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3077127 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto XII (este texto sofreu algumas alterações de ordem gramatical)

A violência letal contra indígenas experimentou um progressivo incremento no país no período entre 2020 e 2021. Estamos cientes de que a violência étnico-racial e simbólica que alcança os povos indígenas não pode ser dimensionada somente a partir das mortes violentas decorrentes de homicídios. A violência étnico-racial e simbólica que alcança os povos indígenas demanda um olhar mais aprofundado. Agregamos a esses dados nesta edição do Atlas informações sobre lesões letais autoprovocadas (suicídios), disponibilizadas nos registros públicos.

CERQUEIRA, D.; BUENO, S. (coord). Atlas da violência 2023. Brasília, DF: Ipea; FBSP, p.79. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/ riatlasdaviolencia2023. Adaptado.

O Texto XII está reescrito de maneira adequada à norma-padrão da língua portuguesa, sem perda em seu sentido original, na seguinte passagem:

 

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3077126 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto XI

É um fato global que homens adolescentes e jovens adultos entre 15 e 29 anos são os que mais apresentam risco de serem vítimas de homicídios. Contudo, conforme se concluiu em um relatório sobre os homicídios em todo o planeta realizado pela United Nations Office on Drugs and Crime (UNODC) em 2019 (UNODC, 2019a), pesa para essa situação mundial o contexto do continente americano, onde os fatores estruturais que causam a mortalidade violenta são os conflitos frutos da ação do crime organizado e das mortes decorrentes do uso de armas de fogo.

Com efeito, no Brasil a violência é a principal causa de morte dos jovens. Em 2021, de cada cem jovens entre 15 e 29 anos que morreram no país por qualquer causa, 49 foram vítimas da violência letal. Dos 47.847 homicídios ocorridos no Brasil em 2021, 50,6% vitimaram jovens entre 15 e 29 anos. São 24.217 jovens que tiveram suas vidas ceifadas prematuramente, com uma média de 66 jovens assassinados por dia no país.

Considerando a série histórica dos últimos onze anos (2011-2021), foram 326.532 jovens vítimas da violência letal no Brasil. São centenas de milhares de indivíduos que não tiveram a chance de concluir sua vida escolar, de construir um caminho profissional, de formar sua própria família ou de serem reconhecidos pelas suas conquistas no contexto social em que vivem.

Em que pese a extrema gravidade do problema que atinge a juventude brasileira, alguns avanços podem ser observados na comparação com o ano anterior, conforme se pode observar na tabela 7. Em 2021, houve queda de 6,2% no número absoluto de homicídios de jovens em comparação a 2020. A taxa de homicídios a cada 100 mil jovens passou de 51,8 para 49,0, significando uma redução de 5,4% em um ano, conforme apontado no gráfico 7. Essa atenuação nos dados de violência letal de jovens vinha sendo observada desde 2017 e acompanha a queda geral do número de homicídios do país. Com efeito, de 2016 a 2021 essa contração foi de 25,2%.

CERQUEIRA, D.; BUENO, S. (coord). Atlas da violência 2023. Brasília, DF: Ipea; FBSP, p.21-22. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/ riatlasdaviolencia2023. Adaptado.

Na avaliação do emprego de vírgulas no Texto XI, constata-se o seguinte:

 

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3077125 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto XI

É um fato global que homens adolescentes e jovens adultos entre 15 e 29 anos são os que mais apresentam risco de serem vítimas de homicídios. Contudo, conforme se concluiu em um relatório sobre os homicídios em todo o planeta realizado pela United Nations Office on Drugs and Crime (UNODC) em 2019 (UNODC, 2019a), pesa para essa situação mundial o contexto do continente americano, onde os fatores estruturais que causam a mortalidade violenta são os conflitos frutos da ação do crime organizado e das mortes decorrentes do uso de armas de fogo.

Com efeito, no Brasil a violência é a principal causa de morte dos jovens. Em 2021, de cada cem jovens entre 15 e 29 anos que morreram no país por qualquer causa, 49 foram vítimas da violência letal. Dos 47.847 homicídios ocorridos no Brasil em 2021, 50,6% vitimaram jovens entre 15 e 29 anos. São 24.217 jovens que tiveram suas vidas ceifadas prematuramente, com uma média de 66 jovens assassinados por dia no país.

Considerando a série histórica dos últimos onze anos (2011-2021), foram 326.532 jovens vítimas da violência letal no Brasil. São centenas de milhares de indivíduos que não tiveram a chance de concluir sua vida escolar, de construir um caminho profissional, de formar sua própria família ou de serem reconhecidos pelas suas conquistas no contexto social em que vivem.

