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Foram encontradas 492 questões.

2479177 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

Improviso do mal da América

[...]
Me sinto branco, fatalizadamente um ser de mundos que nunca vi.
Campeio na vida o jacumã que mude a direção destas igaras fatigadas
E faça tudo ir indo de rodada mansamente
Ao mesmo rolar de rios das inspirações e das pesquisas...
Não acho nada, quasi nada, e meus ouvidos vão escutar amorosos
Outras vozes de outras falas de outras raças, mais formação, mais forçura.
Me sinto branco na curiosidade imperiosa de ser.
Lá fora o corpo de São Paulo escorre vida ao guampaço dos arranha-céus,
E dança na ambição compacta de dilúvios de penetras.
Vão chegando italianos didáticos e nobres;
Vai chegando a falação barbuda de Unamuno
Emigrada pro quarto de hóspedes acolhedor da Sulamérica;
Bateladas de húngaros, búlgaros, russos se despejam na cidade...
Trazem vodca no sapicuá de veludo,
Detestam caninha, detestam mandioca e pimenta,
Não dançam maxixe, nem dançam catira, nem sabem amar suspirado
.
E de-noite monótonos reunidos na mansarda, bancando conspiração,
As mulheres fumam feito chaminés sozinhas,
Os homens destilam vícios aldeões na catinga;
E como sempre entre eles tem sempre um que manda sempre em todos,
Tudo calou de supetão, e no ar amulegado da noite que sua...
– Coro? Onde se viu agora coro a quatro vozes, minha gente!
São coros, coros ucranianos batidos ou místicos,
Home... Sweet home... Que sejam felizes aqui!
[...]

Mário de Andrade. De pauliceia desvairada a café (Poesias Completas). São Paulo: Círculo do Livro S.A., p. 209-10.

A respeito do excerto acima, extraído do poema Improviso do mal da América, de Mário de Andrade, julgue (C ou E) o item subsequente.

Na descrição de alguns hábitos dos estrangeiros que chegam a São Paulo, predomina a perspectiva da cultura brasileira, como se verifica principalmente nos versos “Detestam caninha, detestam mandioca e pimenta,/Não dançam maxixe, nem dançam catira, nem sabem amar suspirado”.

 

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2479147 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Com relação a instituições e mecanismos destinados a regular e facilitar o comércio internacional, julgue (C ou E) o item seguinte.
Um dos objetivos da Rodada de Desenvolvimento de Doha, primeira a tratar de negociações multilaterais no âmbito da OMC, é assegurar tratamento especial e diferenciado aos países emergentes (BRICS). O Brasil e os demais latino-americanos enfatizam as negociações de comércio de serviços e as questões relacionadas à propriedade intelectual.
 

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2479145 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Karl Haushofer era militar de carreira, mas sua saúde frágil tornou-lhe difícil o exercício de comando na guerra. Ele se orientou, então, para as funções do Estado-Maior. E serve, por isso, de 1908 a 1910, como adido militar em Tóquio. Ele é, assim, iniciado à geopolítica dos militares e à dos diplomatas.
P. Claval. Géopolitique et géoestratégie. Paris: Nathan, 1994, p. 25 (com adaptações).
Em relação à hipótese geoestratégica do poder mundial elaborada por Karl Haushofer, julgue (C ou E) o item subsequente.
A panregião da Euráfrica, sob liderança alemã, englobava a Rússia, subordinada aos imperativos geopolíticos das potências europeias.
 

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2479137 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Acerca do regime civil-militar (1964-1985), julgue (C ou E) o item subsequente.
A Constituição de 1967 incorporou a doutrina de segurança nacional à medida que inseriu, em seu texto, as principais determinações dos atos institucionais e dos atos complementares anteriores, atribuindo à União a organização das forças armadas e o planejamento e a garantia da segurança nacional, sendo esta também de responsabilidade de todos os cidadãos.
 

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2479088 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Que me perdoem os devotos machadianos, eu prefiro Euclides da Cunha e Lima Barreto, com todos os defeitos que ambos possam ter, a Machado de Assis, com todas as suas qualidades. E, até onde pude entender, Millôr Fernandes tem opinião parecida com a minha. Tanto assim que, segundo afirmou, não incluiria qualquer dos livros de Machado de Assis entre os dez maiores romances brasileiros.

A meu ver, ao falar assim, Millôr Fernandes levou em conta apenas livros como Dom Casmurro, em que, na minha opinião, Machado incorre naquela miopia contra a qual o músico Jayme Ovalle reclamava. Mas esqueceu de Quincas Borba, que inclui Machado de Assis na linhagem cervantina da literatura e em que a insânia de Rubião se aproxima da insânia do Cavaleiro da Triste Figura.

