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Unless you live on an island populated only by yourself, you interact with people every day of your life. Therefore, you are continually “managing” the people you know and meet.
Mostly, this is done without conscious thought; but whether it’s a partner, child, parent, friend or the greengrocer, these relationships don’t just happen on their own. They are managed.
You gain knowledge, experience and understanding on different levels about the people in your life, and that affects the way you deal with them. In other words, you’re pretty experienced in managing the people around you.
In the work place, however, managing people takes on a different importance. You have to give it more thought, you may go on management courses, you’re given responsibilities, objectives. And there will be expectations from colleagues about your abilities to manage others up and down the corporate ladder.
The interesting thing is that most people like being ‘managed’ if they’re being managed well. People feel more secure and better supported when they know someone has their eye on them, is monitoring their progress and is available to help with problems or difficulties.
It’s also not that difficult to learn how to manage people. Mostly it’s about feeling secure and confident in your own capabilities, combined with an ability to really hear what people want and need and to try to give it to them. It’s about being clear and communicating in ways that people understand.
Yes, it takes training; but it needs to be training that identifies and builds your current strengths and capabilities and doesn’t try to teach you incompatible skills or the “right” way to manage. Managing people well can be the best skill you acquire to get the success you want.
Internet: <www.impactfactory.com> (with adaptations).
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Nunca tantos copiaram tanto em tão pouco tempo. O filme que acabou de ser lançado. A última versão do simulador de vôo. A música no topo das paradas. Toques para o celular. Tudo isso pode ser obtido imediatamente e de graça na Internet. Na rede, copiar é tão natural quanto respirar [A]. Nenhuma geração na história teve, como a nossa, a possibilidade de conhecer e de usufruir tantas obras culturais. Hoje, pelo menos 2,5 milhões de brasileiros trocam pela Internet arquivos de música, vídeo, programas de computador e jogos. Essa turma conectada inclui, para todos os efeitos, qualquer um que use computador ativamente. Copiar é tão fácil que nem sabemos quando estamos infringindo alguma lei.
Pela lei, cada internauta que faz uma cópia não-autorizada pode ser punido. Nos Estados Unidos da América [B], mais de 10 mil já foram processados desde 2003 [B]. As multas chegaram a US$ 30 mil para cada um. Na Inglaterra, pela primeira vez, a indústria fonográfica, usando rastreadores de fluxo de dados, acionou judicialmente 90 cidadãos britânicos. Eles foram condenados, em abril do ano passado, a pagar multas equivalentes a R$ 15 mil. Em novembro do ano passado, a Federação Internacional da Indústria Fonográfica processou 2.100 cidadãos de 16 países, como Alemanha, China e Argentina. Até o momento, nenhum processo internacional atingiu usuários brasileiros.
Ninguém em sã consciência pode pregar o desrespeito à lei. O direito à propriedade intelectual garante a remuneração dos criadores de bens culturais e a geração de riqueza e empregos. A primeira lei de proteção ao direito do autor foi criada em 1791, na França, justamente para evitar o final trágico de gênios como Wolfgang Amadeus Mozart, que morreu como indigente depois de compor 600 obras [C]. Hoje, graças às leis que protegem a propriedade intelectual [D], a indústria brasileira emprega 63 mil pessoas. Contudo, a troca online de arquivos é desafiadora porque melindra nossas noções mais básicas do que é certo ou errado. Pirataria é roubo? Sem dúvida. Mas é um tipo singular de roubo, pois com a cópia de um arquivo, quem assiste a um filme ou ouve uma música pirata não precisou tomá-los de alguém. Diante de um inimigo tão insidioso [E], a indústria cultural provavelmente terá de se reinventar.
Rafael Pereira. Somos todos piratas. In: Época, mar./2006, p. 64-71 (com adaptações).
No que se refere às estruturas lingüísticas do texto, assinale a opção correta.
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Nunca tantos copiaram tanto em tão pouco tempo. O filme que acabou de ser lançado. A última versão do simulador de vôo. A música no topo das paradas. Toques para o celular. Tudo isso pode ser obtido imediatamente e de graça na Internet. Na rede, copiar é tão natural quanto respirar. Nenhuma geração na história teve, como a nossa, a possibilidade de conhecer e de usufruir tantas obras culturais. Hoje, pelo menos 2,5 milhões de brasileiros trocam pela Internet arquivos de música, vídeo, programas de computador e jogos. Essa turma conectada inclui, para todos os efeitos, qualquer um que use computador ativamente. Copiar é tão fácil que nem sabemos quando estamos infringindo alguma lei.
