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TEXTO
EM DEFESA DA RAZÃO
Isaías Raw
Durante décadas, lutei desesperadamente para trazer racionalidade às gerações que me sucederiam, acreditando na ciência e nas suas conquistas. A caminhada do homem na Lua, as fotos dos planetas distantes, os computadores, a televisão direta dos satélites, as vacinas que eliminaram da face da Terra a varíola, a poliomielite, os remédios desenhados em computadores que curam o câncer quando detectado a tempo, os transplantes de coração e rins, a biotecnologia gerando plantas mais resistentes e mais produtivas, que liquidaram com a profecia de Malthus, afastando o perigo da fome universal. E, apesar disso, o que colhemos? Uma geração de crédulos sem capacidade crítica.
Até mesmo pessoas que seguiram carreira técnico científica não entendem a racionalidade da ciência. Consomem toneladas de pseudomedicamentos sem nenhum efeito positivo para o organismo. Engolem comprimidos de vitaminas que serão eliminadas na urina. Consomem extratos de plantas com substâncias tóxicas e abandonam o tratamento médico. Gastam fortunas com diferentes marcas de xampu que contêm sempre o mesmo detergente, mas anunciam “alimentos” para os cabelos, quando estes recebem nutrientes diretamente do sangue que irriga suas raízes. Há os que untam o rosto com colágeno – geléia de mocotó – e ovos e acham que estão rejuvenescendo. [....]
Fico pasmado ao ver que, às portas do ano 2000, as pessoas lêem horóscopos sem jamais comparar as previsões da véspera com o que realmente aconteceu. Desconfiam dos cientistas, mas acreditam nas cartomantes, que prevêem o óbvio. Formamos uma geração de pseudo-educados, que querem ser enganados nas farmácias, pelos curandeiros que enfiam agulhas em seus pés e manipulam sua coluna, pelos ufologistas, que vêem extraterrestes chegar e sair sem ser detectados pelos radares. Uma geração que se deixa levar por benzedeiras e charlatães com suas poções, por anúncios desonestos na televisão e por pregadores a quem entregam parte do salário. Saem as descobertas e as experiências científicas e entram os duendes, anjos e bruxos.
Veja, 4 /9/1996
No primeiro parágrafo do texto, para comprovação do valor das descobertas científicas, o autor do texto cita os conhecimentos novos de vários ramos da ciência; está ausente da lista a:
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TEXTO
EM DEFESA DA RAZÃO
Isaías Raw
Durante décadas, lutei desesperadamente para trazer racionalidade às gerações que me sucederiam, acreditando na ciência e nas suas conquistas. A caminhada do homem na Lua, as fotos dos planetas distantes, os computadores, a televisão direta dos satélites, as vacinas que eliminaram da face da Terra a varíola, a poliomielite, os remédios desenhados em computadores que curam o câncer quando detectado a tempo, os transplantes de coração e rins, a biotecnologia gerando plantas mais resistentes e mais produtivas, que liquidaram com a profecia de Malthus, afastando o perigo da fome universal. E, apesar disso, o que colhemos? Uma geração de crédulos sem capacidade crítica.
Até mesmo pessoas que seguiram carreira técnico científica não entendem a racionalidade da ciência. Consomem toneladas de pseudomedicamentos sem nenhum efeito positivo para o organismo. Engolem comprimidos de vitaminas que serão eliminadas na urina. Consomem extratos de plantas com substâncias tóxicas e abandonam o tratamento médico. Gastam fortunas com diferentes marcas de xampu que contêm sempre o mesmo detergente, mas anunciam “alimentos” para os cabelos, quando estes recebem nutrientes diretamente do sangue que irriga suas raízes. Há os que untam o rosto com colágeno – geléia de mocotó – e ovos e acham que estão rejuvenescendo. [....]
Fico pasmado ao ver que, às portas do ano 2000, as pessoas lêem horóscopos sem jamais comparar as previsões da véspera com o que realmente aconteceu. Desconfiam dos cientistas, mas acreditam nas cartomantes, que prevêem o óbvio. Formamos uma geração de pseudo-educados, que querem ser enganados nas farmácias, pelos curandeiros que enfiam agulhas em seus pés e manipulam sua coluna, pelos ufologistas, que vêem extraterrestes chegar e sair sem ser detectados pelos radares. Uma geração que se deixa levar por benzedeiras e charlatães com suas poções, por anúncios desonestos na televisão e por pregadores a quem entregam parte do salário. Saem as descobertas e as experiências científicas e entram os duendes, anjos e bruxos.