Mas, talvez por causa da ironia sem compaixão de Machado de Assis, a loucura de Rubião gira somente em torno de sua pessoa, jamais partindo ele para qualquer ação no sentido de corrigir “os desconcertos do mundo” — como acontecia com o cavaleiro manchego. De modo que o personagem mais generosamente quixotesco da literatura brasileira não é Rubião, é Policarpo Quaresma. Lima Barreto é nosso escritor mais puramente humorístico, tomada a palavra em seu verdadeiro sentido, que inclui, ao lado do riso, a compaixão, que a ironia de Machado de Assis ou impede ou mancha.

Alguns escritores que desprezam o Brasil e seu povo costumam usar Policarpo Quaresma como pretexto para escarnecer de ambos. Pensam, talvez, que Lima Barreto era um deles. Esquecem que, em seu romance, o grande escritor carioca ri, antes de tudo, de si mesmo. E, sobretudo, não veem tais escritores que, se a realidade brutal e mesquinha (inclusive a da política) desmente e destrói, a cada instante, as ações generosas de Policarpo Quaresma, a pureza de seu sonho permanece intocada até a morte, o que o coloca muito acima dos poderosos e “realistas” que o cercam.

Ariano Suassuna. In: Cadernos de literatura brasileira – Millôr Fernandes, n.º 15, Rio de Janeiro: Instituto Moreira Salles, 2003, p. 18-9 (com adaptações).

Acerca das ideias desenvolvidas no texto acima, julgue (C ou E) o item subsequente.

O autor do texto postula que o humor, na acepção por ele indicada, é qualidade distintiva de uma narrativa literária e incompatível com a ironia e o sarcasmo, recursos de uso frequente na literatura brasileira, especialmente entre os escritores com visão antinacionalista, referidos no texto como “escritores que desprezam o Brasil e seu povo”.

 

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2479086 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

Improviso do mal da América

[...]
Me sinto branco, fatalizadamente um ser de mundos que nunca vi.
Campeio na vida o jacumã que mude a direção destas igaras fatigadas
E faça tudo ir indo de rodada mansamente
Ao mesmo rolar de rios das inspirações e das pesquisas...
Não acho nada, quasi nada, e meus ouvidos vão escutar amorosos
Outras vozes de outras falas de outras raças, mais formação, mais forçura.
Me sinto branco na curiosidade imperiosa de ser.
Lá fora o corpo de São Paulo escorre vida ao guampaço dos arranha-céus,
E dança na ambição compacta de dilúvios de penetras.
Vão chegando italianos didáticos e nobres;
Vai chegando a falação barbuda de Unamuno
Emigrada pro quarto de hóspedes acolhedor da Sulamérica;
Bateladas de húngaros, búlgaros, russos se despejam na cidade...
Trazem vodca no sapicuá de veludo,
Detestam caninha, detestam mandioca e pimenta,
Não dançam maxixe, nem dançam catira, nem sabem amar suspirado.
E de-noite monótonos reunidos na mansarda, bancando conspiração,
As mulheres fumam feito chaminés sozinhas,
Os homens destilam vícios aldeões na catinga;
E como sempre entre eles tem sempre um que manda sempre em todos,
Tudo calou de supetão, e no ar amulegado da noite que sua...
– Coro? Onde se viu agora coro a quatro vozes, minha gente!
São coros, coros ucranianos batidos ou místicos,
Home... Sweet home... Que sejam felizes aqui!
[...]

Mário de Andrade. De pauliceia desvairada a café (Poesias Completas). São Paulo: Círculo do Livro S.A., p. 209-10.

A respeito do excerto acima, extraído do poema Improviso do mal da América, de Mário de Andrade, julgue (C ou E) o item subsequente.

Os versos de 1 a 9 expressam a inanição do eu lírico resultante do desejo de “tudo ir indo de rodada mansamente”.

 