Em que pese a extrema gravidade do problema que atinge a juventude brasileira, alguns avanços podem ser observados na comparação com o ano anterior, conforme se pode observar na tabela 7. Em 2021, houve queda de 6,2% no número absoluto de homicídios de jovens em comparação a 2020. A taxa de homicídios a cada 100 mil jovens passou de 51,8 para 49,0, significando uma redução de 5,4% em um ano, conforme apontado no gráfico 7. Essa atenuação nos dados de violência letal de jovens vinha sendo observada desde 2017 e acompanha a queda geral do número de homicídios do país. Com efeito, de 2016 a 2021 essa contração foi de 25,2%.

CERQUEIRA, D.; BUENO, S. (coord). Atlas da violência 2023. Brasília, DF: Ipea; FBSP, p.21-22. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/ riatlasdaviolencia2023. Adaptado.

A leitura do Texto XI e o entendimento da organização das informações nele dispostas permitem afirmar que seu enunciador

 

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3077124 Ano: 2024
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Enunciado 3328986-1

CERQUEIRA, D.; BUENO, S. (coord). Atlas da violência 2023. Brasília, DF: Ipea; FBSP, p.9. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/
riatlasdaviolencia2023. Adaptado.

A análise do gráfico acima permite a constatação de que a

 

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3077123 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto X (este texto é a sinopse de um artigo, que sofreu algumas alterações)

O presente artigo, meticulosamente elaborado, tem como objetivo apresentar breve revisão de literatura, que se destaca pela sua abrangência, abordando o vasto campo das cidades inteligentes (smart cities) para subsidiar a proposição de uma agenda de pesquisa. Mais especificamente, procedemos a uma contextualização detalhada do uso de tecnologias da informação e comunicação (TICs) para geração de novas oportunidades econômicas e sociais no âmbito da vida urbana e para o desenvolvimento de soluções para diversos problemas relacionados às demandas urgentes por equipamentos de infraestrutura e por acessibilidade aos serviços urbanos. Buscando ir além da superficialidade do tema,direcionamos nosso olhar crítico para o espectro da ação governamental, explicitando os arranjos de política, seus mecanismos de governança e indicando possibilidades de avaliar impactos efetivos, decorrentes da adoção das TICs para soluções digitais inovadoras.

SILVA, M. S.; AVELLAR, A. P.; FURTADO, B. A.; POMPERMAYER, F. M.; KUBOTA, L. C. Tecnologias digitais para cidades inteligentes: notas para uma agenda de pesquisa. Boletim Radar, n.74, dez. 2023. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/portal/ radar/temasrdar/ciencia-tecnologia-2/14813-teconologias-digitais-para-cidades-inteligentes-notas-para-uma-agenda-de-pesquisa. Acesso em: 17 dez. 2023. Adaptado.

Considerando-se que o Texto X é uma sinopse e buscando-se sua máxima concisão, sem a perda de informações relevantes, pode ser feita a transformação do fragmento

 

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3077122 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto IX (este texto sofreu algumas alterações de ordem gramatical)

O conjunto dos dados apresentado sobre a cobertura de rede pública de água e/ou esgoto reforçam a necessidade da disponibilidade de álcool gel para a higiene da comunidade escolar, principalmente em localidades não atendidas pela rede pública de saneamento ou sistema de fossas sépticas.

Durante o período de pandemia, foram amplamente divulgados e discutidos a falta de acesso à equipamentos e à internet por parte dos alunos. Os dados apresentados nesta nota técnica mostra que o retorno às aulas não resultará no fim da desigualdade de acesso a recursos tecnológicos. E, parece razoável antever, que os profissionais da educação passarão a enfrentar desafios tecnológicos nas escolas.

Para manter o distanciamento entre os estudantes, as propostas de retorno às aulas preveem o rodízio de alunos, com parte assistindo às aulas presencialmente e parte participando das aulas remotamente. Os dados apresentados na seção de resultados sugere que apenas uma pequena parte das escolas terão condições de transmitir grandenúmero de aulas ao vivo simultaneamente, haja vista as limitações do link de acesso à internet. Sendo assim, o mais provável é que as aulas sejam gravadas.

KUBOTA, L. C. A Infraestrutura sanitária e tecnológica das escolas e a retomada das aulas em tempos de Covid-19. Nota Técnica n. 70. Brasília, DF: Ipea, 2020. p.15. Disponível em: https://portalantigo.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/200715_nt_diset_n_70_ web.pdf. Acesso em: 20 dez. 2023. Adaptado.

Uma das passagens do Texto IX apresentadas a seguir atingirá plenamente a adequação à norma-padrão da língua portuguesa, desde que seja observado o procedimento proposto. Essa adequação será alcançada, na passagem

 

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3077121 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto VIII

O atual marco regulatório do setor ferroviário brasileiro surgiu com a extinção da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA) e consolidou-se com a concessão de quase todas as ferrovias nacionais às empresas privadas. Se antes a política para o setor emanava exclusivamente do Ministério dos Transportes e a operação concentrava-se em poucas empresas estatais, hoje o cenário tornou-se mais complexo. O Ministério dos Transportes continua possuindo a primazia para a formulação da estratégia de longo prazo, mas a operação está majoritariamente nas mãos de empresas privadas. A concessão, a fiscalização e as regras de operação tornaram-se atribuições daAgência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT).

De acordo com Lang (2007), a fase moderna da legislação regente do setor ferroviário no Brasil inicia-se com a publicação do Decreto no 1.832/1996, conhecido como Regulamento dos Transportes Ferroviários (RTF). Sua importância advém de ter lançado as bases de uma operação não monopolística, condizente com o leilão da malha da RFFSA no mesmo ano de sua edição

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Entre suas principais características, esse decreto disciplina a segurança nos serviços ferroviários e as relações entre: i) a administração pública e as administrações ferroviárias; ii) as administrações ferroviárias, inclusive no tráfego mútuo; e iii) as administrações ferroviárias e os seus usuários. A principal inovação trazida pelo Decreto no 1.832/1996 explicita para o setor ferroviário que “a construção, a operação ou exploração dos serviços poderão ser realizadas pelo Poder Público ou por empresas privadas” (BRASIL, 1996). Era, portanto, o indicativo para permitir a entrada de empresas privadas, sob delegação, nos mercados de construção e operação de serviços ferroviários.

POMPERMAYER, F. M.; CAMPOS NETO, C. A. S.; SOUSA, R. A. F. Considerações sobre os marcos regulatórios do setor ferroviário brasileiro – 1997-2012. Nota Técnica n. 6 do Diset. Brasília, DF: Ipea, 2012. p. 3. Disponível em: https:// portalantigo.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_ tecnica/121206_notatecnicadiset06.pdf. Acesso em: 3 dez. 2023. Adaptado.

Observando-se as formas de citação usadas no Texto VIII, verifica-se que seus autores

 

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3077120 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto VII

A estruturação e o crescimento do mercado de trabalho têm evidentes relações com a Previdência Social. A macrorrelação mais direta, que até certo ponto dispensaria demonstração, é a alta correlação positiva da taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a partir de certo patamar, com a formalização de contratos previdenciários — de empregados e de outros vínculos contributivos. Mas há também outros determinantes que podem causar formalização previdenciária, mesmo quando não se observa clara tendência de um ciclo econômico expansivo na economia em seu conjunto (ex-Previdência Rural a partir de 1991, por exemplo).

Um breve retrospecto histórico da relação ciclo econômico e formalização/informalização na Previdência Social pode ser visto nos gráficos 1, 2 e 3 adiante. Nos dois primeiros descreve-se a evolução do emprego formal (com vínculo previdenciário), com a utilização das taxas de crescimento, e a paralela evolução das taxas de crescimento do PIB no período 1980-2005. Para as três décadas iniciais (1950-1980), que compõem a fase ascendente do ciclo de industrialização e formalização do pós- Guerra, utilizou-se a taxa de incremento médio do pessoal ocupado na indústria como proxy do emprego formal. Foi usada a mesma variável para o período 1981-1998. A partir deste último ano, valemo-nos das informações diretas de emprego formal de vários indicadores do Instituto Brasileiro de Geografiae Estatística (IBGE) e do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) (gráfico 2).

O terceiro gráfico, que reflete o movimento cíclico do período, capta uma variável-estoque — a proporção de trabalhadores formais na populaçãoeconomicamente ativa (PEA) em cada momento do ciclo econômico, como se observa a seguir.

DELGADO, G. Diagnóstico do mercado de trabalho para a Previdência Social - 1980-2006. Nota Técnica n. 3. Brasília, DF: Ipea, 2007. p. 7. Disponível em: https://portalantigo.ipea.gov.br/ portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/2007_nt03_marco_ disoc.pdf . Acesso em: 29 nov. 2023. Adaptado.

Tendo-se apenas alterado a pontuação, a seguinte passagem do Texto VII foi reescrita de maneira adequada à norma- -padrão da língua portuguesa e sem prejuízos de sentido ao texto original:

 

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3077119 Ano: 2024
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto VII

A estruturação e o crescimento do mercado de trabalho têm evidentes relações com a Previdência Social. A macrorrelação mais direta, que até certo ponto dispensaria demonstração, é a alta correlação positiva da taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a partir de certo patamar, com a formalização de contratos previdenciários — de empregados e de outros vínculos contributivos. Mas há também outros determinantes que podem causar formalização previdenciária, mesmo quando não se observa clara tendência de um ciclo econômico expansivo na economia em seu conjunto (ex-Previdência Rural a partir de 1991, por exemplo).

Um breve retrospecto histórico da relação ciclo econômico e formalização/informalização na Previdência Social pode ser visto nos gráficos 1, 2 e 3 adiante. Nos dois primeiros descreve-se a evolução do emprego formal (com vínculo previdenciário), com a utilização das taxas de crescimento, e a paralela evolução das taxas de crescimento do PIB no período 1980-2005. Para as três décadas iniciais (1950-1980), que compõem a fase ascendente do ciclo de industrialização e formalização do pós- Guerra, utilizou-se a taxa de incremento médio do pessoal ocupado na indústria como proxy do emprego formal. Foi usada a mesma variável para o período 1981-1998. A partir deste último ano, valemo-nos das informações diretas de emprego formal de vários indicadores do Instituto Brasileiro de Geografiae Estatística (IBGE) e do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) (gráfico 2).

O terceiro gráfico, que reflete o movimento cíclico do período, capta uma variável-estoque — a proporção de trabalhadores formais na populaçãoeconomicamente ativa (PEA) em cada momento do ciclo econômico, como se observa a seguir.

DELGADO, G. Diagnóstico do mercado de trabalho para a Previdência Social - 1980-2006. Nota Técnica n. 3. Brasília, DF: Ipea, 2007. p. 7. Disponível em: https://portalantigo.ipea.gov.br/ portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/2007_nt03_marco_ disoc.pdf . Acesso em: 29 nov. 2023. Adaptado.

Os gráficos abaixo são os que foram referenciados no segundo parágrafo do Texto VII.

Enunciado 3328981-1

Considerando-se os gráficos acima, constata-se que a ordem em que eles devem aparecer para dar prosseguimento ao Texto VII, mantendo-se sua coesão, está adequadamente apresentada em

 

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3077118 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto VII

A estruturação e o crescimento do mercado de trabalho têm evidentes relações com a Previdência Social. A macrorrelação mais direta, que até certo ponto dispensaria demonstração, é a alta correlação positiva da taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a partir de certo patamar, com a formalização de contratos previdenciários — de empregados e de outros vínculos contributivos. Mas há também outros determinantes que podem causar formalização previdenciária, mesmo quando não se observa clara tendência de um ciclo econômico expansivo na economia em seu conjunto (ex-Previdência Rural a partir de 1991, por exemplo).

Um breve retrospecto histórico da relação ciclo econômico e formalização/informalização na Previdência Social pode ser visto nos gráficos 1, 2 e 3 adiante. Nos dois primeiros descreve-se a evolução do emprego formal (com vínculo previdenciário), com a utilização das taxas de crescimento, e a paralela evolução das taxas de crescimento do PIB no período 1980-2005. Para as três décadas iniciais (1950-1980), que compõem a fase ascendente do ciclo de industrialização e formalização do pós- Guerra, utilizou-se a taxa de incremento médio do pessoal ocupado na indústria como proxy do emprego formal. Foi usada a mesma variável para o período 1981-1998. A partir deste último ano, valemo-nos das informações diretas de emprego formal de vários indicadores do Instituto Brasileiro de Geografiae Estatística (IBGE) e do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) (gráfico 2).

O terceiro gráfico, que reflete o movimento cíclico do período, capta uma variável-estoque — a proporção de trabalhadores formais na populaçãoeconomicamente ativa (PEA) em cada momento do ciclo econômico, como se observa a seguir.

DELGADO, G. Diagnóstico do mercado de trabalho para a Previdência Social - 1980-2006. Nota Técnica n. 3. Brasília, DF: Ipea, 2007. p. 7. Disponível em: https://portalantigo.ipea.gov.br/ portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/2007_nt03_marco_ disoc.pdf . Acesso em: 29 nov. 2023. Adaptado.

Ao dizer, no primeiro parágrafo do Texto VII, que a macrorrelação mais direta “até certo ponto dispensaria demonstração”, o autor do texto está indicando que o(a)

 

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