Foram encontradas 182 questões.
Através de grossas portas,
sentem-se luzes acesas,
— e há indagações minuciosas
dentro das casas fronteiras:
olhos colados aos vidros,
mulheres e homens à espreita,
caras disformes de insônia,
vigiando as ações alheias.
Pelas gretas das janelas,
pelas frestas das esteiras,
agudas setas atiram
a inveja e a maledicência.
Palavras conjeturadas
oscilam no ar de surpresa,
como peludas aranhas
na gosma das teias densas,
rápidas e envenenadas,
engenhosas, sorrateiras.
Atrás de portas fechadas,
à luz de velas acesas,
brilham fardas e casacas,
junto com batinas pretas.
Uns são reinóis, uns, mazombos;
e pensam de mil maneiras;
mas citam Vergílio e Horácio,
e refletem, e argumentam,
falam de minas e impostos,
de lavras e de fazendas,
de ministros e rainhas
e das colônias inglesas.
Atrás de portas fechadas,
à luz de velas acesas,
entre sigilo e espionagem,
acontece a Inconfidência.
E diz o Vigário ao Poeta:
“Escreva-me aquela letra
do versinho de Vergílio...”
E dá-lhe o papel e a pena.
E diz o Poeta ao Vigário,
com dramática prudência:
“Tenha meus dedos cortados,
antes que tal verso escrevam...”
LIBERDADE, AINDA QUE TARDE,
ouve-se em redor da mesa.
E a bandeira já está viva,
e sobe, na noite imensa.
E os seus tristes inventores
já são réus — pois se atreveram
a falar em Liberdade
(que ninguém sabe o que seja).
E a vizinhança não dorme:
murmura, imagina, inventa.
Não fica bandeira escrita,
mas fica escrita a sentença.
Cecília Meireles. Romanceiro da Inconfidência. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1977, p. 450-2 (com adaptações) .
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue (C ou E) o item a seguir.
No trecho “Uns são reinóis, uns, mazombos; / e pensam de mil maneiras; / mas citam Vergílio e Horácio, / e refletem, e argumentam,” (v.23-26), fica evidenciado que, independentemente da origem social, os inconfidentes compartilhavam o mesmo grau de erudição.
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Remembrance of things past is often dearest to those who are bored or driven to despair by the world around them. To these the contemplation of times gone by brings surcease from current burdens too heavy to bear. “Take not away from me” implored the Emperor Julian, world-weary monarch in another age of disenchantment, “this mad love for that which no longer is. That which has been is more splendidly beautiful than all that is…” To others, concerned as watchers and movers with the challenge of today and the promise or menace of tomorrow, the tale of many yesterdays, reconstructed by the history and the science of living men and women, has another meaning.
By revealing what has gone before, it illumines the act of the human adventure now being played and suggests the pattern of acts to come. The drama of earthborn and earthbound humanity, despite all its crises and intermissions, is a continuous story. All the characters are prisoners of time. All the problems of the now are forever shaped by the experiences of a then which extends back in unbroken sequence to the origins of life. Each generation has freedom to choose among alternative designs for destiny, and opportunity to win some measure of mastery over its fate, only to the extent of its comprehension of where it stands in the cavalcade of years, decades, centuries, and millennia ticked off by the spinning planet.
One can infer from the text that backward or nostalgic views of the world have existed for more than a thousand years.
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Texto para a questão.
Ainda que se soubessem todas as palavras de cada figura da Inconfidência, nem assim se poderia fazer com o seu simples registro uma composição da arte. A obra de arte não é feita de tudo — mas apenas de algumas coisas essenciais. A busca desse essencial expressivo é que constitui o trabalho do artista. Ele poderá dizer a mesma verdade do historiador, porém de outra maneira. Seus caminhos são outros, para atingir a comunicação. Há um problema de palavras. Um problema de ritmos. Um problema de composição. Grande parte de tudo isso se realiza, decerto, sem inteira consciência do artista. É a decorrência natural da sua constituição, da sua personalidade — por isso, tão difícil se torna quase sempre a um criador explicar a própria criação. No caso, porém, de um poema de mais objetividade, como o Romanceiro, muitas coisas podem ser explicadas, porque foram aprendidas, à proporção que ele se foi compondo.
Digo “que ele se foi compondo” e não “que foi sendo composto”, pois, na verdade, uma das coisas que pude observar melhor que nunca, ao realizá-lo, foi a maneira por que um tema encontra sozinho ou sozinho impõe seu ritmo, sua sonoridade, seu desenvolvimento, sua medida.