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2479052 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Text 3 for question.
In addition to her impending, and no doubt ultimately successful, quest for Senate confirmation, Janet Yellen will have a lot on her plate in the coming months. Now that House Republicans and Senate Democrats have come to yet another temporary agreement on the budget and debt ceiling, there still exists another threat to the economy: The Federal Reserve’s temptation to pursue an overly ambitious monetary policy aimed at offsetting the damage to the economy arising from poorly conducted fiscal policy. Now that President Obama’s Fed Chairman nominee has been announced, the Fed needs to shift its focus from wondering who will lead it to what its realistic goals can be. Substantially different views are held by Fed hawks and doves.
The economy is still on uncertain footing, and public frustration with the Fed is increasing, especially since the May taper into September no-taper serious misstep. The Fed seems to be making up policy as it goes along. It has become distracted with trying to fix problems it is not well-equipped to handle, including sustained lower unemployment and a faster pace of growth than is obtainable during a period of fiscal consolidation and weak global growth.
The Fed’s post-financial crisis mission creep, since 2008, has fueled an unhealthy codependence between it and the market, akin to the infamous pre-crisis “Greenspan put,” whereby the Greenspan Fed was expected to — and did — step in to support financial markets whenever there arose a threat to rising asset markets. Markets assume the Fed can and will fix any problems, such as the latest episode of Washington’s fiscal policy bungling, that might harm the economy or depress stock prices. Once necessary, but now dangerous, improvisations of monetary policy — quantitative easing and forward guidance in particular — have become alternately ineffective and counter productive, as the recent tapering trauma has shown. Yellen, as the primary author of the Fed’s new communication strategy, needs to identify ways to improve the Fed’s communication with markets and the public.
The Fed has come a long way since its founding one hundred years ago. Its original role was to be the lender of last resort in a financial crisis. That role, as a temporary emergency supplier of liquidity in a panic, has continued and should continue going forward. But in the postfinancial crisis period, the Fed has been forced to accommodate the extra cash demands of households and firms confronting a world of elevated uncertainty about the direction and conduct of monetary and fiscal policy. That is because higher uncertainty has forced firms and wealthy households to self-insure against possible bad outcomes and to preserve optionality in the face of unforeseen shocks and opportunities.
Failure by the Fed to satisfy higher cash demands worsened the Great Depression in the United States and the deflationary lost decade in Japan. These elevated, postcrisis cash needs explain why the Fed’s rapid additions to the monetary base through quantitative easing have been followed by disinflation, not inflation, as many have predicted. Chairman Yellen will have to be vigilant to avoid tightening too soon, while uncertainty remains high.
Makin, John H. The challenge of a lifetime. In: The international economy.
Fall 2013, p. 10-11. Available at: <http: //www .internationaleconomy. com>. Adapted. Retrieved on: March 1, 2014.
Based on the article (text 3), decide if the item are right (C) or wrong (E).
The word “creep” refers to widening of the Federal Reserve’s mission in the post-financial crisis.
 

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2479011 Ano: 2014
Disciplina: Relações Internacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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No que concerne às relações entre a África e o Brasil, julgue (C ou E) o seguinte item.
Desde 2005, o Brasil e a União Africana estabeleceram formalmente um diálogo institucional, em que se privilegiam as áreas de política social e de cooperação sul-sul, além de parcerias destinadas a promover o desenvolvimento agrícola e a segurança alimentar.
 

