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Foram encontradas 29 questões.

2761122 Ano: 2023
Disciplina: Medicina
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH
Paciente, sexo feminino, 40 anos, apresenta quadro de dor em hipocôndrio direito, icterícia e dispepsia. Exames laboratoriais de 30 dias atrás: AST: 100U/L; ALT: 120U/L; bilirrubina total: 3,2mg/dL; bilirrubina direta: 2,8mg/dL; bilirrubina indireta: 0,4; Fosfatase alcalina: 250U/L. Exames laboratoriais atuais: AST: 99U/L; ALT: 118U/L; bilirrubina total: 3,1mg/dL; bilirrubina direta: 2,8mg/dL; bilirrubina indireta: 0,3; Fosfatase alcalina: 270U/L. Ultrassonografia revela um colédoco com 10 mm de diâmetro, sem evidência de cálculos em vesícula ou via biliar. Discreta dilatação das vias biliares intra-hepáticas. Foi feita a hipótese diagnóstica de Disfunção do Esfíncter de Oddi (DEO).
Segundo a revisão de Roma III da classificação do grupo biliar de Milwaukee , esta paciente é categorizada como portadora de DEO tipo:
 

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2761121 Ano: 2023
Disciplina: Medicina
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH
Paciente, sexo masculino, 55 anos, com antecedente de úlcera gástrica, comparece ao pronto-socorro com relato de um episódio de hematêmese há uma hora. Nega outras comorbidades. No momento, encontra-se estável hemodinamicamente. O paciente foi submetido à endoscopia digestiva alta, sendo identificada úlcera gástrica Forrest IB, tratada adequadamente com uso de clipe hemostático. Após 48 horas, o paciente retorna com um novo episódio de hematêmese, mantendo-se estável hemodinamicamente.
De acordo com as orientações de Guidelines sobre Hemorragia Digestiva Alta da American College of Gastroenterology (ACG), a melhor conduta terapêutica neste momento é:
 

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2761120 Ano: 2023
Disciplina: Medicina
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH
Paciente, sexo masculino, 55 anos, com antecedente de úlcera gástrica, comparece ao pronto-socorro com relato de um episódio de hematêmese há uma hora. Nega outras comorbidades. No momento, encontra-se estável hemodinamicamente. O paciente foi submetido à endoscopia digestiva alta, sendo identificada úlcera gástrica Forrest IB, tratada adequadamente com uso de clipe hemostático. Após 48 horas, o paciente retorna com um novo episódio de hematêmese, mantendo-se estável hemodinamicamente.

Questão 20 Considerando o caso clínico e as recomendações de Guidelines sobre Hemorragia Digestiva Alta da American College of Gastroenterology (ACG), analise as afirmativas a seguir.


I. Terapia hemostática endoscópica com eletrocoagulação bipolar, sonda de aquecimento, ou injeção de etanol absoluto são opções para pacientes com hemorragia digestiva alta devido a úlceras.


II. Recomenda-se que a injeção de epinefrina não seja usada isoladamente para pacientes com hemorragia digestiva alta devido a úlceras pépticas.


III. A terapia hemostática endoscópica com spray de pó hemostático TC-325 pode ser utilizada em pacientes com úlceras com sangramento ativo.

Está correto o que se afirma em

 

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2761119 Ano: 2023
Disciplina: Medicina
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH

O preparo e a monitorização dos pacientes que serão submetidos a intervenções endoscópicas são tão importantes quanto o próprio procedimento. Considerando as orientações da Sociedade Brasileira de Endoscopia, analise as afirmativas a seguir.


I. Jejum de duas horas para líquidos límpidos sem resíduos em baixo volume em pacientes de baixo risco para broncoaspiração é suficiente para promover exames endoscópicos com segurança e qualidade.


II. A capnografia reduz em até 40% a incidência de eventos adversos importantes, como suporte ventilatório artificial, internação hospitalar, ou mortalidade.


III. Em pacientes sedados com propofol, a adição de lidocaína spray não melhora a satisfação com exame, não sendo necessária a sua utilização.

