Magna Concursos

Foram encontradas 128 questões.

2460164 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:
This text refers to question.

The leaders of the G8 are convening in Northern Ireland for the 39th G8 Summit. The backdrop for this two-day meeting of the globe’s preeminent economic powers is a world facing multiple global crises, all of which demand that summit participants engage in constructive dialogue that leads to measurable progress. Despite that need, the annual G8 Summits are known more for eliciting empty political promises and saddling host cities with exorbitant costs.

The baby boomer generation presidents and prime ministers at the G8 Summit are facing increasingly frustrated populations. With economic instability entrenching in the West, a still teetering world financial order, and escalating tensions in the Middle East, an entire generation of young people is growing up without opportunity, and with few prospects for change. But persistent unemployment, declining standards in health care and education, and environmental degradation are also driving growing numbers of young people to demand sophisticated and coordinated global action.

From this mess, two significant questions arise: are the boomer generation leaders simply incapable of consensusdriven international cooperation, one that sets aside national interests for the collective good of humanity? And if this is the case, are tomorrow’s Facebook generation leaders doomed to inherit the quagmire of their political predecessors?
R. Onley. The future of global diplomacy. June 17th, 2013 (adapted).
Based on the text, choose the correct statement.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2459866 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:

A Constituição da República tem um buraco.

É possível que tenha muitos, mas sou pouco exigente e satisfaço-me com referir-me a um só.

Possuímos, segundo dizem os entendidos, três poderes — o Executivo, que é o dono da casa, o Legislativo e o Judiciário, domésticos, moços de recados, gente assalariada para o patrão fazer figura e deitar empáfia diante das visitas. Resta ainda um quarto poder, coisa vaga, imponderável, mas que é tacitamente considerado o sumário dos outros três.

É aí que o carro topa. Há no Brasil um funcionário de atribuições indeterminadas, mas ilimitadas.

Aí está o rombo na Constituição, rombo a ser preenchido quando ela for revista, metendo-se nele a figura interessante do chefe político, que é a única força de verdade. O resto é lorota.

Em escala descendente, a começar no Catete, onde pontifica o chefe açu, e a terminar no último lugarejo do sertão, com um caudilho, mirim, isto é um país a regurgitar de mandões de todos os matizes e feitios.

Está aqui um deputado que é um poço de manha, papagueador quando parola com o eleitorado, mudo na Câmara, gênero peru; ali está um presidente de estado que outra coisa não tem feito senão apregoar pelas trombetas oficiais as maravilhas que ninguém vê, mas que ele teve o notável intuito de realizar; temos acolá um advogado ventoinha, equilibrista emérito, camaleão legítimo; vem depois o comerciante voraz, enriquecido com os favores clandestinos, negociatas escusas e contrabandos; mais distante, avulta a majestade rotunda do industrial insatisfeito, empanturrado pelas propinas que a guerra lhe meteu no bucho.

Todos eles são mais ou menos chefes. Não se sabe bem de quê, mas certo é que o são. Graúdos, risonhos, nutridos, polidos, escovados, envernizados, lá estão inchando, inchando. São os grossos batráquios da lagoa republicana. (...)

Parece-me claro que uma pergunta aqui se impõe: para que tanta gente de palha a ocupar cargos em penca, a roer sinecuras nesta confederação cinematográfica, em que o poder é a coisa mais centralizada deste mundo, se, desde o tempo dos capitães-mores, um homem só pode administrar, legislar e julgar a contento das populações sertanejas? (...)

Peguemos o chefe político, agitemo-lo no ar e berremos o estribilho com que a imprensa, há tempos, nos anda a amolar — A Constituição da República precisa de uma revisão.

Graciliano Ramos. Linhas Tortas [artigo de março de 1915]. In: Linhas Tortas. Rio de Janeiro: Record, 1976, 4.ª edição, p. 9-10 (com adaptações).