Pela lei, cada internauta que faz uma cópia não-autorizada pode ser punido. Nos Estados Unidos da América, mais de 10 mil já foram processados desde 2003. As multas chegaram a US$ 30 mil para cada um. Na Inglaterra, pela primeira vez, a indústria fonográfica, usando rastreadores de fluxo de dados, acionou judicialmente 90 cidadãos britânicos. Eles foram condenados, em abril do ano passado, a pagar multas equivalentes a R$ 15 mil. Em novembro do ano passado, a Federação Internacional da Indústria Fonográfica processou 2.100 cidadãos de 16 países, como Alemanha, China e Argentina. Até o momento, nenhum processo internacional atingiu usuários brasileiros.
Ninguém em sã consciência pode pregar o desrespeito à lei. O direito à propriedade intelectual garante a remuneração dos criadores de bens culturais e a geração de riqueza e empregos. A primeira lei de proteção ao direito do autor foi criada em 1791, na França, justamente para evitar o final trágico de gênios como Wolfgang Amadeus Mozart, que morreu como indigente depois de compor 600 obras. Hoje, graças às leis que protegem a propriedade intelectual, a indústria brasileira emprega 63 mil pessoas. Contudo, a troca online de arquivos é desafiadora porque melindra nossas noções mais básicas do que é certo ou errado. Pirataria é roubo? Sem dúvida. Mas é um tipo singular de roubo, pois com a cópia de um arquivo, quem assiste a um filme ou ouve uma música pirata não precisou tomá-los de alguém. Diante de um inimigo tão insidioso, a indústria cultural provavelmente terá de se reinventar.
Rafael Pereira. Somos todos piratas. In: Época, mar./2006, p. 64-71 (com adaptações).
Assinale a opção incorreta com relação às idéias do texto.
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Nunca tantos copiaram tanto em tão pouco tempo. O filme que acabou de ser lançado. A última versão do simulador de vôo. A música no topo das paradas. Toques para o celular. Tudo isso pode ser obtido imediatamente e de graça na Internet. Na rede, copiar é tão natural quanto respirar. Nenhuma geração na história teve, como a nossa, a possibilidade de conhecer e de usufruir tantas obras culturais. Hoje, pelo menos 2,5 milhões de brasileiros trocam pela Internet arquivos de música, vídeo, programas de computador e jogos. Essa turma conectada inclui, para todos os efeitos, qualquer um que use computador ativamente. Copiar é tão fácil que nem sabemos quando estamos infringindo alguma lei.
Pela lei, cada internauta que faz uma cópia não-autorizada pode ser punido. Nos Estados Unidos da América, mais de 10 mil já foram processados desde 2003. As multas chegaram a US$ 30 mil para cada um. Na Inglaterra, pela primeira vez, a indústria fonográfica, usando rastreadores de fluxo de dados, acionou judicialmente 90 cidadãos britânicos. Eles foram condenados, em abril do ano passado, a pagar multas equivalentes a R$ 15 mil. Em novembro do ano passado, a Federação Internacional da Indústria Fonográfica processou 2.100 cidadãos de 16 países, como Alemanha, China e Argentina. Até o momento, nenhum processo internacional atingiu usuários brasileiros.
Ninguém em sã consciência pode pregar o desrespeito à lei. O direito à propriedade intelectual garante a remuneração dos criadores de bens culturais e a geração de riqueza e empregos. A primeira lei de proteção ao direito do autor foi criada em 1791, na França, justamente para evitar o final trágico de gênios como Wolfgang Amadeus Mozart, que morreu como indigente depois de compor 600 obras. Hoje, graças às leis que protegem a propriedade intelectual, a indústria brasileira emprega 63 mil pessoas. Contudo, a troca online de arquivos é desafiadora porque melindra nossas noções mais básicas do que é certo ou errado. Pirataria é roubo? Sem dúvida. Mas é um tipo singular de roubo, pois com a cópia de um arquivo, quem assiste a um filme ou ouve uma música pirata não precisou tomá-los de alguém. Diante de um inimigo tão insidioso, a indústria cultural provavelmente terá de se reinventar.
Rafael Pereira. Somos todos piratas. In: Época, mar./2006, p. 64-71 (com adaptações).
Com base no texto, é correto inferir que
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Para que haja conduta ética, é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece a diferença entre bem e mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício. A consciência moral não só conhece tais diferenças mas também se reconhece como capaz de julgar o valor dos atos e das condutas, e de agir em conformidade com os valores morais, sendo, por isso, o agente responsável por suas ações e seus sentimentos e pelas conseqüências do que faz e sente. Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis da vida ética.
A consciência moral manifesta-se, antes de tudo, na capacidade para deliberar diante de alternativas possíveis, avaliando cada uma delas segundo os valores éticos, e para decidir e escolher uma delas antes de lançar-se na ação. É a capacidade que o indivíduo possui para avaliar e pesar as motivações pessoais, as exigências feitas pela situação, as conseqüências para si e para os outros, a conformidade entre meios e fins, a obrigação de respeitar o estabelecido ou de transgredi-lo (se o estabelecido for imoral ou injusto).
Costuma-se dizer que os fins justificam os meios, de modo que, para alcançar um fim legítimo, todos os meios disponíveis são válidos. No caso da ética, porém, essa afirmação não é aceitável. Os meios justificáveis são aqueles que estão de acordo com os fins da própria ação. Em outras palavras, fins éticos exigem meios éticos.
Marilena Chaui. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 13.ª ed., 2003, p. 308-10 (com adaptações).
Com referência ao trecho “A consciência moral manifesta-se, antes de tudo, na capacidade para deliberar diante de alternativas possíveis, avaliando cada uma delas segundo os valores éticos, e para decidir e escolher uma delas antes de lançar-se na ação”, assinale a opção correta.
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Para que haja conduta ética, é preciso que exista o agente consciente, isto é [A], aquele que conhece a diferença entre bem e mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício. A consciência moral não só conhece tais diferenças mas também se reconhece [B] como capaz de julgar o valor dos atos e das condutas, e de agir em conformidade com os valores morais [B], sendo, por isso, o agente responsável por suas ações e seus sentimentos e pelas conseqüências do que faz e sente. Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis da vida ética [C].
A consciência moral manifesta-se [D], antes de tudo, na capacidade [E] para deliberar diante de alternativas possíveis, avaliando cada uma delas segundo os valores éticos [E], e para decidir e escolher uma delas antes de lançar-se na ação. É a capacidade que o indivíduo possui para avaliar e pesar as motivações pessoais, as exigências feitas pela situação, as conseqüências para si e para os outros, a conformidade entre meios e fins, a obrigação de respeitar o estabelecido ou de transgredi-lo (se o estabelecido for imoral ou injusto).
Costuma-se dizer que os fins justificam os meios, de modo que, para alcançar um fim legítimo, todos os meios disponíveis são válidos. No caso da ética, porém, essa afirmação não é aceitável. Os meios justificáveis são aqueles que estão de acordo com os fins da própria ação. Em outras palavras, fins éticos exigem meios éticos.
Marilena Chaui. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 13.ª ed., 2003, p. 308-10 (com adaptações).
Assinale a opção correta com relação ao texto.
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Para que haja conduta ética, é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece a diferença entre bem e mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício. A consciência moral não só conhece tais diferenças mas também se reconhece como capaz de julgar o valor dos atos e das condutas, e de agir em conformidade com os valores morais, sendo, por isso, o agente responsável por suas ações e seus sentimentos e pelas conseqüências do que faz e sente. Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis da vida ética.
A consciência moral manifesta-se, antes de tudo, na capacidade para deliberar diante de alternativas possíveis, avaliando cada uma delas segundo os valores éticos, e para decidir e escolher uma delas antes de lançar-se na ação. É a capacidade que o indivíduo possui para avaliar e pesar as motivações pessoais, as exigências feitas pela situação, as conseqüências para si e para os outros, a conformidade entre meios e fins, a obrigação de respeitar o estabelecido ou de transgredi-lo (se o estabelecido for imoral ou injusto).
Costuma-se dizer que os fins justificam os meios, de modo que, para alcançar um fim legítimo, todos os meios disponíveis são válidos. No caso da ética, porém, essa afirmação não é aceitável. Os meios justificáveis são aqueles que estão de acordo com os fins da própria ação. Em outras palavras, fins éticos exigem meios éticos.
Marilena Chaui. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 13.ª ed., 2003, p. 308-10 (com adaptações).
De acordo com o texto, é correto inferir que
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Para que haja conduta ética, é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece a diferença entre bem e mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício. A consciência moral não só conhece tais diferenças mas também se reconhece como capaz de julgar o valor dos atos e das condutas, e de agir em conformidade com os valores morais, sendo, por isso, o agente responsável por suas ações e seus sentimentos e pelas conseqüências do que faz e sente. Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis da vida ética.
A consciência moral manifesta-se, antes de tudo, na capacidade para deliberar diante de alternativas possíveis, avaliando cada uma delas segundo os valores éticos, e para decidir e escolher uma delas antes de lançar-se na ação. É a capacidade que o indivíduo possui para avaliar e pesar as motivações pessoais, as exigências feitas pela situação, as conseqüências para si e para os outros, a conformidade entre meios e fins, a obrigação de respeitar o estabelecido ou de transgredi-lo (se o estabelecido for imoral ou injusto).
Costuma-se dizer que os fins justificam os meios, de modo que, para alcançar um fim legítimo, todos os meios disponíveis são válidos. No caso da ética, porém, essa afirmação não é aceitável. Os meios justificáveis são aqueles que estão de acordo com os fins da própria ação. Em outras palavras, fins éticos exigem meios éticos.