Está correto o que se afirma em

 

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2761118 Ano: 2023
Disciplina: Medicina
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH

A endoscopia sem sedação é praticada em vários países, mas, geralmente, no Brasil, a maioria dos procedimentos endoscópicos é realizada com o paciente sob sedação consciente. O conhecimento das comorbidades do paciente orienta a escolha do tipo de sedação e medicações, no intuito de reduzir eventos adversos cardiorrespiratórios graves.

(Endoscopia Gastrointestinal – Sedação: conceitos, riscos e comorbidades. Sociedade Brasileira de Endoscopia – SOBED – 2017.)

De acordo com as recomendações da SOBED, pelo maior risco de crise convulsiva e mioclonia, deve-se evitar, em pacientes nefropatas e hepatopatas crônicos, a sedação com:
 

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2761117 Ano: 2023
Disciplina: Medicina
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH

A endoscopia sem sedação é praticada em vários países, mas, geralmente, no Brasil, a maioria dos procedimentos endoscópicos é realizada com o paciente sob sedação consciente. O conhecimento das comorbidades do paciente orienta a escolha do tipo de sedação e medicações, no intuito de reduzir eventos adversos cardiorrespiratórios graves.

(Endoscopia Gastrointestinal – Sedação: conceitos, riscos e comorbidades. Sociedade Brasileira de Endoscopia – SOBED – 2017.)

De acordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Endoscopia digestiva (SOBED), sobre o uso da sedação nos procedimentos endoscópicos, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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2761116 Ano: 2023
Disciplina: Medicina
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH
Paciente, sexo feminino, 61 anos, realiza endoscopia digestiva alta para investigação de dispepsia. Durante a avaliação do corpo gástrico, foi identificada uma Lesão Subepitelial (LSE), com um diâmetro estimado de 20 mm. Não foram identificadas úlceras ou sinais de gastrite. Optou-se, neste momento, pela realização de uma ecoendoscopia. Considerando o caso clínico e as orientações do II Consenso Brasileiro de Ecoendoscopia, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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Em relação ao Código de Ética Médica – CEM, analise as afirmativas a seguir.


I. Delegar a outros profissionais atos ou atribuições exclusivas da profissão médica.


II. Indicar o procedimento adequado ao paciente, observadas as práticas cientificamente reconhecidas e respeitada a legislação vigente.


III. Recusar-se a realizar atos médicos que, embora permitidos por lei, sejam contrários aos ditames de sua consciência.


IV. Praticar procedimento de procriação medicamente assistida sem que os participantes estejam de inteiro acordo e devidamente esclarecidos sobre o método.

Considerando a Resolução CFM nº 2.217, de 27 de setembro de 2018, modificada pelas Resoluções CFM nº 2.222/2018 e 2.226/2019,são normas diceológicas apenas o que se afirma em

 

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Quanto ao Código de Ética Médica – CEM, analise a afirmativa a seguir:

“Ocorrendo fatos que, a seu critério, prejudiquem o bom relacionamento com o paciente ou o pleno desempenho profissional, o médico tem o dever de renunciar ao atendimento, comunicando previamente ao paciente ou a seu representante legal, assegurando-se da continuidade dos cuidados e fornecendo todas as informações necessárias ao médico que o suceder.”

Considerando a Resolução CFM nº 2.217, de 27 de setembro de 2018, modificada pelas Resoluções CFM nº 2.222/2018 e 2.226/2019, é possível afirmar que tal afirmativa é:

 

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Olhos para ver um mundo novo a cada dia

Em maio de 2019, o quadro “ Meules ”, do pintor francês Claude Monet (1840-1926), foi vendido na tradicional casa de leilões Sotheby’s, em Nova York, por nada menos que US$ 110,7 milhões (mais de R$ 580 milhões), um recorde para quadros do Impressionismo. O estilo, segundo os leiloeiros, é marcado por, entre outras coisas, contornos pouco definidos, cores não misturadas e ênfase na representação precisa da luz natural.

Mas Monet tinha ainda outra “característica” que o aproximava de outros expoentes do estilo, como Pierre Auguste Renoir , Paul Cezanne e Edgar Degas : eles eram míopes. E de acordo com artigo do neurocirurgião Noel Dan , publicado em 2003 no Journal of Clinical Neuroscience , é tentador atribuir o desenvolvimento do Impressionismo, “ao menos em parte, à visão míope de seus praticantes”. A afirmação, claro, desperta até hoje debates acalorados entre especialistas, tanto em oftalmologia quanto em arte.

