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Foram encontradas 182 questões.

2411138 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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This text refers to question.

Nobel was an ardent advocate of arbitration, though not of disarmament, which he thought a foolish demand for the present. He urged establishment of a tribunal and agreement among nations for a one-year period of compulsory truce in any dispute. He turned up in person, though incognito, at a Peace Congress in Bern in 1892 and told Bertha von Suttner that if she could “inform me, convince me, I will do something great for the cause”. The spark of friendship between them had been kept alive in correspondence and an occasional visit over the years and he now wrote her that a new era of violence seemed to be working itself up: “one hears in the distance its hollow rumble already.” Two months later he wrote again, “I should like to dispose of my fortune to found a prize to be awarded every five years” to the person who had contributed most effectively to the peace of Europe. He thought that it should terminate after six awards, “for if in thirty years society cannot be reformed we shall inevitably lapse into barbarism”. Nobel brooded over the plan, embodied it in a will drawn in 1895 which allowed man a little longer deadline, and died the following year.
Barbara Tuchman. The proud power. MacMillan Company, 1966, p. 233 (adapted).
In the text,

the term “spark” is used in its connotative meaning.
 

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2411061 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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This text refers to question.

Remembrance of things past is often dearest to those who are bored or driven to despair by the world around them. To these the contemplation of times gone by brings surcease from current burdens too heavy to bear. “Take not away from me” implored the Emperor Julian, world-weary monarch in another age of disenchantment, “this mad love for that which no longer is. That which has been is more splendidly beautiful than all that is…” To others, concerned as watchers and movers with the challenge of today and the promise or menace of tomorrow, the tale of many yesterdays, reconstructed by the history and the science of living men and women, has another meaning.

By revealing what has gone before, it illumines the act of the human adventure now being played and suggests the pattern of acts to come. The drama of earthborn and earthbound humanity, despite all its crises and intermissions, is a continuous story. All the characters are prisoners of time. All the problems of the now are forever shaped by the experiences of a then which extends back in unbroken sequence to the origins of life. Each generation has freedom to choose among alternative designs for destiny, and opportunity to win some measure of mastery over its fate, only to the extent of its comprehension of where it stands in the cavalcade of years, decades, centuries, and millennia ticked off by the spinning planet.
Frederick L. Schuman. International politics: the destiny of the Western state system. New York: McGraw-Hill, 1948, p. 1 (adapted).
Based on the text, judge if the item below are right (C) or wrong (E).

The author of the text suggests that nostalgia is the preserve of desperate people.
 

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2410956 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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CARTA PARA ANTONIO CARLOS JOBIM

Porto do Havre [França], 7 de setembro de 1964

Tomzinho querido,

Estou aqui num quarto de hotel que dá para uma praça que dá para toda a solidão do mundo. São dez horas da noite e não se vê viv’alma. Meu navio só sai amanhã à tarde, e é impossível alguém estar mais triste do que eu. E, como sempre nestas horas, escrevo para você cartas que nunca mando.

Deixei Paris para trás com a saudade de um ano de amor, e pela frente tenho o Brasil, que é uma paixão permanente em minha vida de constante exilado. A coisa ruim é que hoje é 7 de setembro, a data nacional, e eu sei que em nossa embaixada há uma festa que me cairia muito bem, com o Baden Powell mandando brasa no violão. Há pouco telefonei para lá, para cumprimentar o embaixador, e veio todo mundo ao telefone.

Você já passou um 7 de setembro, Tomzinho, sozinho, num porto estrangeiro, numa noite sem qualquer perspectiva? É fogo, maestro!

Vinicius de Moraes. Querido poeta. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, organização de Ruy Castro, p. 303-4 (com adaptações).

Julgue (C ou E) o item seguinte, relativo às ideias do texto acima.

O emprego, no texto, das expressões coloquiais “cairia muito bem” e “mandando brasa” indica a informalidade com que Vinicius de Moraes escreve a seu destinatário.

 

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2410947 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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This text refers to question.

Remembrance of things past is often dearest to those who are bored or driven to despair by the world around them. To these the contemplation of times gone by brings surcease from current burdens too heavy to bear. “Take not away from me” implored the Emperor Julian, world-weary monarch in another age of disenchantment, “this mad love for that which no longer is. That which has been is more splendidly beautiful than all that is…” To others, concerned as watchers and movers with the challenge of today and the promise or menace of tomorrow, the tale of many yesterdays, reconstructed by the history and the science of living men and women, has another meaning.

