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Um grupo de 5 operários constrói um muro em 15 dias, trabalhando 8 horas por dia, então, quantos operários são necessários para construir um muro igual ao anterior em 5 dias, trabalhando 6 horas por dia?

 

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Observe a premissas abaixo:

Nenhuma criança vota.

Vitor é criança.

Qual das alternativas abaixo traz uma conclusão que torna este argumento válido?

 

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Um supermercado tem 12 produtos que vai colocar em promoção e pretende arrumá-los em grupos de 3 nas prateleiras para chamar a atenção dos clientes. De quantas maneiras diferentes é possível formar esses trios?

 

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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.

Células podem indicar chave para frear efeitos do envelhecimento

Elas estão espalhadas por todo o nosso corpo — do cérebro ao fígado —, e atuam liberando moléculas prejudiciais que degradam os tecidos, afetando a cognição, aumentando a fragilidade e enfraquecendo o sistema imunológico. E seu número aumenta à medida que envelhecemos.

Estamos nos referindo às células senescentes, muitas vezes, chamadas de "células zumbis".

Com a idade, elas passam por um processo de senescência, um estado em que não crescem e não se dividem, no entanto resistem em morrer e liberam uma combinação prejudicial de sinais biológicos nocivos.

Quando uma pessoa é jovem, o sistema imunológico elimina células senescentes. Mas muitas conseguem perseverar, contribuindo para problemas de saúde e doenças associadas ao avanço da idade.

Há mais de uma década, várias equipes de cientistas pesquisam formas de destruir estas células, e assim, deter os problemas do envelhecimento.

As doenças, as lesões e os outros fatores de estresse danificam as células de todo o nosso corpo.

Idealmente, nosso sistema imunológico elimina as células danificadas por meio de um processo chamado apoptose.

Mas, à medida que envelhecemos, o nosso organismo já não é tão eficaz na eliminação de células disfuncionais, e isso contribui para o enfraquecimento do sistema imunológico e outros processos biológicos menos eficientes.

Nas dezenas de ensaios clínicos realizados em células senescentes atualmente, os pesquisadores usam desde medicamentos — novos e adaptados — até biomarcadores e ferramentas genéticas para reprogramar e matar estas células, na esperança de acabar com as doenças associadas ao avanço da idade.

"Sabemos que as pessoas envelhecem em ritmos diferentes, e que a idade cronológica de uma pessoa nem sempre coincide com a sua idade biológica", explicou Jennifer Sauver, principal autora do estudo.

"Descobrimos que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos."

Os pesquisadores também descobriram que medir estes biomarcadores no sangue ajuda a prever a mortalidade, para além da combinação da idade cronológica, do sexo e da presença de uma doença crônica.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nn0v2g45mo.adaptado.

Descobrimos que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos.

De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:

 

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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.

Células podem indicar chave para frear efeitos do envelhecimento

Elas estão espalhadas por todo o nosso corpo — do cérebro ao fígado —, e atuam liberando moléculas prejudiciais que degradam os tecidos, afetando a cognição, aumentando a fragilidade e enfraquecendo o sistema imunológico. E seu número aumenta à medida que envelhecemos.

Estamos nos referindo às células senescentes, muitas vezes, chamadas de "células zumbis".

Com a idade, elas passam por um processo de senescência, um estado em que não crescem e não se dividem, no entanto resistem em morrer e liberam uma combinação prejudicial de sinais biológicos nocivos.

Quando uma pessoa é jovem, o sistema imunológico elimina células senescentes. Mas muitas conseguem perseverar, contribuindo para problemas de saúde e doenças associadas ao avanço da idade.

Há mais de uma década, várias equipes de cientistas pesquisam formas de destruir estas células, e assim, deter os problemas do envelhecimento.

As doenças, as lesões e os outros fatores de estresse danificam as células de todo o nosso corpo.

Idealmente, nosso sistema imunológico elimina as células danificadas por meio de um processo chamado apoptose.

Mas, à medida que envelhecemos, o nosso organismo já não é tão eficaz na eliminação de células disfuncionais, e isso contribui para o enfraquecimento do sistema imunológico e outros processos biológicos menos eficientes.

Nas dezenas de ensaios clínicos realizados em células senescentes atualmente, os pesquisadores usam desde medicamentos — novos e adaptados — até biomarcadores e ferramentas genéticas para reprogramar e matar estas células, na esperança de acabar com as doenças associadas ao avanço da idade.

"Sabemos que as pessoas envelhecem em ritmos diferentes, e que a idade cronológica de uma pessoa nem sempre coincide com a sua idade biológica", explicou Jennifer Sauver, principal autora do estudo.

"Descobrimos que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos."

Os pesquisadores também descobriram que medir estes biomarcadores no sangue ajuda a prever a mortalidade, para além da combinação da idade cronológica, do sexo e da presença de uma doença crônica.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nn0v2g45mo.adaptado.