Veja, 4 /9/1996
Ao citar a caminhada do homem na lua, as fotos dos planetas distantes, o autor do texto pretende mostrar:
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EM DEFESA DA RAZÃO
Isaías Raw
Durante décadas, lutei desesperadamente para trazer racionalidade às gerações que me sucederiam, acreditando na ciência e nas suas conquistas. A caminhada do homem na Lua, as fotos dos planetas distantes, os computadores, a televisão direta dos satélites, as vacinas que eliminaram da face da Terra a varíola, a poliomielite, os remédios desenhados em computadores que curam o câncer quando detectado a tempo, os transplantes de coração e rins, a biotecnologia gerando plantas mais resistentes e mais produtivas, que liquidaram com a profecia de Malthus, afastando o perigo da fome universal. E, apesar disso, o que colhemos? Uma geração de crédulos sem capacidade crítica.
Até mesmo pessoas que seguiram carreira técnico científica não entendem a racionalidade da ciência. Consomem toneladas de pseudomedicamentos sem nenhum efeito positivo para o organismo. Engolem comprimidos de vitaminas que serão eliminadas na urina. Consomem extratos de plantas com substâncias tóxicas e abandonam o tratamento médico. Gastam fortunas com diferentes marcas de xampu que contêm sempre o mesmo detergente, mas anunciam “alimentos” para os cabelos, quando estes recebem nutrientes diretamente do sangue que irriga suas raízes. Há os que untam o rosto com colágeno – geléia de mocotó – e ovos e acham que estão rejuvenescendo. [....]
Fico pasmado ao ver que, às portas do ano 2000, as pessoas lêem horóscopos sem jamais comparar as previsões da véspera com o que realmente aconteceu. Desconfiam dos cientistas, mas acreditam nas cartomantes, que prevêem o óbvio. Formamos uma geração de pseudo-educados, que querem ser enganados nas farmácias, pelos curandeiros que enfiam agulhas em seus pés e manipulam sua coluna, pelos ufologistas, que vêem extraterrestes chegar e sair sem ser detectados pelos radares. Uma geração que se deixa levar por benzedeiras e charlatães com suas poções, por anúncios desonestos na televisão e por pregadores a quem entregam parte do salário. Saem as descobertas e as experiências científicas e entram os duendes, anjos e bruxos.
Veja, 4 /9/1996
“...pra trazer racionalidade às gerações que me sucederiam, acreditando na ciência e nas suas conquistas”; a oração inic iada pelo gerúndio “acreditando” poderia ser substituída adequadamente por:
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EM DEFESA DA RAZÃO
Isaías Raw
Durante décadas, lutei desesperadamente para trazer racionalidade às gerações que me sucederiam, acreditando na ciência e nas suas conquistas. A caminhada do homem na Lua, as fotos dos planetas distantes, os computadores, a televisão direta dos satélites, as vacinas que eliminaram da face da Terra a varíola, a poliomielite, os remédios desenhados em computadores que curam o câncer quando detectado a tempo, os transplantes de coração e rins, a biotecnologia gerando plantas mais resistentes e mais produtivas, que liquidaram com a profecia de Malthus, afastando o perigo da fome universal. E, apesar disso, o que colhemos? Uma geração de crédulos sem capacidade crítica.
Até mesmo pessoas que seguiram carreira técnico científica não entendem a racionalidade da ciência. Consomem toneladas de pseudomedicamentos sem nenhum efeito positivo para o organismo. Engolem comprimidos de vitaminas que serão eliminadas na urina. Consomem extratos de plantas com substâncias tóxicas e abandonam o tratamento médico. Gastam fortunas com diferentes marcas de xampu que contêm sempre o mesmo detergente, mas anunciam “alimentos” para os cabelos, quando estes recebem nutrientes diretamente do sangue que irriga suas raízes. Há os que untam o rosto com colágeno – geléia de mocotó – e ovos e acham que estão rejuvenescendo. [....]
