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Foram encontradas 60 questões.

1101636 Ano: 2019
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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Sobre o recurso extraordinário é INCORRETO afirmar que:
 

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1096409 Ano: 2019
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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De acordo com o novo Código de Processo Civil é INCORRETO afirmar que:
 

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1055499 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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OBRAS RECENTES COMO “BACURAU” DERRUBAM MITO DO “BRASIL PAZ E AMOR”
País sempre deu certo para bandeirantes, coronéis e banqueiros, enquanto população afunda, diz autor
Luiz Antônio Simas tem um texto brilhante sobre a trajetória do Brasil. Segundo ele, a questão não é que o país está “dando errado” agora. O Brasil sempre deu certo. Certo demais. Deu certo para bandeirantes, coronéis, latifundiários. E dá certo para os banqueiros, enquanto a maioria da população afunda.
Como mostrou o especial da Folha Desigualdade Global, apenas o Qatar — emirado árabe absolutista, governado pela mesma dinastia desde meados do século 19 — supera o Brasil em concentração de renda no 1% mais rico. O Brasil é um tremendo sucesso. Para quebrar essa lógica, precisa “dar errado”. Como no mapa invertido de Joaquín Torres García, virar de ponta-cabeça.
Enunciado 2860604-1
Walter Benjamin diz que a questão não é fazer a história avançar “mais depressa”, mas sim interromper a cega locomotiva do progresso. Nestas terras, progresso é sangue. Um acúmulo de catástrofes: colonização e extermínio indígena, diáspora, escravização e ditaduras nunca devidamente enterradas. Sempre retornam e contaminam o presente.
Se dois seguranças se sentem autorizados a torturar um jovem negro de 17 anos, não é só o horror da violência concreta que vem à superfície. É também uma manifestação sintomática do racismo estrutural.
A exposição “Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964”, que esteve em cartaz no Instituto Moreira Salles em São Paulo, é um dos trabalhos que ajudam a desconstruir o mito do “Brasil paz e amor”: mostra que todo levante resultou em desproporcional repressão institucional, aliada aos interesses das elites.
É um trabalho que dialoga com outros três recentes: o desfile da Mangueira, vencedor do Carnaval 2019; a série documental “Guerras do Brasil.doc”, disponível na Netflix; e a obra do artista plástico Jaime Lauriano.
Mikhail Bakhtin teorizou o Carnaval como inversão da estrutura social, através da ironia e da sátira. É assim no desfile da Mangueira: as monumentais entidades históricas (Cabral e os marechais de faixa e bigode), quando saltam dos quadros para sambar na Sapucaí, são pomposos anões.
Entre tantos elementos, o destaque é o cortejo dos bandeirantes. Quando avançam, deixam para trás um rastro de cadáveres. O ícone da bravura paulista é corroído pela imagem da caveira.
No primeiro episódio de “Guerras do Brasil.doc”, o líder indígena Ailton Krenak diz: “O Brasil é uma invenção. Ele nasce exatamente da invasão. Inicialmente pelos portugueses, depois continuada pelos holandeses, e depois continuada pelos franceses, num moto sem parar onde as invasões nunca tiveram fim. Nós estamos sendo invadidos agora”. Se pensarmos nos ataques recentes a lideranças indígenas na Amazônia, nos incêndios, esse “agora” de Krenak é um grito de socorro.
Colonialismo na América Latina e seus reflexos traumáticos orientam o trabalho do artista plástico Jaime Lauriano. Em “Brinquedo de Furar Moletom”, exposto no MAC Niterói no ano passado, Lauriano usa objetos de metal sobre um pequeno muro de tijolos coloniais: três caravelas, um tanque de guerra, um avião e 27 miniaturas de carros da polícia, construídos com restos de cartuchos usados pela PM.
Já em “Quem Não Reagiu Está Vivo”, o artista se apropria de uma declaração do ex-governador paulista Geraldo Alckmin e relê a história do Brasil de modo invertido: uma história de massacres.
“Na era das catástrofes”, afirma Márcio Seligmann-Silva, “a arte passa a ser pensada como arquivo histórico (…) inconsciente”. Ou seja, os artefatos culturais — livros, cinema etc. — são um repositório de traumas históricos que sempre retornam, são “memória do sofrimento acumulado”, mesmo quando há happy end.
O final feliz do filme “Bacurau”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, revela o horizonte que nos esmaga.
No isolado povoado de Bacurau há um museu. “Vocês vieram visitar o museu?”, é uma pergunta constante dos moradores aos forasteiros do Sudeste. Forasteiros que se revelam traidores, preparando o extermínio turístico-esportivo que um bando de americanos aficionados por armas e diversão deseja perpetrar.
Falou-se muito em western, mas talvez uma boa referência para o filme seja “O Alvo” (1993), com um inconfundível Jean-Claude Van Damme de mullets. Dirigido por John Woo, o longa retrata um grupo de sádicos que usa mendigos e veteranos de guerra como presas de uma caçada humana. Uma diferença entre os filmes é que, em “Bacurau”, não há protagonista. Ou talvez exista um: o museu, espaço coletivo, de tempos sobrepostos, onde se honram os mortos de outrora.
O Museu Histórico de Bacurau se parece, muito, com o Museu Histórico de Canudos. Da fachada ao pequeno altar com rifles, o prédio é um arquivo de lutas ancestrais, onde cada objeto material, como diria Proust, guarda um espírito, pronto a despertar. E desperta: arranca do esquecimento a tradição dos oprimidos, no momento de um derradeiro perigo.
“Os autênticos artistas do presente”, afirma Adorno, “são aqueles em cujas obras ressoa o terror mais radical”. No nosso país de privilégios, “o terror mais radical” é que toda uma legião de oprimidos vire o mapa de cabeça para baixo. Como Joaquín Torres García. Como o povo de “Bacurau”.
ALMEIDA, Marcos Vinicius. Obras recentes como
“Bacurau” derrubam mito do “Brasil paz e amor”. Folha de São Paulo, setembro 2019.
Considere o trecho a seguir:
No isolado povoado de Bacurau há um museu. “Vocês vieram visitar o museu?”, é uma pergunta constante dos moradores aos forasteiros do Sudeste. Forasteiros que se revelam traidores, preparando o extermínio turístico-esportivo que um bando de americanos aficionados por armas e diversão deseja perpetrar.
Diante do exposto no trecho acima, assinale a alternativa CORRETA:
 

