Foram encontradas 182 questões.
Nobel was an ardent advocate of arbitration, though not of disarmament, which he thought a foolish demand for the present. He urged establishment of a tribunal and agreement among nations for a one-year period of compulsory truce in any dispute. He turned up in person, though incognito, at a Peace Congress in Bern in 1892 and told Bertha von Suttner that if she could “inform me, convince me, I will do something great for the cause”. The spark of friendship between them had been kept alive in correspondence and an occasional visit over the years and he now wrote her that a new era of violence seemed to be working itself up: “one hears in the distance its hollow rumble already.” Two months later he wrote again, “I should like to dispose of my fortune to found a prize to be awarded every five years” to the person who had contributed most effectively to the peace of Europe. He thought that it should terminate after six awards, “for if in thirty years society cannot be reformed we shall inevitably lapse into barbarism”. Nobel brooded over the plan, embodied it in a will drawn in 1895 which allowed man a little longer deadline, and died the following year.
the term “spark” is used in its connotative meaning.
Provas
Remembrance of things past is often dearest to those who are bored or driven to despair by the world around them. To these the contemplation of times gone by brings surcease from current burdens too heavy to bear. “Take not away from me” implored the Emperor Julian, world-weary monarch in another age of disenchantment, “this mad love for that which no longer is. That which has been is more splendidly beautiful than all that is…” To others, concerned as watchers and movers with the challenge of today and the promise or menace of tomorrow, the tale of many yesterdays, reconstructed by the history and the science of living men and women, has another meaning.
By revealing what has gone before, it illumines the act of the human adventure now being played and suggests the pattern of acts to come. The drama of earthborn and earthbound humanity, despite all its crises and intermissions, is a continuous story. All the characters are prisoners of time. All the problems of the now are forever shaped by the experiences of a then which extends back in unbroken sequence to the origins of life. Each generation has freedom to choose among alternative designs for destiny, and opportunity to win some measure of mastery over its fate, only to the extent of its comprehension of where it stands in the cavalcade of years, decades, centuries, and millennia ticked off by the spinning planet.
The author of the text suggests that nostalgia is the preserve of desperate people.
Provas
CARTA PARA ANTONIO CARLOS JOBIM
Porto do Havre [França], 7 de setembro de 1964
Tomzinho querido,
Estou aqui num quarto de hotel que dá para uma praça que dá para toda a solidão do mundo. São dez horas da noite e não se vê viv’alma. Meu navio só sai amanhã à tarde, e é impossível alguém estar mais triste do que eu. E, como sempre nestas horas, escrevo para você cartas que nunca mando.
Deixei Paris para trás com a saudade de um ano de amor, e pela frente tenho o Brasil, que é uma paixão permanente em minha vida de constante exilado. A coisa ruim é que hoje é 7 de setembro, a data nacional, e eu sei que em nossa embaixada há uma festa que me cairia muito bem, com o Baden Powell mandando brasa no violão. Há pouco telefonei para lá, para cumprimentar o embaixador, e veio todo mundo ao telefone.
Você já passou um 7 de setembro, Tomzinho, sozinho, num porto estrangeiro, numa noite sem qualquer perspectiva? É fogo, maestro!
Vinicius de Moraes. Querido poeta. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, organização de Ruy Castro, p. 303-4 (com adaptações).
Julgue (C ou E) o item seguinte, relativo às ideias do texto acima.
O emprego, no texto, das expressões coloquiais “cairia muito bem” e “mandando brasa” indica a informalidade com que Vinicius de Moraes escreve a seu destinatário.
Provas
Remembrance of things past is often dearest to those who are bored or driven to despair by the world around them. To these the contemplation of times gone by brings surcease from current burdens too heavy to bear. “Take not away from me” implored the Emperor Julian, world-weary monarch in another age of disenchantment, “this mad love for that which no longer is. That which has been is more splendidly beautiful than all that is…” To others, concerned as watchers and movers with the challenge of today and the promise or menace of tomorrow, the tale of many yesterdays, reconstructed by the history and the science of living men and women, has another meaning.
By revealing what has gone before, it illumines the act of the human adventure now being played and suggests the pattern of acts to come. The drama of earthborn and earthbound humanity, despite all its crises and intermissions, is a continuous story. All the characters are prisoners of time. All the problems of the now are forever shaped by the experiences of a then which extends back in unbroken sequence to the origins of life. Each generation has freedom to choose among alternative designs for destiny, and opportunity to win some measure of mastery over its fate, only to the extent of its comprehension of where it stands in the cavalcade of years, decades, centuries, and millennia ticked off by the spinning planet.
A more up-to-date manner to convey the notion expressed by “illumines” is sheds light on.
Provas
Dado o desgaste da política econômica conhecida como milagre econômico, o regime militar sofreu derrota nas eleições legislativas de 1974, tendo a oposição consentida, filiada ao MDB, conquistado maioria no Senado.
Provas
Texto para a questão.
Poucos depoimentos eu tenho lido mais emocionantes que o artigo-reportagem de Oscar Niemeyer sobre sua experiência em Brasília. Para quem conhece apenas o arquiteto, o artigo poderá passar por uma defesa em causa própria — o revide normal de um pai que sai de sua mansidão costumeira para ir brigar por um filho em quem querem bater. Mas, para quem conhece o homem, o artigo assume proporções dramáticas. Pois Oscar é não só o avesso do causídico, como um dos seres mais antiautopromocionais que já conheci em minha vida.