O Romanceiro foi construído tão sem normas preestabelecidas, tão à mercê de sua expressão natural que cada poema procurou a forma condizente com sua mensagem. A voz irreprimível dos fantasmas, que todos os artistas conhecem, vibra, porém, com certa docilidade, e submete-se à aprovação do poeta, como se realmente, a cada instante, lhe pedisse para ajustar seu timbre à audição do público. Porque há obras que existem apenas para o artista, desinteressadas de transmissão; outras que exigem essa transmissão e esperam que o artista se ponha a seu serviço, para alcançá-la. O Romanceiro é desta segunda espécie.
Quatro anos de quase completa solidão — numa renúncia total às mais sedutoras solicitações, entre livros de toda espécie relativos ao especializadamente século 18 — ainda pareceram curtos demais para uma obra que se desejava o menos imperfeita possível, porque se impunha, acima de tudo, o respeito por essas vozes que falavam, que se confessavam, que exigiam, quase, o registro da sua história.
E era uma história feita de coisas eternas e irredutíveis: de ouro, amor, liberdade, traições...
Mas porque esses grandiosos acontecimentos já vinham preparados de tempos mais antigos e foram o desfecho de um passado minuciosamente construído — era preciso iluminar esses caminhos anteriores, seguir o rastro do ouro que vai, a princípio como o fio de um colar, ligando cenas e personagens, até transformar-se em pesada cadeia que prende e imobiliza num destino doloroso.
Cecília Meireles. Como escrevi o Romanceiro da Inconfidência. In: Romanceiro da Inconfidência. 3.ª ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005, p. XVI-XVII (com adaptações).
Considerando as relações morfossintáticas no texto bem como os recursos estilísticos nele empregados, julgue ( C ou E) o item subsequente.
No texto, as formas verbais “encontra” (l.9), “falavam” (l.17) e “prende” (l.21) são intransitivas.
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Texto para a questão.
Poucos depoimentos eu tenho lido mais emocionantes que o artigo-reportagem de Oscar Niemeyer sobre sua experiência em Brasília. Para quem conhece apenas o arquiteto, o artigo poderá passar por uma defesa em causa própria — o revide normal de um pai que sai de sua mansidão costumeira para ir brigar por um filho em quem querem bater. Mas, para quem conhece o homem, o artigo assume proporções dramáticas. Pois Oscar é não só o avesso do causídico, como um dos seres mais antiautopromocionais que já conheci em minha vida.
Sua modéstia não é, como de comum, uma forma infame de vaidade. Ela não tem nada a ver com o conhecimento realista — que Oscar tem — de seu valor profissional e de suas possibilidades. É a modéstia dos criadores verdadeiramente integrados com a vida, dos que sabem que não há tempo a perder, é preciso construir a beleza e a felicidade no mundo, por isso mesmo que, no indivíduo, é tudo tão frágil e precário.
Oscar não acredita em Papai do Céu, nem que estará um dia construindo brasílias angélicas nas verdes pastagens do Paraíso. Põe ele, como um verdadeiro homem, a felicidade do seu semelhante no aproveitamento das pastagens verdes da Terra; no exemplo do trabalho para o bem comum e na criação de condições urbanas e rurais, em estreita intercorrência, que estimulem e desenvolvam este nobre fim: fazer o homem feliz dentro do curto prazo que lhe foi dado para viver.
Eu acredito também nisso, e quando vejo aquilo em que creio refletido num depoimento como o de Oscar Niemeyer, velho e querido amigo, como não me emocionar?
Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1982, p. 134-5 (com adaptações).
Acerca dos mecanismos de coesão empregados no texto, julgue (C ou E) o item subsequente.
Dada a propriedade que assume o pronome “este” nos mecanismos coesivos empregados no trecho “que estimulem e desenvolvam este nobre fim”, não é facultada a seguinte reescrita: que estimulem este nobre fim e o desenvolvam.
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Texto para a questão.
Poucos depoimentos eu tenho lido mais emocionantes que o artigo-reportagem de Oscar Niemeyer sobre sua experiência em Brasília. Para quem conhece apenas o arquiteto, o artigo poderá passar por uma defesa em causa própria — o revide normal de um pai que sai de sua mansidão costumeira para ir brigar por um filho em quem querem bater. Mas, para quem conhece o homem, o artigo assume proporções dramáticas. Pois Oscar é não só o avesso do causídico, como um dos seres mais antiautopromocionais que já conheci em minha vida.
Sua modéstia não é, como de comum, uma forma infame de vaidade. Ela não tem nada a ver com o conhecimento realista — que Oscar tem — de seu valor profissional e de suas possibilidades. É a modéstia dos criadores verdadeiramente integrados com a vida, dos que sabem que não há tempo a perder, é preciso construir a beleza e a felicidade no mundo, por isso mesmo que, no indivíduo, é tudo tão frágil e precário.