By revealing what has gone before, it illumines the act of the human adventure now being played and suggests the pattern of acts to come. The drama of earthborn and earthbound humanity, despite all its crises and intermissions, is a continuous story. All the characters are prisoners of time. All the problems of the now are forever shaped by the experiences of a then which extends back in unbroken sequence to the origins of life. Each generation has freedom to choose among alternative designs for destiny, and opportunity to win some measure of mastery over its fate, only to the extent of its comprehension of where it stands in the cavalcade of years, decades, centuries, and millennia ticked off by the spinning planet.
Frederick L. Schuman. International politics: the destiny of the Western state system. New York: McGraw-Hill, 1948, p. 1 (adapted).
As far as the semantic and grammar features of the text are concerned, judge if the following item are right (C) or wrong (E).

A more up-to-date manner to convey the notion expressed by “illumines” is sheds light on.
 

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2410929 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Pode-se considerar a Constituição de 1988 como o marco que eliminou os últimos vestígios formais do regime autoritário, processo de abertura que, iniciado em 1974, levou mais de treze anos para desembocar em um regime democrático. Por que a transição foi tão longa e quais as consequências produzidas pela forma como se realizou? Vale lembrar que a estratégia adotada para a transição foi a de ser “lenta, gradual e segura”. Ela só poderia ser modificada, no seu ritmo e na sua amplitude, se a oposição tivesse força suficiente para tanto ou se o desgaste do próprio regime autoritário provocasse seu colapso. Nem uma coisa nem outra aconteceu. Tivemos assim uma longa “transição transada”, cheia de limites e incertezas.
Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008, p. 526 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o processo de transição do poder militar ao civil no Brasil contemporâneo, julgue (C ou E) o item seguinte.

Dado o desgaste da política econômica conhecida como milagre econômico, o regime militar sofreu derrota nas eleições legislativas de 1974, tendo a oposição consentida, filiada ao MDB, conquistado maioria no Senado.
 

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2410565 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Poucos depoimentos eu tenho lido mais emocionantes que o artigo-reportagem de Oscar Niemeyer sobre sua experiência em Brasília. Para quem conhece apenas o arquiteto, o artigo poderá passar por uma defesa em causa própria — o revide normal de um pai que sai de sua mansidão costumeira para ir brigar por um filho em quem querem bater. Mas, para quem conhece o homem, o artigo assume proporções dramáticas. Pois Oscar é não só o avesso do causídico, como um dos seres mais antiautopromocionais que já conheci em minha vida.

Sua modéstia não é, como de comum, uma forma infame de vaidade. Ela não tem nada a ver com o conhecimento realista — que Oscar tem — de seu valor profissional e de suas possibilidades. É a modéstia dos criadores verdadeiramente integrados com a vida, dos que sabem que não há tempo a perder, é preciso construir a beleza e a felicidade no mundo, por isso mesmo que, no indivíduo, é tudo tão frágil e precário.

Oscar não acredita em Papai do Céu, nem que estará um dia construindo brasílias angélicas nas verdes pastagens do Paraíso. Põe ele, como um verdadeiro homem, a felicidade do seu semelhante no aproveitamento das pastagens verdes da Terra; no exemplo do trabalho para o bem comum e na criação de condições urbanas e rurais, em estreita intercorrência, que estimulem e desenvolvam este nobre fim: fazer o homem feliz dentro do curto prazo que lhe foi dado para viver.

Eu acredito também nisso, e quando vejo aquilo em que creio refletido num depoimento como o de Oscar Niemeyer, velho e querido amigo, como não me emocionar?

Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1982, p. 134-5 (com adaptações).

Com relação às ideias desenvolvidas no texto, assinale a opção correta.

 

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2410554 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Na pós-modernidade, a cultura expandiu-se a ponto de se tornar praticamente coextensiva à própria economia, não apenas como base sintomática de algumas das maiores indústrias do mundo, mas de maneira muito mais profunda, uma vez que todo objeto material ou serviço imaterial vira, de forma inseparável, uma marca trabalhável ou produto vendável. A cultura, nesse sentido, como inevitável tecido da vida no capitalismo avançado, é agora a nossa segunda natureza. Enquanto o Modernismo extraía seu propósito e energias da persistência do que ainda não era moderno, do legado de um passado ainda pré-industrial, o Pós-modernismo é a superação dessa distância, a saturação de cada poro do mundo com o soro do capital.
Perry Anderson. As origens da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, p. 13 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue ( C ou E) o item a seguir, relativo à d inâmica cultural dos séculos XX e XXI.

Os teóricos que se dedicam à análise da estética da pós-modernidade consideram-na basicamente um esforço coletivo de retomada da atitude vanguardista de rejeição do mundo da mercadoria e do espetáculo.
 

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2409878 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Poucos depoimentos eu tenho lido mais emocionantes que o artigo-reportagem de Oscar Niemeyer sobre sua experiência em Brasília. Para quem conhece apenas o arquiteto, o artigo poderá passar por uma defesa em causa própria — o revide normal de um pai que sai de sua mansidão costumeira para ir brigar por um filho em quem querem bater. Mas, para quem conhece o homem, o artigo assume proporções dramáticas. Pois Oscar é não só o avesso do causídico, como um dos seres mais antiautopromocionais que já conheci em minha vida.

Sua modéstia não é, como de comum, uma forma infame de vaidade. Ela não tem nada a ver com o conhecimento realista — que Oscar tem — de seu valor profissional e de suas possibilidades. É a modéstia dos criadores verdadeiramente integrados com a vida, dos que sabem que não há tempo a perder, é preciso construir a beleza e a felicidade no mundo, por isso mesmo que, no indivíduo, é tudo tão frágil e precário.

Oscar não acredita em Papai do Céu, nem que estará um dia construindo brasílias angélicas nas verdes pastagens do Paraíso. Põe ele, como um verdadeiro homem, a felicidade do seu semelhante no aproveitamento das pastagens verdes da Terra; no exemplo do trabalho para o bem comum e na criação de condições urbanas e rurais, em estreita intercorrência, que estimulem e desenvolvam este nobre fim: fazer o homem feliz dentro do curto prazo que lhe foi dado para viver.

Eu acredito também nisso, e quando vejo aquilo em que creio refletido num depoimento como o de Oscar Niemeyer, velho e querido amigo, como não me emocionar?

Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1982, p. 134-5 (com adaptações).

Acerca dos mecanismos de coesão empregados no texto, julgue ( C ou E) o item subsequente.

A elipse em “nem que estará” e o emprego do pronome anafórico “ele” são mecanismos de coesão utilizados para referenciar o substantivo “Oscar”.

 

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2409796 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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A Revolução de Outubro teve repercussões muito mais profundas e globais que sua ancestral, pois, se as ideias da Revolução Francesa, como é hoje evidente, duraram mais que o bolchevismo, as consequências práticas de 1917 foram maiores e mais duradouras que as de 1789. A Revolução de Outubro produziu, de longe, o mais formidável movimento revolucionário organizado na história moderna. Sua expansão global não tem paralelo desde as conquistas do Islã em seu primeiro século.
Eric Hobsbawm. Era dos extremos. O breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1994, p. 62 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue (C ou E) o item seguinte, relativo aos impactos internacionais da Revolução Russa, de 1917.

Menos de quarenta anos após a chegada de Lênin ao poder, os modelos socialistas inspirados na Revolução de Outubro fundamentavam os governos aos quais estava submetido aproximadamente um terço da população do mundo.
 

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2409214 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Poucos depoimentos eu tenho lido mais emocionantes que o artigo-reportagem de Oscar Niemeyer sobre sua experiência em Brasília. Para quem conhece apenas o arquiteto, o artigo poderá passar por uma defesa em causa própria — o revide normal de um pai que sai de sua mansidão costumeira para ir brigar por um filho em quem querem bater. Mas, para quem conhece o homem, o artigo assume proporções dramáticas. Pois Oscar é não só o avesso do causídico, como um dos seres mais antiautopromocionais que já conheci em minha vida.

Sua modéstia não é, como de comum, uma forma infame de vaidade. Ela não tem nada a ver com o conhecimento realista — que Oscar tem — de seu valor profissional e de suas possibilidades. É a modéstia dos criadores verdadeiramente integrados com a vida, dos que sabem que não há tempo a perder, é preciso construir a beleza e a felicidade no mundo, por isso mesmo que, no indivíduo, é tudo tão frágil e precário.

Oscar não acredita em Papai do Céu, nem que estará um dia construindo brasílias angélicas nas verdes pastagens do Paraíso. Põe ele, como um verdadeiro homem, a felicidade do seu semelhante no aproveitamento das pastagens verdes da Terra; no exemplo do trabalho para o bem comum e na criação de condições urbanas e rurais, em estreita intercorrência, que estimulem e desenvolvam este nobre fim: fazer o homem feliz dentro do curto prazo que lhe foi dado para viver.

Eu acredito também nisso, e quando vejo aquilo em que creio refletido num depoimento como o de Oscar Niemeyer, velho e querido amigo, como não me emocionar?

Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1982, p. 134-5 (com adaptações).

Acerca dos mecanismos de coesão empregados no texto, julgue (C ou E) o item subsequente.

Na linha 2, o vocábulo “arquiteto” retoma por substituição o nome próprio “Oscar Niemeyer”, empregado na linha 1, mecanismo que corresponde a uma variedade de metonímia e por meio do qual se evita a repetição de vocábulo.

 

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