Com a idade, elas passam por um processo de senescência, um estado em que não 'crescem' e não se dividem, no entanto resistem em morrer e 'liberam' uma combinação prejudicial de sinais biológicos nocivos.

Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos:

 

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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.

Células podem indicar chave para frear efeitos do envelhecimento

Elas estão espalhadas por todo o nosso corpo — do cérebro ao fígado —, e atuam liberando moléculas prejudiciais que degradam os tecidos, afetando a cognição, aumentando a fragilidade e enfraquecendo o sistema imunológico. E seu número aumenta à medida que envelhecemos.

Estamos nos referindo às células senescentes, muitas vezes, chamadas de "células zumbis".

Com a idade, elas passam por um processo de senescência, um estado em que não crescem e não se dividem, no entanto resistem em morrer e liberam uma combinação prejudicial de sinais biológicos nocivos.

Quando uma pessoa é jovem, o sistema imunológico elimina células senescentes. Mas muitas conseguem perseverar, contribuindo para problemas de saúde e doenças associadas ao avanço da idade.

Há mais de uma década, várias equipes de cientistas pesquisam formas de destruir estas células, e assim, deter os problemas do envelhecimento.

As doenças, as lesões e os outros fatores de estresse danificam as células de todo o nosso corpo.

Idealmente, nosso sistema imunológico elimina as células danificadas por meio de um processo chamado apoptose.

Mas, à medida que envelhecemos, o nosso organismo já não é tão eficaz na eliminação de células disfuncionais, e isso contribui para o enfraquecimento do sistema imunológico e outros processos biológicos menos eficientes.

Nas dezenas de ensaios clínicos realizados em células senescentes atualmente, os pesquisadores usam desde medicamentos — novos e adaptados — até biomarcadores e ferramentas genéticas para reprogramar e matar estas células, na esperança de acabar com as doenças associadas ao avanço da idade.

"Sabemos que as pessoas envelhecem em ritmos diferentes, e que a idade cronológica de uma pessoa nem sempre coincide com a sua idade biológica", explicou Jennifer Sauver, principal autora do estudo.

"Descobrimos que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos."

Os pesquisadores também descobriram que medir estes biomarcadores no sangue ajuda a prever a mortalidade, para além da combinação da idade cronológica, do sexo e da presença de uma doença crônica.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nn0v2g45mo.adaptado.

O número de células zumbis aumenta à medida que envelhecemos, já que nosso corpo não é mais tão eficaz na eliminação de células disfuncionais.

De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta.

 

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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.

Células podem indicar chave para frear efeitos do envelhecimento

Elas estão espalhadas por todo o nosso corpo — do cérebro ao fígado —, e atuam liberando moléculas prejudiciais que degradam os tecidos, afetando a cognição, aumentando a fragilidade e enfraquecendo o sistema imunológico. E seu número aumenta à medida que envelhecemos.

Estamos nos referindo às células senescentes, muitas vezes, chamadas de "células zumbis".

Com a idade, elas passam por um processo de senescência, um estado em que não crescem e não se dividem, no entanto resistem em morrer e liberam uma combinação prejudicial de sinais biológicos nocivos.

Quando uma pessoa é jovem, o sistema imunológico elimina células senescentes. Mas muitas conseguem perseverar, contribuindo para problemas de saúde e doenças associadas ao avanço da idade.

Há mais de uma década, várias equipes de cientistas pesquisam formas de destruir estas células, e assim, deter os problemas do envelhecimento.

As doenças, as lesões e os outros fatores de estresse danificam as células de todo o nosso corpo.

Idealmente, nosso sistema imunológico elimina as células danificadas por meio de um processo chamado apoptose.

Mas, à medida que envelhecemos, o nosso organismo já não é tão eficaz na eliminação de células disfuncionais, e isso contribui para o enfraquecimento do sistema imunológico e outros processos biológicos menos eficientes.

Nas dezenas de ensaios clínicos realizados em células senescentes atualmente, os pesquisadores usam desde medicamentos — novos e adaptados — até biomarcadores e ferramentas genéticas para reprogramar e matar estas células, na esperança de acabar com as doenças associadas ao avanço da idade.

"Sabemos que as pessoas envelhecem em ritmos diferentes, e que a idade cronológica de uma pessoa nem sempre coincide com a sua idade biológica", explicou Jennifer Sauver, principal autora do estudo.

"Descobrimos que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos."

Os pesquisadores também descobriram que medir estes biomarcadores no sangue ajuda a prever a mortalidade, para além da combinação da idade cronológica, do sexo e da presença de uma doença crônica.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nn0v2g45mo.adaptado.

Elas estão espalhadas por todo o nosso corpo — do cérebro ao fígado —, e atuam liberando moléculas prejudiciais que degradam os tecidos, afetando a cognição.

Assinale a expressão que contenha substantivo e adjetivo, independente da ordem.

