando uma pessoa tem um ferimento na pele,

como corte ou queimadura, uma substância chamada

fator de crescimento, produzida pelo próprio organis-

mo, entra em ação para cicatrizar o tecido e renovar

as células. Na década de 80, após anos de pesqui-

sas, cientistas conseguiram sintetizar os elementos

dessa substância em laboratório, na tentativa de

curar feridas graves. Mas se o tal fator de crescimen-

to tem o poder de regenerar a pele, não agiria, ainda,

contra o envelhecimento cutâneo? Foi a partir dessa

interrogação que outros estudos passaram a se voltar

para tratamentos de beleza, e de forma bem-sucedi-

da. Tanto que, hoje, fórmulas manipuladas de cos-

méticos, criadas a partir desse conceito, começam

a crescer e aparecer, já sendo receitadas por espe-

cialistas em consultórios dermatológicos. Elas atuam

no rosto e contra a queda de cabelo.

Foi em 2005 que os médicos especializados em

beleza passaram a prestar mais atenção na evolução

dessas pesquisas. Muito já se falava sobre o tema,

mas a segurança do uso da substância era questio-

nada. Naquele ano, porém, o dermatologista ameri-

cano Richard Fitzpratick, muito respeitado no meio,

apresentou resultados promissores. Agora, já se

sabe que, na pele, o fator estimula o aumento da es-

pessura e também a produção de colágeno, a velha e

boa fibra responsável pela firmeza da derme.

Cientistas também já conseguiram reproduzir

os fatores responsáveis pelo crescimento do cabelo.

Não significa que foi descoberta a solução final para

os calvos, mas essas substâncias ajudam a ativar a

circulação sanguínea no couro cabeludo (logo, os fios

recebem mais oxigênio e nutrientes para nascer) e

fazem com que as madeixas cresçam mais fortes.

CABAN, Isabela. Rola uma química. O Globo, Revista O Globo, 06 maio 2012, p. 70-71. Adaptado.

Se a palavra em destaque for pluralizada, o verbo também deve ir para o plural na seguinte frase:
 

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Texto II

Rola uma química

Laboratórios reproduzem substância natural que

renova células e criam nova geração de cosméticos

anti-idade

Quando uma pessoa tem um ferimento na pele,

como corte ou queimadura, uma substância chamada

fator de crescimento, produzida pelo próprio organis-

mo, entra em ação para cicatrizar o tecido e renovar

as células. Na década de 80, após anos de pesqui-

sas, cientistas conseguiram sintetizar os elementos

dessa substância em laboratório, na tentativa de

curar feridas graves. Mas se o tal fator de crescimen-

to tem o poder de regenerar a pele, não agiria, ainda,

contra o envelhecimento cutâneo? Foi a partir dessa

interrogação que outros estudos passaram a se voltar

para tratamentos de beleza, e de forma bem-sucedi-

da. Tanto que, hoje, fórmulas manipuladas de cos-

méticos, criadas a partir desse conceito, começam

a crescer e aparecer, já sendo receitadas por espe-

cialistas em consultórios dermatológicos. Elas atuam

no rosto e contra a queda de cabelo.

Foi em 2005 que os médicos especializados em

beleza passaram a prestar mais atenção na evolução

dessas pesquisas. Muito já se falava sobre o tema,

mas a segurança do uso da substância era questio-

nada. Naquele ano, porém, o dermatologista ameri-

cano Richard Fitzpratick, muito respeitado no meio,

apresentou resultados promissores. Agora, já se

sabe que, na pele, o fator estimula o aumento da es-

pessura e também a produção de colágeno, a velha e

boa fibra responsável pela firmeza da derme.

Cientistas também já conseguiram reproduzir

os fatores responsáveis pelo crescimento do cabelo.

Não significa que foi descoberta a solução final para

os calvos, mas essas substâncias ajudam a ativar a

circulação sanguínea no couro cabeludo (logo, os fios

recebem mais oxigênio e nutrientes para nascer) e

fazem com que as madeixas cresçam mais fortes.

CABAN, Isabela. Rola uma química. O Globo, Revista O Globo, 06 maio 2012, p. 70-71. Adaptado.

O trecho do Texto II “Não significa que foi descoberta a solução final para os calvos, mas essas substâncias ajudam a ativar a circulação" (L.33-35) pode ser reescrito, mantendo seu sentido original, da seguinte forma:
 

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Texto II

Rola uma química

Laboratórios reproduzem substância natural que

renova células e criam nova geração de cosméticos

anti-idade

Quando uma pessoa tem um ferimento na pele,

como corte ou queimadura, uma substância chamada

fator de crescimento, produzida pelo próprio organis-

mo, entra em ação para cicatrizar o tecido e renovar

as células. Na década de 80, após anos de pesqui-

sas, cientistas conseguiram sintetizar os elementos

dessa substância em laboratório, na tentativa de

curar feridas graves. Mas se o tal fator de crescimen-

to tem o poder de regenerar a pele, não agiria, ainda,

contra o envelhecimento cutâneo? Foi a partir dessa

interrogação que outros estudos passaram a se voltar

para tratamentos de beleza, e de forma bem-sucedi-

da. Tanto que, hoje, fórmulas manipuladas de cos-

méticos, criadas a partir desse conceito, começam

a crescer e aparecer, já sendo receitadas por espe-

cialistas em consultórios dermatológicos. Elas atuam

no rosto e contra a queda de cabelo.

Foi em 2005 que os médicos especializados em

beleza passaram a prestar mais atenção na evolução

dessas pesquisas. Muito já se falava sobre o tema,

mas a segurança do uso da substância era questio-

nada. Naquele ano, porém, o dermatologista ameri-

cano Richard Fitzpratick, muito respeitado no meio,

apresentou resultados promissores. Agora, já se

sabe que, na pele, o fator estimula o aumento da es-

pessura e também a produção de colágeno, a velha e

boa fibra responsável pela firmeza da derme.

Cientistas também já conseguiram reproduzir

os fatores responsáveis pelo crescimento do cabelo.

Não significa que foi descoberta a solução final para

os calvos, mas essas substâncias ajudam a ativar a

circulação sanguínea no couro cabeludo (logo, os fios

recebem mais oxigênio e nutrientes para nascer) e

fazem com que as madeixas cresçam mais fortes.

CABAN, Isabela. Rola uma química. O Globo, Revista O Globo, 06 maio 2012, p. 70-71. Adaptado.

No trecho do Texto II “Tanto que, hoje, fórmulas manipuladas de comésticos, criadas a partir desse conceito, começam a crescer e aparecer, já sendo receitadas por especialistas em consultórios dermatológicos" (L.16-19), a palavra que substitui a destacada, sem prejuízo de sentido, é
 

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O a(s) em destaque deverá ser grafado, de acordo com a norma-padrão, com o acento grave indicativo de crase na seguinte frase:
 

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