Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

1893075 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
Provas:
“PEPS” e “UEPS” são:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1858317 Ano: 2019
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
Provas:
Cansado de andar a pé, João efetuou um empréstimo para comprar um veículo, cujas características principais são as seguintes:
Liberação $ 10.000,00
Taxa de juros 4,00% a.m
N. Meses 7
Valor das parcelas -$ 1.666,10
Metódo de amortização: PRICE (Sistema de amortização Francês)
Considerando os dados do quadro acima, qual o valor dos juros incidentes sobre o saldo devedor no primeiro período e no segundo período?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1564204 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
Provas:
Assinale a alternativa CORRETA após analisar os itens a seguir sobre matrizes:
I. A matriz: !$ { \begin{pmatrix} 21\,\,\,24\\5\,\,\,\,24 \end{pmatrix}} !$ pode ser obtida ao efetuar a multiplicação da matriz !$ D = { \begin{pmatrix} 5\,\,\,2\,\,\,1\\3\,\,\,4\,\,\,5 \end{pmatrix}} !$ pela matriz transposta da matriz !$ E = { \begin{pmatrix} 4\,\,\,2\,\,-3\\3\,\,\,5\,\,\,-1 \end{pmatrix}} !$.
II. Determinando a matriz C = (cij) de ordem 2, com cij = -3i +4j, obtemos a matriz !$ C = { \begin{pmatrix} 1\,\,\,\,5\\-2\,\,\,2 \end{pmatrix}} !$
III. A matriz transposta da matriz !$ B = { \begin{pmatrix} 2\,\,\,3\,\,\,3\\4\,\,\,1\,\,\,5\\4\,\,\,4\,\,\,6 \end{pmatrix}} !$ possui um determinante igual a 5.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1550266 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
Provas:
“Designa a diferença entre as vendas e os respectivos custos e despesas variáveis do período.”
Qual dos termos abaixo melhor corresponde à frase acima?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1546480 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
Provas:
Assinale a alternativa que corresponde com à teoria adotada pelo ordenamento jurídico brasileiro sobre a natureza jurídica da relação entre o Estado e os agentes por meio dos quais atua:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1441788 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
Provas:
Após analisar os itens abaixo, assinale a alternativa CORRETA:
I. A equação: x² - 3x – 28 = 0 é uma equação completa e, uma das raízes da equação: 6x² + 12x -18 = 0 possui um valor negativo.
II. Se o discriminante de uma equação for menor que zero, essa equação terá duas raízes reais distintas.
III. As raízes da equação: 3x² - 18x + 15 = 0 são, respectivamente, x1 = 5 , x2 = 1, e a equação: x² - 8x + 16 = 0 possui duas raízes reais iguais.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1440060 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
Provas:
OBRAS RECENTES COMO “BACURAU” DERRUBAM MITO DO “BRASIL PAZ E AMOR”
País sempre deu certo para bandeirantes, coronéis e banqueiros, enquanto população afunda, diz autor
Luiz Antônio Simas tem um texto brilhante sobre a trajetória do Brasil. Segundo ele, a questão não é que o país está “dando errado” agora. O Brasil sempre deu certo. Certo demais. Deu certo para bandeirantes, coronéis, latifundiários. E dá certo para os banqueiros, enquanto a maioria da população afunda.
Como mostrou o especial da Folha Desigualdade Global, apenas o Qatar — emirado árabe absolutista, governado pela mesma dinastia desde meados do século 19 — supera o Brasil em concentração de renda no 1% mais rico. O Brasil é um tremendo sucesso. Para quebrar essa lógica, precisa “dar errado”. Como no mapa invertido de Joaquín Torres García, virar de ponta-cabeça.
Enunciado 3149912-1
Walter Benjamin diz que a questão não é fazer a história avançar “mais depressa”, mas sim interromper a cega locomotiva do progresso. Nestas terras, progresso é sangue. Um acúmulo de catástrofes: colonização e extermínio indígena, diáspora, escravização e ditaduras nunca devidamente enterradas. Sempre retornam e contaminam o presente.
Se dois seguranças se sentem autorizados a torturar um jovem negro de 17 anos, não é só o horror da violência concreta que vem à superfície. É também uma manifestação sintomática do racismo estrutural.
A exposição “Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964”, que esteve em cartaz no Instituto Moreira Salles em São Paulo, é um dos trabalhos que ajudam a desconstruir o mito do “Brasil paz e amor”: mostra que todo levante resultou em desproporcional repressão institucional, aliada aos interesses das elites.
É um trabalho que dialoga com outros três recentes: o desfile da Mangueira, vencedor do Carnaval 2019; a série documental “Guerras do Brasil.doc”, disponível na Netflix; e a obra do artista plástico Jaime Lauriano.