Com relação às ideias desenvolvidas no texto anteriormente apresentado — de Graciliano Ramos —, assinale a opção correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2459754 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:

Cobra Norato

XXVIII

A floresta se avoluma

Movem-se espantalhos monstros
riscando sombras estranhas pelo chão

Árvores encapuzadas soltam fantasmas
com visagens do lá se vai

O luar amacia o mato sonolento

Lá adiante
o silêncio vai marchando com uma banda de música

Floresta ventríloqua brinca de cidade

Movem-se arbustos cúbicos
sob arcadas de samaúma

Palmeiras aneladas se abanam

Jaburus de monóculo namoram estrelas míopes
João Cutuca belisca árvores

Passa lá embaixo a escolta do Rei de Copas

Chegam de longe ruídos anônimos

O mato se acorda

Cipós fazem intrigas no alto dos galhos
Desatam-se em gargalhadinhas

Uma árvore telegrafou para outra:
psi psi psi

Desembarcam vozes de contrabando

Sapos soletram as leis da floresta
Lá em cima
um curió toca flauta

Estira-se o rio

O mato é um acompanhamento

Desfiam-se as distâncias
entre manchas de neblina

― Lá vai indo um navio, compadre!

Jaquirana-boia apita
Uma árvore abana adeus do alto de um galho

XXIX

― Escuta, compadre
O que se vê não é navio É a Cobra Grande

― Mas o casco de prata? As velas embojadas de vento?

Aquilo é a Cobra Grande
Quando começa a lua cheia ela aparece
Vem buscar moça que ainda não conheceu homem

A visagem vai se sumindo
pras bandas de Macapá

Neste silêncio de águas assustadas
parece que ainda ouço um soluço quebrando-se na noite

― Coitadinha da moça
Como será o nome dela?
Se eu pudesse ia assistir o casamento

― Casamento de Cobra Grande chama desgraça, compadre

Só se a gente arranjar mandinga de defunto

Ué! Então vamos
Lobisomem está de festa no cemitério

Raul Bopp. Cobra Norato. Rio de Janeiro: José Olympio, 2009, p. 44-9.

A respeito das relações semântico-sintáticas no poema Cobra Norato, de Raul Bopp, julgue (C ou E) o item subsequente.

No verso “Vem buscar moça que ainda não conheceu homem” (v.38), o atributo do núcleo nominal “moça” é expresso por estrutura oracional que corresponde a uma perífrase.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2458557 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:
This text refers to question.
Taking a Cue From Bernanke a Little Too Far
Financial advisers have been fielding calls from shaken investors in recent weeks, particularly retirees, who are nervous that a bond market crash is on the horizon.

You can hardly blame them. Investors have been fleeing bonds in droves; a record $ 76.5 billion poured out of bond funds and exchange-traded funds since June. That exceeds the previous record, according to TrimTabs, when $ 41.8 billion streamed out of the funds in October 2008 and the financial crisis was in full force.

But the rush for the exits really means one thing: investors are betting that interest rates are about to begin their upward trajectory, something that’s been expected for several years now.

Their cue came from the Federal Reserve chairman, Ben Bernanke, who recently suggested that the economic recovery might allow the central bank to ease its efforts to stimulate the economy. That includes scaling back its bondbuying program beginning later this year.

So the big fear is that interest rates are poised to rise much further, driving down bond prices; the two move in opposite directions.

A Barclays index tracking a broad swath of investment-grade bonds lost 3.77 percent from the beginning of May through Thursday, according to Morningstar. United States government notes with maturities of 10 years or longer, however, lost an average of 10.8 percent over the same period.

Making a bet on interest rates is no different from trying to predict the next big drop in stocks, or jumping into the market when it appears to be poised to surge higher. These sort of emotional moves are exactly why research shows that investors’ returns tend to trail the broader market.

And it’s also why many financial advisers suggest ignoring the noise, as long as you have a smart assortment of bond funds that will provide stability when stocks inevitably tumble once again.

“It’s a futile game to base portfolio moves on interest rate guesses,” said Milo Benningfield, a financial adviser in San Francisco. “We don’t have to look any further than highly regarded Pimco manager Bill Gross, whose horrible interest rate bet against Treasuries in 2011 landed him in the bottom 15 percent of fund managers in his category that year. Investors should take a strategic approach designed around the reason they hold bonds — and then sit tight whenever hedge funds and other institutions shake the ground around them.”

The main reason longer-term investors hold bonds, of course, is to provide a steadying force. And though today’s lower yields provide less of a cushion — the 10-year Treasury is yielding about 2.5 percent — bonds still remain the best, if imperfect, foil to stocks.