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1034350 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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Existem obras e autores que são fundamentais para a literatura brasileira, e, portanto, o conhecimento destes é imprescindível. Os excertos a seguir foram retirados de quatro obras fundamentais diferentes. Considere-os:
EXCERTO I
“Aí Macabéa disse uma frase que nenhum dos transeuntes entendeu. Disse bem pronunciado e claro:
— Quanto ao futuro.
Terá tido ela saudade do futuro? Ouço a música antiga de palavras e palavras, sim, é assim. Nesta hora exata Macabéa sente um fundo enjoo de estômago e quase vomitou, queria vomitar o que não é corpo, vomitar algo luminoso. Estrela de mil pontas.
O que é que estou vendo agora e que me assusta? Vejo que ela vomitou um pouco de sangue, vasto espasmo, enfim o âmago tocando no âmago: vitória!”
EXCERTO II
“Encaminhou-se aos juazeiros. Sob a raiz de um deles havia uma barroca macia e funda. Gostava de espojar-se ali: cobria-se de poeira, evitava as moscas e os mosquitos, e quando se levantava, tinha as folhas e gravetos colados às feridas, era um bicho diferente dos outros. Caiu antes de alcançar essa cova arredada. Tentou erguer-se, endireitou a cabeça e estirou as pernas dianteira, mas o resto do corpo ficou deitado de banda. Nesta posição torcida, mexeu-se a custo, ralando as patas, cravando as unhas no chão, agarrando-se nos seixos miúdos. Afinal esmoreceu e aquietou-se junto às pedras onde os meninos jogavam cobras mortas. Uma sede horrível queimava-lhe a garganta. Procurou ver as pernas e não as distinguiu: um nevoeiro impedia-lhe a visão. Pôs-se a latir e desejou morder Fabiano. Realmente não latia: uivava baixinho, e os uivos iam diminuindo, tomavam-se quase imperceptíveis.”
EXCERTO III
“Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca.”
EXCERTO IV
“Toda a noite o índio tinha remado sem descansar um momento; não ignorava que Dom Antônio de Mariz na sua terrível vingança havia exterminado a tribo dos Aimorés, mas desejava apartar-se do teatro da catástrofe, e aproximar-se dos seus campos nativos. Não era o sentimento da pátria, sempre tão poderoso no coração do homem; não era o desejo de ver sua cabana reclinada à beira do rio e abraçar sua mãe e seus irmãos, que dominava sua alma nesse momento e lhe dava esse ardor. Era sim a ideia de que ia salvar sua senhora e cumprir o juramento que tinha feito ao velho fidalgo; era o sentimento de orgulho que se apoderava dele, pensando que bastava a sua coragem e a sua força para vencer todos os obstáculos, e realizar a missão de que se havia encarregado.”
Assinale a alternativa que apresenta, na ordem em que aparecem, o título das obras e a autoria a que pertencem os excertos acima:
 