Oscar não acredita em Papai do Céu, nem que estará um dia construindo brasílias angélicas nas verdes pastagens do Paraíso. Põe ele, como um verdadeiro homem, a felicidade do seu semelhante no aproveitamento das pastagens verdes da Terra; no exemplo do trabalho para o bem comum e na criação de condições urbanas e rurais, em estreita intercorrência, que estimulem e desenvolvam este nobre fim: fazer o homem feliz dentro do curto prazo que lhe foi dado para viver.
Eu acredito também nisso, e quando vejo aquilo em que creio refletido num depoimento como o de Oscar Niemeyer, velho e querido amigo, como não me emocionar?
Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1982, p. 134-5 (com adaptações).
Julgue ( C ou E) o item a seguir, relativo às estruturas linguísticas do texto.
Ao empregar as expressões “Papai do Céu” e “verdes pastagens do Paraíso”, o autor do texto demonstra neutralidade em relação ao universo de crenças que elas representam.
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Nobel was an ardent advocate of arbitration, though not of disarmament, which he thought a foolish demand for the present. He urged establishment of a tribunal and agreement among nations for a one-year period of compulsory truce in any dispute. He turned up in person, though incognito, at a Peace Congress in Bern in 1892 and told Bertha von Suttner that if she could “inform me, convince me, I will do something great for the cause”. The spark of friendship between them had been kept alive in correspondence and an occasional visit over the years and he now wrote her that a new era of violence seemed to be working itself up: “one hears in the distance its hollow rumble already.” Two months later he wrote again, “I should like to dispose of my fortune to found a prize to be awarded every five years” to the person who had contributed most effectively to the peace of Europe. He thought that it should terminate after six awards, “for if in thirty years society cannot be reformed we shall inevitably lapse into barbarism”. Nobel brooded over the plan, embodied it in a will drawn in 1895 which allowed man a little longer deadline, and died the following year.
“brooded over” and “will”, both on line 8, mean respectively pondered and an official statement disposing of a person’s property after his or her death.
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Remembrance of things past is often dearest to those who are bored or driven to despair by the world around them. To these the contemplation of times gone by brings surcease from current burdens too heavy to bear. “Take not away from me” implored the Emperor Julian, world-weary monarch in another age of disenchantment, “this mad love for that which no longer is. That which has been is more splendidly beautiful than all that is…” To others, concerned as watchers and movers with the challenge of today and the promise or menace of tomorrow, the tale of many yesterdays, reconstructed by the history and the science of living men and women, has another meaning.
By revealing what has gone before, it illumines the act of the human adventure now being played and suggests the pattern of acts to come. The drama of earthborn and earthbound humanity, despite all its crises and intermissions, is a continuous story. All the characters are prisoners of time. All the problems of the now are forever shaped by the experiences of a then which extends back in unbroken sequence to the origins of life. Each generation has freedom to choose among alternative designs for destiny, and opportunity to win some measure of mastery over its fate, only to the extent of its comprehension of where it stands in the cavalcade of years, decades, centuries, and millennia ticked off by the spinning planet.
According to the text, although past events should be taken into consideration, humankind can choose its future and destiny freely.
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Remembrance of things past is often dearest to those who are bored or driven to despair by the world around them. To these the contemplation of times gone by brings surcease from current burdens too heavy to bear. “Take not away from me” implored the Emperor Julian, world-weary monarch in another age of disenchantment, “this mad love for that which no longer is. That which has been is more splendidly beautiful than all that is…” To others, concerned as watchers and movers with the challenge of today and the promise or menace of tomorrow, the tale of many yesterdays, reconstructed by the history and the science of living men and women, has another meaning.
By revealing what has gone before, it illumines the act of the human adventure now being played and suggests the pattern of acts to come. The drama of earthborn and earthbound humanity, despite all its crises and intermissions, is a continuous story. All the characters are prisoners of time. All the problems of the now are forever shaped by the experiences of a then which extends back in unbroken sequence to the origins of life. Each generation has freedom to choose among alternative designs for destiny, and opportunity to win some measure of mastery over its fate, only to the extent of its comprehension of where it stands in the cavalcade of years, decades, centuries, and millennia ticked off by the spinning planet.
The word “and” is used as a stylistic device to bring together two synonymous words, “earthborn” and “earthbound”.
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Texto para a questão.
Ainda que se soubessem todas as palavras de cada figura da Inconfidência, nem assim se poderia fazer com o seu simples registro uma composição da arte. A obra de arte não é feita de tudo — mas apenas de algumas coisas essenciais. A busca desse essencial expressivo é que constitui o trabalho do artista. Ele poderá dizer a mesma verdade do historiador, porém de outra maneira. Seus caminhos são outros, para atingir a comunicação. Há um problema de palavras. Um problema de ritmos. Um problema de composição. Grande parte de tudo isso se realiza, decerto, sem inteira consciência do artista. É a decorrência natural da sua constituição, da sua personalidade — por isso, tão difícil se torna quase sempre a um criador explicar a própria criação. No caso, porém, de um poema de mais objetividade, como o Romanceiro, muitas coisas podem ser explicadas, porque foram aprendidas, à proporção que ele se foi compondo.