“The role of bonds in a portfolio has always been to be a ballast or a diversifier to equity risk,” said Francis Kinniry, a principal in the Vanguard Investment Strategy Group. “And that is very true today. Yields are low, but this is what a bear market in bonds looks like.”
Internet: <www.nytimes.com> (adapted).
Regarding the text, judge if the item below are right (C) or wrong (E).

In the sentence “That includes scaling back its bondbuying program beginning later this year.” (l.9), the pronoun “its” refers to “economy”, in the previous sentence.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2458422 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:

As 101 crônicas de Comédias da Vida Privada, de Luis Fernando Verissimo, compõem um desses raros livros que correspondem ao que diz sua orelha. Reproduzo, por não saber dizer melhor: “O território imenso, opaco, denso e impreciso da classe média. Seus heróis anônimos, os grandes e os pequenos gestos, a complicada engenharia familiar, as fidelidades, as mesas de bar, as angústias, o trágico e o cômico combinados na estranha sinfonia do cotidiano, salas de jantar onde são decididos destinos com a televisão ligada, vizinhos barulhentos, enfim...”

Só digo algo mais. Luis Fernando, não por escolha, mas por vocação, é escritor de um gueto — o humorismo. Em toda parte do mundo, o labéu, o rótulo humorista, continua sendo colocado em intelectuais como um sinal menor ou um “à parte”. Nem adianta lembrar que símbolos maiores de intelectuais na França são Molière e Rabelais; na Irlanda e Inglaterra, Swift e Shaw, e que o gênio ímpar da Espanha é Cervantes. No Brasil, então, país que teima em ser subdesenvolvido apesar de oitava economia do mundo, humorista é ator de peruadas, simpático, sim, divertido, sim, mas deixa pra lá. (...)

Previno o leitor: ao dar, como eu, insopitáveis gargalhadas durante a leitura (e olha que é difícil rir sozinho) de Comédias da Vida Privada, não esqueça que está diante do Magnus opum de um escritor. Não se preocupe em como chamar ou em como chamam o livro: crônicas, contos, reflexões, piadas, críticas. E não acredite na aparente fragmentação. O livro é uno e denso. Ridente e reflexivo de ponta a ponta e pungente e metafísico inúmeras vezes.

Millôr Fernandes. A comédia da classe média. In: Apresentações. Rio de Janeiro: Record, 2004, p. 71-2 (com adaptações).

Assinale a opção correta a respeito das ideias desenvolvidas no texto acima.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2458416 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:

Lendo provas de um poema

Com Rubem Braga, certa vez,
lia em provas Dois Parlamentos.
Na manhã ipanema e verão,
em volta do alto apartamento,
sem que carniça houvesse perto,
sem explicação, todo um elenco
de urubus se pôs a rondar
a cobertura, em voos pensos:
como se farejassem a morte
no texto que estávamos lendo
e se a inodora morte escrita
não fosse esconjuro mas treno

João Cabral de Melo Neto. In: Museu de tudo. Rio de Janeiro: José Olympio, 1975, p. 60 (com adaptações).

O urubu mobilizado

Durante as secas do Sertão, o urubu,
de urubu livre, passa a funcionário.
O urubu não retira, pois prevendo cedo
que lhe mobilizarão a técnica e o tacto,
cala os serviços prestados e diplomas,
que o enquadrariam num melhor salário,
e vai acolitar os empreiteiros da seca,
veterano, mas ainda com zelos de novato:
aviando com eutanásia o morto incerto,
ele, que no civil quer o morto claro.
Embora mobilizado, nesse urubu em ação
reponta logo o perfeito profissional.
No ar compenetrado, curvo e conselheiro,
no todo de guarda-chuva, na unção clerical,
com que age, embora em posto subalterno:
ele, um convicto profissional liberal.

João Cabral de Melo Neto. In: Poesias completas. Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1968, p. 12-3
(com adaptações).

Com relação aos textos acima — poemas de João Cabral de Melo Neto —, julgue ( C ou E) o item subsequente.

Depreende-se do primeiro texto que o poeta João Cabral de Melo Neto e o cronista Rubem Braga liam juntos as provas da obra Dois Parlamentos, porque ambos eram personagens desse poema.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2458244 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:

Na trilha do Verdeamarelismo, mas bem cedo convertido aos chamados da Antropofagia de Oswald e Tarsila, está Raul Bopp, cuja rapsódia amazônica, Cobra Norato, é o necessário complemento do Manifesto Antropófago. A estrutura da obra é épico-dramática e nela o poeta narra as aventuras de um jovem na selva amazônica, depois de ter estrangulado a Cobra Norato e ter entrado no corpo do monstruoso animal. Cruzam a história descrições mitológicas de um mundo bárbaro sob violentas transformações.

Aproximando Cobra Norato de outras obras míticas do Modernismo, diz, com acerto, Wilson Martins: “Observe-se que o mito da viagem no tempo e no espaço é a viga-mestra de Macunaíma, Martim Cererê, Cobra Norato: o Modernismo foi uma escola ambulante e perambulante, fascinado pela descoberta geográfica.”

Diálogos do protagonista com os seres espantados da floresta e do rio formam o coro cósmico de Cobra Norato, poema ainda vivo como documento do primitivismo entre nós. O telúrico interiorizado e sentido como libido e instinto de morte: essa, a significação da voga africanizante da Paris anterior à I Guerra; no Brasil, o reencontro com as realidades arcaicas ou primordiais fazia-se, isto é, pretendia-se fazer sem intermediários. Era a faixa mais ocidentalizada da cultura nacional que se voltava para o desfrute estético dos temas e da linguagem indígena e negra.

Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1986, p. 416 (com adaptações).

No que concerne às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima, julgue (C ou E) o item subsequente.

Haveria prejuízo para a precisão narrativa se as locuções verbais “ter estrangulado” (l.3) e “ter entrado” (l.3) fossem substituídas, respectivamente, por ser estrangulada e entrar.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2458180 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:

Textos para a questão.

Texto I


A civilização deu uma importância extraordinária à escrita e, muitas vezes, quando nos referimos à linguagem, só pensamos nesse seu aspecto. É preciso não perder de vista, porém, que lhe há ao lado, mais antiga, mais básica, uma expressão oral.

A rigor, a linguagem escrita não passa de um sucedâneo, de um ersatz da fala. Esta é que abrange a comunicação linguística em sua totalidade, pressupondo, além da significação dos vocábulos e das frases, a entoação, os elementos subsidiários da mímica, incluindo-se aí o jogo fisionômico. Por isso, para bem se compreender a natureza e o funcionamento da linguagem humana, é preciso partir da apreciação da linguagem oral e examinar, em seguida, a escrita como uma espécie de linguagem mutilada, cuja eficiência depende da maneira por que conseguimos obviar à falta inevitável de determinados elementos expressivos.

Joaquim Mattoso Câmara Jr. Manual de expressão oral e escrita. 27.ª ed. Petrópolis: Vozes, 2010.

Texto II

A palavra falada é imediata, local e geral. Quando falamos, falamos para ser ouvidos imediatamente, com quem está ali ao pé de nós, e de modo a que sejamos facilmente entendidos dele, que sabemos quem é, ou calculamos que sabemos, e que pode ser toda a gente, devendo nós pois falar como se fosse qualquer. A palavra escrita é mediata, longínqua e particular. Quando escrevemos, dirigimo-nos a quem não nos vai ouvir, que é ler, logo; a quem não está ao pé de nós; a quem poderá entender-nos e não a quem tem que entender-nos, tendo nós pois primeiro que o entender a ele.

Em resumo, a palavra falada é um fenômeno social, a escrita um fenômeno cultural; a palavra falada um fenômeno democrático, a escrita um aristocrático. São diferentes em substância: são pois forçosamente diferentes os seus respectivos meios e fins. (…)

Na palavra falada, temos que ser, em absoluto, do nosso tempo e lugar; não podemos falar como Vieira, pois nos arriscamos ou ao ridículo ou à incompreensão. Não podemos pensar como Descartes, pois nos arriscamos ao tédio alheio.

A palavra escrita, ao contrário, não é para quem a ouve, busca quem a ouça; escolhe quem a entenda, e não se subordina a quem a escolhe.

Fernando Pessoa. A língua portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 56-7 e 72.