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986608 Ano: 2019
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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Assinale a alternativa que expõe uma responsabilidade tributária por substituição:
 

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975872 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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Não é um atributo do ato administrativo:
 

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956464 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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OBRAS RECENTES COMO “BACURAU” DERRUBAM MITO DO “BRASIL PAZ E AMOR”
País sempre deu certo para bandeirantes, coronéis e banqueiros, enquanto população afunda, diz autor
Luiz Antônio Simas tem um texto brilhante sobre a trajetória do Brasil. Segundo ele, a questão não é que o país está “dando errado” agora. O Brasil sempre deu certo. Certo demais. Deu certo para bandeirantes, coronéis, latifundiários. E dá certo para os banqueiros, enquanto a maioria da população afunda.
Como mostrou o especial da Folha Desigualdade Global, apenas o Qatar — emirado árabe absolutista, governado pela mesma dinastia desde meados do século 19 — supera o Brasil em concentração de renda no 1% mais rico. O Brasil é um tremendo sucesso. Para quebrar essa lógica, precisa “dar errado”. Como no mapa invertido de Joaquín Torres García, virar de ponta-cabeça.
Enunciado 2828540-1
Walter Benjamin diz que a questão não é fazer a história avançar “mais depressa”, mas sim interromper a cega locomotiva do progresso. Nestas terras, progresso é sangue. Um acúmulo de catástrofes: colonização e extermínio indígena, diáspora, escravização e ditaduras nunca devidamente enterradas. Sempre retornam e contaminam o presente.
Se dois seguranças se sentem autorizados a torturar um jovem negro de 17 anos, não é só o horror da violência concreta que vem à superfície. É também uma manifestação sintomática do racismo estrutural.
A exposição “Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964”, que esteve em cartaz no Instituto Moreira Salles em São Paulo, é um dos trabalhos que ajudam a desconstruir o mito do “Brasil paz e amor”: mostra que todo levante resultou em desproporcional repressão institucional, aliada aos interesses das elites.
É um trabalho que dialoga com outros três recentes: o desfile da Mangueira, vencedor do Carnaval 2019; a série documental “Guerras do Brasil.doc”, disponível na Netflix; e a obra do artista plástico Jaime Lauriano.
Mikhail Bakhtin teorizou o Carnaval como inversão da estrutura social, através da ironia e da sátira. É assim no desfile da Mangueira: as monumentais entidades históricas (Cabral e os marechais de faixa e bigode), quando saltam dos quadros para sambar na Sapucaí, são pomposos anões.
Entre tantos elementos, o destaque é o cortejo dos bandeirantes. Quando avançam, deixam para trás um rastro de cadáveres. O ícone da bravura paulista é corroído pela imagem da caveira.
No primeiro episódio de “Guerras do Brasil.doc”, o líder indígena Ailton Krenak diz: “O Brasil é uma invenção. Ele nasce exatamente da invasão. Inicialmente pelos portugueses, depois continuada pelos holandeses, e depois continuada pelos franceses, num moto sem parar onde as invasões nunca tiveram fim. Nós estamos sendo invadidos agora”. Se pensarmos nos ataques recentes a lideranças indígenas na Amazônia, nos incêndios, esse “agora” de Krenak é um grito de socorro.
Colonialismo na América Latina e seus reflexos traumáticos orientam o trabalho do artista plástico Jaime Lauriano. Em “Brinquedo de Furar Moletom”, exposto no MAC Niterói no ano passado, Lauriano usa objetos de metal sobre um pequeno muro de tijolos coloniais: três caravelas, um tanque de guerra, um avião e 27 miniaturas de carros da polícia, construídos com restos de cartuchos usados pela PM.
Já em “Quem Não Reagiu Está Vivo”, o artista se apropria de uma declaração do ex-governador paulista Geraldo Alckmin e relê a história do Brasil de modo invertido: uma história de massacres.