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2478934 Ano: 2014
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para la cuestione
Deploro, señores, haber tenido que intercalar entre ustedes y mi persona este mecánico artefacto que es un micrófono, porque, sobre mecanizar crudamente la voz, es decir, una de las cosas en que más íntegramente se proyecta e imprime el hombre, en que más auténticamente una persona es—y esto lo saben muy bien las mujeres—, sobre eso tiene el inconveniente de que a veces no marcha bien. Pero era ineludible emplearlo y aun debemos estar agradecidos a sus servicios. Era ineludible, porque en la primera lección no conseguí ser oído en las profundidades de esta sala, pero, además, porque me obligaba a forzar la elocución, y en ello lo de menos es tener que esforzar la voz. Lo de más es que me compelía a vocalizar anormalmente, pronunciando por separado cada palabra, esto es, arrancándola de la frase, poniéndola en la honda de la voz y lanzándola al espacio como si fuese un proyectil, con lo cual resultaba que perdía yo el ritmo del decir y ni siquiera yo mismo reconocía los vocablos tan anómalamente pronunciados, hasta el punto de que alguna vez, cuando hablaba a ustedes de la nostalgia no estaba seguro de si había dicho más bien “hiperclorhidria”. Son esos secretos apuros del orador que no suelen ser flojos y que proporcionan a su faena un evidente dramatismo y un cierto peligro como tauromáquico.
(…) Si queremos conocer lo que es una hoja y nos ponemos a mirarla, pronto advertiremos que nuestra previa idea de hoja no coincide con la realidad hoja por la sencilla razón de que no podemos precisar dónde eso que llamábamos hoja termina y dónde empieza otra cosa. Descubrimos, en efecto, que la hoja no concluye en sí misma, sino que continúa; continúa en el pecíolo, a su vez, en la rama, y la rama en el tronco y el tronco en las raíces. La hoja, pues, no es una realidad por sí que pueda aislarse de lo demás. Es algo que tiene su realidad en cuanto parte de algo que es el árbol, el cual, en comparación con lo que llamábamos hoja, adquiere ahora el carácter de un todo. Sin ese todo no tiene comprensibilidad, no es inteligible para nosotros la hoja. Pero entonces, cuando hemos advertido y nos hemos hecho cargo de que la realidad de la hoja es el ser parte, el ser parte integrante del todo árbol y la hemos referido a él y la vemos en él nacer y averiguamos la función que en su conjunto sirve, por tanto, cuando nuestra mente, por decirlo así, sale de la hoja y va a algo más amplio—el todo que es el árbol—, entonces y sólo entonces podemos decir que conocemos lo que la hoja es. Hasta tal punto es esto así, de tal modo la hoja tiene condición de ser parte que cuando en vez de contemplarla en el árbol donde está siendo hoja la separamos de él decimos que la hemos cortado o arrancado—expresiones que declaran la violencia que hemos hecho sufrir a la hoja y al árbol. Más aún, al tenerla aislada entre nuestros dedos, cuando podría parecer un todo—dado, repito, que cupiera decidir dónde ella acaba y dónde empieza el pecíolo o la rama—, cuando aislada entre nuestros dedos podría dárselas de ser un todo, en ese momento empieza ya a no ser hoja sino un detritus vegetal que pronto acabará por desintegrarse. Esta relación de parte a todo es una de las categorías de la mente y de la realidad, sin la cual no es posible esta gran operación que es el conocimiento. Esto nos permite generalizar y decir: las cosas todas del mun(o real o son partes o son todos. Si una cosa es parte no resulta inteligible sino en cuanto la referimos al todo cuya es. Si una cosa es todo puede ser entendida por sí misma sin más que percibir las partes de que se compone. Esto vale para todos los órdenes de lo real. Por ejemplo, vale también para la realidad del lenguaje. Si yo pronuncio ahora la palabra “león”, sin más, resulta a ustedes ininteligible porque no pueden determinar si significa la ciudad de León, alguno de los Papas que llevaron este nombre, la ilustre fiera africana o uno de los leones que hay en la entrada del Congreso.
La palabra aislada no puede ser entendida porque es parte de un todo, como la hoja lo era del árbol, de un todo que es la frase, como la frase, a su vez, es parte de un todo, una conversación, o de otro todo, un libro. La palabra, como ustedes saben, es siempre equívoca y para precisar su sentido hace falta, aparte de la perspicacia que la vida nos enseña, toda una ciencia y de las más sugestivas e interesantes y de la que ha de ocuparse largamente el Instituto de Humanidades: la ciencia de la interpretación o hermenéutica. La labor principal de esta ciencia consiste en saber determinar a qué todo suficiente hay que referir una frase y una palabra para que su sentido pierda el equívoco. A ese todo en el cual la palabra se precisa llaman los hermeneutas y gramáticos el “contexto”. Pues bien, toda cosa real que es una parte reclama del todo, de su contexto, para que podamos entendernos. Una duda, sin embargo, se nos ofrece: tomado el árbol hasta su raíz, por tanto, siendo lo que es, nos parecía un todo—lo que la biología llama con ciertas inquietudes que ahora no interesan ”un individuo orgánico”—; pero es el caso que el árbol necesita para vivir de la tierra y de la atmósfera, y resulta, por tanto, ininteligible si no contamos con estas dos nuevas cosas. ¿Será entonces que el árbol entero, a su vez, forma parte de un nuevo y más auténtico todo, a saber: el que forman de consuno él y su medio? No vamos a dirimir la cuestión, que es más complicada de lo que parece, porque en lo que al presente nos afecta es cosa clara. En efecto, ese nuevo y más complejo todo que formarían el árbol y su medio no es tal, por la sencilla razón de que la tierra y la atmósfera no necesitan del árbol, aunque el árbol necesite de ellas. Arrancado el árbol, tierra y atmósfera subsisten—y no se traiga a comento que arrancado y desgajando los bosques todos de una región el clima se modifica y tierra y atmósfera varían, porque ahora estamos hablando simplemente de arrancar un árbol y esto es palmario que no modifica ni la tierra ni la atmósfera. No son estas, pues, partes integrantes de un nuevo todo, sino que son sólo contorno y medio externo de que el árbol va a vivir y solo en ese papel son biológicamente inteligibles, es decir estudiadas desde dentro del árbol, desde su interna constitución. Transportemos ahora todo esto al plano de la realidad histórica. (…)
José Ortega y Gasset. Una interpretación de la historia universal (En torno a Toynbee). Alianza Editorial. Madrid, 1984 (con adaptaciones).
Del texto es correcto inferir que cuando tenemos la hoja en nuestras manos separada del árbol
es una hoja completa.
 

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2478921 Ano: 2014
Disciplina: Relações Internacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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No que se refere à política externa da China, da Índia e do Japão e às suas relações com o Brasil, julgue (C ou E) o item seguinte.

Nos últimos anos, a política externa da Índia buscou substituir a identidade terceiro-mundista, que lhe impunha complexa agenda de negociações, por um perfil simplificado de polo geopolítico, ao impor-se aos EUA na questão nuclear e ao confrontar a China em disputas territoriais.

 

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