No que se refere aos sentidos dos textos I e II , jul gue ( C ou E ) o item a seguir.

De acordo com o texto I, a falta de determinados elementos expressivos na linguagem torna a escrita sempre ineficiente, em menor ou maior grau, se comparada à linguagem falada.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2458030 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:
This text refers to question.

The Oxford Learner’s Dictionary defines diplomacy as “(…) the management of relations between countries (…) art of or skill in dealing with people; tact (…)”. Indeed it is the art of convincing others to perceive things your way, or at least to have second thoughts about theirs. It is the combination of logic and science on the one hand with the gift of proper language packaging and presentation necessary to convince others.

The power of language rests on the fact that it contains ideas: and ideas are, according to Plato, more enduring, indeed more permanent than matter. Ideas can be suppressed, or go underground but unlike a statue or any other material things they cannot be shattered. They can only be met and dealt with by other ideas. Historically it is the magic of words that bewitched, enthralled and sometimes intoxicated people and led them to great or mean deeds. The language of diplomacy, often like poetry, has the ability to move people from mood to mood. Whether demagogy or whether giving expression to noble ideologies, theories, or even religious creeds, ordinary language or that of diplomacy has a momentum and an inner driving force that is ageless.
K.S. Abu Jaber, Language and Diplomacy. In: J. Kurbalija; H. Slavi (Eds.) Language and Diplomacy, p. 53. Malta: DiploProjects, 2001.
In relation to the pronouns shown in bold in the text above, judge if the item below are right (C) or wrong (E).

The pronoun “It” (l.2) refers to “diplomacy” (l.1).
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2457932 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
Provas:
This text refers to question.
Taking a Cue From Bernanke a Little Too Far
Financial advisers have been fielding calls from shaken investors in recent weeks, particularly retirees, who are nervous that a bond market crash is on the horizon.

You can hardly blame them. Investors have been fleeing bonds in droves; a record $ 76.5 billion poured out of bond funds and exchange-traded funds since June. That exceeds the previous record, according to TrimTabs, when $ 41.8 billion streamed out of the funds in October 2008 and the financial crisis was in full force.

But the rush for the exits really means one thing: investors are betting that interest rates are about to begin their upward trajectory, something that’s been expected for several years now.

Their cue came from the Federal Reserve chairman, Ben Bernanke, who recently suggested that the economic recovery might allow the central bank to ease its efforts to stimulate the economy. That includes scaling back its bondbuying program beginning later this year.

So the big fear is that interest rates are poised to rise much further, driving down bond prices; the two move in opposite directions.

A Barclays index tracking a broad swath of investment-grade bonds lost 3.77 percent from the beginning of May through Thursday, according to Morningstar. United States government notes with maturities of 10 years or longer, however, lost an average of 10.8 percent over the same period.

Making a bet on interest rates is no different from trying to predict the next big drop in stocks, or jumping into the market when it appears to be poised to surge higher. These sort of emotional moves are exactly why research shows that investors’ returns tend to trail the broader market.

And it’s also why many financial advisers suggest ignoring the noise, as long as you have a smart assortment of bond funds that will provide stability when stocks inevitably tumble once again.

“It’s a futile game to base portfolio moves on interest rate guesses,” said Milo Benningfield, a financial adviser in San Francisco. “We don’t have to look any further than highly regarded Pimco manager Bill Gross, whose horrible interest rate bet against Treasuries in 2011 landed him in the bottom 15 percent of fund managers in his category that year. Investors should take a strategic approach designed around the reason they hold bonds — and then sit tight whenever hedge funds and other institutions shake the ground around them.”

The main reason longer-term investors hold bonds, of course, is to provide a steadying force. And though today’s lower yields provide less of a cushion — the 10-year Treasury is yielding about 2.5 percent — bonds still remain the best, if imperfect, foil to stocks.

“The role of bonds in a portfolio has always been to be a ballast or a diversifier to equity risk,” said Francis Kinniry, a principal in the Vanguard Investment Strategy Group. “And that is very true today. Yields are low, but this is what a bear market in bonds looks like.”
Internet: <www.nytimes.com> (adapted).
According to the text, judge if the following item are right (C) or wrong (E).

The bond market is in such a predicament due to misjudgment on the part of the American central bank’s chairperson.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas