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Foram encontradas 60 questões.

894680 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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São características do “Custeio de absorção”, EXCETO:
 

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842021 Ano: 2019
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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Não é considerada uma fonte primária do direito tributário:
 

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834334 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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De acordo com seus conhecimentos sobre amortização, depreciação e exaustão, classifique as afirmações abaixo como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Um ativo intangível com vida útil definida deve ser amortizado, e a despesa de amortização para cada período deve ser reconhecida no resultado, a não ser que outra norma ou Pronunciamento Contábil permita ou exija a sua inclusão no valor contábil de outro ativo.
( ) Direitos autorais é um exemplo de ativo que sofre depreciação.
( ) Para fins contábeis, a depreciação indica o quanto do valor de um ativo foi utilizado.
( ) Exaustão é a redução do valor de investimentos necessários à exploração de recursos minerais ou florestais.
( ) Software é um exemplo de ativo que sofre amortização.
( ) Edifícios e veículos são exemplos de bens que sofrem depreciação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
 

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834215 Ano: 2019
Disciplina: Direito Civil
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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A respeito da posse é CORRETO afirmar que:
 

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834090 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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Considerando as progressões geométricas A e B abaixo:
A = (4,12,36,...,8748)
B = (4,8,16,...,16384)
Analise os itens a seguir sobre essas progressões e assinale a alternativa CORRETA:
I. O número de termos da progressão A é maior do que o número de termos da progressão B.
II. O nono termo da progressão B é igual a 1024 e o número de termos da progressão A é igual a 8.
III. A soma dos termos da progressão A é igual a 13120 e o número de termos da progressão B é igual a 13.
 

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812865 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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OBRAS RECENTES COMO “BACURAU” DERRUBAM MITO DO “BRASIL PAZ E AMOR”
País sempre deu certo para bandeirantes, coronéis e banqueiros, enquanto população afunda, diz autor
Luiz Antônio Simas tem um texto brilhante sobre a trajetória do Brasil. Segundo ele, a questão não é que o país está “dando errado” agora. O Brasil sempre deu certo. Certo demais. Deu certo para bandeirantes, coronéis, latifundiários. E dá certo para os banqueiros, enquanto a maioria da população afunda.(A)
Como mostrou o especial da Folha Desigualdade Global, apenas o Qatar — emirado árabe absolutista, governado pela mesma dinastia desde meados do século 19 — supera o Brasil em concentração de renda no 1% mais rico.(B) O Brasil é um tremendo sucesso. Para quebrar essa lógica, precisa “dar errado”. Como no mapa invertido de Joaquín Torres García, virar de ponta-cabeça.
Enunciado 2761938-1
Walter Benjamin diz que a questão não é fazer a história avançar “mais depressa”, mas sim interromper a cega locomotiva do progresso. Nestas terras, progresso é sangue. Um acúmulo de catástrofes: colonização e extermínio indígena, diáspora, escravização e ditaduras nunca devidamente enterradas. Sempre retornam e contaminam o presente(D).
Se dois seguranças se sentem autorizados a torturar um jovem negro de 17 anos, não é só o horror da violência concreta que vem à superfície. É também uma manifestação sintomática do racismo estrutural.
A exposição “Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964”, que esteve em cartaz no Instituto Moreira Salles em São Paulo, é um dos trabalhos que ajudam a desconstruir o mito do “Brasil paz e amor”: mostra que todo levante resultou em desproporcional repressão institucional, aliada aos interesses das elites.
É um trabalho que dialoga com outros três recentes: o desfile da Mangueira, vencedor do Carnaval 2019; a série documental “Guerras do Brasil.doc”, disponível na Netflix; e a obra do artista plástico Jaime Lauriano.
Mikhail Bakhtin teorizou o Carnaval como inversão da estrutura social, através da ironia e da sátira(C). É assim no desfile da Mangueira: as monumentais entidades históricas (Cabral e os marechais de faixa e bigode), quando saltam dos quadros para sambar na Sapucaí, são pomposos anões.
Entre tantos elementos, o destaque é o cortejo dos bandeirantes. Quando avançam, deixam para trás um rastro de cadáveres. O ícone da bravura paulista é corroído pela imagem da caveira.
No primeiro episódio de “Guerras do Brasil.doc”, o líder indígena Ailton Krenak diz: “O Brasil é uma invenção. Ele nasce exatamente da invasão. Inicialmente pelos portugueses, depois continuada pelos holandeses, e depois continuada pelos franceses, num moto sem parar onde as invasões nunca tiveram fim. Nós estamos sendo invadidos agora”. Se pensarmos nos ataques recentes a lideranças indígenas na Amazônia, nos incêndios, esse “agora” de Krenak é um grito de socorro.
Colonialismo na América Latina e seus reflexos traumáticos orientam o trabalho do artista plástico Jaime Lauriano. Em “Brinquedo de Furar Moletom”, exposto no MAC Niterói no ano passado, Lauriano usa objetos de metal sobre um pequeno muro de tijolos coloniais: três caravelas, um tanque de guerra, um avião e 27 miniaturas de carros da polícia, construídos com restos de cartuchos usados pela PM.
Já em “Quem Não Reagiu Está Vivo”, o artista se apropria de uma declaração do ex-governador paulista Geraldo Alckmin e relê a história do Brasil de modo invertido: uma história de massacres.
“Na era das catástrofes”, afirma Márcio Seligmann-Silva, “a arte passa a ser pensada como arquivo histórico (…) inconsciente”. Ou seja, os artefatos culturais — livros, cinema etc. — são um repositório de traumas históricos que sempre retornam, são “memória do sofrimento acumulado”, mesmo quando há happy end.
O final feliz do filme “Bacurau”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, revela o horizonte que nos esmaga.
No isolado povoado de Bacurau há um museu. “Vocês vieram visitar o museu?”, é uma pergunta constante dos moradores aos forasteiros do Sudeste. Forasteiros que se revelam traidores, preparando o extermínio turístico-esportivo que um bando de americanos aficionados por armas e diversão deseja perpetrar.
Falou-se muito em western, mas talvez uma boa referência para o filme seja “O Alvo” (1993), com um inconfundível Jean-Claude Van Damme de mullets. Dirigido por John Woo, o longa retrata um grupo de sádicos que usa mendigos e veteranos de guerra como presas de uma caçada humana. Uma diferença entre os filmes é que, em “Bacurau”, não há protagonista. Ou talvez exista um: o museu, espaço coletivo, de tempos sobrepostos, onde se honram os mortos de outrora.
O Museu Histórico de Bacurau se parece, muito, com o Museu Histórico de Canudos. Da fachada ao pequeno altar com rifles, o prédio é um arquivo de lutas ancestrais, onde cada objeto material, como diria Proust, guarda um espírito, pronto a despertar. E desperta: arranca do esquecimento a tradição dos oprimidos, no momento de um derradeiro perigo.
“Os autênticos artistas do presente”, afirma Adorno, “são aqueles em cujas obras ressoa o terror mais radical”. No nosso país de privilégios, “o terror mais radical” é que toda uma legião de oprimidos vire o mapa de cabeça para baixo. Como Joaquín Torres García. Como o povo de “Bacurau”.
ALMEIDA, Marcos Vinicius. Obras recentes como
“Bacurau” derrubam mito do “Brasil paz e amor”. Folha de São Paulo, setembro 2019.
Assinale a alternativa em que não há correspondência entre os conectivos destacados e cada valor semântico atribuído a eles entre parênteses:
 

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781429 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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Durante a elaboração de um documento no Microsoft Word Pt-Br 2016, o funcionário precisa personalizar o texto deixando sublinhado, negrito, espaçamento entre os parágrafos e alinhamento justificado. Para acesso a essas opções, a guia a ser clicada deve ser:
 

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781082 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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No que diz respeito aos direitos políticos, de acordo com a Constituição Federal de 1988, é INCORRETO afirmar que:

 

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781057 Ano: 2019
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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Dados da questão anterior:
Pensando em comprar uma casa própria, Pedro efetuou um empréstimo cujas características principais são as seguintes:
Liberação: $ 10.000,00
Taxa de juros 4,00% a.m
N. Meses 7
Valor da primeira parcela R$ 1.828,57
Metódo de amortização: SAC (Sistema de Amortização Constante)

Considerando as duas questões anteriores, responda, respectivamente, qual o valor dos juros incidentes no último período e qual o saldo devedor após o pagamento da prestação final:
 

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779962 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
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Com o grande avanço da área computacional, surgiu no mercado uma nova tecnologia de armazenamento, considerada a evolução do disco rígido (HD). Essa nova tecnologia denomina-se:
 

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