Mikhail Bakhtin teorizou o Carnaval como inversão da estrutura social, através da ironia e da sátira. É assim no desfile da Mangueira: as monumentais entidades históricas (Cabral e os marechais de faixa e bigode), quando saltam dos quadros para sambar na Sapucaí, são pomposos anões.
Entre tantos elementos, o destaque é o cortejo dos bandeirantes. Quando avançam, deixam para trás um rastro de cadáveres. O ícone da bravura paulista é corroído pela imagem da caveira.
No primeiro episódio de “Guerras do Brasil.doc”, o líder indígena Ailton Krenak diz: “O Brasil é uma invenção. Ele nasce exatamente da invasão. Inicialmente pelos portugueses, depois continuada pelos holandeses, e depois continuada pelos franceses, num moto sem parar onde as invasões nunca tiveram fim. Nós estamos sendo invadidos agora”. Se pensarmos nos ataques recentes a lideranças indígenas na Amazônia, nos incêndios, esse “agora” de Krenak é um grito de socorro.
Colonialismo na América Latina e seus reflexos traumáticos orientam o trabalho do artista plástico Jaime Lauriano. Em “Brinquedo de Furar Moletom”, exposto no MAC Niterói no ano passado, Lauriano usa objetos de metal sobre um pequeno muro de tijolos coloniais: três caravelas, um tanque de guerra, um avião e 27 miniaturas de carros da polícia, construídos com restos de cartuchos usados pela PM.
Já em “Quem Não Reagiu Está Vivo”, o artista se apropria de uma declaração do ex-governador paulista Geraldo Alckmin e relê a história do Brasil de modo invertido: uma história de massacres.
“Na era das catástrofes”, afirma Márcio Seligmann-Silva, “a arte passa a ser pensada como arquivo histórico (…) inconsciente”. Ou seja, os artefatos culturais — livros, cinema etc. — são um repositório de traumas históricos que sempre retornam, são “memória do sofrimento acumulado”, mesmo quando há happy end.
O final feliz do filme “Bacurau”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, revela o horizonte que nos esmaga.
No isolado povoado de Bacurau há um museu. “Vocês vieram visitar o museu?”, é uma pergunta constante dos moradores aos forasteiros do Sudeste. Forasteiros que se revelam traidores, preparando o extermínio turístico-esportivo que um bando de americanos aficionados por armas e diversão deseja perpetrar.
Falou-se muito em western, mas talvez uma boa referência para o filme seja “O Alvo” (1993), com um inconfundível Jean-Claude Van Damme de mullets. Dirigido por John Woo, o longa retrata um grupo de sádicos que usa mendigos e veteranos de guerra como presas de uma caçada humana. Uma diferença entre os filmes é que, em “Bacurau”, não há protagonista. Ou talvez exista um: o museu, espaço coletivo, de tempos sobrepostos, onde se honram os mortos de outrora.
O Museu Histórico de Bacurau se parece, muito, com o Museu Histórico de Canudos. Da fachada ao pequeno altar com rifles, o prédio é um arquivo de lutas ancestrais, onde cada objeto material, como diria Proust, guarda um espírito, pronto a despertar. E desperta: arranca do esquecimento a tradição dos oprimidos, no momento de um derradeiro perigo.
“Os autênticos artistas do presente”, afirma Adorno, “são aqueles em cujas obras ressoa o terror mais radical”. No nosso país de privilégios, “o terror mais radical” é que toda uma legião de oprimidos vire o mapa de cabeça para baixo. Como Joaquín Torres García. Como o povo de “Bacurau”.
ALMEIDA, Marcos Vinicius. Obras recentes como
“Bacurau” derrubam mito do “Brasil paz e amor”. Folha de São Paulo, setembro 2019.
Considere o trecho a seguir:
Os autênticos artistas do presente”, afirma Adorno, “são aqueles em cujas obras ressoa o terror mais radical”.
De acordo com o trecho, é CORRETO afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1421339 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
Provas:
“...é um método de apuramento de custos na contabilidade, que proporciona uma análise separada pelas diferentes atividades da empresa...Também é chamado de “ABC”, e oferece aos utilizadores da informação contábil uma avaliação de desempenho por cada etapa que se queira analisar.”
A qual método contábil o trecho acima refere-se:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1418270 Ano: 2019
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
Provas:
Sobre embargos de terceiros é CORRETO afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1368284 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FAFIPA
Orgão: IPS Dr Ulysses
Provas:
- “... é uma reserva de um valor para atender a despesas que se esperam. A mesma visa a cobertura de um gasto com fatos geradores contábeis já ocorridos, mas ainda não efetivado. ”
“...representam a diferença entre o Patrimônio Líquido e o Capital, sendo resultantes de valores entregues pelos titulares do capital que não representam aumento de capital, ou representam acréscimos de valor de elementos do ativo, ou ainda se originam de lucros não distribuídos aos sócios ou acionistas.”
Os trechos acima referem-se a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas