Foram encontradas 134 questões.
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I- O auxiliar atendeu o pessoal na recepção.
II- O auxiliar atendeu ao pedido de seu superior.
III- Jonas, atenda o telefone.
IV- Alguém está tocando a campainha. Você pode atender?
A regência verbal está correta:
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Observe os pares das palavras abaixo, relacione as colunas e assinale a alternativa correta.
1- “houve” – ouve.
2- “genérico” – detalhado.
3- “sumário” – síntese.
4- “acostumar” – costumar.
( ) Palavras sinônimas.
( ) Palavras antônimas.
( ) Palavras homônimas.
( ) Palavras parônimas.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- FonologiaAgrupamento FonológicoSílabas
- SintaxeCrase
- MorfologiaVerbosVozes Verbais
Branco é o papel antes da ideia, a tela do computador antes da letra, da crônica, do poema, do romance, da carta, da sentença!
Que coisa é o branco? O branco é vário, diz uma coisa a cada um. Branco é o lençol antes da noiva. É o bilhete de loteria de quem não teve sorte. É o voto desiludido.
Branco é o quadro abstrato do pintor russo Kazimir Malevich, Branco sobre Branco, a provar que sempre existe um branco mais branco que outro branco, e outro menos branco, e então como é que fica, meu branco? Branca era a Grécia antes de Roma — acrópole de mármore ao sol, barcos brancos riscando o azul, claras casas calcificadas, mulheres de túnica branca à espera de qualquer tragédia.
Branca é a bandeira da trégua, a pomba da paz, a tela antes da lambida do pincel, a toalha da mesa antes do molho, é a carne da dieta, a zebra nos intervalos.
É a falha da fala, ficar sem rumo: deu branco! Branco é o envelope antes do endereço, o roupão do hotel cinco-estrelas, o avental do cirurgião antes do corte!
O leite, o arroz, o ovo, o açúcar, o sal, a farinha, cada qual tem seu branco particular e distintivo: o branco aprisionado do leite no copo, o aconchegado do arroz fumegante, a enganosa vestimenta do ovo, o brilho à Swarovski do açúcar cristal, o solúvel amontoado do sal, o domingueiro da farinha — brancos só até a chegada da fome, que é negra.
Havia coisas cujo branco nos marcou, e onde estão, hein? Onde estão: a roupa íntima, cuja brancura foi destronada pelo arco-íris; o terno branco de linho, coitado, relegado a figurino; a banda externa dos pneus de luxo; a lua cheia urbana, que a poluição amarelou; o hábito das freiras, que já não é um hábito; a luva pop de Michael Jackson; a camisa branca dos escritórios, de perdida unanimidade; as paredes e os muros preferidos pelos pichadores, em que mais nos agride sua insânia.
Brancos símbolos de dignidade restam esmaecidos, como os cabelos de tantos velhinhos marotos...
Há boas-vindas perturbadoras nos dentes brancos de um sorriso... Há brancas surpresas nos escondidos do corpo de certas mulheres... Há a calma branca do silêncio após a eloquência amorosa...
Nós nos habituamos à simbologia do branco: paz, castidade, pureza, fé, iniciação, a pomba, o vestido da noiva, a camisolinha dos anjinhos mortos, a toalha do altar, as vestes do batismo, da primeira comunhão, do candomblé. Mas há representações mais grandiloquentes, como o cavalo branco dos heróis, símbolo de majestade e beleza vitoriosa: o alado Pégaso mitológico, o vistoso cavalo do mocinho dos bangue-bangues, o fogoso corcel do quadro Napoleão Cruzando os Alpes, pintado por Jacques-Louis David, empinando-se glorioso no alto da montanha nevada. (Quando meninos, perguntavam-nos: “Qual é a cor do cavalo branco de Napoleão?”. Se dizíamos “branco”, levávamos vaia, o certo era “branca”, a cor.)
Branca de Neve não é só uma historinha do folclore medieval do norte europeu, compilada junto com outras lendas pelos irmãos Grimm, alemães. A menina-moça branca como a neve, adormecida por uma maçã enfeitiçada e mantida num caixão de vidro como se morta estivesse, vestida de branco dos pés à cabeça, é símbolo da pureza feminina que guarda-se para iniciação. Entrada na adolescência, Branca de Neve hiberna, espera, adormecida, a chegada do seu momento de desabrochar, aguarda o príncipe que a fará despertar com um beijo, para ser mulher.
Ah, faltou falar do lenço branco do adeus. Está falado.
( ) Todas as palavras, retiradas do texto, dependendo do contexto, podem ser usadas com ou sem acento. “hábito" – “silêncio" – “até" – “vário" – “está".
( ) Todas as palavras abaixo se escrevem com “sc" como “adolescência". fa__ínio – mi__igenação – plebi__ito – tran__ende.
( ) Todas as palavras, retiradas do texto, estão corretas quanto à divisão silábica. ci-rur-gião – a-pri-si-o-na-do – a-ma-re-lou – des-a-bro-chou.
( ) A pontuação está correta nos dois períodos abaixo. Os contratos e os outros documentos de natureza jurídica já foram redigidos? Os contratos e os outros documentos de natureza jurídica já foram redigidos!
( ) O uso do acento grave que indica a crase está correto na frase abaixo. Assuntos ligados à problemas jurídicos.
( ) O período abaixo se encontra na Voz Passiva. “... a roupa íntima, cuja brancura foi destronada pelo arco-íris;"
Assinale a alternativa correta.
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Só eu tenho dúvidas?
Estamos vivendo na era da mudança, da transformação, na qual todas as verdades se tornam questionáveis.
Perguntamos com mais frequência por que e como seguir determinada carreira, o que fazer com o nosso tempo livre, como estar sempre atualizado, como aliar realização profissional à realização pessoal.
Com certeza, cada indivíduo tem as suas próprias respostas, mas como encontrá-las se o tempo só permite agir e não pensar para agir. E é neste momento que optamos por fazer ou não a diferença no mundo.
Buscar respostas é uma atividade que exige autoanálise e reconhecimento das próprias habilidades, desejos, deficiências, exigências, etc. Para tanto, o segredo está em dedicar-se a ouvir o Eu. Em nossas vidas, tantas coisas ajudam para nos despersonalizar que nossa essência vai se perdendo e, sem saber quem somos, estamos sendo aquilo que os outros esperam de nós.
Existem diversas formas de exercitar esta atividade. Alguns preferem o uso de terapias profissionais ou alternativas; outros encontram melhores resultados na prática da meditação ou relaxamento; outros escolhem atividades físicas ou viagens; e existem também programas de treinamento que enfocam este questionamento. O importante é decifrar e desenvolver a sua própria técnica. Não existem regras, e você pode até descobrir que escrever ou ler provocam descobertas maravilhosas.
As descobertas são muitas, mas os caminhos encontrados podem significar grandes mudanças. Você pode querer mudar de carreira, país, construir uma família ou descobrir que está no caminho certo, mas precisa de aprimoramento. Se algum destes for o seu caso, nada melhor do que tomar cuidado com as armadilhas que o fazem permanecer na sua zona de conforto.
(...)
Graziela Merlina
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