Marilena Chaui. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 13.ª ed., 2003, p. 308-10 (com adaptações).
Com relação às idéias do texto, é correto afirmar que
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No salão de madame Rambouillet testemunhei a irritação que a peça causara [A]. O mais aborrecido era um abade, de nome Cotin, que se tornaria um dos maiores inimigos de Molière, sendo que muitos anos depois o comediante o ridicularizaria especificamente nas Sabichonas. Tive uma discussão séria com aquele abade, que imbecilmente deu a entender que a crítica de Molière só podia ser dirigida à Rambouillet, enquanto os outros, que eram mais inteligentes, e para demonstrar que a alusão não podia ser dirigida à sua anfitriã [B], apenas diziam que Molière, ao escrever aquela peça vulgar, plagiara mais uma vez os italianos que dividiam com ele a sala do Petit-Bourbon.
Eu conheço bem toda a obra de Molière e posso assegurar que essa acusação de plágio, a rigor, só era verdadeira em relação a duas peças que Molière encenou, na província, como se fossem de sua autoria [C]. O Ciúme de Barbouillé e O Médico Voador, copiadas de antigas comédias italianas. O Estouvado foi apenas inspirada em O Descuidado [D], do italiano Beltrame. Também os cinco atos de Despeito Amoroso não podem ser considerados um plágio, pois Molière apenas usou algumas situações de uma farsa italiana. É comum, no teatro, o autor se inspirar em textos mais antigos, construindo, muitas vezes, uma obra nova, superior em todos os sentidos. Por acaso a Fedra de Racine é um plágio do Hipólito de Eurípedes? E as peças de Corneille têm algum tema original? Mas apenas o meu amigo era chamado de plagiário. Os atores, autores e demais pessoas ligadas aos teatros rivais, devido ao sucesso das Preciosas, quando esperavam mais um fracasso de Molière, iniciaram a difusão desses libelos e intrigas, anônimos ou não. A guerra literária em Paris não tinha limites. Para consolar Molière, eu costumava lhe dizer que a inveja era uma forma de elogio [E] e que Montaigne dizia que era melhor ser invejado do que amado. Montaigne nunca disse isso, mas o meu amigo acreditou na mentira.
Rubem Fonseca. O doente Molière. São Paulo: Companhia das Letras, 2000, p. 58-9 (com adaptações).
Assinale a opção em que há prejuízo da correção gramatical na substituição proposta para as estruturas transcritas no texto.
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No salão de madame Rambouillet testemunhei a irritação que a peça causara. O mais aborrecido era um abade, de nome Cotin [B], que se tornaria um dos maiores inimigos [A] de Molière, sendo que muitos anos depois o comediante o ridicularizaria especificamente nas Sabichonas [B]. Tive uma discussão séria com aquele abade, que imbecilmente deu a entender que a crítica de Molière só podia ser dirigida à Rambouillet, enquanto os outros, que eram mais inteligentes [C], e para demonstrar que a alusão não podia ser dirigida à sua anfitriã, apenas diziam que Molière, ao escrever aquela peça vulgar, plagiara mais uma vez os italianos que dividiam com ele a sala do Petit-Bourbon.
Eu conheço bem toda a obra de Molière e posso assegurar que essa acusação de plágio, a rigor, só era verdadeira [D] em relação a duas peças que Molière encenou, na província, como se fossem de sua autoria. O Ciúme de Barbouillé e O Médico Voador, copiadas de antigas comédias italianas. O Estouvado foi apenas inspirada em O Descuidado, do italiano Beltrame. Também os cinco atos de Despeito Amoroso não podem ser considerados um plágio, pois Molière apenas usou algumas situações de uma farsa italiana. É comum, no teatro, o autor se inspirar em textos mais antigos, construindo, muitas vezes, uma obra nova, superior em todos os sentidos. Por acaso a Fedra de Racine é um plágio do Hipólito de Eurípedes? E as peças de Corneille têm algum tema original? Mas apenas o meu amigo era chamado de plagiário. Os atores, autores e demais pessoas ligadas aos teatros rivais, devido ao sucesso das Preciosas, quando esperavam mais um fracasso de Molière, iniciaram a difusão desses libelos [E] e intrigas [E], anônimos ou não. A guerra literária em Paris não tinha limites. Para consolar Molière, eu costumava lhe dizer que a inveja era uma forma de elogio e que Montaigne dizia que era melhor ser invejado do que amado. Montaigne nunca disse isso, mas o meu amigo acreditou na mentira.
Rubem Fonseca. O doente Molière. São Paulo: Companhia das Letras, 2000, p. 58-9 (com adaptações).
Assinale a opção correta com relação ao texto.
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