 

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Células podem indicar chave para frear efeitos do envelhecimento

Elas estão espalhadas por todo o nosso corpo — do cérebro ao fígado —, e atuam liberando moléculas prejudiciais que degradam os tecidos, afetando a cognição, aumentando a fragilidade e enfraquecendo o sistema imunológico. E seu número aumenta à medida que envelhecemos.

Estamos nos referindo às células senescentes, muitas vezes, chamadas de "células zumbis".

Com a idade, elas passam por um processo de senescência, um estado em que não crescem e não se dividem, no entanto resistem em morrer e liberam uma combinação prejudicial de sinais biológicos nocivos.

Quando uma pessoa é jovem, o sistema imunológico elimina células senescentes. Mas muitas conseguem perseverar, contribuindo para problemas de saúde e doenças associadas ao avanço da idade.

Há mais de uma década, várias equipes de cientistas pesquisam formas de destruir estas células, e assim, deter os problemas do envelhecimento.

As doenças, as lesões e os outros fatores de estresse danificam as células de todo o nosso corpo.

Idealmente, nosso sistema imunológico elimina as células danificadas por meio de um processo chamado apoptose.

Mas, à medida que envelhecemos, o nosso organismo já não é tão eficaz na eliminação de células disfuncionais, e isso contribui para o enfraquecimento do sistema imunológico e outros processos biológicos menos eficientes.

Nas dezenas de ensaios clínicos realizados em células senescentes atualmente, os pesquisadores usam desde medicamentos — novos e adaptados — até biomarcadores e ferramentas genéticas para reprogramar e matar estas células, na esperança de acabar com as doenças associadas ao avanço da idade.

"Sabemos que as pessoas envelhecem em ritmos diferentes, e que a idade cronológica de uma pessoa nem sempre coincide com a sua idade biológica", explicou Jennifer Sauver, principal autora do estudo.

"Descobrimos que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos."

Os pesquisadores também descobriram que medir estes biomarcadores no sangue ajuda a prever a mortalidade, para além da combinação da idade cronológica, do sexo e da presença de uma doença crônica.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nn0v2g45mo.adaptado.

Descobrimos 'que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência' e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos.

A expressão destacada trata-se de uma oração:

 

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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.

Células podem indicar chave para frear efeitos do envelhecimento

Elas estão espalhadas por todo o nosso corpo — do cérebro ao fígado —, e atuam liberando moléculas prejudiciais que degradam os tecidos, afetando a cognição, aumentando a fragilidade e enfraquecendo o sistema imunológico. E seu número aumenta à medida que envelhecemos.

Estamos nos referindo às células senescentes, muitas vezes, chamadas de "células zumbis".

Com a idade, elas passam por um processo de senescência, um estado em que não crescem e não se dividem, no entanto resistem em morrer e liberam uma combinação prejudicial de sinais biológicos nocivos.

Quando uma pessoa é jovem, o sistema imunológico elimina células senescentes. Mas muitas conseguem perseverar, contribuindo para problemas de saúde e doenças associadas ao avanço da idade.

Há mais de uma década, várias equipes de cientistas pesquisam formas de destruir estas células, e assim, deter os problemas do envelhecimento.

As doenças, as lesões e os outros fatores de estresse danificam as células de todo o nosso corpo.

Idealmente, nosso sistema imunológico elimina as células danificadas por meio de um processo chamado apoptose.

Mas, à medida que envelhecemos, o nosso organismo já não é tão eficaz na eliminação de células disfuncionais, e isso contribui para o enfraquecimento do sistema imunológico e outros processos biológicos menos eficientes.

Nas dezenas de ensaios clínicos realizados em células senescentes atualmente, os pesquisadores usam desde medicamentos — novos e adaptados — até biomarcadores e ferramentas genéticas para reprogramar e matar estas células, na esperança de acabar com as doenças associadas ao avanço da idade.

"Sabemos que as pessoas envelhecem em ritmos diferentes, e que a idade cronológica de uma pessoa nem sempre coincide com a sua idade biológica", explicou Jennifer Sauver, principal autora do estudo.

"Descobrimos que um grupo de diversas proteínas liberadas pelas células zumbis funciona como biomarcadores da senescência e prevê resultados relacionados à saúde em adultos mais velhos."

Os pesquisadores também descobriram que medir estes biomarcadores no sangue ajuda a prever a mortalidade, para além da combinação da idade cronológica, do sexo e da presença de uma doença crônica.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nn0v2g45mo.adaptado.

A idade cronológica de uma pessoa nem sempre coincide com a sua idade biológica.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:

 

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3575468 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: IDCAP
Orgão: INOVA Capixaba
Provas:

"Todos os antidepressivos que são eficazes reforçam a ação sináptica de uma ou mais das três monoaminas (DA, NA e 5-HT), por meio do bloqueio da_____(intra e extracelular) ou do bloqueio do transportador pré-sináptico dessas monoaminas."

Fonte: Introdução à psicofarmacologia e noções de tratamento farmacológico - Arilton Martins Fonseca

Complete a afirmativa acima.

Questão Anulada

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