“Na era das catástrofes”, afirma Márcio Seligmann-Silva, “a arte passa a ser pensada como arquivo histórico (…) inconsciente”. Ou seja, os artefatos culturais — livros, cinema etc. — são um repositório de traumas históricos que sempre retornam, são “memória do sofrimento acumulado”, mesmo quando há happy end.
O final feliz do filme “Bacurau”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, revela o horizonte que nos esmaga.
No isolado povoado de Bacurau há um museu. “Vocês vieram visitar o museu?”, é uma pergunta constante dos moradores aos forasteiros do Sudeste. Forasteiros que se revelam traidores, preparando o extermínio turístico-esportivo que um bando de americanos aficionados por armas e diversão deseja perpetrar.
Falou-se muito em western, mas talvez uma boa referência para o filme seja “O Alvo” (1993), com um inconfundível Jean-Claude Van Damme de mullets. Dirigido por John Woo, o longa retrata um grupo de sádicos que usa mendigos e veteranos de guerra como presas de uma caçada humana. Uma diferença entre os filmes é que, em “Bacurau”, não há protagonista. Ou talvez exista um: o museu, espaço coletivo, de tempos sobrepostos, onde se honram os mortos de outrora.
O Museu Histórico de Bacurau se parece, muito, com o Museu Histórico de Canudos. Da fachada ao pequeno altar com rifles, o prédio é um arquivo de lutas ancestrais, onde cada objeto material, como diria Proust, guarda um espírito, pronto a despertar. E desperta: arranca do esquecimento a tradição dos oprimidos, no momento de um derradeiro perigo.
“Os autênticos artistas do presente”, afirma Adorno, “são aqueles em cujas obras ressoa o terror mais radical”. No nosso país de privilégios, “o terror mais radical” é que toda uma legião de oprimidos vire o mapa de cabeça para baixo. Como Joaquín Torres García. Como o povo de “Bacurau”.
ALMEIDA, Marcos Vinicius. Obras recentes como
“Bacurau” derrubam mito do “Brasil paz e amor”. Folha de São Paulo, setembro 2019.
Considere o trecho a seguir.
Como mostrou o especial da Folha Desigualdade Global, apenas o Qatar — emirado árabe absolutista, governado pela mesma dinastia desde meados do século 19 — supera o Brasil em concentração de renda no 1% mais rico. O Brasil é um tremendo sucesso. Para quebrar essa lógica, precisa “dar errado”. Como no mapa invertido de Joaquín Torres García, virar de ponta-cabeça.
Diante do exposto no trecho acima, considere as assertivas que se seguem:
I. O adjetivo “absolutista” atribui ao substantivo “Qatar” um sentido negativo no contexto apresentado.
II. O Brasil é um sucesso por conseguir superar sobremaneira suas desigualdades sociais.
III. As aspas utilizadas no termo “dar errado” têm como justificativa o fato de esse termo ser uma tradução de um estrangeirismo.
IV. Os travessões presentes no trecho foram empregados com a função de isolar dois termos descritivos do substantivo próprio Qatar.
Ao julgar as assertivas em relação às informações expressas pelo texto, pode-se afirmar que:
 

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916529 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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O indicador que mostra o quanto é necessário vender para que as receitas se igualem às despesas e custos, ou seja, que o resultado líquido seja igual a zero, é chamado de:
 

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894909 Ano: 2019
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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Dados da questão anterior:
Pensando em comprar uma casa própria, Pedro efetuou um empréstimo cujas características principais são as seguintes:
Liberação: $ 10.000,00
Taxa de juros 4,00% a.m
N. Meses 7
Valor da primeira parcela R$ 1.828,57
Metódo de amortização: SAC (Sistema de Amortização Constante)

Considerando os dados das três questões anteriores, responda qual o valor total de juros incidentes em todo o empréstimo:
 

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894757 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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A respeito da concessão e permissão de serviço público é CORRETO afirmar que:
 

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