Já numa chave mais médica e menos romantizada, a miopia é um distúrbio visual que faz com que a imagem entre em foco antes de chegar à retina. Isso faz com que objetos vistos a alguma distância pareçam desfocados – a visão parece embaçada. Segundo a AAO (Academia Americana de Oftalmologia, na sigla em inglês), se nada for feito para impedir o avanço da miopia, até 2050 metade da população mundial (que, lembremos, no mês passado alcançou 8 bilhões de pessoas) poderá ter a visão afetada por ela. O problema nada tem de trivial: ainda, segundo a AAO, o custo da miopia em perda de produtividade está estimado em cerca de US$ 244 bilhões por ano.

No Brasil, dados de um levantamento feito pelo Hospital de Olhos mostram um aumento de 23% nos diagnósticos de miopia para pacientes com idades entre zero e doze anos no primeiro semestre deste ano: foram 538, contra 425 no mesmo período de 2021. Especialistas apontam como possíveis causas o uso excessivo de aparelhos eletrônicos (celulares, tablets, computadores etc.). Alguns talvez tenham ouvido de mães, tias ou avós para não assistir TV muito perto da tela. Embora seja tentador achar que elas poderiam estar certas desde o início, não há comprovação científica para se estabelecer uma relação de causa e efeito entre a exposição a telas e mais casos de miopia. Mas uma meta-análise publicada na revista especializada The Lancet sugere uma associação desse tipo.

O fato desse avanço da miopia entre crianças possivelmente ter relação com a exposição a telas de gadgets é causa para alguma preocupação. Afinal, estamos rumando a um futuro em que as telas serão cada vez mais presentes nas vidas de todos. A pandemia deu um vislumbre disso: aulas passaram a ser ministradas via on-line – e as crianças, então, ficaram bem mais tempo com olhos voltados às telinha. Sem poderem sair de casa, jogos de celular, ou em consoles ligados à TV, filmes, desenhos animados e outras formas de diversão se tornaram a regra. Até para os adultos foi assim, com as muitas reuniões de trabalho em videoconferências.

E não se trata de uma tendência vista apenas no Brasil e nem que tenha surgido agora, claro. Reportagem do The New York Times já do ano passado lembrava que, em 2020, o Jama (Jornal da Associação Médica Americana, na sigla em inglês) trouxe um editorial intitulado “2020 como o ano da miopia de quarentena” (em tradução livre). O texto diz que lockdowns precisam considerar “um planejamento cuidadoso de atividades internas e, de preferência, não restringir as brincadeiras ao ar livre em crianças pequenas”. Isso ajudaria a controlar “uma onda de miopia de quarentena”.

Por mais que nossas atividades, no trabalho, no estudo e na vida pessoal, estejam atreladas a dispositivos digitais e suas telas, o corpo humano tem limites: não é sem consequências – como o avanço da miopia tem mostrado – que nos expomos a toda e qualquer inovação sem considerar possíveis desdobramentos. A moderação precisa encontrar espaço: para as crianças, isso pode significar algum tempo longe das telas. Brincar em espaços abertos, em que possam tentar enxergar coisas ao longe, é uma excelente alternativa para preservar seus olhos. Há muito mais lá fora para se ver do que cabe nas telinhas, e elas precisam ter olhos saudáveis para descobrir o mundo a cada dia.

(Cláudio L. Lottenberg*, Veja. Disponível em: https://veja.abril.com.br/ coluna/coluna-claudio-lottenberg/olhos-para-ver-um-mundo-novo-acada-dia/15 dez 2022. * Mestre e doutor em Oftalmologia pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp), é presidente institucional do Instituto Coalizão Saúde e do conselho do Hospital Albert Einstein.)

E de acordo com artigo do neurocirurgião Noel Dan, publicado em 2003 no Jornal of Clinical Neuroscience, é tentador atribuir o desenvolvimento do Impressionismo, ‘ao menos em parte, à visão míope de seus praticantes’. ” (2º§) Observando o trecho destacado anteriormente; em relação ao emprego do sinal indicativo de crase, é correto afirmar que:
 

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