Fico pasmado ao ver que, às portas do ano 2000, as pessoas lêem horóscopos sem jamais comparar as previsões da véspera com o que realmente aconteceu. Desconfiam dos cientistas, mas acreditam nas cartomantes, que prevêem o óbvio. Formamos uma geração de pseudo-educados, que querem ser enganados nas farmácias, pelos curandeiros que enfiam agulhas em seus pés e manipulam sua coluna, pelos ufologistas, que vêem extraterrestes chegar e sair sem ser detectados pelos radares. Uma geração que se deixa levar por benzedeiras e charlatães com suas poções, por anúncios desonestos na televisão e por pregadores a quem entregam parte do salário. Saem as descobertas e as experiências científicas e entram os duendes, anjos e bruxos.
Veja, 4 /9/1996
Se o autor do texto declara que lutou “durante décadas” para trazer racionalidade aos homens, infere-se que, no mínimo, esse autor luta há:
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EM DEFESA DA RAZÃO
Isaías Raw
Durante décadas, lutei desesperadamente para trazer racionalidade às gerações que me sucederiam, acreditando na ciência e nas suas conquistas. A caminhada do homem na Lua, as fotos dos planetas distantes, os computadores, a televisão direta dos satélites, as vacinas que eliminaram da face da Terra a varíola, a poliomielite, os remédios desenhados em computadores que curam o câncer quando detectado a tempo, os transplantes de coração e rins, a biotecnologia gerando plantas mais resistentes e mais produtivas, que liquidaram com a profecia de Malthus, afastando o perigo da fome universal. E, apesar disso, o que colhemos? Uma geração de crédulos sem capacidade crítica.
Até mesmo pessoas que seguiram carreira técnico científica não entendem a racionalidade da ciência. Consomem toneladas de pseudomedicamentos sem nenhum efeito positivo para o organismo. Engolem comprimidos de vitaminas que serão eliminadas na urina. Consomem extratos de plantas com substâncias tóxicas e abandonam o tratamento médico. Gastam fortunas com diferentes marcas de xampu que contêm sempre o mesmo detergente, mas anunciam “alimentos” para os cabelos, quando estes recebem nutrientes diretamente do sangue que irriga suas raízes. Há os que untam o rosto com colágeno – geléia de mocotó – e ovos e acham que estão rejuvenescendo. [....]
Fico pasmado ao ver que, às portas do ano 2000, as pessoas lêem horóscopos sem jamais comparar as previsões da véspera com o que realmente aconteceu. Desconfiam dos cientistas, mas acreditam nas cartomantes, que prevêem o óbvio. Formamos uma geração de pseudo-educados, que querem ser enganados nas farmácias, pelos curandeiros que enfiam agulhas em seus pés e manipulam sua coluna, pelos ufologistas, que vêem extraterrestes chegar e sair sem ser detectados pelos radares. Uma geração que se deixa levar por benzedeiras e charlatães com suas poções, por anúncios desonestos na televisão e por pregadores a quem entregam parte do salário. Saem as descobertas e as experiências científicas e entram os duendes, anjos e bruxos.
Veja, 4 /9/1996
A razão, segundo o título, necessita de “defesa” porque:
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TEXTO
EM DEFESA DA RAZÃO
Isaías Raw
Durante décadas, lutei desesperadamente para trazer racionalidade às gerações que me sucederiam, acreditando na ciência e nas suas conquistas. A caminhada do homem na Lua, as fotos dos planetas distantes, os computadores, a televisão direta dos satélites, as vacinas que eliminaram da face da Terra a varíola, a poliomielite, os remédios desenhados em computadores que curam o câncer quando detectado a tempo, os transplantes de coração e rins, a biotecnologia gerando plantas mais resistentes e mais produtivas, que liquidaram com a profecia de Malthus, afastando o perigo da fome universal. E, apesar disso, o que colhemos? Uma geração de crédulos sem capacidade crítica.
Até mesmo pessoas que seguiram carreira técnico científica não entendem a racionalidade da ciência. Consomem toneladas de pseudomedicamentos sem nenhum efeito positivo para o organismo. Engolem comprimidos de vitaminas que serão eliminadas na urina. Consomem extratos de plantas com substâncias tóxicas e abandonam o tratamento médico. Gastam fortunas com diferentes marcas de xampu que contêm sempre o mesmo detergente, mas anunciam “alimentos” para os cabelos, quando estes recebem nutrientes diretamente do sangue que irriga suas raízes. Há os que untam o rosto com colágeno – geléia de mocotó – e ovos e acham que estão rejuvenescendo. [....]
Fico pasmado ao ver que, às portas do ano 2000, as pessoas lêem horóscopos sem jamais comparar as previsões da véspera com o que realmente aconteceu. Desconfiam dos cientistas, mas acreditam nas cartomantes, que prevêem o óbvio. Formamos uma geração de pseudo-educados, que querem ser enganados nas farmácias, pelos curandeiros que enfiam agulhas em seus pés e manipulam sua coluna, pelos ufologistas, que vêem extraterrestes chegar e sair sem ser detectados pelos radares. Uma geração que se deixa levar por benzedeiras e charlatães com suas poções, por anúncios desonestos na televisão e por pregadores a quem entregam parte do salário. Saem as descobertas e as experiências científicas e entram os duendes, anjos e bruxos.
Veja, 4 /9/1996
O título do texto – Em defesa da razão – apresenta “razão” como:
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TEXT II
INNOVATE AND DOMINATE
When you hear the phrase “tech-market domination”, you probably think of Microsoft. But in the world of mobile phones, the name is Nokia: depending on whose numbers you believe, the Finnish giant sells up to a whopping 40% of the world’s consumer cell phones, almost 180 million last year. Yet even mighty Nokia risks developing an achilles’ heel – namely, the soonto- be-hot corporate market. Fortune 500 companies are desperate for phones that double as computers so travelling execs can tap into corporate data from afar. “It’s an important growth market, and Nokia is worried that the PC guys like Microsoft are coming into that space as computers and phones converge,” says London-based International Data Corp. analyst Tim Mui. IDC forecasts that in Europe alone, business users will buy 60 million phones this year.
(Time, March 1, 2004:38)
At the end of the text there is a:
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TEXT II
INNOVATE AND DOMINATE
When you hear the phrase “tech-market domination”, you probably think of Microsoft. But in the world of mobile phones, the name is Nokia: depending on whose numbers you believe, the Finnish giant sells up to a whopping 40% of the world’s consumer cell phones, almost 180 million last year. Yet even mighty Nokia risks developing an achilles’ heel – namely, the soonto- be-hot corporate market. Fortune 500 companies are desperate for phones that double as computers so travelling execs can tap into corporate data from afar. “It’s an important growth market, and Nokia is worried that the PC guys like Microsoft are coming into that space as computers and phones converge,” says London-based International Data Corp. analyst Tim Mui. IDC forecasts that in Europe alone, business users will buy 60 million phones this year.
(Time, March 1, 2004:38)
The word double in “that double as computers” can be replaced by:
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TEXT II
INNOVATE AND DOMINATE
When you hear the phrase “tech-market domination”, you probably think of Microsoft. But in the world of mobile phones, the name is Nokia: depending on whose numbers you believe, the Finnish giant sells up to a whopping 40% of the world’s consumer cell phones, almost 180 million last year. Yet even mighty Nokia risks developing an achilles’ heel – namely, the soonto- be-hot corporate market. Fortune 500 companies are desperate for phones that double as computers so travelling execs can tap into corporate data from afar. “It’s an important growth market, and Nokia is worried that the PC guys like Microsoft are coming into that space as computers and phones converge,” says London-based International Data Corp. analyst Tim Mui. IDC forecasts that in Europe alone, business users will buy 60 million phones this year.
(Time, March 1, 2004:38)
If Nokia develops “an achilles’ heel” this means it may develop a:
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TEXT II
INNOVATE AND DOMINATE
When you hear the phrase “tech-market domination”, you probably think of Microsoft. But in the world of mobile phones, the name is Nokia: depending on whose numbers you believe, the Finnish giant sells up to a whopping 40% of the world’s consumer cell phones, almost 180 million last year. Yet even mighty Nokia risks developing an achilles’ heel – namely, the soonto- be-hot corporate market. Fortune 500 companies are desperate for phones that double as computers so travelling execs can tap into corporate data from afar. “It’s an important growth market, and Nokia is worried that the PC guys like Microsoft are coming into that space as computers and phones converge,” says London-based International Data Corp. analyst Tim Mui. IDC forecasts that in Europe alone, business users will buy 60 million phones this year.
(Time, March 1, 2004:38)
Yet in “Yet even mighty Nokia” can be replaced by:
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