Sua modéstia não é, como de comum, uma forma infame de vaidade. Ela não tem nada a ver com o conhecimento realista — que Oscar tem — de seu valor profissional e de suas possibilidades. É a modéstia dos criadores verdadeiramente integrados com a vida, dos que sabem que não há tempo a perder, é preciso construir a beleza e a felicidade no mundo, por isso mesmo que, no indivíduo, é tudo tão frágil e precário.
Oscar não acredita em Papai do Céu, nem que estará um dia construindo brasílias angélicas nas verdes pastagens do Paraíso. Põe ele, como um verdadeiro homem, a felicidade do seu semelhante no aproveitamento das pastagens verdes da Terra; no exemplo do trabalho para o bem comum e na criação de condições urbanas e rurais, em estreita intercorrência, que estimulem e desenvolvam este nobre fim: fazer o homem feliz dentro do curto prazo que lhe foi dado para viver.
Eu acredito também nisso, e quando vejo aquilo em que creio refletido num depoimento como o de Oscar Niemeyer, velho e querido amigo, como não me emocionar?
Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1982, p. 134-5 (com adaptações).
Com relação às ideias desenvolvidas no texto, assinale a opção correta.
Provas
Os teóricos que se dedicam à análise da estética da pós-modernidade consideram-na basicamente um esforço coletivo de retomada da atitude vanguardista de rejeição do mundo da mercadoria e do espetáculo.
Provas
Texto para a questão.
Poucos depoimentos eu tenho lido mais emocionantes que o artigo-reportagem de Oscar Niemeyer sobre sua experiência em Brasília. Para quem conhece apenas o arquiteto, o artigo poderá passar por uma defesa em causa própria — o revide normal de um pai que sai de sua mansidão costumeira para ir brigar por um filho em quem querem bater. Mas, para quem conhece o homem, o artigo assume proporções dramáticas. Pois Oscar é não só o avesso do causídico, como um dos seres mais antiautopromocionais que já conheci em minha vida.
Sua modéstia não é, como de comum, uma forma infame de vaidade. Ela não tem nada a ver com o conhecimento realista — que Oscar tem — de seu valor profissional e de suas possibilidades. É a modéstia dos criadores verdadeiramente integrados com a vida, dos que sabem que não há tempo a perder, é preciso construir a beleza e a felicidade no mundo, por isso mesmo que, no indivíduo, é tudo tão frágil e precário.
Oscar não acredita em Papai do Céu, nem que estará um dia construindo brasílias angélicas nas verdes pastagens do Paraíso. Põe ele, como um verdadeiro homem, a felicidade do seu semelhante no aproveitamento das pastagens verdes da Terra; no exemplo do trabalho para o bem comum e na criação de condições urbanas e rurais, em estreita intercorrência, que estimulem e desenvolvam este nobre fim: fazer o homem feliz dentro do curto prazo que lhe foi dado para viver.
Eu acredito também nisso, e quando vejo aquilo em que creio refletido num depoimento como o de Oscar Niemeyer, velho e querido amigo, como não me emocionar?
Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1982, p. 134-5 (com adaptações).
Acerca dos mecanismos de coesão empregados no texto, julgue ( C ou E) o item subsequente.
A elipse em “nem que estará” e o emprego do pronome anafórico “ele” são mecanismos de coesão utilizados para referenciar o substantivo “Oscar”.
Provas
Menos de quarenta anos após a chegada de Lênin ao poder, os modelos socialistas inspirados na Revolução de Outubro fundamentavam os governos aos quais estava submetido aproximadamente um terço da população do mundo.
Provas
Texto para a questão.
Poucos depoimentos eu tenho lido mais emocionantes que o artigo-reportagem de Oscar Niemeyer sobre sua experiência em Brasília. Para quem conhece apenas o arquiteto, o artigo poderá passar por uma defesa em causa própria — o revide normal de um pai que sai de sua mansidão costumeira para ir brigar por um filho em quem querem bater. Mas, para quem conhece o homem, o artigo assume proporções dramáticas. Pois Oscar é não só o avesso do causídico, como um dos seres mais antiautopromocionais que já conheci em minha vida.
Sua modéstia não é, como de comum, uma forma infame de vaidade. Ela não tem nada a ver com o conhecimento realista — que Oscar tem — de seu valor profissional e de suas possibilidades. É a modéstia dos criadores verdadeiramente integrados com a vida, dos que sabem que não há tempo a perder, é preciso construir a beleza e a felicidade no mundo, por isso mesmo que, no indivíduo, é tudo tão frágil e precário.
Oscar não acredita em Papai do Céu, nem que estará um dia construindo brasílias angélicas nas verdes pastagens do Paraíso. Põe ele, como um verdadeiro homem, a felicidade do seu semelhante no aproveitamento das pastagens verdes da Terra; no exemplo do trabalho para o bem comum e na criação de condições urbanas e rurais, em estreita intercorrência, que estimulem e desenvolvam este nobre fim: fazer o homem feliz dentro do curto prazo que lhe foi dado para viver.
Eu acredito também nisso, e quando vejo aquilo em que creio refletido num depoimento como o de Oscar Niemeyer, velho e querido amigo, como não me emocionar?
Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1982, p. 134-5 (com adaptações).
Acerca dos mecanismos de coesão empregados no texto, julgue (C ou E) o item subsequente.
Na linha 2, o vocábulo “arquiteto” retoma por substituição o nome próprio “Oscar Niemeyer”, empregado na linha 1, mecanismo que corresponde a uma variedade de metonímia e por meio do qual se evita a repetição de vocábulo.
Provas
Caderno Container