Digo “que ele se foi compondo” e não “que foi sendo composto”, pois, na verdade, uma das coisas que pude observar melhor que nunca, ao realizá-lo, foi a maneira por que um tema encontra sozinho ou sozinho impõe seu ritmo, sua sonoridade, seu desenvolvimento, sua medida.
O Romanceiro foi construído tão sem normas preestabelecidas, tão à mercê de sua expressão natural que cada poema procurou a forma condizente com sua mensagem. A voz irreprimível dos fantasmas, que todos os artistas conhecem, vibra, porém, com certa docilidade, e submete-se à aprovação do poeta, como se realmente, a cada instante, lhe pedisse para ajustar seu timbre à audição do público. Porque há obras que existem apenas para o artista, desinteressadas de transmissão; outras que exigem essa transmissão e esperam que o artista se ponha a seu serviço, para alcançá-la. O Romanceiro é desta segunda espécie.
Quatro anos de quase completa solidão — numa renúncia total às mais sedutoras solicitações, entre livros de toda espécie relativos ao especializadamente século 18 — ainda pareceram curtos demais para uma obra que se desejava o menos imperfeita possível, porque se impunha, acima de tudo, o respeito por essas vozes que falavam, que se confessavam, que exigiam, quase, o registro da sua história.
E era uma história feita de coisas eternas e irredutíveis: de ouro, amor, liberdade, traições...
Mas porque esses grandiosos acontecimentos já vinham preparados de tempos mais antigos e foram o desfecho de um passado minuciosamente construído — era preciso iluminar esses caminhos anteriores, seguir o rastro do ouro que vai, a princípio como o fio de um colar, ligando cenas e personagens, até transformar-se em pesada cadeia que prende e imobiliza num destino doloroso.
Cecília Meireles. Como escrevi o Romanceiro da Inconfidência. In: Romanceiro da Inconfidência. 3.ª ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005, p. XVI-XVII (com adaptações).
Considerando as relações morfossintáticas no texto bem como os recursos estilísticos nele empregados, julgue (C ou E) o item subsequente.
O trecho “uma obra que se desejava o menos imperfeita possível” (l.16) poderia ser reescrito, sem prejuízo gramatical ou de sentido para o texto, da seguinte maneira: uma obra que era desejada a menos possível imperfeita.
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Texto para a questão.
Poucos depoimentos eu tenho lido mais emocionantes que o artigo-reportagem de Oscar Niemeyer sobre sua experiência em Brasília. Para quem conhece apenas o arquiteto, o artigo poderá passar por uma defesa em causa própria — o revide normal de um pai que sai de sua mansidão costumeira para ir brigar por um filho em quem querem bater. Mas, para quem conhece o homem, o artigo assume proporções dramáticas. Pois Oscar é não só o avesso do causídico, como um dos seres mais antiautopromocionais que já conheci em minha vida.
Sua modéstia não é, como de comum, uma forma infame de vaidade. Ela não tem nada a ver com o conhecimento realista — que Oscar tem — de seu valor profissional e de suas possibilidades. É a modéstia dos criadores verdadeiramente integrados com a vida, dos que sabem que não há tempo a perder, é preciso construir a beleza e a felicidade no mundo, por isso mesmo que, no indivíduo, é tudo tão frágil e precário.
Oscar não acredita em Papai do Céu, nem que estará um dia construindo brasílias angélicas nas verdes pastagens do Paraíso. Põe ele, como um verdadeiro homem, a felicidade do seu semelhante no aproveitamento das pastagens verdes da Terra; no exemplo do trabalho para o bem comum e na criação de condições urbanas e rurais, em estreita intercorrência, que estimulem e desenvolvam este nobre fim: fazer o homem feliz dentro do curto prazo que lhe foi dado para viver.
Eu acredito também nisso, e quando vejo aquilo em que creio refletido num depoimento como o de Oscar Niemeyer, velho e querido amigo, como não me emocionar?
Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1982, p. 134-5 (com adaptações).
Julgue (C ou E) o item a seguir, relativo às estruturas linguísticas do texto.
O uso da expressão “mais antiautopromocionais” indica a opção do autor do texto por forma prolixa, dada a presença de dois prefixos no vocábulo adjetivo, em detrimento da concisão que seria proporcionada pela escolha da forma equivalente menos autopromocional, a qual manteria o efeito retórico desejado.
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